domingo, 30 de setembro de 2012

2013 - Cometa Ison Visível Sem Ajuda de Instrumentos

Hale-Bopp - Alaska

Por Gério Ganimedes


Um cometa com brilho 15 vezes mais intenso do que a lua vai atravessar os céus de nosso planeta em 2013. Assim como o cometa Hale-Bopp cruzou os céus do Alaska (foto acima), para o ano de 2013 está previsto um espetáculo ainda mais grandioso no nível de eventos astronômicos, permanecendo visível sem ajuda de instrumentos ópticos, por semanas no firmamento.

A observação destes corpos celestes é uma das visões mais espetaculares que um ser humano pode esperar para ver e no próximo ano um cometa, que pode ofuscar a lua, está previsto passar perto da Terra. O cometa ISON está visitando o interior do sistema solar e promete uma visão espetacular para observadores do Hemisfério Norte, durante o período de novembro e dezembro, quando ele estará se dirigindo para o Sol. Ele poderá vir a ser mais brilhante do que qualquer cometa do século passado, visível até mesmo em plena luz do dia e esta pode ser sua única viagem ao sistema solar, pois sua trajetória ao que tudo indica, pode acabar num mergulho ardente direto para a superfície de nossa estrela.

Atualmente ele está se movendo dentro do sistema solar, além de Júpiter, e como ele se aproxima da Terra, sua constituição gelada poderá produzir uma exibição deslumbrante, gerando luz muito mais brilhante do que a lua e, potencialmente, será visível em plena luz do dia.


O cometa que foi descoberto por astrônomos usando o telescópio óptico da Rede Científica Internacional na Rússia, vai passar fechado a uma distância aproximada de dois milhões de milhas da superfície do sol.  Ele está em uma órbita parabólica, o que significa que provavelmente, se originou a partir das áreas exteriores do sistema solar, talvez a partir da nuvem de Oort - uma massa de detritos gelados que fica 50.000 vezes mais longe do Sol do que nosso planeta está.  O cometa começará apresentar seu brilho uma vez que estará dentro da órbita de Júpiter, assim com o calor do sol, começará a ferver o gelo aprisionado em sua estrutura, sublimando, ou seja, transformando gelo em gás.


Fonte: Daily Mail – UK
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Vai começar tudo de novo... Mais um Elenin, naves, clusters ...

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O Regresso




Por Gério Ganimedes


Prezados amigos, leitores, parceiros e colaboradores. Após um período de interrupção nos trabalhos, devido a mudança de estado, informo a todos que no dia 6 de outubro de 2012, o Projeto Quartzo Azul retoma suas pesquisas, análises e postagens. Peço desculpas pelo afastamento, mas espero que entendam que, mesmo mudanças positivas e maravilhosas em nossas vidas, exigem um período de afastamento, reflexão e ajustes. 


Em breve estaremos de volta, com toda energia ... 


Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©   

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sol – As Misteriosas Forças Que Regem Nossa Estrela



Novas imagens deslumbrantes do Sol revelam
 a violência de uma tempestade solar e as auroras boreais criadas na Terra.


Por Gério Ganimedes


Em 31 de agosto de 2012, uma forte Ejeção de Massa Coronal (EMC) mostrada em quatro diferentes comprimentos de onda ultravioleta, não causou nenhuma interrupção eletromagnética na Terra, entretanto criou magníficas auroras boreais na noite de segunda-feira (3) de setembro.



A Nasa divulgou hoje um vídeo (gravado entre 6 até 8 de agosto) impressionante mostrando um “chicote” solar de mais de 800 mil quilômetros serpentando por muito tempo sobre a superfície do sol e o impacto na Terra em belas imagens das auroras boreais. O "chicote" é um filamento de nuvens mais frias do material solar que fica amarrado acima da superfície do sol por forças magnéticas instáveis. Nasa diz que a imagem é um exemplo clássico de uma proeminência solar, também conhecido como um filamento, quando visto contra o disco solar. 



Capturado pelo Observatório Dinâmico Solar da NASA (SDO), as imagens mostram em detalhes sem precedentes um longo filamento, ou “chicote de plasma” que se estende por mais de 800 mil quilômetros, num longo arco, acima da superfície do sol.


A ejeção de massa coronal, ou EMC, viajou a mais de 1.450 Km/s.

A EMC não viajou diretamente para a Terra, mas ao se conectar com o ambiente magnético da Terra, ou magnetosfera, através de um forte golpe, fez com que belas auroras aparecessem na noite de segunda-feira (3). 

O centro de clima espacial (NOAA) em sua previsão alertou que uma nuvem de radiação gerada pela erupção atingiria a Terra hoje.  A nuvem de radiação irá criar uma ligeira à moderada tempestade geomagnética, criando belas “luzes do norte” em várias partes da América do Norte.



