segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Marte – O Planeta Deserto que os Humanos Deixaram para Trás


Marte - Nosso antigo lar, desertificado pela mesma espécie
 que diariamente continua a devastar a Terra.

Por Gério Ganimedes

Seríamos alguma espécie de gafanhotos destruidores de planetas? Os historiadores e estudiosos do nosso sistema solar, e a NASA podem ser os detentores das respostas, de quem sabe, uma trágica e assustadora descoberta sobre nossos ancestrais extraterrestres e nossa história de destruição, como uma espécie de “gafanhotos planetários”, que só suspende o processo de devastação e consumo, quando já não resta mais nenhum recurso natural.

Seríamos nós os descendentes legítimos dos Anunnakis (seres alados que vieram do céu) ou "Homens Gafanhoto"? As imagens e reproduções falam por si só (figura 1). A palavra Anunnaki é muito antiga e riquíssima em significados, mas o que mais se aproxima, é Puros do Céu na Terra.  Ficaram assustados com a introdução? Então se preparem, pois esta informação, já descoberta, pode muito em breve ser comunicada, nos velhos moldes da agência espacial norte-americana. Comunicações e pronunciamentos estes, que normalmente são envoltos em mistério e rodeios, com muita conversa científica, muitos cientistas que não sabem nem falar e só ficam dando risadinhas idiotas, para complicar mais ainda o público menos informado. 


Figura 1

Afinal, qual a grande descoberta que a NASA anunciaria, que mudaria os livros de história da Terra?

Alguns caminhos e informações levam a concluir que a Curiosity teria descoberto ossadas ou restos fossilizados de humanos no planeta vermelho. Será verdade? Eu não ficaria surpreso, pois só para conhecimento de vocês, esta informação já parece ter vazado ou circulado, muito além dos corredores da agência espacial americana, mas assim como aconteceu nas missões Apolo enviadas para a Lua, muita coisa já foi destruída ou está muito bem guardada, ou quem as vazou, também acabou sendo muito bem guardado. Se a fonte que passou a informação é segura, então realmente, mudariam todos os livros de história da Terra, repito, todos.

Mars Rover - Curiosity

As marcas e as provas físicas capturadas pela expedição robótica enviada pela NASA (Curiosity) ao planeta vermelho, estão aparecendo aos poucos (bem pouco mesmo, pois a maior parte eles não mostram), e já não restam mais dúvidas de que o árido planeta, já foi um oásis assim como a Terra. Marte com certeza já abrigou muita vida, vegetação, lagos, rios e oceanos, florestas e em meio a este cenário fantástico, habitaram espécies de animais assim como em nosso rico planeta azul, entretanto hoje, restando apenas duas pequenas calotas de gelo nos pólos marcianos nos levam a pensar que uma espécie “inteligente e desenvolvida” de “gafanhotos humanos”, conseguiu cumprir sua tarefa de destruição e quando nada mais existia para ser explorado e consumido, simplesmente foi abandonado e deixado para trás no total esquecimento. Quem sabe, há milhões de anos atrás o homem não tenha vivido em Marte da mesma maneira que hoje habita a Terra?  Hoje seu próprio destruidor, desprovido de memória de seus ancestrais marcianos, gerações e gerações depois, sob total ignorância de seu passado, retornam a sua própria terra, apenas observando digitalmente os rastros de sua destruição.

A computação gráfica é uma área fantástica, e os softwares que estão sendo desenvolvidos, tornaram-se ferramentas mágicas para, muitas vezes, provar e consolidar nossas teorias de que o que antes era visto apenas como um planeta árido e deserto, num passado não muito distante, pode ter sido o “paraíso” de uma espécie que só destrói e consome. Se olharmos o mundo a nossa volta, e o que acontece no Nordeste brasileiro, Amazônia e em outras áreas do globo, que estão sendo desertificadas, e projetarmos isso para um futuro não muito além vislumbraremos uma idêntica paisagem marciana da atualidade.  Lanço aqui uma pergunta que reverbera em minha mente:

Paisagem marciana apresentada sempre. Pó vermelho, neblina
imagens toscas. Qual seria a verdadeira razão disso?  
Crédito da imagem: NASA

“Estariam os cientistas, manipuladores das ciências e detentores das tecnologias, mostrando para nós, apenas o planeta Marte que eles querem que vejamos, para não acabarmos percebendo o estrago que causamos em nosso antigo lar e assim ficando todos em choque por ver finalmente o que fomos capazes de fazer com um paraíso semelhante a nossa Terra?”

Leia mais AQUI

Seria esta a grande descoberta que a NASA divulgaria e silenciou em suas salas e corredores secretos? Qual seria a grande descoberta marciana que mudariam os livros da história da Terra? Podem ter certeza de que se os guardiões da informação viram algo lá, que fez regressar a memória de nosso DNA, eles simplesmente silenciaram para não mostrar do que fomos capazes. Assim como na série cinematográfica - O Planeta dos Macacos, quando o personagem George Taylor vivido por Charlton Heston, um astronauta americano, que viaja por séculos em estado de hibernação e ao acordar, ele e seus companheiros, por um fator de dobra de tempo, se vêem em um planeta dominado por macacos, se deparando no final do filme com a imagem da estátua da liberdade, destruída e enterrada na areia de uma praia. Lembram o que ele falou? Eu lembro: Malditos! Vocês conseguiram! Aquele momento bastou, para que o homem visse onde havia chegado e o que fez com seu próprio planeta.

