segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Portão dos Deuses


O Portão dos Deuses

Por Gério Ganimedes

Quantas dimensões nos cercam, quantos túneis de luz se entrelaçam, quantas portas nos separam dos Deuses? Para descobrir, devemos apenas ativar o que recebemos em nossa herança espiritual e genética.

O Portão dos Deuses, ou a Puerta de Hayu Marca – é um imenso corte na rocha da montanha, com facetas e cortes precisos que tem sido um mistério que atravessa o tempo, talvez criando em algum momento no passado distante para dar acesso ao mundo dos “Deuses”. A forma arquitetônica esculpida em rocha natural, com sete metros de altura por sete metros de largura, com um pequeno nicho ou porta no centro da base, medindo pouco menos de dois metros de altura, parece guardar por trás de sua rústica estrutura muito mais do que um simples monumento.  Esta enorme estrutura mais parecida com uma porta, guarda um misterio milenar em sua engenharia de arestas matemáticas.  Localizada na região serrana de Hayu Marca ao sul do Peru, perto do Lago Titicaca, a 35 km da cidade de Puno, tem sido reverenciada por índios da região, como um local sagrado, uma espécie de templo, fazendo menção a “Cidade dos Deuses”. Apesar de nenhuma cidade real, jamais ter sido descoberta, a área é conhecida como Floresta do Espírito, ou Stone Forest (Floresta de Pedra), feita de estranhas formações rochosas que se assemelham a edifícios, pessoas e outras estruturas artificiais (Simulacro).



O que nos apresenta uma característica em particular, gravada nesta porta é um encaixe, uma espécie de receptáculo de encaixe, de algum tipo de dispositivo, amuleto ou ornamento que, aventurando-se um pouco mais além do real palpável, poderiamos pensar que este encaixe seria o receptor de um Lacre. A pequena depressão circular no centro é descrita pelos nativos, como sendo o local onde um disco de ouro foi colocado para sua abertura.



Os índios da região tinham uma lenda que falava de uma porta de entrada para as terras dos Deuses”, e que a lenda, contava que, em tempos passados os últimos grandes guerreiros e heróis tinham ido se juntar aos seus Deuses, e passaram pelo portão para uma vida nova e gloriosa na imortalidade, e em raras ocasiões, os homens voltavam por esta porta, por um curto período de tempo, com os seus Deuses para “inspecionar todas as terras do reino”.


O que podemos perceber através destas provas, sólidas e concretas é que algo de muito maior foi deixado em nosso mundo para ser usado de um lado ou por outro, o que está nos faltando é apenas a chave do cadeado, a combinação do cofre.


Estaríamos diante de um Portal Estelar ou um Stargate? Penso que sim, não me resta nenhuma dúvida de que temos aqui entre nós não apenas este rústico e sólido portal, mas creio que espalhados por este mundo de Deus, se procurar um pouco mais, veremos que eles não esqueceram que aqui estiveram. Então fica a pergunta no ar: Estariam eles, os Deuses voltando para “inspecionar todas as terras do reino”? Quem é o guardião da chave? Quem são os aptos a cruzar o portal?


Estamos evoluindo, nossa consciência está expandindo, nossa PES (Percepção Extra-Sensorial) está a cada dia, mais aguçada e abrangente, nossos poderes como filhos ou herdeiros destes Deuses, estão aflorando. E muitos podem até dizer que tudo isso é bobagem e apenas mais um conteúdo a ser postado para encher as páginas do blog, no entanto aqueles que estão vivendo na pele as mudanças energéticas, vendo com olhos mais sensíveis, sentindo e ouvindo com uma audição mais refinada, sabem que em algum momento do passado, nos foi dado ou transmitido, uma chave, um código que estava até então, adormecido em nosso DNA, e que agora mais do que nunca desperta, diante da aproximação de nossos antepassados extraterrestres, extradimensionais ou de um paralelo temporal. 

Esta é a grande mudança e quem sabe só poderemos abrir estas portas de comunicação no ano, mês, dia e hora certa, para que purificados, adaptados e qualificados, como os gentis guerreiros e heróis do passado, estavam quando adentraram tais passagens.

Fique bem 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quarzto Azul©©

domingo, 29 de abril de 2012

A Luz Emitida Pela Morte

Crédito: NASA/ESA - Telescópio Hubble


Por Gério Ganimedes


Seria este um dos portões do céu ou apenas o sinal de luz, de que a morte é inevitável?


