sábado, 9 de março de 2013

Calmaria Solar – Onde? Resultados Positivos


(Foto 1) Crédito: NASA, via Daily Mail UK - Science

Por Gério Ganimedes


Sinais de fadiga da comunidade científica


Penso que não devo contar vitória antes do tempo, mas os primeiros sinais de fadiga da comunidade científica estão fornecendo-me forças, para que eu continue avançando nas pesquisas e reforçando as teorias rígidas sobre a repentina mudança no clima espacial, pois parece haver alguma agência muito interessada no assunto, e quando ela percebe que certos pesquisadores insistentes (nós) começam a bater na mesma tecla, resolvem tomar medidas imediatas para tornar os alertas científicos antes restritos, públicos e injetados na mídia convencional, curiosamente, quase que imediatamente, após as postagens publicadas alcançarem um público assíduo e global. Como administrador do Projeto Quartzo Azul, começo a considerar esta reação como um avanço e ao mesmo tempo uma vitória no trabalho de informação, pois mesmo com  nossa insignificante magnitude, começamos a ganhar força através do número de leitores. Não foi a primeira vez que percebi este movimento colateral, mas pensei ser o momento para expor minhas observações, desconfianças e considerações.

Agora observe a data e a notícia divulgada no Daily Mail – Science

PUBLICADO: 16h54min GMT, 08 de março de 2013 | Atualizado: 17h34min GMT, 08 março de 2013.

A calma antes da tempestade solar?

Nasa adverte “algo inesperado está acontecendo com o Sol”.

Este ano era para ser o ano do "Máximo Solar", o auge do ciclo das manchas solares de 11 anos, mas a o que a imagem mostra, é que a atividade solar está relativamente baixa.

“Número de manchas solares estão bem abaixo dos valores de 2011, e as fortes explosões solares, foram pouco freqüentes”, diz a agência espacial.

A imagem acima (foto 1) mostra a superfície do sol voltada para a Terra em 28 de fevereiro de 2013, como foi observado pelo Helioseismic and Magnetic Imager (HMI) no Observatório Dinâmico Solar da NASA.

Foram observadas apenas algumas pequenas manchas solares em uma face praticamente limpa, e que normalmente, durante o pico de máxima atividade solar, é repleta de manchas. Especialistas estão frustrados pela aparente falta de atividade, com muitos se perguntando se a NASA simplesmente não entendeu errado. No entanto, o físico solar Dean Pesnell do Goddard Space Flight Center da NASA acredita que ele tem uma explicação diferente:

“Este é um máximo solar”, diz ele. “Mas parece diferente do que esperávamos, pois é de duplo pico”. “Os dois últimos de máximo solar, por volta de 1989 e 2001, tiveram não um, mas dois picos”. “A atividade solar subiu, desceu, depois subiu novamente, realizando um mini-ciclo que durou cerca de dois anos”, disse ele. A mesma coisa poderia estar acontecendo agora, enquanto a contagem das manchas solares saltou em 2011 e caiu em 2012 ele acredita. Pesnell espera que elas se recuperem em 2013: “Estou confortável em dizer que vai acontecer outro pico em 2013 e, possivelmente, um último em 2014”. Ele viu uma semelhança entre o ciclo solar 24 e o ciclo Solar 14, que teve um duplo-pico durante a primeira década do século 20. “Se os dois ciclos são gêmeos, significaria que teríamos um pico no final de 2013 e outro em 2015”.

Fonte: Daily Mail – UK (Science)
Leia a matéria publicada AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Texto da introdução: Gério Ganimedes

Spaceweather.com dia 08.03.2013
Mas afinal, são poucas ou muitas manchas?


Comentário do Autor

Entenderam a explicação deles? Não? Confusa? Se dedicarem um tempo, compreenderão, mas é para ser assim mesmo. A ideia principal é esta, confundir mais do que explicar. Contudo, o que é mais interessante, não é a forma como são respondidas nossas perguntas, mas sim o fato de que nossas perguntas estão sendo lidas e respondidas, quase que imediatamente, após serem publicadas. Isto mostra que alguém está atento no que é apresentado, como está sendo questionado e as bases onde o questionamento está apoiado.

Fiquem bem ... Voltaremos

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 8 de março de 2013

Calmaria Solar - Onde?


 Manchas solares em atividade
SDO (NASA) Edição de imagem: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes
  
As informações repassadas por agências espaciais e pela comunidade científica, transmitem a população o que de real acontece com nosso Sol?