Cena do filme Planeta dos Macacos
Crédito: 20th Century Fox

Será que é esta a cena que a NASA e os detentores das informações sigilosas sobre o planeta vermelho, não querem que vejamos? 

Vejam as imagens que trabalhei digitalmente, exclusivamente para vocês amigos e leitores, e pensem a respeito, até eu retornar com mais sobre Marte – Nosso Antigo Lar.


Grama em Marte? Porque não? 
Alteração digital (Mudança de curva de cor) feita através de Photoshop CS5
Alteração: Gério Ganimedes


Entardecer marciano, porque não? Vemos o que querem que seja visto!
Alteração digital (Mudança de curva de cor) feita através de Photoshop CS5
Alteração: Gério Ganimedes



Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
  

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sol em Atividade - Boletim Informativo


Crédito: NASA

  
Por Gério Ganimedes


Neste sábado, nove de fevereiro de 2013, uma Ejeção de Massa Coronal de classe C2, foi arremessada em direção a Terra por volta de 06h40min UT (hora universal), quando um filamento magnético no hemisfério norte do Sol entrou em erupção. O Observatório Dinâmico Solar da NASA (SDO) capturou o flash ultravioleta e a labareda subjacente que foi projetada a mais de 800 Km/h foi capturada pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO).

Crédito: NASA

Segundo informações do portal spaceweather.com, a maior parte da nuvem carregada de partículas, parece que vai cruzar mais ao norte da Terra. No entanto, é possível que ocorra um impacto mais forte, como mostra a EMC no modelo em animação preparado por analistas do Centro Goddard de Vôo Espacial. Caçadores e observadores de auroras de alta latitude devem ficar atentos no céu em 12 de fevereiro, quando a EMC atingir ou cruzar a Terra.


Veja o modelo em animação AQUI 
Créditos: Spaceweather.com


Comentário do Autor

Apesar de ser uma explosão de classe moderada, nossa estrela parece mostrar um princípio de agitação de sua fase de Máximo Solar, tamanha a região de atividade e extensão dos filamentos de plasma e movimentação magnética na corona solar ou superfície. Continuaremos acompanhando a atividade e sempre que possível informando aos leitores as condições reais da atividade de nossa estrela.

Fiquem bem

Agradecimentos especiais a equipe do Spacewether.com que nos mantém sempre bem informados. 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Anel de Fogo do Pacífico e o Máximo Solar

Anel de Fogo do Pacífico - crédito: Wikipédia

Por Gério Ganimedes


Durante toda esta semana a região das Ilhas Santa Cruz estão sob movimentação ininterrupta das placas do chamado “Anel de Fogo do Pacífico”. As Ilhas Santa Cruz é um grupo de ilhas pertencentes ao arquipélago das Ilhas Salomão, no Oceano Pacífico, localizada 400 km a sudeste do centro da cadeia de arquipélagos que formam as Ilhas Salomão. Foram mais de cem abalos sísmicos que vão de pequenos tremores na ordem de 4,6 graus na escala Richter até terremotos submarinos na ordem de 8,0 graus na escala Richter. O que intensifica a ação desta liberação de energia é a pouca profundidade dos abalos, em torno de 10 km de profundidade. Além dos tremores que atingem a região, todas as costas das ilhas que fazem parte do arquipélago das Ilhas Salomão, estão sendo atingidas por tsunamis (ondas formadas pelo deslocamento do relevo oceânico). Este aumento na atividade sísmica na região demonstra um provável ajuste nas placas, movimento da crosta terrestre, o que como conseqüência libera energia acumulada pelo roçar nas bordas das placas tectônicas, gerando os tremores constantes, ou réplicas dos abalos mais significativos.


Como ocorrem os tsunamis

Depois de alguns questionamentos, que recebi por formulário de contato e E-mail, pretendo explicar da maneira que visualizo a alta atividade na região, apresentando prováveis causas e subsequentes efeitos.

Para ilustrar a postagem o vídeo abaixo apresenta de forma clara como se forma o Anel de Fogo do pacífico (Créditos: History Channel).


Coincidentemente esta alta atividade geológica parece culminar com o período de Máximo Solar. Seria algum sintoma, como que uma percepção do motor planetário da Terra e toda estrutura externa (crosta terrestre), em resposta a alguma mudança significativa dos campos magnéticos de nossa estrela ou de uma provável supertempestade solar?



Durante algum tempo, dediquei-me a estudar as explosões solares significativas e acontecimentos de nível sísmico aqui na Terra. Em 2012 após períodos de calmaria solar e períodos de intensa atividade, num prazo de 72 horas, tempo de chegada da onda de impacto das partículas carregadas ao nosso planeta, à crosta terrestre apresentou uma espécie de força de reação contrária, movendo-se e liberando energia através de terremotos de índices significativos em diversos pontos do globo. Um dos mais significativos destes eventos registrados e analisados na minha pesquisa foi o grande terremoto do Japão em março de 2011, quando dias antes, no mesmo período, uma forte Ejeção de Massa Coronal ocorreu no Sol. Mesmo sendo combatido por alguns, continuo em minha total crença de que a Terra como um “Ser Vivo” possui percepção e reações adversas ao clima espacial, sendo assim, o Sol como agente mais importante na escala astronômica terrestre é um elemento chave e de grande potencial, nas respostas ou reações terrestres.