O Telescópio Hubble captura uma imagem rara dos raios emitidos pela morte de uma estrela. Parece que se abriu uma porta de entrada para o céu - mas esta imagem impressionante obtida pelo Telescópio Hubble capturou a fase dramática da vida de uma estrela moribunda, quando esgota o seu combustível nuclear e emite feixes de luz como holofotes. Este fenômeno é conhecido como preplanetary ou fase nebulosa protoplanetária. A imagem acima mostra a Nebulosa do Ovo, que á a primeira nebulosa do tipo a ser descoberto, a menos de 40 anos atrás. Os cientistas admitem que muitos aspectos deste fenômeno permanecem um mistério.

A NASA e a Agência Espacial Europeia, que administram o telescópio Hubble, explicaram que, mais de alguns milhares de anos os restos quentes do envelhecimento da estrela, no centro da nebulosa, ou nuvem de poeira, se aquecem excitado o gás gerando o brilho.

No centro da imagem, escondida na espessa nuvem de pó, está a estrela central da nebulosa. Quatro feixes de luz brilham para fora dela através da nebulosa, assim como holofotes. Pensa-se, que o anel em forma de buracos, no casulo da espessa camada de pó, seja esculpido por jatos provenientes da estrela, permitindo que os feixes de luz surjam, através da nuvem opaca de resíduos. Os cientistas disseram que a nuvem é como uma cebola, com sua estrutura composta de camadas, que é formada por membranas de material, que está sendo ejetado da estrela que está morrendo, a cada poucas centenas de anos.

As agências astronômicas acrescentaram que as nebulosas do tipo preplanetary têm uma vida útil curta. Existem relativamente poucas delas existindo ao mesmo tempo. Além disso, elas são muito fracas, e precisam de poderosos telescópios para serem observadas, é por isso, que este tipo de evento cósmico, só foram descobertos há relativamente pouco tempo, a medida em que a tecnologia astronômica desenvolveu-se.

Os astrônomos não podem dizer, exatamente, quão grande é a Nebulosa do Ovo, porque eles só tem conhecimento de sua distância aproximada da Terra.  Pode ser maior e estar mais longe, ou menor, e estar mais perto. Estima-se que esteja cerca de 3.000 anos-luz da Terra.

 
Comentário do Autor

Nós, como qualquer ser vivo deste universo, quando morremos, liberamos energia e luz, agora entendo o porque tão antes de minha morte, já estou dando sinais de emissão luminosa. Começamos a brilhar mesmo antes de nossa morte física, numa espécie de feixes luminosos que nos acopanharão por toda a eternidade.

Gério Ganimedes


Fonte: Daily Mail – UK
Leia a matéria em inglês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 28 de abril de 2012

Viajantes do Tempo – Seriam os Extraterrestres os Agentes do Tempo e do Futuro?


Crédito da foto: Arturo Robles
Ovnis de Aparencia Orgânica - Casulos de viagem no tempo?


Por Gério Ganimedes


Estaria a evolução do homem sendo administrada por viajantes do tempo? 


Já foi provado através de recentes experimentos, que viajar no tempo pode ser possível, então se pensarmos que raças extraterrestres, de dentro de nosso sistema solar, Via Láctea, outras galáxias, ou de outra dimensão ou época, possuem poder para controlar o tempo, seja através de dispositivos avançados que abram portais ou controlem os chamados “tuneis de luz” ou “buracos de minhoca”, poderiam estar “visitando” a trabalho nosso planeta com a difícil missão de conduzir toda uma espécie, numa linha de tempo e através de certo desenvolvimento, para que não saiamos de nosso destino, quem sabe assim, colocando em risco ou destruindo o próprio mundo futuro deles e o nosso?