Estas proeminências solares ficam ancoradas a superfície do Sol na fotosfera, e se estendem para fora na atmosfera quente e exterior do Sol, chamada de corona solar. A proeminência se forma sobre escalas de tempo de cerca de um dia, e com alguns destaques, quando estáveis, ​​podem persistir na corona por vários meses, com contornos de centenas de milhares de quilômetros no espaço.  No entanto, os cientistas ainda estão pesquisando como e por que estas proeminências são formadas. O material vermelho-brilhante em círculo é formado de plasma, um gás quente composto de hidrogênio e hélio eletricamente carregado. A proeminência de plasma flui ao longo de uma estrutura emaranhada e retorcida de campos magnéticos gerados pelo dínamo interno do sol. Uma erupção ocorre quando essa estrutura torna-se instável e explode para fora, liberando o plasma em direção ao espaço.


Fonte: Daily Mail UK
Leia a matéria em inglês AQUI
Fotos/Crédito: NASA
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Gosto muito de ligar paralelos, e o que me veio à mente, foram que estes filamentos, constituídos basicamente de hidrogênio e hélio aquecido e eletricamente carregado, se parecem muito com as lâmpadas néon dos painéis antigos de publicidade. O vidro da lâmpada néon seria comparado ao limitador, como os campos magnéticos solares, o gás néon colorido no interior do tubo seria o hélio aquecido, e os eletrodos da lâmpada, seriam como o dínamo solar que carrega eletricamente o gás no interior do tubo.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Russos Buscam Vida em Ganimedes - Lua de Júpiter


Lua de Júpiter - Ganímedes / Wikipédia - NASA

 


Por Gério Ganimedes


De acordo com o portal Voz da Rússia na década de 2020 a Rússia planeja enviar uma sonda para o satélite natural de Júpiter, Ganimedes, para encontrar sinais de vida lá, assim diz a apresentação do Instituto Central de Pesquisa de Engenharia Mecânica, divulgada no Salão Internacional Aeroespacial em Moscou. Para realizar o projeto, a Rússia pretende envolver a Agência Espacial Européia, que em 2022 deve enviar para Ganimedes um dispositivo orbital próprio. Um ano depois, para o satélite de Júpiter será lançada uma sonda de pouso russa. Ela chegará a seu destino apenas no oitavo ano de vôo. Em 2023 partirá um novo aparelho para pousar em Ganimedes, satélite de Júpiter, com objetivo de procurar indícios de vida.

Vinculados ao Tsiniimash (Instituto de Pesquisa Central de Construção de Máquinas) filiada da Roskosmos, estes dois projetos estão na prancheta do Congresso Internacional Aeroespacial que encerra suas atividades na próxima sexta-feira, na cidade de Moscou, cujo principal objetivo é o programa de estratégia para desenvolvimento do programa espacial até 2030, entregue ao governo russo pela Roskosmos.


Ligando Ganimedes ao Apophis


Juntamente com o projeto de busca de vida, na “nossa” já conhecida lua de Júpiter, cientistas russos, após a descoberta do Asteróide Apophis, há oito anos, onde cálculos demonstraram que ele pode colidir com a Terra em 2029 com uma probabilidade de 1:37, e mesmo depois de ter sido verificado que não haveria catástrofe, o asteróide pode entrar num chamado “funil” gravitacional com apenas centenas metros de largura, então irá colidir na aproximação seguinte em 2036. A probabilidade de acertar é de quatro para um milhão. Quando o Apophis se dirigir para o “funil”, um “trator gravitacional” bastará desviá-lo ligeiramente para reduzir a hipótese de colisão para zero. A idéia de um “trator” desses é conhecida, disse o membro-correspondente da Academia Russa de Cosmonáutica Yuri Karash.

“Será um corpo que irá girar à volta do asteróide e interferir com o seu movimento. Se o asteróide for descoberto muito antes de ele se aproximar da Terra a uma distância perigosa, enviando-lhe o “trator” poder-se-á gradualmente desviá-lo da trajetória perigosa”.

Para o astrofísico do Instituto Astronômico Sternberg da Universidade estatal de Moscou Vladimir Surdin as preocupações causadas pelo Apophis fazem sentido.

“Os cálculos demonstram o lado que a Terra terá virada para o asteroide em 2036, quando ele passar junto a nós. Infelizmente, será o lado da Rússia, ou melhor, da Eurásia. O local provável da colisão passa pelo território russo. Sem cálculos precisos, ainda não se pode dizer se ele passará ao lado”.

Ao contrário do envio do “trator”, o vôo do aparelho russo para o sistema de Júpiter já estava planejado há muito. Tratava-se do seu satélite Europa que tem a fervilhar debaixo da superfície um caldo de minerais em água que, teoricamente, podia sustentar algumas formas de vida. O perito em cosmonáutica Igor Lisov explica a razão da escolha final de Ganimedes.

“Se verificou que não existe equipamento eletrônico resistente à radiação que pudesse trabalhar na superfície de Europa. Tivemos de recuar um pouco de Júpiter para um satélite mais distante, mas igualmente interessante, e pensar em como estudá-lo.”

