sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Impacto Profundo - Das Telas de Cinema para a Realidade


 Cena do Filme Impacto Profundo de 1998
Créditos: Paramount Pictures, DreamWorks SKG, Zanuck/Brown Productions


Por Gério Ganimedes

O que antes, era apenas um filme do tipo catástrofe, agora os fatos retiram as imagens da tela do cinema e projetam nos céus da Rússia. Assim como os grandes efeitos especiais criados pela indústria cinematográfica, uma rocha espacial adentrou o espaço aéreo dos Urais na Rússia deixando um rastro de fumaça, fogo, feridos e destruição. Desavisados, e sem saber o que fazer, a população da cidade de Yekaterinburgo contemplou o evento inerte e indefesa.


 Rússia, 15 de fevereiro de 2013.

Estamos pela primeira vez vivendo uma cena do cinema catástrofe na vida real. Estaríamos prontos para enfrentar um evento de maior intensidade e da mesma categoria? Agora observem as notícias que são veiculadas e que perdem seu efeito tranquilizador  quando fatos novos acontecem e parecem ter ligação.

 “Agência Espacial descarta relação entre meteorito e asteroide”
Corpo celeste caiu na Rússia no dia em que outro
de tamanho muito maior, passa próximo a Terra.

“Asteróide passará de raspão pela Terra hoje, mas sem risco”.

Nasa acompanha em tempo real passagem de asteróide pela Terra”.
Fenômeno não tem nada a ver com meteorito

No entanto, no mesmo dia, caiu um meteorito na Terra, sem aviso algum e causando destruição e feridos. É interessante que sejam divulgadas notícias para tranquilizar a população, e agências que forneçam dados precisos que assegurem o que está sendo mostrado em foto ou vídeo, entretanto por outro lado este meteorito que apareceu nas notícias não havia sido nem detectado, portanto é sempre bom analisar as entrelinhas do que é dito ou escrito, para podermos interpretar comunicados e notícias futuras. 

Fragmentos de um considerável meteorito espalharam-se como projéteis, após a explosão, causando grande deslocamento de ar, ferindo mais de 1000 pessoas e causando estragos em diversos prédios na área do evento. Nesta sexta-feira (15) um meteorito atingiu a região de Chelyabinsk, nos montes Urais. Segundo os últimos dados atualizados do Ministério do Interior da Rússia, moradores da cidade de Yekaterinburgo, Chelyabinsk, ficaram atordoados pelo forte ruído da explosão de um meteorito que entrou em nossa atmosfera. Conforme depoimentos de testemunhas oculares, a explosão foi precedida de um foco de luz brilhante (momento da explosão da rocha). Em seguida, surgiu no céu uma esfera luminosa, deixando um largo rasto branco. A onda de choque quebrou os vidros de várias janelas de vários prédios. Os destroços atingiram ainda uma empresa de cimento de Chelyabinsk, tendo destruído algumas paredes e uma parte do telhado. Foram igualmente danificadas as linhas de transmissão elétrica.


Vesti.ru 

A Academia de Ciências da Rússia disse em um comunicado que estimou que o meteoro tivesse cerca de 50 toneladas e entrou em nossa atmosfera a uma velocidade hipersônica de pelo menos 53 mil km/h, partindo-se em pedaços após a explosão, a uma altura entre 28 quilômetros e 51 quilômetros acima do solo.

Este fato arremeteu-me para um passado, não muito distante, quando assisti no cinema ao filme Impacto Profundo. Sigam meu raciocínio:

Quando asteroides maiores, se deslocam no espaço, normalmente são acompanhados de perto por detritos menores (meteoroides) que viajam a frente ao lado e atrás da rocha principal, presos como que por um campo gravitacional criado pelo asteroide. Esta área de detritos, próxima do corpo rochoso espacial pode variar de tamanho e se estender por até milhares de quilômetros. É como um corpo principal (no centro) seguido de detritos ou fragmentos (meteoroides) a sua volta. Estes fragmentos podem muito bem, estarem presos ao asteroide 2012 DA14 e viajando na mesma velocidade. Sendo assim antes mesmo dele cruzar a Terra ou mesmo depois de passar, pode arremessar contra nossa atmosfera o entulho espacial que o acompanha, contudo a NASA em um comunicado garantiu que o asteroide 2012 DA14 deslocava-se do sul para o norte, enquanto o meteoro da Rússia que explodiu deslocava-se do norte para o sul.

Poderia ter sido um destes fragmentos que penetrou na atmosfera e atingiu a cidade na Rússia? Segundo a NASA não, mas ainda me restam algumas dúvidas e coincidências neste caso. Se o meteorito tivesse uma dimensão maior, o número de vítimas e danos teria sido mais elevado, avaliou o chefe do Departamento de Física e Evolução de Estrelas do Instituto de Astronomia, Dmitri Vebe. De acordo com Sergei Smirnov, cientista do Observatório astronômico de Pulkovo, o objeto “tem uma massa de várias dezenas de toneladas, seguramente, que se pôde ver com clareza no céu”.