Esta pergunta tem me mantido atento a um fenômeno chamado de “Déjà vu” ou “Déjà vi”, uma reação psicológica que faz com que sejam transmitidas ideias de que já estivemos naquele lugar antes, que já se viu aquelas pessoas, ou outro elemento externo. O que quero expor com este fenômeno ligado à introdução deste post é trazer a superfície, a ideia de que, ao vivenciarmos este momento em particular, de milionésimos de segundos em nossa mente  parece haver uma espécie de dobra de tempo, deslocamento interdimensional ou temporal em nosso mundo. Penso que se estivermos adentrando espaços onde estes portais invisíveis estejam ativos, nosso subconsciente, em sua especialidade máxima de PES (Percepção Extra-Sensorial), capta esta sequencia temporal deixando registrando cada detalhe e então no momento em que atingimos a dobra futura nos é colocado ao consciente como uma espécie de paradoxo temporal. Ai então, pensamos: “Nossa! já vi esta cena antes, já vivi este momento antes”. 

Bem, feita à ligação das viagens, com o que acontece aqui no nosso mundo, como uma marca, de que o tempo foi de alguma forma modificada, no exato momento de nossa presença, causando a sensação descrita acima, podemos avançar para os viajantes cósmicos ou senhores do tempo.

Imaginemos que, determinado nível evolutivo futuro, em sua total consciência cósmica, vivendo ordenadamente numa esfera ou universo paralelo ao nosso, onde de alguma forma tudo que aqui acontece, interfere em seu mundo ou plano de tempo. Qual civilização avançada tecnologicamente, dotada de dispositivos e conhecimento de viagem no tempo, não enviaria uma “equipe” para controlar a situação antes que seu universo ou mundo seja destruído?  Com certeza, falando num aspecto hipotético, de existir tal possibilidade, eu não só enviaria uma equipe, como seria parte integrante dela para intervenção da curva histórica, se necessário.

Partindo desta ideia, absurda ou não, podemos estar diante de uma constante visita de veículos interdimensionais ou vindos do futuro da nossa própria civilização. Este paradoxo da curva do tempo dá um nó em nossas cabeças, mas não impede de entendermos que toda uma possibilidade real, seja a mais pura verdade.

  
“Reabertura da ponte de South Fork depois da inundação de novembro de 1940. 1941 (?) – Ponte South Fork, Gold Bridge, B.C., Canadá”.

 Suposto Viajante do tempo
 
Ovnis que aparecem e desaparecem nos céus, saltam, atravessam montanhas, hora são vistos, hora desaparecem. Misteriosas fotos onde aparecem pessoas, que muitos dizem terem vindo do futuro, pelas roupas que usam que não se enquadram na época. Luzes que surgem diante de carros abrindo espécies de portais, pessoas que são transportadas por feixes de luz e depois voltam, relatando horas, dias e até semanas de perda de referencia de tempo. Estariam sendo levadas ao futuro por algum motivo? Seria esta a forma que estes agentes do tempo ou extraterrestres encontraram para manter seu mundo, sem que mudanças históricas no nosso universo e no tempo deixe o futuro deles em ruina? 

 Crédito: UFOs: Myths, Conspiracies, and Realities by John B. Alexander Ph.D.
Thomas Dunne Books/St. Martin's Press
Ótima fonte de pesquisa

Resta saber qual o nível de protocolo, destas interferências, para que o futuro não seja alterado ou tome outro rumo nas linhas temporais. Penso que neste universo, tudo é possível... Deixo aqui mais uma "lebre chutada ao ar" para que meus amigos e leitores juntos deixem sua opinião e contra-teorias.


...Se fui muito além... Desculpem-me, prometo no próximo post, ser menos “viajante”.


Dica do Gério: Um filme interessante de assistir – “Agentes do Destino”.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Extraterrestre Capturado em Fotografia


Brincadeira ou verdade? 
 

Por Gério Ganimedes

“Quando buscamos imagens e rostos, até mesmo no azulejo do piso ou nas paredes de nosso banheiro, encontramos – a imaginação é nosso limite”.

No entanto, para aqueles que estudam e pesquisam ufologia, todo e qualquer registro aparente, que possa nos trazer, mesmo que minúscula hipótese, da presença estrangeira deve ser apresentado, para juntos analisarmos e tirarmos conclusões sobre a prova que, muitos publicam, como incontestável da presença deles aqui na Terra.

Relatos e desenhos de pessoas, que dizem terem sido abduzidas por aliens, foram utilizados neste vídeo para tentar compor um cenário analítico.