Estaria o planeta pressentindo algo com relação a nossa estrela? Mudanças magnéticas na corona solar poderiam de alguma forma já estar agindo no núcleo e crosta de nosso planeta? O Sol apresenta uma calmaria preocupante nas últimas semanas, e quem estuda a estrela sabe que, pode ser prenúncio de grande atividade. No entanto, penso que ainda é cedo para conduzir a um ponto de foco único com esta teoria, entretanto não desisto de minha conduta e pesquisa, de que terremotos estão ligados diretamente ao impacto do clima espacial, em particular, do Sol.

Penso que, se esta contínua movimentação no “anel de fogo do pacífico” estender-se por muito tempo, muita energia e pressão, abaixo do leito oceânico ficará concentrada, muito magma será pressionado, muito calor acumulado e toda a região que faz parte deste círculo de “rachaduras na terra”, não restam dúvidas, entrará em colapso, podendo, notem bem não estou dizendo que irá acontecer, mas existe uma grande probabilidade, de que muito em breve ocorra um Megaterremoto, como já alertado por cientistas japoneses. É uma panela de pressão, com muita água, calor e em movimentação, o conjunto de elementos perfeitos para uma grande liberação de energia ou explosão.


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
Postagem automática programada 


Podemos ser alvo de uma supertempestade solar a qualquer momento – Alertam Cientistas do Reino Unido

Crédito: Reuters


Por Gério Ganimedes

Cientistas da Academia Real de Engenharia do Reino Unido revelaram que o mundo terá um aviso, de apenas 30 minutos de antecedência, antes de uma Supertempestade Solar, que acontece pelo menos uma vez por século, venha a atingir a Terra, derrubando importantes sistemas de comunicações.

As supertempestades solares ocorrem a cada 200 anos, a última tempestade atingiu o nosso planeta em 1859, e os cientistas já estão se preparando para o evento, que poderá paralisar redes de comunicações, incluindo GPS e telefones celulares. Esta notícia não está vindo de “teoristas da conspiração”, a notícia vem de um novo grupo de peritos espaciais, que já está pensando em metodologias e alternativas para ajudar a proteger a Grã-Bretanha desta iminente tempestade. A Academia Real de Engenharia disse que a explosão de radiação maciça é inevitável e que o Governo deve criar um Conselho de Clima Espacial do Reino Unido - um grupo responsável por dirigir e supervisionar as estratégias para este evento solar e suas conseqüências. Eles terão que estarem prontos para lidar com apagões nas redes elétricas, satélites de comunicação fora do ar e interrupção dos sistemas de navegação dos transportes aéreos, terrestres e marítimos.

Embora eventos climáticos solares aconteçam com uma base regular, a Terra ainda não experimentou uma supertempestade desde o início da era espacial. Na ocasião da última grande tempestade, a Terra foi atingida por uma onda de partículas energéticas, após uma grande explosão solar. Correntes induzidas, causadas ​​pela explosão, resultaram em faíscas em postes telegráficos e diversos incêndios, e em todo o mundo, o céu noturno foi iluminado por magníficas auroras. No entanto naquela época, não haviam satélites em órbita ou micro-chips sensíveis no caminho das partículas.

A mensagem dos cientistas é: “Não entrem em pânico, mas prepararem-se, que uma supertempestade solar irá acontecer um dia e precisamos estar prontos para isso”.

Cerca de um em cada 10 satélites na órbita terrestre pode ser nocauteado por dia, durante o evento de uma supertempestade, disse o relatório.  Muitos satélites com tecnologia mais antiga, com certeza perderiam sua função e teriam que ser substituídos. Sinais de GPS seriam interrompidos de um a três dias após a tempestade atingir a Terra, assim também como a transmissão via satélite. Navegação aérea e marítima em risco total com os sistemas de navegação inoperantes, ou seja, um caos total. Não esquecendo que as partículas energéticas penetram níveis inferiores da atmosfera e podem também interferir com a eletrônica de aeronaves militares e comerciais.

O engenheiro espacial Keith Ryden, da Universidade de Surrey, outro membro do grupo de trabalho, disse: “O cenário mais provável é a corrupção de dados. É possível que os chips possam falhar. Os sistemas são concebidos para lidar com certa quantidade de falhas”.

Atualmente um antigo satélite, chamado de Advanced Composition Explorer (ACE), fornece alertas com antecedência de 15 minutos, no caso de uma Ejeção de Massa Coronal (EMC ou CME em inglês), uma nuvem de plasma imensa com partículas carregadas, que causam o maior dos danos, durante uma tempestade solar. Os cientistas estão preocupados com o que pode acontecer se o ACE falhar.