De acordo com Igor Lisov, a apresentação do TSNIIMASH é um reflexo da busca por algum objetivo global para depois de 2020, quando a EEI for retirada de órbita e afundada no oceano. Talvez faça realmente sentido começarmos a ocupar-nos dos asteróides dentro das intenções dos americanos que querem pousar num deles até 2025, diz o perito. Também não é obrigatório que a apresentação do Instituto e os planos da Roskosmos sejam a mesma coisa.


Adaptação: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana 


Comentário do Autor

Bem, eu não chamaria de indícios de vida. Eu já diria algo mais consistente. Busca de vida, sob a superfície gelada de Ganimedes, e não só apenas vida, mas vida inteligente. Não é segredo, para ninguém, que já foram detectados sinais estranhos, irreconhecíveis e sem chances de decodificá-los (isso foi o que disseram na ocasião), com origem nas mesmas coordenadas de Júpiter e de Ganimedes, além do que, parecem insistentes e de alerta as mensagens que há anos recebo de “seres” que se identificam como habitantes do mesmo lugar. Então, me vêm à mente as seguintes perguntas:

Porque justamente agora os russos estão tão interessados em Ganimedes? Terão eles, captado estes sinais misteriosos de lá e estão em busca da estação geradora ou é apenas mais uma daquelas coincidências inexplicáveis? Teriam eles captado as mensagens de alerta emitidas pelos "habitantes" de Ganimedes? 

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 1 de setembro de 2012

Óvni em Três Pontas, Minas Gerais – Análise Digital




Crédito G1 - Fotos: Laís Aparecida da Silva Correia
Edição digital - Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


De acordo com o portal G1, Internautas flagram Óvni no céu de Três Pontas MG. O registro foi enviado por Laís Aparecida da Silva Correia. Vejam a notícia e o vídeo AQUI.


Análise Digital

Durante análise do vídeo pude observar vários pontos onde o objeto girava sobre seu próprio eixo, apresentando focos de reflexo em 1 ponto (Fig.3), 2 pontos (Fig. 4) e por toda a região posterior do objeto (Fig.5). Este detalhe, juntamente com o apêndice escuro do primeiro fotograma em análise (Fig.1) e a velocidade muito baixa de deslocamento do objeto, levou-me a concluir que o óvni em questão pode tratar-se apenas, de um balão metálico de festa semelhante ao da (Fig.2). 

Vídeos de óvnis onde os protagonistas de fundo exaltam certa euforia incontrolável, sempre me fazem observar detalhes que passam despercebidos durantes os gritos e observações centradas no alvo, em que os observadores querem dar a certeza de que é exclusivo e verdadeiro. No entanto, como sempre digo, esta é apenas minha opinião técnica e análise digital do vídeo. Não estou aqui, de forma alguma para tirar o mérito ou duvidar do registro, pois até que se prove ao contrário é legítimo e verdadeiro.

Fotogramas:

 FIG.1 Edição digital - Gério Ganimedes



FIG.2 (Observe o apêndice do balão)

FIG.3 Edição digital - Gério Ganimedes


 FIG.4 Edição digital - Gério Ganimedes

 FIG. 5 Edição digital - Gério Ganimedes


 Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Enigma do Báltico – Pesquisa ou simplesmente mais um tesouro cinematográfico na mão de quem sabe ganhar dinheiro?

Esta é a ilustração que Peter Lindberg descreveu como “a mais próxima 
representação,  até agora do objeto do Mar Báltico”. A imagem transmite talvez, 
a ideia de que tenha sido feita por mãos inteligentes, mas quase certamente, não é.



Por Gério Ganimedes


Um objeto que foi descoberto no fundo do Mar Báltico no verão passado (veja AQUI postagens anteriores), pelos suecos caçadores de tesouros está fazendo manchete mais uma vez. A mais recente cobertura da mídia baseia-se em uma entrevista de rádio de uma hora com Peter Lindberg chefe do Ocean X Team, quem fez a “descoberta”. Lindberg oferece uma série de declarações enigmáticas e estimulantes sobre o “estranho” e “misterioso” objeto do fundo do mar que sua equipe tem explorado por um ano. Lindberg discute várias possibilidades de que o objeto poderia ser: “Ele tem essas formações em “escada” muito estranhas, e se ele foi construído, ele deve ter sido construído há dezenas de milhares de anos antes da Era do Gelo”, disse ele na entrevista de rádio. “Se esta for a Atlântida, seria muito surpreendente”, disse ele.


Entrevista em inglês via Youtube AQUI

Lindberg reconhece que o objeto poderia ser em vez de uma formação natural, algo como um meteorito que penetrou no gelo durante a Idade do Gelo, ou um vulcão submarino, no entanto, ele dá a impressão de que os cientistas estão perplexos com isso. Geólogos, por exemplo, supostamente disseram a ele que o objeto “não pode ser um vulcão”. Lindberg diz que está fazendo um documentário da anomalia do Báltico, mas não revelou o local e está guardando em segredo outros detalhes da filmagem.

“Nós não estamos dizendo tudo”, disse ele. “Nós vamos revelar algumas coisas muito interessantes no documentário”.