Veja o vídeo no Youtube AQUI
  
Texto: Gério Ganimedes

Fonte do vídeo: Youtube
Imagem: Fotograma do vídeo extraído do Youtube
Direitos reservados – Projeto Quartzo Azul©©

APOPHIS Um Míssil Interplanetário Ruma ao Alvo - Terra


Foto/crédito: NASA


Por Gério Ganimedes


O gigantesco asteroide Apophis está voando em direção a Terra e de acordo com cálculo de trajetória, fórmulas e teorias, sua colisão com a Terra pode ser possível em 2036. Num caso positivo de acontecer à colisão, as consequências podem ser catastróficas. Na opinião do vice-chefe, da agência russa de pesquisas cósmicas Roskosmos, Vitali Davidov, o Apophis irá causar destruições maiores do que o meteorito de Tunguska. No entanto, quanto aos estragos reais, que esta imensa rocha, pode causar, podemos ter apenas noção, baseados nos inúmeros filmes de classe A, B ou C que já circularam pelas telas de cinema e da televisão. Medir as reais consequências, penso que apenas vivendo o incidente para termos a real dimensão do estrago. Se atingir um oceano, deserto, floresta ou uma cidade as variáveis são distintas e o resultado diretamente proporcional. Muitos de nós com certeza até lá não estarão mais aqui, então para não tornar as coisas piores e deixar o clima tenso, vamos apenas relatar o que é divulgado nos meios “oficiais”.

Notícia divulgada pelo portal Voz da Rússia

Em 2029 será possível calcular com precisão se haverá ou não uma colisão do Apophis com a Terra. A esta altura, o asteroide, que também gira em torno do Sol, irá aproximar-se a uma distância muito pequena do nosso planeta – cerca de 30 mil quilômetros. O maior desgosto, que a população da Terra vai enfrentar, neste caso, é a cessação do funcionamento de aparelhos de televisão, pois os satélites geoestacionários se encontram, precisamente, a esta distância da Terra. Mas depois de penetrar no campo gravitacional da Terra, o Apophis pode alterar a sua trajetória e sete anos depois, quando se der mais uma aproximação do nosso planeta, pode ocorrer à catástrofe, adverte Serguei Naroenkov, perito em ameaça cósmica do Instituto de astronomia da Academia de Ciências da Rússia.

“Atualmente estima-se que as dimensões do asteroide Apophis são cerca de 230 – 300 metros. A queda de um corpo deste tamanho na Terra acarretará uma catástrofe de envergadura regional. Ao cair numa superfície sólida, o asteroide pode destruir tudo à distância de cem quilômetros do local da queda. Além disso, haverá um terremoto de magnitude sete na escala Richter. Se o Apophis cair na água, haverá um tsunami”.

Os especialistas pensam já agora em como afastar da gente a ameaça do Apophis. Foram propostas diversas variantes. Pode-se pintar um lado do asteroide com tinta branca. A cor branca reflete a luz, portanto os raios solares irão aquecer de uma forma irregular a superfície do Apophis o que irá alterar, afinal, a trajetória do seu voo. Pode-se explodir o asteroide, mas isso encerra outro perigo: os seus fragmentos pequenos irão perfurar como metralha a atmosfera e as consequências disso na Terra serão ainda mais graves. A variante mais real é lançar um “rebocador”, que leve o asteroide consigo, - opera Serguei Naroenkov.

“Trata-se de um aparelho, instalado bem perto do corpo do asteroide, que cria pequenas perturbações na órbita deste corpo celeste.  Os comandos transmitidos para este aparelho permitirão deslocar um pouco o asteroide a fim de evitar trajetórias perigosas, isto é, fazer que o asteroide atravesse um pouco mais cedo o ponto de colisão com a Terra ou, pelo contrário, um pouco mais tarde”.

Mas é preciso pôr em andamento este projeto já agora, visto que a sua realização requer tempo. Em 2029, quando será possível avaliar com alta precisão a probabilidade da colisão do asteroide com a Terra, já será tarde enviar o rebocador, - adverte o cientista.

Aliás, nem todos os especialistas compartilham deste ponto de vista “pânico”. Yuri Karach, membro-correspondente da Academia Rússia de Cosmonáutica “Tsiolkovski”, supõe que o espaço cósmico encerra ameaças muito mais sérias para a humanidade.