 Cratera causada pela queda do meteoro – Fonte: Foxnews Crédito: AP

Oleg Malkov, chefe do Departamento do Instituto de Astronomia junto da ANC, declarou que a humanidade não aprendeu ainda a prevenir a queda de meteoritos, apesar de diversos países, inclusive a Rússia, terem desenvolvidos sistemas de rastreio de objetos em volta da Terra, no entanto a eficiência destes projetos ainda deixa muito a desejar. Após buscas na região do rastro do bólido em chamas, os militares encontraram uma cratera de cerca de seis metros de diâmetro no suposto lugar da queda do meteorito, próximo ao lago de Chebarkul, informou um representante do Distrito Militar Central. Depois de verificado os índices de radiação no local, ficou constatado que estavam dentro dos valores normais. Depois de análise mais apurada ficou registrado que janelas e vidros de cerca de 300 edifícios de seis cidades foram estilhaçados após a explosão.  


De acordo com o portal Voz da Rússia, a Agência Espacial Federal da Rússia (Roscosmos) está desenvolvendo, em conjunto com a Academia de Ciências da Rússia, um programa que ajudará a conhecer melhor os perigos provenientes do espaço, declarou esta sexta-feira Yuri Makarov, chefe do Departamento de Planeamento Estratégico da Roscosmos. Além disso, segundo a fonte, a Rússia já tem alguns trabalhos começados, no âmbito do programa espacial federal, com vista a estabelecer um sistema de monitoramento do espaço próximo da Terra contra ameaças de caráter industrial e espacial. Makarov também observou que teria sido impossível evitar a queda de hoje do meteorito.

Fonte: Voz da Rússia
Link da notícia AQUI
Texto: Gério Ganimedes
Imagem da capa da postagem: Paramount Pictures
Colaboração: Renato Cabral, Rosana e Francisco.
Apoio Internacional: Lennoy (Rússia)


Comentário do Autor

Este meteorito bastardo, que nem batizado foi, porque não foi detectado pelo sistema de rastreamento em vigor, e penetrou em nossa atmosfera, depois da análise de astrônomos, foi estimado com 50 toneladas de peso. Imaginem agora, o estrago que uma rocha de 130.000 toneladas como o “pedregulho” que ganhou o nome de 2012 DA14 faria caso penetrasse em nossa atmosfera. Se um asteroide com essas dimensões colidisse com o planeta, liberaria 2,5 megatons de energia e provocaria uma devastação regional em grande escala. O perigo passou, mas mesmo assim, como nosso desaparecido, mas sempre amigo e colaborador Abreu dizia: “... Sigamos, a silenciosa e implacável linguagem dos fatos”, para não deixar nada escapar de nossos sentidos.

 

Fiquem bem

 

Gério Ganimedes

Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Acompanhando de Perto o Asteróide 2012 DA14

Crédito: Space.com


Por Gério Ganimedes


Nesta sexta-feira (15) quando o asteróide 2012 DA14 passar pela Terra, tirando um raspão astronômico, marcará um recorde de passagem próxima de nosso planeta. O asteróide que foi descoberto em 2012 fará um sobrevôo rasante pela Terra. Segundo os cientistas da NASA é o mais próximo que um objeto deste tamanho passou por aqui. A passagem segundo atualização de dados será as 02h24m EST (1924 GMT). O asteróide que tem 45 metros de largura, cerca de metade do tamanho de um campo de futebol e 130 mil toneladas de peso, abordará a Terra numa distância de 27.000 km, menor do que a órbita de satélites de GPS. O vídeo abaixo, com áudio em inglês, mostra como será a abordagem da rocha espacial. A NASA descarta qualquer possibilidade de aproximação ou choque desta rocha espacial com a Terra.

Fonte: Space.com


Nosso parceiro Tercer Milênio, por Jaime Maussan, nos enviou um vídeo com áudio em espanhol, onde além dos detalhes da aproximação, apresentam conexões e conseqüências caso acontecesse à queda do asteróide na Terra.  

Crédito: Tercer Milenio


Comentário do Autor


Coincidência ou não, sempre que temos um evento celeste raro (passagens de cometas, eclipses do sol, etc.), e agora, o da passagem do asteróide, acontece algum fato ligado à igreja ou a hierarquia política de um país. No mesmo período em que o sol manifesta sua atividade, entrando no Máximo Solar, com a possibilidade de tormentas solares perigosas para nosso planeta, um asteróide de tamanho e peso consideráveis, vai cruzar bem próximo de nós.

Sinais que os magos ou visionários do passado, assim como Nostradamus, previram em suas profecias? Estaria nossa santidade o papa Bento XVI sabendo de algo ou sendo pressionado a não falar, por alguma potência política significativa? Raio atinge cúpula da Catedral de São Pedro em Roma. Mais um sinal dos céus?