Os mergulhadores recentemente deram amostras da formação rochosa do objeto para Volker Brüchert, professor de geologia na Universidade de Estocolmo. Tablóides suecos citaram Brüchert dizendo: “Fiquei surpreso quando eu pesquisei o material eu encontrei uma grande pedra negra que poderia ser uma rocha vulcânica. Minha hipótese é que esse objeto, ou esta estrutura foi formado durante a Idade do Gelo, muitos milhares de anos atrás”.  Para aumentarem as dúvidas segundo a posição do especialista consultado, sobre o objeto do Báltico, nenhum dos outros especialistas contatados, pensam se tratar de algo misterioso. Tudo que a equipe de mergulho trouxe a superfície foram amostras de granito, arenito e gnaisses materiais comumente encontrados em uma bacia glacial como é o Mar Báltico, que é uma região esculpida pelo gelo glacial há muito tempo. Também foi trazida a superfície uma única peça solta de basalto, rocha que se forma a partir de lava endurecida. Isto poderia até ser considerado estar fora de lugar no relevo submarino, no entanto não é assim tão incomum. Uma das hipóteses levantadas é que estes blocos poderiam ter sido trazidos incorporados ou deslocados por geleiras.

Fonte: Fox News
Adaptação e tradução: Gério Ganimedes



Comentário do Autor


Bem, se são apenas pedras o mistério está resolvido, ou não está? Então estamos diante de uma análise muito mais para geólogos do que ufólogos. No entanto, comecei a sentir uma coceira incomum atrás da orelha e esta pulga, me deixou com vontade de fazer uma análise hipotética para ser apresentada.

Uma equipe de caçadores de tesouros acostumada a varrer o fundo do mar e ganhar a vida com tesouros submarinos, destilados engarrafados a anos perdidos no leito do oceano, após semanas sem sucesso na sua busca frenética por dinheiro no fundo do mar, encontram um objeto com características semelhantes a naves de filme de ficção. Chego a ouvir a voz, ecoando pelo convés do Ocean X: “Estamos feitos pessoal! Encontramos um óvni no fundo do mar...”. Contudo, depois de algum tempo esta mesma equipe descobre que não é bem uma nave Millenium Falcon que eles encontraram. Bem dai para frente à programação muda. Começa a especulação, os mistérios e os segredos ocultos. Material mais do que necessário para fazer um documentário cheio de enigmas e mistérios dignos do History Channel, Discovery Channel e National Geografic.

... Quem dá mais, para o tesouro que encontramos? 

Eu, sinceramente, não dou absolutamente nada.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

  

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Simular o Universo para Compreender sua Evolução



Este é um dos conceitos artísticos da expansão do Universo, onde o espaço (incluindo hipotéticas partes não observáveis do Universo) é representado em cada momento, em seções circulares. O esquema é decorado com imagens do satélite WMAP. Esta imagem provém do Wikimedia Commons um acervo de conteúdo livre da Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.



Por Gério Ganimedes


Astrofísicos criaram em computador a simulação mais realista da evolução do universo até o momento. A simulação em alta resolução possibilitou controlar a atividade e a evolução do universo desde o Big Bang até agora, com um intervalo de tempo de cerca de 14 bilhões de anos. De forma surpreendente, toda esta animação, resultado da sofisticada técnica de simulação foi condensada em apenas 78 segundos. O vídeo magnífico foi criado usando um simulador conhecido como Arepo.


Assista ao vídeo AQUI

A pesquisa e desenvolvimento da simulação foram executados por uma equipe do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (CFA) em colaboração com pesquisadores do Instituto Heidelberg para estudos teóricos (HITS). O software Arepo fornece imagens detalhadas de diferentes galáxias no universo local, usando uma técnica conhecida como “malha móvel”.


Ao contrário de simuladores anteriores, este reproduz as formações gasosas após o Big Bang, utilizando uma grade, virtual flexível, que tem a capacidade de mover-se para combinar os movimentos dos gases, estrelas, matéria escura e a energia escura que compõem o espaço. Seus criadores dizem que é como um modelo virtual da rede cósmica, capaz de se dobrar e flexionar sustentando a matéria e corpos celestes que compõem o universo. Simuladores antigos em vez disso utilizavam uma grade fixa cúbica.

“Nós pegamos todas as vantagens de códigos anteriores e retiramos as desvantagens”, disse Volker Springel, o astrofísico do HITS que construiu o software.

Springel, um especialista em formação de galáxias, foi quem ajudou a construir a Simulação Millennium a traçar a evolução de 10 bilhões de partículas, usando o supercomputador Odyssey da Universidade de Harvard. Seus 1.024 núcleos de processadores permitiram que a equipe de comprimisse 14 bilhões de anos da história cósmica no espaço de alguns meses. Os resultados são galáxias espirais como a Via Láctea e Andrômeda que realmente se parecem com galáxias espirais, em vez de imagens borradas retratadas por simuladores anteriores.

No entanto, os pesquisadores dizem que não terminaram ainda. Embora o feito seja impressionante, a astrofísica Debora Sijacki compara melhor, a simulação de alta resolução ao longo dos modelos anteriores, ao da melhoria dos 24,5 metros de abertura do telescópio gigante Magellan, sobre todos os telescópios. O objetivo do projeto é gerar simulações de áreas maiores do universo. Se eles podem fazer isso, a equipe terá criado não só a mais realista, mas a maior simulação do universo de todos os tempos.