“A milhares de anos-luz de nós existe uma estrela binária, que gira em torno de certo centro de massas. Existe a probabilidade de que um dia ela dispare um feixe de Raios Roentgen (Raios-X). Se este feixe acertar a Terra, nós todos seremos submetidos à espectrofluorometria permanente, durante vários anos. Que acha desta perspectiva? Mas isso é perfeitamente real e a defesa contra este fenômeno é impossível. Uma vez que a estrela binária está a milhares anos-luz de nós, não podemos tomar nenhuma medida preventiva”.

Existe também mais um ponto de vista. Os cientistas assustam com semelhantes “horrores” a fim de conseguir o aumento do ramo cósmico. Atualmente estima-se que existe uma única chance entre 250 mil de que o Apophis venha a colidir com a Terra. Esta probabilidade até que não é muito grande. 

Fonte: Voz da Rússia
Leia a notícia na fonte de origem AQUI
Texto de abertura, edição e montagem: Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Uma Guerra Atômica há 20.000 Anos





Por Gério Ganimedes


Energia atômica – Poder adquirido pelo avanço da tecnologia humana ou um inevitável estado da arte, herdado e contido em nosso DNA, deixado por antigas civilizações que aqui vieram para atacar e destruir? O mundo já presenciou seu poder destrutivo, recentemente na história, porém estaríamos nós prontos para um novo e bárbaro  ataque, muito mais avançado tecnologicamente?

Baseado em dados e resultados de análises de achados arqueológicos, que o mundo científico, parece não estar dando a devida importância, a Terra talvez já tenha sido cenário, de uma terrível e devastadora guerra nuclear interplanetária há 20.000 anos.

Vestígios de uma antiga guerra atômica entre um avançado e poderoso povo, na cidade-estado no norte da Índia próximo ao Paquistão e partes do grande deserto de Gobi da Mongólia, ainda permanecem um mistério.

Os cientistas sabem há muitos anos, sobre uma grande extensão de areia vitrificada, que abrange uma região do deserto de Gobi. A areia fundida, de cor esverdeada, só pode ter sido criada por longa exposição ao calor intenso, mas as correntes de teorias e idéias dos cientistas tomam vias de condução diferente na análise da cada área. Os geólogos acreditam que a areia se tornou vitrificada pela exposição à ação vulcânica, os astrônomos afirmam que um grande meteorito poderia ter feito isso, entretanto os físicos sabem que o fenômeno foi causado por uma explosão atômica. 

 
Observando as correntes de teorias, talvez estas sejam as únicas coisas naturais que poderiam ser responsáveis ​​para tornar a areia da região, que se situa em trechos solitários da terra árida, vitrificada e com segmentos de material esverdeado, entretanto a hipótese da causa ser de origem vulcânica cai por água, pois não existem vulcões na região. Também não existem evidências, nem marcas, nenhuma cratera, nem resíduos de meteoros foram encontrados, marca registrada, para que se conclua que um meteoro gigantesco tivesse atingido a região do deserto. Isto deixaria cicatrizes no terreno e queimaria a areia. No processo seletivo ou de eliminação, ficamos apenas com uma explosão atômica, para explicar a estranha condição da região e a areia vitrificada onde nada cresce.

No entanto, para que uma teoria atômica seja apoiada, uma idéia deve se ter em mente. Análise residual e índices de radioatividade. Se considerarmos os estudos e o fato de que, parte da área tem um maior nível de radiação, do que terreno semelhante fora da área afetada. É quase, como se algo ficasse naquela região deserta e foi vaporizado por uma explosão, como as explosões que destruíram Hiroshima e Nagasaki. Outra descoberta, que suporta a existência de um dispositivo bélico altamente avançado e de componente atômico, apareceu cerca de 20.000 anos atrás. Foi uma descoberta impressionante de restos de uma antiga cidade, a noroeste do Rajastão, na Índia. O local foi encontrado quando a uma nova construção começou, para o desenvolvimento de novas habitações. O fato que surpreendeu os arqueólogos foi o resultado dos testes, que determinaram que os restos carbonizados, edifícios parcialmente derretidos e os esqueletos possuíam altos índices de radiação, além de terem sido cobertos por uma espessa camada de cinzas, mais tarde confirmado, como também sendo radioativa. As cinzas cobriram uma área quadrada de aproximadamente cinco quilômetros. No entanto dá para perceber que existe certo acobertamento nas pesquisas, pois enquanto muita atenção tem sido focada na cidade indiana setentrional, pouco tem sido gasto pra investigar os restos da antiga explosão atômica no deserto de Gobi. A antiga região é considerada por alguns professores universitários indianos como sendo um precursor do Matsya mais moderno, outro antigo estado da civilização védica. Na cultura Matsyan acredita-se estar associado com um estado anterior chamado Jaipur.  Sendo removido dos escombros históricos, surge um texto indiano, o Mahabharata, considerado por alguns estudiosos como sendo um fato ímpar da curva histórica de um povo, muito mais do que um mito. O texto contêm passagens que descrevem em impecáveis detalhes de um ataque atômico sobre a cidade, que uma equipe de construção habitacional,  acidentalmente descobriu. Observem os detalhes do texto que segue:

“... Um único projétil carregado com todo o poder no Universo, uma coluna incandescente de fumaça e chamas tão brilhantes como 10.000 sóis, subiu em todo o seu esplendor. Era uma arma desconhecida, um raio de ferro, um gigantesco mensageiro da morte que reduziu a cinzas uma raça inteira. Os cadáveres estavam tão queimados a ponto de não serem reconhecidos. Seus cabelos e unhas caíram. A cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos. Depois de algumas horas, todos os alimentos foram infectados. Para escapar desse fogo, os soldados jogaram-se no rio...”.

A conflagração atômica descrita era tão terrível e mortal como o ataque contra as cidades japonesas em agosto de 1945.

Embora o texto sugira o resultado da entrega de uma arma nuclear, por um míssil, os antigos escritos indianos também descrevem em detalhe incrível, as máquinas voadoras que teriam deflagrado o ataque. São às chamadas Vimanas. Os textos descrevem características de voo das Vimanas, construção, do grupo motopropulsor - um híbrido jato-foguete, acionados por motores de plasma de mercúrio e também detalhes ricos das especificações de engenharia.

Então será que mesmo com todos estes achados arqueológicos, análises radioativas e textos com detalhes impecáveis de tecnologia avançada, ainda resta alguma dúvida de que povos “estrangeiros” detentores de alto poder de fogo aqui estiveram e com propósito de simples destruição? Porque não ficaram? Porque simplesmente destruiram? Colonizadores ou bárbaros extraterrestres?

Como alguns cientistas afirmam, será melhor mesmo, não encontrá-los frente a frente?

Numa análise fria da história humana e projetando uma civilização hipotética extraterrestre com traços e índole humana, fica muito mais fácil criar seres guerreiros e saqueadores do que, iluminados anjos do espaço, porém o universo parece manter certo equilíbrio, então vamos pensar positivo que assim como os bárbaros temos também os pacificadores.

Sites de pesquisa:


Fonte de pesquisa: The History Channel – Série: Alienígenas do Passado
Texto: Gério Ganimedes
Colaboração nas pesquisas: Emelee
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©



quinta-feira, 26 de abril de 2012

A Ameaça Fanstasma Parte V – Abate Aéreo




Por Gério Ganimedes


Estariam forças “estrangeiras” abatendo nossos aviões, ou o intenso tráfego de Ovnis invisíveis aos radares e controladores de voo está colocando em xeque o nosso espaço aéreo?

Preparem os mísseis e ativem o protocolo – Céus Vigilantes, ou pelo menos, criem um Órgão de Fiscalização de Tráfego Aéreo que seja eficiente – “OS AZUIZINHOS DO CÉU”. 

A reportagem da televisão russa sobre o acidente mostra luzes voando em formação triangular.


Terá sido um OVNI o causador direto do desatre aéreo com o Jato 737 no Paquistão? Os relatórios sugerem que piloto pode ter sido atordoado por um objeto de formato triangular, antes do acidente. 

Relatos não confirmados sugerem que a causa do acidente aéreo do Paquistão envolvendo um Boeing 737 da Air Bhoja na última sexta-feira, pode ter sido um avistamento de OVNI pelo piloto.

Um relatório de notícias russo, sobre o acidente, postado no Youtube, incorpora imagens de três luzes misteriosas movendo-se em formação, levando à especulação na comunidade ufológica, de que a culpa, do trágico acidente seja do objeto misterioso ou Nave Extraterrestre. De acordo com a emissora Reúna New, existem rumores, de que o piloto pode ter sido “atordoado” pelo objeto e queixou-se à torre de controle do aeroporto de Islamabad, quando ele fez sua abordagem.  Em um pedido de socorro feito momentos antes do desastre, o piloto do jato relatou que um dos tanques de combustível pegou fogo e que o avião estava fora de controle.