O que está acontecendo por trás das salas secretas da NASA e do Vaticano? Segundo notícias veiculadas, sua santidade o Papa Bento XVI, referiu-se a ficar recluso e escondido dentro do próprio Vaticano. Seria algum Bunker? Fiquem de olhos abertos, observando onde andam os presidentes e líderes das principais potências mundiais, pois se eles começarem a sumir, é porque algo está para acontecer a nível global. Coréia testando mísseis, China elaborando novos testes nucleares, Rússia testando medidas preventivas e projetos para desviar asteróides de rota de colisão com a Terra. Há poucos meses atrás o tema era “Operação Céus Vigilantes”, como muito se escreveu aqui no PQA, através de postagens referindo-se a “Ameaça Fantasma”, muito bem posicionado por nosso colaborador Abreu e reforçado por diversas pesquisas e notícias conectadas. Conectem os fatos passados através da Conexão PQA e me digam, se não tem algo estranho no ar, já há algum tempo. Estaríamos com o prazo esgotado ou é apenas algum novo movimento do jogo de xadrez político global para nos colocar em Xeque?


Ameaça Fantasma


Fiquem bem

Gério Ganimedes
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  falar, atravBento XVI sabendo de algo ou sendo pressionado a nu em suas profecias?  

Alerta - Clima Espacial e Tormentas Solares Entraram na Agenda das Preocupações da ONU

 Imagem atualizada do sol - crédito: SDO(NASA)


Por Gério Ganimedes


13 de Fevereiro de 2013 - Meteorologistas do clima espacial dizem que o Máximo Solar acontece em 2013 e alertam, para que a Organização das Nações Unidas (ONU) esteja pronta para tomar medidas de organizar uma resposta internacional às tempestades espaciais.

Em 1958, uma Assembléia Geral na ONU reconheceu o interesse comum da humanidade para promover o uso pacífico do espaço exterior e desejando evitar a extensão das atuais rivalidades nacionais a este novo campo de batalha. Foi criada então a Comissão para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (COPUOS). 

O COPUOS tornou-se um fórum para o desenvolvimento de leis e tratados que regem as atividades espaciais. Além disso, um cenário para a cooperação internacional com problemas que nenhuma nação pode lidar sozinha. Como o passar dos anos e com a adesão de 18 para 74 nações ao COPUOS o Comitê cresceu, assim como os itens de preocupação global também. Detritos espaciais, asteróides próximos da Terra, baseado no espaço de gestão de desastres, e de navegação global foram novos itens adicionados à agenda regular do comitê. Em cada reunião anual, em Viena, Áustria, membros do COPUOS fazem conferências sobre estas questões, que apresentam algum desafio ou perigo para todo o planeta.

Este ano, um novo item está na agenda: O Clima Espacial.

Segundo o que diz Lika Guhathakurta, da sede da NASA em Washington, “Este é um desenvolvimento significativo”, ao adicionar o Clima Espacial na agenda regular de Ciência e da Subcomissão Técnica do COPUOS.

A ONU está reconhecendo a atividade solar como uma preocupação, do mesmo grau de risco que os detritos orbitais e asteróides que se aproximam da Terra.

O clima espacial é o equivalente ao clima na Terra. Em vez de vento, chuva e neve, no entanto, no espaço temos tempestades de radiação, vento solar, erupções e ejeções de massa coronal. A fonte do clima espacial é o sol, e, apesar das tempestades solares serem lançadas a noventa e três milhões de milhas da Terra, elas podem fazer-se sentir no nosso planeta. “Fortes tempestades solares podem derrubar a força, desativar satélites e embaralhar GPS", diz Guhathakurta.

Crédito: NASA

“É um problema global agravado pela crescente dependência mundial em tecnologias eletrônicas sensíveis”.

Esta semana, os membros da Subcomissão de Ciência e Tecnologia estão ouvindo falar sobre alguns dos impactos econômicos potenciais do clima espacial. Por exemplo, os modernos sistemas de perfuração do solo para exploração de petróleo e gás, freqüentemente envolvem perfuração direcional em reservatórios profundos na Terra. Esta técnica de perfuração depende de posicionamento preciso usando sistemas globais de navegação. No caso do sol interferir na recepção de sistemas de GPS, as brocas de perfuração poderão perfurar no lugar errado. Partículas energéticas solares, atingindo os pólos magnéticos, podem forçar a mudança de rota de vôos de companhias aéreas internacionais, o que resultaria em atrasos e aumento do consumo de combustível. Correntes geradas em terra, induzidas por tempestades magnéticas, podem danificar transformadores e aumentar a corrosão em oleodutos.

“O clima espacial é um perigo significativo natural que requer preparação global”, diz o professor Hans Haubold no Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior.  “Este novo item da agenda, ligado às ciências e tecnologia espacial é para o benefício de toda a humanidade”.