Diante das atuais pesquisas e acompanhamento diário dos gráficos, acredito que algo está sendo suprimido, omitido ou confundido propositalmente.

Notícias como a divulgada pelo portal G1, de que uma erupção solar lançou radiação de grande escala em direção a Marte, e que a NASA diante da gravidade do evento vai desligar o rover Curiosity temporariamente para preservar o robô marciano, faz pensar que a atividade do sol demonstrada pela observação dos cientistas, não está assim tão baixa como tentam transmitir em seus boletins informativos oficiais.

Além de um fluxo de radiação, uma nuvem de gás superaquecido viaja em direção a Marte deslocando-se a uma velocidade de 3,2 milhões de Km/h. Esta nuvem foi ocasionada por uma grande erupção solar detectada nesta semana pela agência espacial americana - Nasa. Bem, mas o que se fala em termos científicos e está sendo apresentado nos gráficos e imagens do sol, é que tudo está muito abaixo do esperado, que o sol está tranqüilo, e os astrônomos e cientistas que acompanham o humor de nossa estrela dizem que sua TPM está bem abaixo do esperado.

Diante de algumas contradições apresentadas em páginas oficiais, resolvi como já é de costume, pesquisar e correr atrás, podendo constatar que o cenário solar não é bem o que está sendo discutido e mostrado. O número de manchas vem aumentando, a atividade dos campos magnéticos e as serpentes solares de plasma se intensificaram na superfície da corona solar, isso sem falar, dos incontáveis filamentos de plasma ejetados pela atividade instável dos campos magnéticos criados pelos gases, e que acabam por abrir e fechar imensos buracos coronais na superfície da estrela, buracos estes, ejetores de vento solar carregado de partículas em alta velocidade e nocivas. Esta semana cientistas anunciaram a descoberta de um novo cinturão de radiação em torno de nosso planeta. Relacionando a recente descoberta ao agente agressor, penso que este novo cinturão nada mais é, do que uma estrutura formada pela deterioração de uma camada da magnetosfera (escudo magnético invisível que protege nosso planeta), transformada em residual radioativo, decorrente da ação constante e implacável do vento solar carregado de partículas radioativas. Nosso escudo vem sofrendo nos últimos meses constantes ataques de partículas carregadas, enviadas a Terra através das ejeções de massa coronal provenientes do sol, e que gradativamente enfraquecem (tempestades geomagnéticas) nosso escudo magnético, além de nossa já frágil camada de ozônio.

 Erupção e filamento Solar
Divulgação NASA/AP

A imagem principal da postagem foi obtida através do Observatório Dinâmico Solar (SDO) e posterior ampliação digital que fiz de um quadrante da imagem original. Podemos observar, pelas labaredas, que o clima por lá não está assim tão tranqüilo como está sendo informado. Os setores das manchas solares apresentam grandes alterações magnéticas, fazendo com que incomensuráveis filamentos sejam ejetados da superfície solar. Como conseqüência desta alta atividade, temos um vento solar com partículas altamente carregadas e com altíssima velocidade, o que para nós aqui na Terra é sentido, não só no aumento de auroras boreais ou luzes do norte, mas fisicamente percebido em nossa própria pele, através de uma forte ardência mesmo em períodos de baixa exposição ao sol. Se observarem um pouco mais os recursos eletrônicos que fazem parte de sua vida e de seus lares, perceberão inúmeras interrupções em seus receptores de TV por satélite, instabilidade no sinal de internet, ruído nas ligações de aparelhos celulares e para os conservadores ouvintes do rádio AM e FM, seguidas interrupções de sinal ou ruídos sobrepostos às transmissões. Contudo, o que mais preocupa a nível salutar é o que esta radiação está fazendo com nosso tecido celular, pois está quase que impossível suportar uma caminhada sob o sol, tamanha é a intensidade e a radiação recebida. Chega ao ponto  de doer a pele, não apenas causar ardência. Os níveis de UV estão estourando os canecos nas tabelas de risco a saúde, mas como sempre, para as autoridades de saúde, cientistas e especialistas está tudo bem. Não está não. As organizações de saúde deveriam transmitir a população, alertas mais direcionados, para expor os riscos deste bombardeamento de alta intensidade de raios UV destruidores de células e altamente cancerígenos. Caminhando contrário a tudo isso, as campanhas para prevenção na verdade são para total benefício dos fabricantes de protetores solar que cada vez mais cobram por seus produtos o peso em ouro. Conecte tudo o que está acontecendo cientificamente, o que está sendo informado e o que você está sentido na pele e diga que estou exagerando. 