Fonte: Daily Mail UK
Tradução e adaptação de segmentos de texto: Gério Ganimedes



Comentário do Autor

Como eu sempre digo, na teoria é uma coisa, na prática é outra. Simular e fazer projeções são práticas científicas de grande valia para avançar rumo ao conhecimento. Este tipo de procedimento engrandece a ciência sendo também muito melhor, do que ficar simplesmente nas fórmulas e pranchetas acadêmicas dos laboratórios de grandes universidades ou simplesmente teorias tiradas de noites de insônia. Quem sabe, através desta metodologia de criação digital o homem consiga descobrir parte da “receita” que criou a vida semeada por todo o universo sem correr o risco de causar um desastre de nível cósmico interplanetário, tentando criar a partícula de Deus nos grandes aceleradores de partículas. Na prancheta digital, se a experiência não funcionar, damos um “reset” ou “Undo” e fica tudo bem para começar novamente.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


Lua Azul


Lua Azul - azul apenas no nome

Por Gério Ganimedes


Nesta sexta-feira 31 de agosto de 2012, acontecerá um fenômeno lunar que podemos chamar de raro, pois a última vez que aconteceu foi em março de 2010. Será a primeira LUA AZUL desde então e não haverá outra até julho de 2015, por isso considero importante informar aos leitores e amigos este evento celeste. A lua cheia ocorre uma vez a cada 29 dias, e num mês com um máximo de 31 dias, esta é uma combinação rara, que ocorrem em torno de uma vez a cada dois anos e meio.
O termo LUA AZUL se refere comumente à segunda lua cheia que ocorre num mesmo mês. Existem alguns registros raros onde a coloração do nosso satélite foi realmente alterada.  O termo Blue Moon ou Lua Azul foi criado no século XVI, devido ao fato de que algumas pessoas, ao observar a Lua, a viam azulada, no entanto esta condição é causada apenas por condições meteorológicas, não havendo nenhuma ligação com nosso satélite natural. A primeira ocasião em que à expressão Blue Moon apareceu na literatura foi em 1528, num poema pertencente ao dramaturgo inglês William Shakespeare. 

Relatos históricos que remontam aos anos de 1883, contam que ocorreu uma violenta erupção no vulcão Krakatoa, na ilha de Java na Indonésia, lançando ao espaço milhões de toneladas de gases e poeira, fazendo com que a Lua, quando observada próxima ao horizonte, fosse vista em tons azulados. De acordo com os relatos, isso durou aproximadamente dois anos e foi testemunhado em todo o planeta. Em 1951, um grande incêndio nas florestas canadenses produziu o mesmo efeito que o Krakatoa, mas só pôde ser observado na América do Norte.

Se as condições meteorológicas ajudarem, na noite de 31 de agosto, aproveitem o momento, pois coisas boas e mágicas ligadas a Lua acontecem...

Fiquem bem

“... Mesmo que a bela esfera branca, dos corações apaixonados, não fique azul no céu noturno... Estará refletida em azul na beleza de teus olhos...”.
Dedicado a Rosana

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Óvnis – Porque Sempre Triângulos Voadores?


 F-117


Por Gério Ganimedes


Vemos o que queremos ver, ou o que querem que vejamos?


A história é velha, no entanto para “levantar a lebre”, tenho que fazer um momento retro na história da ufologia mundial.


A onda de ÓVNIS na Bélgica culminou com os acontecimentos da noite de 30 e 31 de Março de 1990. Naquela noite, objetos voadores desconhecidos foram monitorados no radar, perseguidos por dois F-16 da Força Aérea belga, fotografados, e foram avistados por cerca de 13.500 pessoas no solo. Foram 2.600 declarações escritas arquivadas, que descrevem em detalhes o que eles tinham visto. Após o incidente, a força aérea belga divulgou um relatório, detalhando os acontecimentos daquela noite. Por volta das 23h00m de 30 de Março de 1990, o supervisor do Controle de Tráfego Aéreo em Glons, recebeu relatos de que três luzes incomuns que foram vistas se movendo em direção Thorembais-Gembloux, que fica a sudeste de Bruxelas. As luzes foram relatadas como sendo mais brilhantes do que as estrelas, mudando de cor entre o vermelho, verde e o amarelo, e pareciam ser fixadas nos vértices de um triângulo equilátero. Neste ponto o Controle de Glons solicitou a polícia, para enviar uma patrulha para confirmar o encontro. Aproximadamente 10 minutos depois, um segundo conjunto de luzes foi avistado deslocando-se em direção ao primeiro triângulo voador. Por volta de 23h30m da a polícia confirmou os avistamentos em solo e o Controle de Glons, foi capaz de observar o fenômeno no radar. Durante este tempo, o segundo conjunto de luzes, depois de algumas manobras erráticas, também formaram um pequeno triângulo. Depois de acompanharem os alvos e de receber uma confirmação por radar, a partir do segundo Centro de Controle de Tráfego em Semmerzake, o Controle de Glons deu a ordem de decolagem de dois jatos F-16 da Base Aérea de Beauvechain pouco antes da meia-noite. Durante todo esse tempo o fenômeno ainda era claramente visível a partir do solo, com testemunhas descrevendo toda a formação, assim como a manutenção atualizada de suas posições relativas ao mover-se lentamente através do céu. Testemunhas também relataram duas luzes menos intensas no município de Eghezée, mas também exibindo movimentos erráticos semelhantes ao segundo conjunto de luzes avistado. Enfim de acordo com os relatos parece que a coisa foi bem séria, e a foto que muitos já tentaram taxar como falsa, pode realmente ter absorvido no papel fotográfico, quem sabe, a prova real da existência de tecnologia extraterrestre aqui na Terra.