A inclusão do item do clima espacial na agenda do COPUOS coincide com o décimo aniversário da International Living em 14 de fevereiro de 2013. O programa é um grupo de nações que se uniram em 2003 para estabelecer as bases para a cooperação mundial no estudo do clima espacial. A ONU vai ajudar a levar os seus esforços para o próximo nível.

A chave do problema para a ONU é ajudar a resolver problemas durante os apagões, na cobertura da tempestade em torno de nosso planeta. Quando uma tempestade solar varreu a Terra no passado, ondas de propagação ionizadas na atmosfera superior da Terra, geraram fluxos de corrente elétrica através do solo e o campo magnético do planeta inteiro começou a tremer.

“Estes são fenômenos globais”, diz Guhathakurta, “por isso temos de ser capazes de controlá-los por todo o mundo”.

Agora que o Clima Espacial foi elevado a um lugar permanente na agenda do COPUOS, será uma questão de conversa normal entre os diplomatas da ONU, cientistas e planejadores de emergência.

Fonte: Spaceweather.com e NASA Science News
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor


      Neste comentário tem uma Conexão PQA. 
      Sempre que aparecer este selo terá uma postagem conectada.

Sentiram a preocupação da ONU? Bem... Até sua santidade o Papa Bento XVI está preocupado.  Lembram deste post? (A NASA e o Vaticano de Olho nos Céus). No entanto, muito fui criticado por expor aqui no PQA alertas solares. Diziam que eu estava exagerando, que eu estava gerando pânico sem fundamentos, sensacionalismo para render visitas à página, sobre algo que não causaria nada, que isto só aconteceria daqui a centenas de anos e até mesmo milhões de anos. Sim realmente pode nada acontecer de imediato, mas os bem avisados e conhecedores esclarecidos, podem pelo menos, compreender melhor a causa e tentar minimizar as conseqüências. Assim os leitores e amigos, não ficam como “cegos numa orgia tendo que apalpar”. Então, se a ONU e o comitê estão preocupados, e justamente durante o período de Máximo Solar, resolvem reunirem-se para confabular, é porque os gráficos e relatórios científicos significativos começaram a preocupar os governantes, e a sala do comitê ficou mais quente que a corona solar.

Como dizia meu finado pai: “A chapa está esquentando”.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Conexão PQA



Por Gério Ganimedes


A partir de hoje, estou introduzindo na rotina do Projeto Quartzo Azul, uma nova modalidade de post, ao qual dei o nome de Conexão PQA.

Este selo aparecerá sempre que existir
 uma conexão com postagem antiga
Uma vez por semana será apresentado um post, apenas com os LINKS de postagens já apresentadas aqui, e cujos temas estejam conectados, consolidando assim, para os leitores, novas idéias e esclarecimentos sobre fatos novos, porém conectados a informações de assuntos abordados e comentados anteriormente. Penso que se fizermos uma boa conexão, podemos chegar a uma boa conclusão. Na primeira Conexão PQA o assunto abordado é:



Substâncias Extraterrestres





Espero que os leitores e amigos apreciem esta nova modalidade de post.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Marte – O Planeta Deserto que os Humanos Deixaram para Trás


Marte - Nosso antigo lar, desertificado pela mesma espécie
 que diariamente continua a devastar a Terra.

Por Gério Ganimedes

Seríamos alguma espécie de gafanhotos destruidores de planetas? Os historiadores e estudiosos do nosso sistema solar, e a NASA podem ser os detentores das respostas, de quem sabe, uma trágica e assustadora descoberta sobre nossos ancestrais extraterrestres e nossa história de destruição, como uma espécie de “gafanhotos planetários”, que só suspende o processo de devastação e consumo, quando já não resta mais nenhum recurso natural.

Seríamos nós os descendentes legítimos dos Anunnakis (seres alados que vieram do céu) ou "Homens Gafanhoto"? As imagens e reproduções falam por si só (figura 1). A palavra Anunnaki é muito antiga e riquíssima em significados, mas o que mais se aproxima, é Puros do Céu na Terra.  Ficaram assustados com a introdução? Então se preparem, pois esta informação, já descoberta, pode muito em breve ser comunicada, nos velhos moldes da agência espacial norte-americana. Comunicações e pronunciamentos estes, que normalmente são envoltos em mistério e rodeios, com muita conversa científica, muitos cientistas que não sabem nem falar e só ficam dando risadinhas idiotas, para complicar mais ainda o público menos informado. 


Figura 1

Afinal, qual a grande descoberta que a NASA anunciaria, que mudaria os livros de história da Terra?

Alguns caminhos e informações levam a concluir que a Curiosity teria descoberto ossadas ou restos fossilizados de humanos no planeta vermelho. Será verdade? Eu não ficaria surpreso, pois só para conhecimento de vocês, esta informação já parece ter vazado ou circulado, muito além dos corredores da agência espacial americana, mas assim como aconteceu nas missões Apolo enviadas para a Lua, muita coisa já foi destruída ou está muito bem guardada, ou quem as vazou, também acabou sendo muito bem guardado. Se a fonte que passou a informação é segura, então realmente, mudariam todos os livros de história da Terra, repito, todos.