"... E não me venham os céticos dizer que a coisa está fresca, que eu vou mandar ... é lagartear no sol, para ver o que é bom para pele".


Dedicado aos meus amigos Renato e Francisco 


Gério Ganimedes
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quinta-feira, 7 de março de 2013

2013 o Ano dos Cometas - Atualização


Por Gério Ganimedes

Para os apaixonados por astronomia, o ano de 2013 tornará o firmamento noturno e diurno, cenário de divagações astronômicas remetendo-nos para a época dos grandes astrônomos da história. Por outro lado, para os muitos adeptos dos “sinais do fim” estes corpos celestes seculares recebem definições negativas como “os mensageiros das catástrofes” e para os extremistas da ufologia estes icebergs espaciais, acabam tornando-se esconderijos de naves extraterrestres.

cometa Pan-Starrs

Cometas

Prometendo um espetáculo à parte, estas jóias raras do universo cruzarão os céus com seus véus fantasmagóricos, formados por gases sublimados de seus corpos gelados. Falando assim, chega a arrepiar, pensando nos mensageiros dos céus ... Na lista de celebridades celestes, destacam-se dois dos três cometas, que antecipadamente já estão deixando seu brilho nos diários dos amantes da astronomia. Se você pretende dispor de um tempo para observações, aqui no Brasil já é possível ver o Pan-Starrs, para isto basta olhar na direção oeste durante o pôr do sol, por volta das 19h30m (hora de Brasília), logicamente com uma pequena variação dependendo da região do país. Se você estiver equipado com um bom par de binóculos, com certeza poderá apreciar mais nítida e claramente a passagem da pedra de gelo e sua cauda gasosa, mas pela magnitude deste cometa em particular, existe uma pequena possibilidade de ser visto a olho nu, contando é claro, com fatores adicionais: Tempo limpo e uma atmosfera sem poluição residual ou luminosa. O Pan-Starrs cruzará o firmamento quase noturno, bem próximo da linha do horizonte e poderá ser visto até o dia 15 de março, sendo 12 de março o melhor dia para observação.

Hale-Bopp crédito: Corbis


O Mensageiro dos Séculos

Um cometa com brilho 15 vezes mais intenso do que a lua vai atravessar os céus de nosso planeta em 2013. Assim como o cometa Hale-Bopp cruzou os céus do Alaska (foto acima), para o ano de 2013 está previsto um espetáculo ainda mais grandioso no nível de eventos astronômicos, permanecendo visível sem ajuda de instrumentos ópticos, por semanas no firmamento.

A observação destes corpos celestes é uma das visões mais espetaculares que um ser humano pode esperar para ver e neste ano um cometa, que pode ofuscar até mesmo a lua, está previsto passar perto da Terra. O cometa ISON está visitando o interior do sistema solar e promete uma visão histórica para observadores do Hemisfério Norte, durante o período de novembro e dezembro, quando ele estará se dirigindo para o Sol. Ele poderá vir a ser mais brilhante do que qualquer cometa do século passado, visível até mesmo em plena luz do dia e esta pode ser sua única viagem ao sistema solar, pois sua trajetória ao que tudo indica, pode acabar num mergulho ardente direto para a superfície de nossa estrela.

Atualmente ele está se movendo dentro do sistema solar, além de Júpiter, e como ele se aproxima da Terra, sua constituição gelada poderá produzir uma exibição deslumbrante, gerando luz muito mais brilhante do que a lua e, potencialmente, será visível em plena luz do dia.

O cometa que foi descoberto por astrônomos usando o telescópio óptico da Rede Científica Internacional na Rússia, vai passar fechado a uma distância aproximada de dois milhões de milhas da superfície do sol.  Ele está em uma órbita parabólica, o que significa que provavelmente, se originou a partir das áreas exteriores do sistema solar, talvez a partir da nuvem de Oort - uma massa de detritos gelados que fica 50.000 vezes mais longe do Sol do que nosso planeta está.  O cometa começará apresentar seu brilho uma vez que estará dentro da órbita de Júpiter, assim com o calor do sol, começará a ferver o gelo aprisionado em sua estrutura, sublimando, ou seja, transformando gelo em gás.   