A partir dai, entretanto, iniciou-se uma onda mundial de avistamentos de óvnis triangulares, que chegou até os dias atuais. Estaríamos susceptíveis a estas histórias gravadas na mente das testemunhas, através de uma transferência coletiva de lembranças ou esses objetos triangulares são fabricados com tecnologia terrestre secreta propositalmente para camuflar a real presença alienígena, e que apareceu dentro de um plano objetivo de acobertamento? Confundir é fácil, basta dizer que é uma arma secreta que quase todo cidadão acredita e ainda por cima fica orgulhoso de seu país. “Nossa, temos uma arma secreta, e o pessoal já acha que é disco voador!”. Os anos foram passando e me parece que uma única forma de objeto voador não identificado, tomou conta dos céus do mundo todo. Tudo que é óvni que aparece agora tem a forma triangular. Antes eram na forma de um prato.


Coincidência ou indução coletiva de idéias? Porque os aviões secretos americanos têm a mesma forma triangular? Fazem isto para confundir? Penso que sim, e logo que a idéia mudar, assim como os ridículos protótipos em forma de disco voador, que o governo americano expôs para tentar frear a disseminação de idéias sobre óvnis, logo acharão uma nova forma de objeto voador para tirar a atenção dos crédulos na existência de vida extraterrestre inteligente. E assim caminha o assunto óvni, como uma eterna e interminável montagem pitoresca dos interessados em não falar a verdade. Só por favor, senhores, não me ressuscitem os “balões meteorológicos”.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

O Lado Astronômico do Efeito 21 de Dezembro de 2012

Plêiades - crédito: Wikipédia


Por Gério Ganimedes


A astronomia muitas vezes, pode, se não compreendida, servir de matéria prima para criação de teorias apocalípticas e catástrofes cósmicas, com co-relações dignas de gênios da física, de teor assustador para leigos, no entanto sem nada de concreto, que prove que irão acontecer para os que conhecem um pouco mais sobre o assunto.

Antes de nos assustarmos com gráficos bizarros, animações holywoodianas e ou ilustrações de altíssimo nível de convencimento, devemos ler e compreender os mecanismos celestes e todo o nosso complexo sistema planetário, para depois então irmos, munidos, mesmo que com pouca bagagem de conhecimento, ver, se o que é dito de tão ruim que vai acontecer, realmente procede, tem base científica ou no mínimo lógica.

Em astronomia, as Plêiades, ou as sete irmãs, ou catalogada - M45 (Messier 45) é um agrupamento de estrelas quentes de predominância azulada, posicionadas num aglomerado aberto, localizadas na constelação de Touro e que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. É entre os clusters ou aglomerados de estrelas, a estrutura estelar mais próxima da Terra. É o conjunto mais óbvio, a olho nu no céu durante a noite. Bem, mas até aqui é apenas astronomia pura decodificada. Então, o que as Plêiades têm de relação aos eventos astronômicos ligados a dezembro de 2012? É apenas mais uma das constelações escolhidas como centro gerador de efeitos colaterais sobre a Terra, no fatídico e apocalíptico 21 de dezembro de 2012. Mas o que se encontra relacionado com este fenômeno, nas pesquisas pela internet é que  nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone, a estrela maior e mais brilhante, executando uma volta completa, o que seria um ano solar, a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, onde acaba o calendário Maia, marcaria também o final de um desses anos solares. Enfim eventos e mais eventos, alinhamentos, órbitas, conjunções e fenômenos celestes, tudo isso apontado para um só dia? Então pode acontecer realmente algo de poderoso?  

Na postagem anterior mostrei o lado, quem sabe, sentimental de uma data, que está sendo chamada de “Fim dos Tempos”, agora vou tentar desmistificar a linha de acontecimentos astronômicos que muitos insistem em chamar de “Alinhamentos cósmicos significativos”. Afinal quantas linhas ligando o nada a coisa nenhuma são necessárias para que algo de ruim aconteça aqui na Terra?