Mars Rover - Curiosity

As marcas e as provas físicas capturadas pela expedição robótica enviada pela NASA (Curiosity) ao planeta vermelho, estão aparecendo aos poucos (bem pouco mesmo, pois a maior parte eles não mostram), e já não restam mais dúvidas de que o árido planeta, já foi um oásis assim como a Terra. Marte com certeza já abrigou muita vida, vegetação, lagos, rios e oceanos, florestas e em meio a este cenário fantástico, habitaram espécies de animais assim como em nosso rico planeta azul, entretanto hoje, restando apenas duas pequenas calotas de gelo nos pólos marcianos nos levam a pensar que uma espécie “inteligente e desenvolvida” de “gafanhotos humanos”, conseguiu cumprir sua tarefa de destruição e quando nada mais existia para ser explorado e consumido, simplesmente foi abandonado e deixado para trás no total esquecimento. Quem sabe, há milhões de anos atrás o homem não tenha vivido em Marte da mesma maneira que hoje habita a Terra?  Hoje seu próprio destruidor, desprovido de memória de seus ancestrais marcianos, gerações e gerações depois, sob total ignorância de seu passado, retornam a sua própria terra, apenas observando digitalmente os rastros de sua destruição.

A computação gráfica é uma área fantástica, e os softwares que estão sendo desenvolvidos, tornaram-se ferramentas mágicas para, muitas vezes, provar e consolidar nossas teorias de que o que antes era visto apenas como um planeta árido e deserto, num passado não muito distante, pode ter sido o “paraíso” de uma espécie que só destrói e consome. Se olharmos o mundo a nossa volta, e o que acontece no Nordeste brasileiro, Amazônia e em outras áreas do globo, que estão sendo desertificadas, e projetarmos isso para um futuro não muito além vislumbraremos uma idêntica paisagem marciana da atualidade.  Lanço aqui uma pergunta que reverbera em minha mente:

Paisagem marciana apresentada sempre. Pó vermelho, neblina
imagens toscas. Qual seria a verdadeira razão disso?  
Crédito da imagem: NASA

“Estariam os cientistas, manipuladores das ciências e detentores das tecnologias, mostrando para nós, apenas o planeta Marte que eles querem que vejamos, para não acabarmos percebendo o estrago que causamos em nosso antigo lar e assim ficando todos em choque por ver finalmente o que fomos capazes de fazer com um paraíso semelhante a nossa Terra?”

Leia mais AQUI

Seria esta a grande descoberta que a NASA divulgaria e silenciou em suas salas e corredores secretos? Qual seria a grande descoberta marciana que mudariam os livros da história da Terra? Podem ter certeza de que se os guardiões da informação viram algo lá, que fez regressar a memória de nosso DNA, eles simplesmente silenciaram para não mostrar do que fomos capazes. Assim como na série cinematográfica - O Planeta dos Macacos, quando o personagem George Taylor vivido por Charlton Heston, um astronauta americano, que viaja por séculos em estado de hibernação e ao acordar, ele e seus companheiros, por um fator de dobra de tempo, se vêem em um planeta dominado por macacos, se deparando no final do filme com a imagem da estátua da liberdade, destruída e enterrada na areia de uma praia. Lembram o que ele falou? Eu lembro: Malditos! Vocês conseguiram! Aquele momento bastou, para que o homem visse onde havia chegado e o que fez com seu próprio planeta.

Cena do filme Planeta dos Macacos
Crédito: 20th Century Fox

Será que é esta a cena que a NASA e os detentores das informações sigilosas sobre o planeta vermelho, não querem que vejamos? 

Vejam as imagens que trabalhei digitalmente, exclusivamente para vocês amigos e leitores, e pensem a respeito, até eu retornar com mais sobre Marte – Nosso Antigo Lar.


Grama em Marte? Porque não? 
Alteração digital (Mudança de curva de cor) feita através de Photoshop CS5
Alteração: Gério Ganimedes


Entardecer marciano, porque não? Vemos o que querem que seja visto!
Alteração digital (Mudança de curva de cor) feita através de Photoshop CS5
Alteração: Gério Ganimedes



Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
  

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sol em Atividade - Boletim Informativo


Crédito: NASA

  
Por Gério Ganimedes


Neste sábado, nove de fevereiro de 2013, uma Ejeção de Massa Coronal de classe C2, foi arremessada em direção a Terra por volta de 06h40min UT (hora universal), quando um filamento magnético no hemisfério norte do Sol entrou em erupção. O Observatório Dinâmico Solar da NASA (SDO) capturou o flash ultravioleta e a labareda subjacente que foi projetada a mais de 800 Km/h foi capturada pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO).