A substituição do ACE, chamado de Discover, está prevista para 2014, quando então o substituto, será lançado pela agência espacial americana (NASA).

As conseqüências deste evento, já parece estarem sendo valorizadas, quando uma notícia deste tipo, que antes certamente não chamava a atenção, comparada às câmeras “da casa mais vigiada do Brasil”, agora começa a receber certo foco da reportagem. Veja a notícia veiculada hoje, pelo G1 – portal da Rede Globo na Internet.

08/02/2013 07h49 - Atualizado em 08/02/2013 08h08

Supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento

 

O alerta é da Academia Real de Engenharia do Reino Unido. A previsão assusta porque os cientistas só vão saber 30 minutos antes.


Um alerta da Academia Real de Engenharia do Reino Unido causa preocupação ao redor do mundo. Uma supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento. A previsão assusta porque os cientistas só vão saber 30 minutos antes. O efeito pode ser devastador. Segundo o autor do estudo, uma tempestade dessas dimensões ocorre a cada 150 anos. O cientista também afirma que os governos precisam ter um plano de emergência para enfrentar um apagão longo e de grandes proporções.

  
Fonte: G1 e Daily Mail UK - Science
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Leia a matéria em inglês AQUI
Colaboração: Sonia Maria via formulário de contato 

Comentário do Autor

Quando acontecerá? Não me arrisco nem de longe em prever, no entanto, estamos no período de Máximo Solar, e se tratando do Sol, tudo é possível, mas parece, que os cientistas estão muito certos, ao lançarem um alerta desta categoria. Como eles costumam falar: "Depois não venham dizer que não avisamos...".

Fiquem bem

Gério Ganimedes
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Postagem automática programada

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Um Raspão Astronômico ...



Crédito: NASA 


Por Gério Ganimedes



Conforme já veiculado por vários sites, inclusive pela mídia convencional, mas não obstante, poderíamos deixar passar em branco, o asteróide, catalogado como 2012 DA14, irá fazer uma passagem por nosso planeta numa distância relativamente pequena em escalas astronômicas. Ele passará a apenas 27.680,72 quilômetros, uma distância, que se torna até mesmo menor que as órbitas de alguns satélites artificiais. O asteróide, que mede cerca de 45,72 m de diâmetro, passará mais perto da Terra, do que a órbita de alguns satélites geoestacionários, que se situam cerca de 35.727,44 quilômetros acima da Terra.

Embora o asteróide seja pequeno, se estivesse em rota de colisão com a Terra, iria produzir uma explosão equivalente a 2,5 milhões de toneladas de TNT. E este é apenas uma, das mais de 500 mil pedras que circundam a Terra. A boa notícia, é que os cientistas dizem que isso não é suficiente para acabar com a vida no planeta, mas poderia destruir uma cidade do tamanho de Londres. Apesar de uma distância pequena, astronomicamente falando, você certamente não conseguirá ver o asteróide sem a ajuda de instrumentos astronômicos. A NASA diz que ele não vai ser brilhante o suficiente para ser visto a olho nu, mas que um bom par de binóculos ou um telescópio deve ser capaz de capturá-lo. Segundo a NASA, a rocha deverá passar no dia 15 de fevereiro, rapidamente, no hemisfério sul à noite e no norte durante a manhã. Sua abordagem, mais próxima da Terra, acontecerá cerca de 19h26min (UTC) quando atingirá seu maior tamanho para observação, mesmo assim, ainda com pouca luminosidade para observação a olho nu.

O ponto de melhor visão, para os astrônomos, será na Indonésia, segundo cientistas da NASA. Europa Oriental, Ásia e Austrália também poderão fornecer local de boa observação do corpo celeste, que passará numa velocidade de 28.000 km/h.

O asteróide foi descoberto apenas no ano passado, por astrônomos, no sul da Espanha. A equipe estava operando a partir do observatório de Sagra - La Sky Survey perto de Granada, na Espanha. Este observatório utiliza telescópios automatizados para acompanhar pequenos asteróides e cometas. O asteróide 2012 DA14 foi descoberto depois que os astrônomos decidiram procurar áreas do céu, onde asteróides não são geralmente vistos. Seu período orbital em torno do sol é muito próximo do nosso, 368 dias, e ele tem feito uma abordagem cada vez mais estreita, a cada ano. Mas os cientistas garantem que ele deve manter esta órbita pelo menos nas próximas três décadas.

O Dr. Gerhard Drolshagen, um dos observadores de objetos próximos à Terra da Agência Espacial Européia (SSA) disse: “Em tempos futuros a possibilidade de uma colisão não pode ser completamente excluída. É altamente improvável, mas a probabilidade é maior do que zero”.

Fonte: Daily Mail UK – Science
Leia a matéria em inglês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Para aqueles que já estão falando sobre a possibilidade de colisão com a Terra, em função do asteróide ser de constituição básica ferrosa (ferrita ou ferrite - A ferrita ou ferrite é uma fase sólida componente do diagrama Fe - C onde a solubilidade do carbono no ferro é pequena, a qual apresenta estrutura cristalina CCC - cúbica de corpo centrado), e ocorrer uma provável ação da força de atração gravitacional da Terra sobre o corpo rochoso, mudando sua órbita e colocando-o em rota de colisão com o nosso planeta, eu diria que esta possibilidade está seguramente descartada, diante da órbita constante, tamanho (proporções reduzidas) e a alta velocidade da rocha espacial.