Em primeiro lugar não somos exclusivos no universo, pensamos ser, quer dizer, alguns pensam. Então muitas destas linhas imaginárias, que certos matemáticos apocalípticos pensam resultarem numa linha de colisão de eventos que afetarão toda vida na Terra, não passam de apenas mais uma simples e contínua condição de expansão do universo – um ciclo. E ciclos se repetem, e na maioria das vezes, nada de ruim acontece, apenas torna a ocorrer o padrão, como em toda a "simplicidade complexa" do processo evolutivo do universo.

Quando iniciamos uma pesquisa, estudo ou busca por informação científica na área de astronomia, logo que aprendemos a reconhecer as constelações, planetas e estrelas, nos damos conta, de que se tratando de localização no firmamento, tudo é muito relativo. Tudo gira e muda de posição, claro que repetindo alguns padrões, mas quando aprendemos sobre isso vemos que dizer que, tudo que se alinha causa efeito desagradável é ser no mínimo pessimista.  

Se pararmos para pensar, sem muito esforço, logo associaremos, a cada segundo do relógio, um novo alinhamento de uma estrela, planeta, galáxia com a Terra, a Lua ou o Sol.  Se ligarmos linhas imaginárias a qualquer ponto de um universo infinito tudo alinha-se ou desalinha-se em algum momento. E quanto dura um alinhamento? Basta ver o que dura um eclípse solar ou lunar. Exagerando um pouco, se você piscar, quase perdeu o evento. Então porque em 21 de dezembro de 2012 um alinhamento causará tanta tragédia? Será que vai causar? Não acredito em destruição por um alinhamento, seja ele com qual corpo celeste, pelo menos a grandes distâncias astronômicas. Há poucos meses atrás, um cometa chamado Elenin (Aquele que cansou a paciência de muitos, inclusive a minha), trazia junto com sua órbita destruidora, uma série de alinhamentos amaldiçoados (até naves alienígenas ele trazia na cauda). E deu no que mesmo? Alguém lembra? Nada. Quantos cálculos, alinhamentos, foram traçados? Quantas teorias de destruição em massa circularam? Milhares. Mas, novamente, tudo continuou a alinhar-se e continuamos olhando para o céu, com novas conjunções e o tão falado Elenin morreu entre as centenas de páginas de matérias e anuários astronômicos.

Concordo que forças de ação e reação ou forças gravitacionais de grandes astros, a curtas distâncias, alteram a dinâmica de corpos espaciais que fazem parte de um sistema, no entanto, o que está acontecendo é que baseados em calendários perversos do cataclismo terrestre milenar, centenas senão milhares de escritores buscam freneticamente provarem, que suas teorias de “alinhamentos” são verdadeiras, e que comprovam que, algo de muito ruim está para acontecer no espaço, e como resultado, nós é que seremos o alvo desta máquina de destruição celestial.

Alinhar nada mais é, do que por em linha uma coisa com outra, sempre com um ponto de referência. Bem, então para buscarmos um alinhamento devemos fixar um ponto e baseados nisto, tudo que pudermos traçar entre estes três pontos, poderemos chamar de alinhamento? Sim, mas astronomicamente falando, temos também as conjunções. Conjunção é um termo utilizado tanto na astrologia, quanto na astronomia, e significa que, como vistos de algum lugar (normalmente a Terra), dois corpos celestes aparecem perto um do outro no céu. Este tipo de fenômeno possibilita que um habitante terrestre observe alguns astros do Sistema Solar numa mesma região do céu, visualmente próximos entre si. Quem estuda astrologia sabe que “coisas” acontecem quando estas conjunções ocorrem, mas e na astronomia, quais forças atuam? Num sistema cósmico sem barreiras imagináveis, podemos dizer que todo tipo de força pode resultar destas linhas imaginárias, mas será que causará um evento tipo: Raio do Fim do Mundo? E quanto tempo este raio vai durar? Será visível? Para onde olhar no céu?

Penso que nada de visível acontecerá pelo menos no plano material, já a nível energético creio que teremos mudanças e talvez o mundo continue de pé e apenas aqueles que souberem para onde olhar e o que ver, poderão sentir os efeitos deste evento celestial raro, no entanto, cíclico. Se já aconteceu num ciclo anterior e a Terra ainda está aqui, porque seria neste ciclo, que ela seria destruída?

Em primeiro lugar devemos pesquisar, relacionar e questionar, por último, excluindo-se todas as possibilidades, ainda assim, apenas quando for inevitável, podemos acreditar no fim, fora isso devemos viver amar e vislumbrar o universo que nos cerca – pois quem disse que a vida termina?

"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" - Antoine de Lavoisier

Fiquem bem

Dedicado a minha estrela azul ... Rosana

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

21 de Dezembro de 2012




Por Gério Ganimedes


O ano passa e as datas marcadas como sendo verdadeiros limitadores de acontecimentos catastróficos e de contatos extraterrestres, vão caindo no esquecimento. Quantos números foram lançados este ano, anunciando uma chegada dos irmãos das estrelas e cataclismos cósmicos e terrestres?  Se agruparmos todos os dados lançados à sorte, com certeza os teremos completando um mês do ano de 2012. Mas afinal, o que todos estes receptores de mensagens, videntes ou sensitivos, assim como eu já o fiz, aqui mesmo no PQA, estamos visualizando ou projetando? Será que apenas projetamos para fora nossas mágoas, tristezas e a solidão para que algo divino aconteça e venha mudar a nossa vida?