Crédito: NASA

Segundo informações do portal spaceweather.com, a maior parte da nuvem carregada de partículas, parece que vai cruzar mais ao norte da Terra. No entanto, é possível que ocorra um impacto mais forte, como mostra a EMC no modelo em animação preparado por analistas do Centro Goddard de Vôo Espacial. Caçadores e observadores de auroras de alta latitude devem ficar atentos no céu em 12 de fevereiro, quando a EMC atingir ou cruzar a Terra.


Veja o modelo em animação AQUI 
Créditos: Spaceweather.com


Comentário do Autor

Apesar de ser uma explosão de classe moderada, nossa estrela parece mostrar um princípio de agitação de sua fase de Máximo Solar, tamanha a região de atividade e extensão dos filamentos de plasma e movimentação magnética na corona solar ou superfície. Continuaremos acompanhando a atividade e sempre que possível informando aos leitores as condições reais da atividade de nossa estrela.

Fiquem bem

Agradecimentos especiais a equipe do Spacewether.com que nos mantém sempre bem informados. 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Anel de Fogo do Pacífico e o Máximo Solar

Anel de Fogo do Pacífico - crédito: Wikipédia

Por Gério Ganimedes


Durante toda esta semana a região das Ilhas Santa Cruz estão sob movimentação ininterrupta das placas do chamado “Anel de Fogo do Pacífico”. As Ilhas Santa Cruz é um grupo de ilhas pertencentes ao arquipélago das Ilhas Salomão, no Oceano Pacífico, localizada 400 km a sudeste do centro da cadeia de arquipélagos que formam as Ilhas Salomão. Foram mais de cem abalos sísmicos que vão de pequenos tremores na ordem de 4,6 graus na escala Richter até terremotos submarinos na ordem de 8,0 graus na escala Richter. O que intensifica a ação desta liberação de energia é a pouca profundidade dos abalos, em torno de 10 km de profundidade. Além dos tremores que atingem a região, todas as costas das ilhas que fazem parte do arquipélago das Ilhas Salomão, estão sendo atingidas por tsunamis (ondas formadas pelo deslocamento do relevo oceânico). Este aumento na atividade sísmica na região demonstra um provável ajuste nas placas, movimento da crosta terrestre, o que como conseqüência libera energia acumulada pelo roçar nas bordas das placas tectônicas, gerando os tremores constantes, ou réplicas dos abalos mais significativos.


Como ocorrem os tsunamis

Depois de alguns questionamentos, que recebi por formulário de contato e E-mail, pretendo explicar da maneira que visualizo a alta atividade na região, apresentando prováveis causas e subsequentes efeitos.

Para ilustrar a postagem o vídeo abaixo apresenta de forma clara como se forma o Anel de Fogo do pacífico (Créditos: History Channel).


Coincidentemente esta alta atividade geológica parece culminar com o período de Máximo Solar. Seria algum sintoma, como que uma percepção do motor planetário da Terra e toda estrutura externa (crosta terrestre), em resposta a alguma mudança significativa dos campos magnéticos de nossa estrela ou de uma provável supertempestade solar?



Durante algum tempo, dediquei-me a estudar as explosões solares significativas e acontecimentos de nível sísmico aqui na Terra. Em 2012 após períodos de calmaria solar e períodos de intensa atividade, num prazo de 72 horas, tempo de chegada da onda de impacto das partículas carregadas ao nosso planeta, à crosta terrestre apresentou uma espécie de força de reação contrária, movendo-se e liberando energia através de terremotos de índices significativos em diversos pontos do globo. Um dos mais significativos destes eventos registrados e analisados na minha pesquisa foi o grande terremoto do Japão em março de 2011, quando dias antes, no mesmo período, uma forte Ejeção de Massa Coronal ocorreu no Sol. Mesmo sendo combatido por alguns, continuo em minha total crença de que a Terra como um “Ser Vivo” possui percepção e reações adversas ao clima espacial, sendo assim, o Sol como agente mais importante na escala astronômica terrestre é um elemento chave e de grande potencial, nas respostas ou reações terrestres.

Estaria o planeta pressentindo algo com relação a nossa estrela? Mudanças magnéticas na corona solar poderiam de alguma forma já estar agindo no núcleo e crosta de nosso planeta? O Sol apresenta uma calmaria preocupante nas últimas semanas, e quem estuda a estrela sabe que, pode ser prenúncio de grande atividade. No entanto, penso que ainda é cedo para conduzir a um ponto de foco único com esta teoria, entretanto não desisto de minha conduta e pesquisa, de que terremotos estão ligados diretamente ao impacto do clima espacial, em particular, do Sol.