A título de curiosidade, uma pedra semelhante a esta foi responsável pelo conhecido evento na floresta de Tunguska, quando em 30 de junho de 1908, as margens do rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria, uma onda de choque criada pela explosão de uma rocha espacial, com potência cem vezes maior que a bomba de Hiroshima, devastou 2.000 Km2 de floresta.

Então, senhores caçadores de rochas espaciais, por favor, fiquem bem e de preferência bem alertas!

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 27 de janeiro de 2013

Mensagem aos Familiares e Amigos das Vítimas do Acidente de Santa Maria / RS



Por Gério Ganimedes


Em momentos de tragédia, não existem palavras que consolem, não existe um abraço que acalme, não existem lenços nem mãos que contenham as lágrimas, não existe nenhum colo que acalme a dor da perda, mas existe a união e o amor das pessoas, que reunidas numa espécie de corrente pelo bem, se aproximam, doando de alguma forma energias positivas, físicas ou espirituais para atenuar a dor dos pais, familiares e amigos que perderam alguém querido ou daqueles que cuidam dos sobreviventes.

São nestes momentos de profunda tristeza e aperto no coração, que percebemos que o ser humano, por mais que pareça se afastar de seus irmãos, aproxima-se e demonstra solidariedade. Perplexos, diante da perda de tantas vidas, que foram ceifadas bruscamente de seus amigos e familiares, transmitimos nossos mais profundos e sinceros sentimentos, compartilhando a dor de todos aqueles que perderam ou que sofrem diante da recuperação de seus entes queridos. O que podemos e devemos fazer neste momento, é transmitir força e luz para os que estão sendo atormentados pela perda, pedir fé e esperança para os que ficaram e orar por aqueles que partiram, para que encontrem um lugar melhor, de descanso, de paz e na presença de Deus.

  
Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Óvnis e a Teoria da “Janela de Sabão”





Por Gério Ganimedes


Penso que a grande maioria dos leitores, quando pequenos, brincou ou viu alguém brincar, com um “dispositivo” capaz de produzir bolhas de sabão. Durante estas brincadeiras alguns com certeza tentaram produzir bolhas cada vez maiores. Onde quero chegar?

Bem, aquela película que se forma durante o processo de formação da “bolha”, permite não só formar uma bolha, mas também permite um objeto molhado pela própria substância, atravessar a película, e esta, voltando logo a seguir a mesma condição de fechada. Agora vamos pensar num círculo gigante, onde uma imensa película de sabão foi produzida. Molhamos nosso corpo e atravessarmos a fina película. O que acontecera é que atravessaremos a “janela ou o hipotético portal dimensional”, sairemos do outro lado e a película irá se regenerar, ou simplesmente retornar a sua condição inicial.

No meu modo de ver, e baseado em fórmulas e teorias já existentes, a barreira do tempo funciona mais ou menos assim como a janela de sabão. Seja um dispositivo artificial criado por vida inteligente ou mesmo por um evento natural espontâneo, um portal dimensional ou temporal, este criaria a mesma película de tempo permitindo “qualquer” objeto sob determinadas condições, atravessá-la. Espero que acompanhem a minha linha de pensamento, então vamos além... Toda esta situação hipotética é para chegar ao ponto:

Óvnis Viajantes do Tempo

Com a atual velocidade da informação, através da internet, uma grande quantidade de relatos sobre quedas de óvnis estão sendo veiculados todo ano, e mesmo que não sejam comprovadas estas ditas quedas, por razões óbvias, acreditem: “objetos não identificados estão caindo de nosso céu”. Mas então, porque eles caem se são tão avançados tecnologicamente? Não fizeram o último Recall?

Agora cheguei ao ponto da “Janela de Sabão”.

“Tecnologia avançada para nós, que estamos no passado, no entanto, talvez ainda falha, para o tempo futuro de onde vieram os operadores destas máquinas”.

Para esta tecnologia atravessar a “janela de sabão”, ela precisa ser “molhada” (por favor, não pensem bobagem!), ou seja, amparada por tecnologia avançada de partículas e subpartículas atômicas, orgânico sintéticas, ou seja, muita energia em questão. Energia esta, que pode esgotar-se facilmente durante a travessia (no nosso exemplo da película de sabão, imagine seu corpo ou objeto que vai atravessar a fina membrana, seco ou pouco molhado), estourando a janela de sabão, e como conseqüência, causando uma falha no sistema de navegação do veículo, ocasionando a queda da aeronave não identificada.

Entretanto, isso é apenas uma teoria que me ocorreu há algum tempo, quando postei sobre tecnologias de veículos extraterrestres, interdimensionais e ou temporais, viajantes do tempo (Leiam 1 e 2). Agora observe que casos estranhos estão sendo relatados e sempre associados à queda de um óvni. Apagões (por causa de muita energia envolvida), morte por calor, de bandos inteiros de pássaros e também morte de grandes cardumes de peixes, como já postado aqui no PQA, há algum tempo.
  