Cometa Lemmon (C/2012 F6)

Outro desbravador gelado do universo, o cometa Lemmon (C/2012 F6), esta cruzando os céus do Hemisfério Sul em direção ao Sol, e atingiu nesta terça-feira passada (5) a menor distância da Terra. Neste dia o cometa de coloração esverdeada passou a uma distância de 146 milhões de quilômetros da Terra. O Lemmon pode ser visto apenas com a ajuda de equipamentos ópticos (binóculos de 50mm ou telescópios) até as 20h30m, durante as próximas duas semanas. Entre 10 e 23 de março de 2013 o Cometa Lemmon deve atingir seu máximo brilho (4a magnitude) sendo visível ao anoitecer na constelação do Escultor. O C/2012 F6 (Lemmon) é um cometa de longo período descoberto em Leo em 23 de Março de 2012, por A.R. Gibbs com um telescópio refletor de 1,5 m + CCD, no Monte Lemmon Survey, localizado no cume do Monte Lemmon nas Montanhas Catalina ao norte de Tucson, no Arizona, EUA.



Comentário do Autor

Já estou até vendo...Vai começar tudo de novo... Mais um “Elenin”, naves escondidas, clusters, alinhamentos...



Gério Ganimedes
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quarta-feira, 6 de março de 2013

Seguindo a Trilha do Desconhecido


22 de agosto de 2011 - Constelação de Pegasus


Por Gério Ganimedes


Em 22 de agosto de 2011 um corpo celeste que não consegui identificar, mesmo utilizando o Software Starry Night Pro versão 6.0 com todas as atualizações revisadas, estava na constelação de Pegasus com as seguintes informações de localização:

AR/DEC: 23h23m 49,3s/+16°32’11,9”. Az/Alt: 29°58’39”/+37°55’30”.

A primeira foto (acima) foi tirada com telescópio refrator de objetiva de 100 mm, com ocular combinada totalizando aproximadamente (180x). Desde então, várias fotos já foram tiradas do objeto, e venho acompanhado o caminho do desconhecido. No entanto depois de um período de escuridão técnica, sem meu telescópio refletor, e sem recursos para observação, passei a receber a ajuda de um amigo astrônomo amador J.D. o qual me enviou fotos atualizadas do objeto que alguns já chamam de “Gerião”. As fotos foram obtidas através do acoplamento de uma câmera Canon digital de 12MP a ocular de um telescópio refletor com aumento aproximado de (200x) e com as seguintes especificações: Diâmetro da objetiva – 203 mm, Distância focal 1200 mm e com ocular de f/6. Por ser um telescópio novo e com lentes de excelente qualidade, o resultado foi uma foto mais nítida. As imagens foram obtidas com o telescópio com base na cidade chilena de Copiapó, na região do Atacama (céu límpido). Analisando a foto, parece um sistema composto de uma anã-marrom e seis planetas, com uma região de detritos ou meteoróides. O corpo celeste misterioso está atualmente na constelação de Ophiuchus ou Serpentário, a leste, no horário de observação conforme fotos abaixo: 

Foto atual: J.D. Edição digital – Gério Ganimedes

Foto atual: J.D. Edição digital – Gério Ganimedes


Seria este o astro, que tem aparecido ao lado de nossa estrela em imagens do pôr do sol? Estaria um mini-sistema planetário composto de seis planetas e uma anã-marrom aproximando-se de nosso sistema, e tornando-se o responsável por mudanças no clima espacial e as consecutivas quedas de meteoros? 



Até que seja devidamente identificado o corpo celeste em análise, "NÃO PODEMOS CONCLUIR NADA", no entanto, ficam algumas pulgas coçando atrás da orelha, quando notícias veiculadas na internet afirmaram e logo após foram desmentidas, de que um sistema planetário está se aproximando do nosso sistema solar. 

É bom ficarmos ligados ... 

Texto: Gério Ganimedes
Fotos: Gério e J.D.
Colaboração: J.D. (Chile)
Postagem: Programada

Gério Ganimedes
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terça-feira, 5 de março de 2013

Óvnis Inseridos na Arte – Parte IV

O Batismo de Cristo - Aert De Gelder (1710)
De Gelder pintor holandês, nasceu e morreu em Dordrecht.
Ele foi um dos últimos alunos de Rembrandt em Amsterdam,
estudando em seu estúdio de 1661 a 1663.