Penso que, se esta contínua movimentação no “anel de fogo do pacífico” estender-se por muito tempo, muita energia e pressão, abaixo do leito oceânico ficará concentrada, muito magma será pressionado, muito calor acumulado e toda a região que faz parte deste círculo de “rachaduras na terra”, não restam dúvidas, entrará em colapso, podendo, notem bem não estou dizendo que irá acontecer, mas existe uma grande probabilidade, de que muito em breve ocorra um Megaterremoto, como já alertado por cientistas japoneses. É uma panela de pressão, com muita água, calor e em movimentação, o conjunto de elementos perfeitos para uma grande liberação de energia ou explosão.


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
Postagem automática programada 


Podemos ser alvo de uma supertempestade solar a qualquer momento – Alertam Cientistas do Reino Unido

Crédito: Reuters


Por Gério Ganimedes

Cientistas da Academia Real de Engenharia do Reino Unido revelaram que o mundo terá um aviso, de apenas 30 minutos de antecedência, antes de uma Supertempestade Solar, que acontece pelo menos uma vez por século, venha a atingir a Terra, derrubando importantes sistemas de comunicações.

As supertempestades solares ocorrem a cada 200 anos, a última tempestade atingiu o nosso planeta em 1859, e os cientistas já estão se preparando para o evento, que poderá paralisar redes de comunicações, incluindo GPS e telefones celulares. Esta notícia não está vindo de “teoristas da conspiração”, a notícia vem de um novo grupo de peritos espaciais, que já está pensando em metodologias e alternativas para ajudar a proteger a Grã-Bretanha desta iminente tempestade. A Academia Real de Engenharia disse que a explosão de radiação maciça é inevitável e que o Governo deve criar um Conselho de Clima Espacial do Reino Unido - um grupo responsável por dirigir e supervisionar as estratégias para este evento solar e suas conseqüências. Eles terão que estarem prontos para lidar com apagões nas redes elétricas, satélites de comunicação fora do ar e interrupção dos sistemas de navegação dos transportes aéreos, terrestres e marítimos.

Embora eventos climáticos solares aconteçam com uma base regular, a Terra ainda não experimentou uma supertempestade desde o início da era espacial. Na ocasião da última grande tempestade, a Terra foi atingida por uma onda de partículas energéticas, após uma grande explosão solar. Correntes induzidas, causadas ​​pela explosão, resultaram em faíscas em postes telegráficos e diversos incêndios, e em todo o mundo, o céu noturno foi iluminado por magníficas auroras. No entanto naquela época, não haviam satélites em órbita ou micro-chips sensíveis no caminho das partículas.

A mensagem dos cientistas é: “Não entrem em pânico, mas prepararem-se, que uma supertempestade solar irá acontecer um dia e precisamos estar prontos para isso”.

Cerca de um em cada 10 satélites na órbita terrestre pode ser nocauteado por dia, durante o evento de uma supertempestade, disse o relatório.  Muitos satélites com tecnologia mais antiga, com certeza perderiam sua função e teriam que ser substituídos. Sinais de GPS seriam interrompidos de um a três dias após a tempestade atingir a Terra, assim também como a transmissão via satélite. Navegação aérea e marítima em risco total com os sistemas de navegação inoperantes, ou seja, um caos total. Não esquecendo que as partículas energéticas penetram níveis inferiores da atmosfera e podem também interferir com a eletrônica de aeronaves militares e comerciais.

O engenheiro espacial Keith Ryden, da Universidade de Surrey, outro membro do grupo de trabalho, disse: “O cenário mais provável é a corrupção de dados. É possível que os chips possam falhar. Os sistemas são concebidos para lidar com certa quantidade de falhas”.

Atualmente um antigo satélite, chamado de Advanced Composition Explorer (ACE), fornece alertas com antecedência de 15 minutos, no caso de uma Ejeção de Massa Coronal (EMC ou CME em inglês), uma nuvem de plasma imensa com partículas carregadas, que causam o maior dos danos, durante uma tempestade solar. Os cientistas estão preocupados com o que pode acontecer se o ACE falhar.

A substituição do ACE, chamado de Discover, está prevista para 2014, quando então o substituto, será lançado pela agência espacial americana (NASA).

As conseqüências deste evento, já parece estarem sendo valorizadas, quando uma notícia deste tipo, que antes certamente não chamava a atenção, comparada às câmeras “da casa mais vigiada do Brasil”, agora começa a receber certo foco da reportagem. Veja a notícia veiculada hoje, pelo G1 – portal da Rede Globo na Internet.

08/02/2013 07h49 - Atualizado em 08/02/2013 08h08

Supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento

 

O alerta é da Academia Real de Engenharia do Reino Unido. A previsão assusta porque os cientistas só vão saber 30 minutos antes.


Um alerta da Academia Real de Engenharia do Reino Unido causa preocupação ao redor do mundo. Uma supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento. A previsão assusta porque os cientistas só vão saber 30 minutos antes. O efeito pode ser devastador. Segundo o autor do estudo, uma tempestade dessas dimensões ocorre a cada 150 anos. O cientista também afirma que os governos precisam ter um plano de emergência para enfrentar um apagão longo e de grandes proporções.