VeteransToday.com

“Um homem caminha através de um mar de peixes mortos, causado ​​pelo derramamento de produtos químicos de um óvni”.

Seria este, mais um caso de travessia da “janela de sabão”, mal sucedida? Que tipo de fonte de energia é assim tão mortal?

Notícia do VT



Okinawa, no Japão, o primeiro sinal preocupante de um acidente envolvendo um óvni, na costa de Okinawa, finalmente chegou. Milhões de peixes mortos, sendo estimado em mais de 50 toneladas, espalhados ao longo da costa da ilha japonesa.



Os peixes da foto acima apresentaram características de morte por queimadura. Alguns dos peixes mortos apresentavam sinais graves de queimadura e sangramento nos olhos. O primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, assinou uma ordem executiva restringindo a mídia japonesa de cobrir a queda do óvni. Várias agências de notícias com base no Japão têm silenciosamente arquivado inúmeros protestos com o gabinete do Primeiro-Ministro. A Inothernewz.com é uma das poucas agências internacionais de notícias que cobrem este relato do acidente com o óvni. A agência garante, e que pode confirmar que a mortandade de peixes na costa de Okinawa, é causa direta da queda de um óvni.

Veja a notícia completa em inglês AQUI.


Comentário do Autor

“Quando o assunto rende, e permite-nos comprar um imenso vidro de maionese, o mínimo que podemos fazer é viajar nela”.

Abraços e fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


domingo, 20 de janeiro de 2013

Pôr do Sol Anômalo – Nibiru Está de Volta?


Foto tirada no dia 18/01/2013 em Porto Alegre / RS
Imagens menores: Suposto Nibiru - Crédito: Gério Ganimedes



Por Gério Ganimedes


Mas afinal o que está acontecendo com o Pôr do Sol, em várias partes do mundo? Que anomalia está causando registros duplos de nossa estrela em várias fotografias, porém de menor tamanho, tiradas em ângulos e épocas diferentes? 

Aberrações ópticas, máquinas defeituosas, vista cansada ou melancolia?

Não. Tem alguma “coisa” rodeando nosso sol, que em certos momentos se esconde, e em outros aparece, mas que céticos insistem em dizer que é ilusão de ótica. O mais curioso, é que se fosse ilusão de ótica, como andam dizendo os “especialistas”, não lembro de ter visto tal efeito ou ilusão, antes, nem mesmo em câmeras fotográficas profissionais de excelente qualidade como a Cannon Rebel G e a Nikon F-5, equipamentos que já utilizei, ou nas amadoras descartáveis da Kodak. 

Há algum tempo atrás, quando ainda possuía recursos astronômicos, como um bom telescópio, binóculos potentes e uma estação digital computadorizada, andei me dedicando a seguir no firmamento noturno e durante o pôr do sol, o rastro de um corpo celeste, que já rendeu muitas postagens em diversos blogs e sites, causando um verdadeiro furor no meio astronômico. (Veja postagem anterior AQUI). Na época, muitos me questionaram sobre sua autenticidade, tanto do relato, fotos, como de coordenadas de  localização, entretanto agora, parece que as coisas vão esquentar novamente, porque ele está maior e dando as caras a olho nu, e pousando para fotografias e observações visuais. 

Seria esta aparição causada por mudanças bruscas na atmosfera da Terra, reflexos em cristais de gelo, câmeras de marcas famosas com defeitos ópticos bizarros, ou existe realmente algo, brincando de esconde-esconde com nós?


Desenho/Crédito: Renato Cabral

Começo a pensar, após meses rastreando o “Corpo Estranho chamado pelos amigos carinhosamente de Gerião”, que estamos com uma nova companhia atrás de nossa estrela, mas ainda não cheguei a nenhuma conclusão mais contundente, cientificamente falando, e que eu possa transmitir aos meus leitores e amigos, dando a certeza da existência de tal astro. Por enquanto o que temos de mais parecido, chegou à tela do cinema com o título: “Melancolia”.


Cena do filme / crédito: Nordisk Film


Fiquem bem...

Para complementar a matéria, leiam o post de nosso amigo e colaborador Renato Cabral em: Seguindo a Trilha do Massivo Nibiru


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Óvni Capturado por Câmera de Segurança

 Crédito: MUFON


Informativo Semanal Óvni


Por Gério Ganimedes

  
De acordo com o UFO Examiner e a base de dados do MUFON (Mutual Ufo Network), a fotografia mostrada, foi reportada no dia 5 de janeiro de 2013, e mostra o que parece ser um "Disco Voador", no lado esquerdo da foto. O relatório MUFON ainda não foi investigado. A imagem supostamente representa um objeto capturado em uma câmera de segurança. Uma pequena porcentagem de relatórios registrados no MUFON acabam por ser descobertos como fraudes. Reflexo, montagem, edição digital? Sigam seus sentidos e intuição, e avaliem a foto 


Créditos: Ufo Examiner / Base de dados MUFON.
Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Lennoy (Rússia)

Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Variabilidade Solar e o Clima Terrestre




Estas seis imagens obtidas pelo Observatório Dinâmico Solar da NASA, 
acompanham o aumento do nível de atividade solar e mostram 
o pico no número de manchas solares do fim do ciclo de 11 anos. Crédito: NASA



Postagem informativa semanal


Por Gério Ganimedes

Um novo relatório divulgado pelo Conselho Nacional de Pesquisa, "Os Efeitos da Variabilidade Solar sobre o Clima da Terra", expõe algumas das maneiras surpreendentemente complexas de como que a atividade solar pode fazer-se sentir no nosso planeta.