Segundo informações o piloto pediu ajuda aos controladores do Aeroporto Internacional de Benazir Bhutto, Islamabad enquanto se preparava para um pouso de emergência, dizendo que ele já podia ver os telhados das casas, mas não a pista. Destroços do avião foram espalhados por uma vasta área de campos a cerca de três quilômetros do aeroporto. Um relatório da Autoridade de Aviação Civil do Paquistão disse que o avião tinha sido devidamente posicionado quando começou a sua abordagem, mas de repente desceu para 200 pés e ainda viajando a 300 quilômetros por hora. Em seguida, desceu mais 50 pés, no entanto antes de seus tanques explodirem.  O Primeiro ministro do Paquistão, Yousaf Raza Gilani, ordenou uma investigação judicial sobre o acidente. 
 
Dada a intervenção de uma violenta tempestade sobre Islamabad durante o acidente, alguns “especialistas” (como eu gosto deste grupo, especialistas... Amo de paixão!) estão especulando que teria ocorrido um cisalhamento do vento, mudanças súbitas de vento que podem levantar ou destruir uma aeronave no solo ou durante o pouso.

 Nuvens de Cisalhamento - crédito: Wikipédia

Outro fator de importância poderia ser a idade da aeronave. 32 anos de serviço. No entanto estes fatores fazem somente parte de variáveis de uma equação muito maior, que pode ter muito a revelar, agora não esperem os amigos e leitores que isto realmente seja divulgado, como gostaríamos. Tem muito especialista envolvido! Como diria meu pai "Aqui se reúnem advogados, pescadores e outros mentirosos" ... Faltaram os especialistas.

Segundo informe divulgado pelo portal Daily Mail – UK, as gravações dos dados de voo, sistemas de navegação e outros dados fundamentais para qualquer investigação, foram recuperados.


Comandantes de aeronaves comerciais têm anos de treinamento e de perícia em voo, e não se assustam assim facilmente com o aparecimento de “luzinhas”. Estamos relatando estes fatos há muito tempo, são inúmeras quedas de avião, que estão sendo justificadas com causas naturais, imperícia e falha estrutural de aeronaves, no entanto parece existir algo a mais por trás da cortina de “ventos de través”, uma força muito maior do que simplesmente anti-aerodinâmica. Objetos voadores não identificados estão parecendo moscas sobrevoando carne. O número de avistamentos já saiu do controle faz tempo, “e agora José”?


Uma última notícia para complementar a postagem: Acidente com Mig-29 russo


Fonte de Pesquisa: Daily Mail – UK
Texto e adaptação da notícia: Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


O Menino Diz Adeus


 Amanhecer - Foto: Gério Ganimedes


O que é belo deve ser visto, mostrado, em risco ou rabiscado, escrito ou arranjado. Uma amizade, mesmo sem ser vista ou tocada é bela, mesmo não mostrada ou apresentada, mas ... Porque não mostrar?

Gério Ganimedes



De meu amigo Jonas Wallauer


Não gostaria que ficassem sem saber o que fazer perdidos e tristes, quando eu não voltar mais. Será porque a vontade de seguir foi tão forte e as amarras tão desnecessárias, e estivemos tão livres e o amor tão vivo, que não será uma fuga, um adeus, mas um até - volto logo.

Volto Logo

Quando chegar o dia,
Em que eu não estiver mais aqui.
E quando chegares a casa,
Teus olhos percorrerem todos os cômodos,
Teus passos, as dependências,
E não tiveres fome,
Porque não estou na mesa.
E não tiveres paciência,
Porque não estarei por perto,
E não tiveres vontades,
Porque estarás só,
E tiveres chorado um tanto,
Porque é difícil entender.
Diga que sou malandro,
Que fui dar uma volta e não te levei,
E desta vez vai levar mais tempo,
Porque levou a moto, o cartão,
E duas trocas de roupa.
Diga que te amo,
E te encontrarei logo,
Que precisei viajar,
Mas que já estou chegando.
Não me procure no lugar comum,
Local de trabalho, banco de igreja,
Entre os tais no cemitério, nem pensar.
Acho que,
Do outro lado do vidro da janela,
Com amigos onde estiverem.
Na praia, vendo as ondas e o sol,
Com os pássaros voando,
Na varanda.
Pode ser que no bar,
Tomando um trago,
Fumando teu cigarro.
No carro passeando.
Talvez,
Na gaveta das cuecas e calcinhas.
De passagem,
Preparando-te um susto.