  
Fonte: G1 e Daily Mail UK - Science
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Leia a matéria em inglês AQUI
Colaboração: Sonia Maria via formulário de contato 

Comentário do Autor

Quando acontecerá? Não me arrisco nem de longe em prever, no entanto, estamos no período de Máximo Solar, e se tratando do Sol, tudo é possível, mas parece, que os cientistas estão muito certos, ao lançarem um alerta desta categoria. Como eles costumam falar: "Depois não venham dizer que não avisamos...".

Fiquem bem

Gério Ganimedes
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Postagem automática programada

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Um Raspão Astronômico ...



Crédito: NASA 


Por Gério Ganimedes



Conforme já veiculado por vários sites, inclusive pela mídia convencional, mas não obstante, poderíamos deixar passar em branco, o asteróide, catalogado como 2012 DA14, irá fazer uma passagem por nosso planeta numa distância relativamente pequena em escalas astronômicas. Ele passará a apenas 27.680,72 quilômetros, uma distância, que se torna até mesmo menor que as órbitas de alguns satélites artificiais. O asteróide, que mede cerca de 45,72 m de diâmetro, passará mais perto da Terra, do que a órbita de alguns satélites geoestacionários, que se situam cerca de 35.727,44 quilômetros acima da Terra.

Embora o asteróide seja pequeno, se estivesse em rota de colisão com a Terra, iria produzir uma explosão equivalente a 2,5 milhões de toneladas de TNT. E este é apenas uma, das mais de 500 mil pedras que circundam a Terra. A boa notícia, é que os cientistas dizem que isso não é suficiente para acabar com a vida no planeta, mas poderia destruir uma cidade do tamanho de Londres. Apesar de uma distância pequena, astronomicamente falando, você certamente não conseguirá ver o asteróide sem a ajuda de instrumentos astronômicos. A NASA diz que ele não vai ser brilhante o suficiente para ser visto a olho nu, mas que um bom par de binóculos ou um telescópio deve ser capaz de capturá-lo. Segundo a NASA, a rocha deverá passar no dia 15 de fevereiro, rapidamente, no hemisfério sul à noite e no norte durante a manhã. Sua abordagem, mais próxima da Terra, acontecerá cerca de 19h26min (UTC) quando atingirá seu maior tamanho para observação, mesmo assim, ainda com pouca luminosidade para observação a olho nu.

O ponto de melhor visão, para os astrônomos, será na Indonésia, segundo cientistas da NASA. Europa Oriental, Ásia e Austrália também poderão fornecer local de boa observação do corpo celeste, que passará numa velocidade de 28.000 km/h.

O asteróide foi descoberto apenas no ano passado, por astrônomos, no sul da Espanha. A equipe estava operando a partir do observatório de Sagra - La Sky Survey perto de Granada, na Espanha. Este observatório utiliza telescópios automatizados para acompanhar pequenos asteróides e cometas. O asteróide 2012 DA14 foi descoberto depois que os astrônomos decidiram procurar áreas do céu, onde asteróides não são geralmente vistos. Seu período orbital em torno do sol é muito próximo do nosso, 368 dias, e ele tem feito uma abordagem cada vez mais estreita, a cada ano. Mas os cientistas garantem que ele deve manter esta órbita pelo menos nas próximas três décadas.

O Dr. Gerhard Drolshagen, um dos observadores de objetos próximos à Terra da Agência Espacial Européia (SSA) disse: “Em tempos futuros a possibilidade de uma colisão não pode ser completamente excluída. É altamente improvável, mas a probabilidade é maior do que zero”.

Fonte: Daily Mail UK – Science
Leia a matéria em inglês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Para aqueles que já estão falando sobre a possibilidade de colisão com a Terra, em função do asteróide ser de constituição básica ferrosa (ferrita ou ferrite - A ferrita ou ferrite é uma fase sólida componente do diagrama Fe - C onde a solubilidade do carbono no ferro é pequena, a qual apresenta estrutura cristalina CCC - cúbica de corpo centrado), e ocorrer uma provável ação da força de atração gravitacional da Terra sobre o corpo rochoso, mudando sua órbita e colocando-o em rota de colisão com o nosso planeta, eu diria que esta possibilidade está seguramente descartada, diante da órbita constante, tamanho (proporções reduzidas) e a alta velocidade da rocha espacial.

A título de curiosidade, uma pedra semelhante a esta foi responsável pelo conhecido evento na floresta de Tunguska, quando em 30 de junho de 1908, as margens do rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria, uma onda de choque criada pela explosão de uma rocha espacial, com potência cem vezes maior que a bomba de Hiroshima, devastou 2.000 Km2 de floresta.

Então, senhores caçadores de rochas espaciais, por favor, fiquem bem e de preferência bem alertas!

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

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