Matéria veiculada no site da NASA


08 de janeiro de 2013: No esquema galáctico das coisas, o Sol é uma estrela notavelmente constante. Enquanto algumas estrelas apresentam pulsações dramáticas, em pulsos descontrolados em tamanho e brilho, e às vezes até mesmo explodindo, a luminosidade de nosso próprio sol varia míseros 0,1% ao longo do ciclo solar de 11 anos.

Há, no entanto, uma nova visão entre os investigadores e pesquisadores, que mesmo essas variações aparentemente pequenas, podem ter um efeito significativo no clima terrestre. Um novo relatório divulgado pelo National Research Council (NRC), "Os efeitos da variabilidade solar sobre o clima da Terra", expõe algumas das maneiras surpreendentemente complexas de como a que a atividade solar pode fazer-se sentir no nosso planeta.

Entender a conexão do Sol com o clima exige uma amplitude de conhecimento em áreas como à física do plasma, atividade solar, química atmosférica e dinâmica de fluidos, física de partículas energéticas, e até mesmo a história terrestre. Nenhum pesquisador tem toda a gama de conhecimentos necessários para resolver o problema. Para avançar, o NRC tinha que reunir dezenas de especialistas de muitas áreas em uma só oficina. O relatório resume seus esforços combinados para enquadrar o problema em um contexto verdadeiramente multi-disciplinar.

Um dos participantes, Greg Kopp, do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, apontou que, enquanto as variações de luminosidade sobre o valor do ciclo solar de 11 anos para apenas um décimo de um por cento da produção total do Sol, uma fração tão pequena ainda é importante. "Mesmo típicas variações de curto prazo de 0,1% na radiação incidente, excedem todas as outras fontes de energia (como a radioatividade natural no núcleo da Terra) combinadas", diz ele.

De particular importância é o Sol, de extrema radiação ultravioleta (EUV), com pico nos anos em torno do máximo solar. Dentro da faixa relativamente estreita de comprimentos de onda EUV, a emissão do Sol não varia de acordo com um minúsculo 0,1%, mas por fatores colossais de 10 ou mais. Isto pode afetar fortemente a estrutura química e térmica da atmosfera superior.

Vários pesquisadores estão discutindo como as mudanças na atmosfera superior podem escorrer para a superfície da Terra. Há muitos "top-down" vias de influência do sol. Por exemplo: Charles Jackman do Goddard Space Flight Center descreveu como óxidos de nitrogênio (NOx) criadas por partículas energéticas solares e raios cósmicos na estratosfera poderiam reduzir os níveis de ozônio por alguns por cento. Porque o ozônio absorve a radiação UV, menos ozônio significa que mais Raios Ultravioletas do Sol atingem a superfície da Terra.

Isaac Held da NOAA foi mais além. Descreveu como a perda de ozônio na estratosfera poderia alterar a dinâmica da atmosfera abaixo dela. “O resfriamento da estratosfera polar associada com a perda de ozônio aumenta a graduação de temperatura horizontal perto da tropopausa”. Explica ele: “Isso altera o fluxo angular dos redemoinhos nas médias latitudes”. Em outras palavras, a atividade solar sentida na atmosfera superior pode através de uma complicada série de influências, empurrarem as faixas de tempestade da superfície para fora do curso.

Muitos dos mecanismos propostos na oficina tinham uma qualificação Rube Goldberg semelhante. Eles se basearam em várias etapas de interações entre várias camadas da atmosfera e do oceano, alguns contando com a química para fazer seu trabalho, outros se apoiando na termodinâmica ou física de fluidos. Mas só porque algo é complicado, não significa que não é real.

Na verdade, Gerald Meehl do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR) apresentou evidências convincentes de que a variabilidade solar está deixando uma marca no clima, especialmente no Pacífico. De acordo com o relatório, quando os pesquisadores olham para os dados de temperatura da superfície do mar durante os anos de manchas solares de pico, o Pacífico tropical mostra um padrão pronunciado La Nina, com um arrefecimento de quase 1° C no Pacífico equatorial oriental. Além disso, “há sinais de precipitação maior na Zona de Convergência Inter-tropical do Pacífico e na Zona de Convergência do Pacífico Sul, assim como pressão acima do normal ao nível do mar mais ao norte das latitudes do Pacífico Sul”, correlacionadas com picos no ciclo de manchas solares.

Os sinais de ciclo solar são tão fortes no Pacífico, que Meehl e seus colegas começaram a se perguntar se algo no sistema climático do Pacífico está agindo para amplificá-las. “Um dos mistérios relacionados com o sistema climático terrestre... É como as flutuações relativamente pequenas do ciclo solar de 11 anos podem produzir a magnitude dos sinais climáticas observadas no Pacífico tropical”. Usando modelos de supercomputadores do clima, é observado, que não só mecanismos "top-down"(de cima pra baixo), mas também "bottom-up"(de baixo pra cima) que envolvem interações oceano-atmosfera, são necessárias para ampliar fortemente os efeitos do sol na superfície do Pacífico.