Penso que, estamos vivendo sob a influência daquilo que não podemos ver ou tocar, baseados em escrituras antigas que nem mesmo devidamente decifradas foram. Algo vai acontecer? Vai. Tudo pode acontecer. Podemos sofrer acidentes de percurso, podemos perder pessoas queridas, podemos entrar em contato com a decepção, podemos enfrentar tragédias naturais. Podemos viver tragédias pessoais, mas também podemos encontrar a felicidade através de um novo amor, de um novo emprego, formando uma nova família. Então estas datas que passaram, de alguma forma para alguém que conhecemos, foi talvez o marco inicial ou final de alguma coisa de real importância, seja de tristeza ou de felicidade.

Dezembro está próximo, o tempo desloca-se em direção ao futuro sem perguntar-nos se queremos que ele diminua a velocidade. Segue seu caminho sem se importar com nada e com ninguém. Então, o que faremos quando chegar o grande dia anunciado por todos os cantos da Terra, como o dia do fim?


Fim? De quem ou do que?


Nem mesmo sabemos, se quando o calendário Maia foi entalhado esculpido ou escrito, quem o gravou, não estava apenas fazendo, o que muitos fazem atualmente, impondo ou lançando datas de redenção e luz, assim como também, mais um dia do desfecho final da vida na Terra. Confiar num achado arqueológico que já conseguiu divergir diversas opiniões e análises, e que até agora tendem apenas para um lado negro e escuro, penso ser muito pessimismo de nossa parte. A vida tem se mostrado difícil a muitos, mas também mudou para melhor para tantos outros, então datar um evento como o de dezembro de 2012, pode ser como jogar um balde de água fria na felicidade de muita gente. Vamos fazer diferente, vamos pensar de forma positiva e tranqüilizadora. Vamos nos tornar otimistas redentores de alegrias e de planos para o futuro. Vamos projetar nossas vidas cercados de amores e coisas boas, luz ao invés de escuridão ou choro e tragédias. Vamos viver nossos filhos, nossas profissões, projetar nosso futuro, viver nossos novos e grandes amores, sem colocar um muro de trevas e lava no caminho do nosso calendário.

Espero que 21 de dezembro de 2012 seja apenas mais um dia em nossa maravilhosa jornada pelo universo, galáxia, sistema solar e na Terra. Que neste dia apenas uma luz enviada pelo criador atinja nosso planeta para curá-lo das feridas já inflamadas em sua superfície, para curar a raça humana das doenças e dos vícios, para mudar a consciência do homem que num certo momento da história da humanidade tomou rumos inaceitáveis, que seja um feixe de luz e energia que alimente nossa vontade de viver plenamente, amando, respeitando, dividindo, pacificando, curando, pesquisando, mas principalmente evoluindo, vivendo em direção a um próximo 21 de dezembro de 2013, sem qualquer outro calendário apocalíptico.


Fiquem bem


Dedicado a minha querida Rosana... Um sinal de amor dos céus.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 19 de agosto de 2012

Aeroportos do Reino Unido Estariam Preocupados com Óvnis?





Por Gério Ganimedes


De acordo com a rádio BBC, mais de 6.000 vôos por dia precisam ser corrigidos de suas rotas, de forma segura e rápida, através do espaço aéreo britânico. Richard Deakin, do NATS (National Air Traffic Services Limited), chefe de Controle de Tráfego Aéreo do Reino Unido é o responsável por certificar-se de que estes vôos sejam alterados com segurança através do espaço aéreo todos os dias.

Quando questionado pelo jornalista Simon Jack do Programa de rádio Today da BBC, se sua equipe encontrava objetos voadores não identificados, ele respondeu que, ocasionalmente, há objetos que não estão em conformidade com os padrões normais de trânsito... normalmente em torno de um por mês”.

O jornal The Sun publicou matéria sobre a intensa atividade Óvni próxima dos aeroportos, inclusive disponibilizando fotos detalhadas dos objetos que andam fazendo os controladores de vôo tomar muito mais café.

Por questões de direitos autorais, veja a matéria em inglês com as fotos AQUI.

Fonte: BBC News
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Não é de agora, que tanto pilotos experientes da aviação comercial, como controladores de vôo, relatam atividade Óvni intensa próxima de aeroportos do mundo todo, no entanto antes, as testemunhas calavam-se diante da pressão psicológica aplicada tanto pela companhia aérea como pelo serviço de controle de tráfego. Duas frases que escutei de um amigo, comandante aposentado de uma grande empresa aérea:

“Eles me diziam que se eu falasse que havia avistado um óvni, iria ficar feio para mim, pois eles iriam negar até o fim. Este assunto não deve ser comentado nem nos corredores da empresa”.

“Vi vários óvnis, e sei que aquilo, não era tecnologia humana”.

No entanto agora, parece que a coisa está saindo do “controle de tráfego da informação” e a censura já não é mais tão eficiente.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

  

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