Meus sinceros agradecimentos a todos os e-mails, mensagens, poemas e gestos que tenho recebido de apoio, carinho e força para prosseguir em minha caminhada - de coração obrigado a todos ... E mais, não desistirei de meu projeto. Fiquem tranquilos e bem. 

Gério Ganimedes


Poema de Jonas Wallauer
Edição e montagem: Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Sob o Céu Que Nos Protege?



 Um meteoro no céu acima de Reno, Nevada em 22 de abril de 2012.
Foto/Crédito: Lisa Warren – via Space.com



Por Gério Ganimedes


Seja pela velocidade da informação nos meios digitais, que correm as fibras ópticas ou saltam nas antenas e refletores de satélites, estamos vendo uma enorme quantidade de registros de objetos incandescentes caindo do céu nos últimos meses. Mesmo quando a internet ainda não estava bombeando as informações no fluxo de hoje, estes registros eram sempre divulgados em revistas especializadas, anuários astronômicos e até mesmo nos noticiários. Então o que está acontecendo que agora, quase que todos os dias, estamos sendo informados sobre estes eventos que tornaram a Terra alvo destes bólidos infernais?


Mais um Evento


Uma explosão surpresa de uma rocha espacial que iluminou o céu diurno em partes da Califórnia e Nevada esta semana “não foi meteoro pequeno”. Os cientistas da NASA dizem que a bola de fogo foi criada por um asteróide do tamanho de uma Camionete Cabinada e que provocou um grande estrondo sônico, no momento em que se partiu numa explosão, dentro de suas próprias estrias de fogo ao atravessar a atmosfera da Terra.

A bola de fogo foi vista e ouvida no domingo (22 de abril), quando uma rocha espacial se chocou contra a atmosfera da Terra inflamadando-se em uma bola de fogo brilhante em torno de 08h00m PDT. De acordo com o especialista em meteoros da NASA, Bill Cooke, o show de luzes foi criado pela desintegração de uma pedra que pesava cerca de 70 toneladas. Quando a bola partiu, liberou energia equivalente a uma explosão de cinco quilotons, explicou Cooke. O evento poderosíssimo foi testemunhado de muito longe, para além do norte de Sacramento, Califórnia, e também ao leste, norte de Las Vegas, Nevada. Segundo estudo realizado pela astrônoma Elizabeth Silber, uma cientista do grupo de estudo de meteoros no “Western University do Canadá”, em Ontário, descobriu que a bola de fogo de domingo passado, provávelmente explodiu na atmosfera superior do planeta, elevada ao longo do Vale Central da Califórnia.
 
Sabemos que durante nossa viagem pelo sistema solar, em nosso giro, seguidamente somos colocados diante de conhecidas chuvas de meteoros, como as Lyrids, Perseiades e outras. São os cinturões de asteróides, os restos de cometas, que cercam os arredores do sistema planetário e nosso planeta. Contudo o andar do sistema e da galáxia pode também nos deixar de frente com zonas carregadas de detritos (rochas), que se originaram da destruição de estrelas, meteoritos maiores e até mesmo planetas, como o nosso. Penso que se o sistema criado pela NASA – NEO, que visa rastrear estas perigosas rochas que se aproximam, não é o suficiente e que segundo notícia a NASA está convocando a ajuda de astronomos amadores (veja a notícia aqui) para caçar estes pedregulhos cósmicos, acho que a zona da esteira de pedras, a qual estamos cruzando, está aumentando e com rochas maiores e perigosas.

É sabido que próximo a Anãs-Marrom formam-se grandes cinturões de detritos, remanescentes de sua falsa ou incompleta formação. Então aqui fica uma “lebre levantada”. Onde esta a Anã-Marrom dona desta farta carga de detritos espaciais? De que lado vem? E quando vai chegar?


Fonte de pesquisa: Space.com
Texto e montagem: Gério Ganimedes
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