Nos últimos anos, os investigadores consideraram a possibilidade de que o sol tem um papel no aquecimento global. Afinal, o sol é a principal fonte de calor para o nosso planeta. O relatório NRC sugere, no entanto, que a influência da variabilidade solar é mais regional do que global. A região do Pacífico é apenas um exemplo.

Caspar Amã do NCAR observa no relatório que “Quando o balanço radiativo da Terra é alterado, como no caso de uma mudança no ciclo solar forçar, nem todos os locais são afetados igualmente. A central equatorial do Pacífico fica geralmente mais fria, o escoamento dos rios no Peru é reduzido, e condições mais secas afetam a parte ocidental dos EUA”.

Raymond Bradley da UMass, que estudou os registros históricos da atividade solar impressos por radioisótopos em anéis de árvores e núcleos de gelo, diz que as chuvas regionais parece serem mais afetadas do que a temperatura. “Se há de fato um efeito solar sobre o clima, que se manifesta por alterações na circulação geral, em vez de em um sinal de temperatura direto”. Isso se encaixa com a conclusão do IPCC e relatórios anteriores do NRC que a variabilidade solar não é a causa do aquecimento global nos últimos 50 anos.

Muito tem sido feito da ligação provável entre o Mínimo de Maunder, um déficit de 70 anos de manchas solares no fim do século 17, início do século 18 e a parte mais fria da Pequena Idade do Gelo, durante a qual a Europa e América do Norte foram submetidas a invernos muito frios. O mecanismo para que o resfriamento regional pode ter tido uma queda na emissão de EUV do Sol, isto é, no entanto, especulativo.

Veja matéria completa:

Fonte/créditos: Science/NASA
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Deram o braço a torcer! Esta queda de braço foi “fogo”, e quente como o Sol. Novas pesquisas, novas teorias, mas enfim, nada que possamos fazer. O Sol é o “cara” e cobrir a Terra com um Ray-ban gigante, nem James Cameron consegue fazer no cinema. Vamos às compras. Protetores solares, óculos escuros e o bom chapéu de palha ventilado, e como gosto de dizer: “Vão pela sombra...”.

Para ilustrar o comentário, veja a matéria do Corneta Diário AQUI

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Máximo Solar – 2013



  

Postagem Informativa da Semana 


Por Gério Ganimedes


O Sol entrou no pico de seu ciclo solar de 11 anos, conhecido como MÁXIMO SOLAR então devemos esperar um período de grande atividade em nossa “brasa celestial”.  Erupções, explosões, ejeções de massa coronal, alteração no número de manchas solares, imensos buracos coronais ejetores de vento solar de alta intensidade e todas as conseqüências deste estresse que nossa estrela atravessa numa espécie de TPM Solar.



O ciclo solar, também conhecido como ciclo solar de Schwabe é o ciclo que mostra a atividade do sol em intervalos de aproximadamente 11 anos. A máxima duração de um ciclo solar foi de 13 anos e oito meses e pertence ao Ciclo 4 (de setembro de 1784 a maio de 1798). O ciclo de menor duração foi o de número 2, com nove anos exatos (de junho de 1766 a junho de 1775). Em todos estes períodos ocorreram discussões sobre o início e fim de cada ciclo. Na discussão sobre a data do fim do ciclo solar 22 e início do ciclo solar 23, a decisão final foi tomada pelos centros mundiais de observação solar tais como o Sunspot Index Data Center (S.I.D.C.), de Bruxelas, Bélgica, onde adotaram por consenso o mês de outubro de 1996, como data limite.
  
Atualmente a atividade solar está baixa (ciclo solar 24), mas não totalmente ausente. Em 31 de dezembro e horas iniciais de 2013, os campos magnéticos que rodeiam o membro nordeste do sol criaram uma espécie de trançado explosivo. Neste momento o Observatório Dinâmico Solar da NASA (SDO) gravou o evento estelar. 

Repare no vídeo disponibilizado pelo Spaceweather.com a massa de plasma quente voando para cima da superfície de nossa estrela, sendo incapaz de romper os laços da gravidade do sol, sendo assim, a maior parte do material retornou a superfície da estrela.


Veja o vídeo AQUI


Texto: Gério Ganimedes
Fontes: Spaceweather.com, NASA(SDO), Space.com
Créditos: NASA/Spaceweather.com
Colaboração/Pesquisa: Lennoy

Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Aviso aos Leitores e Amigos



Por motivos profissionais, que acabaram por limitar meu tempo dedicado ao Projeto Quartzo Azul, informo a todos os leitores e amigos, que as matérias e pesquisas, serão publicadas apenas nos finais de semana. Demais notícias importantes, vídeos e informativos, serão publicados nas duas Salas de CHAT vinculadas ao PQA, sob o controle do Administrador Gério Ganimedes, da primeira dama Rosana e do amigo e colaborador   Renato Cabral.


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