Por Gério Ganimedes


Artistas que não economizaram pincel, nem tinta, para enriquecer de detalhes aeronaves voadoras descarregando feixes de energia, raios luminosos e ou emanações energéticas em ícones da história, com certeza tiveram uma segunda intenção com suas obras. Diferente do que os céticos alegam que são criações abstratas, um pintor não coloca em sua tela algo que não faça parte do contexto de sua obra ou que no mínimo, não tenha sido observado ou cogitado em sua época, caso contrário, voltamos ao ponto destas personalidades serem visionários (aqueles que têm a habilidade de viajar no tempo e enxergar acontecimentos que ainda estão por vir).

A pintura acima, criada por Aert De Gelder em 1710, intitulada “O Batismo de Cristo” é uma das mais descaradas tentativas de mostrar a verdadeira origem de tudo aqui na Terra. Dedique uma atenção especial para o objeto em forma de disco voador que parece estar lançando raios de luz sobre Jesus Cristo e João Batista. Por que o artista iria adicionar tal recurso expressivo em sua pintura? Por que vemos objetos que se parecem com óvnis nestas pinturas religiosas antigas?

Para quem está pesquisando, está mais do que claro que a ideia e intuição primária destes autores são a mesma, e seguem um padrão quase que forçado tentando nos dizer algo.

“A história das religiões apenas mostram de maneira interpretativa, codificada e filosófica, aquilo que para nós pesquisadores da vida extraterrestre, é conhecido como as antigas bases do berço da ufologia. As obras artísticas retratadas através das tintas, transmitem a essência dos autores e sua fiel crença de que estamos ligados por um cordão umbilical divino, porém de origem extraterrestre”.


A obra de Gelder apresenta de forma impecável e indiscutível, uma aeronave em forma de disco, atingindo com raios, claramente, os elementos ou personagens retratados. Creio que diante de tal representação, não podem existir segundas opiniões para o que foi expresso nesta revelação artística. Talvez de uma forma inédita, estejamos no limiar das descobertas, e me parece que o grande “Cavalo de Tróia” responsável pela abertura das portas do “Verdadeiro Jardim do Éden”, é a própria igreja. A talvez, detentora dos maiores segredos da humanidade, pressionada pela ciência e pelos eventos atuais, adentraram por portais que fragilizaram sua própria estrutura, transformando-os em seu próprio delator. O avanço científico nas comunicações e a velocidade com que a informação viaja, acabou por acordar muitos de nós para uma busca quase que particular, atrás de nossa verdadeira paternidade. Buscamos através de uma literatura filosofada e adaptada de nossa origem, o nosso pai biológico e como num “Tempo de Despertar”, devemos aproveitar o curto lapso de tempo que estamos despertos, para adentrar os portões do conhecimento, para quem sabe, com o que nos restou de massa cinzenta intocada (sem manipulação), e sem condicionamento, podermos descobrir de onde viemos, porque fomos deixados aqui e quem é o legítimo fornecedor de nosso DNA.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Óvnis Inseridos na Arte – Parte III

 “Glorificação da Eucaristia” obra de Bonaventura Salimbeni
Afresco da igreja de San Lorenzo em San Pietro

Artefato ou dispositivo extraterrestre? Rádio para falar com Deus?


Por Gério Ganimedes


Numa estreita relação, no mínimo curiosa entre a arte renascentista, a igreja e a ufologia, os leitores poderão observar, com a matéria apresentada a seguir, que na verdade a religião oculta muito mais segredos do que todas as agências de inteligência, as comunidades científicas e a principal agência espacial, a NASA. Ao despertarmos de um sono profundo da inércia de nossos pensamentos conservadores, iniciamos um novo aprendizado no que se refere a ver com os verdadeiros olhos de nossos sentidos. A intuição, ou a percepção extra-sensorial que todos nós possuímos, mas que muitos ainda, apenas não desenvolveram, nos permite ligar pontos de uma rede de informações, talvez nunca observada antes, ou no mínimo nunca antes comentada abertamente. O propósito desta postagem é mostrar correlações de descritivas artísticas ou obras de autores que vão muito além da limitada, controlada, manipulada, policiada e convencionada matriz em que vivemos.

Foto/crédito: EPA
Reunião para o Conclave no Vaticano
Homens decidindo, em nome de Deus?

Os grandes rebeldes da história tentaram há muito fazer isso, revelar as verdadeiras bases do desenvolvimento humano na Terra, no entanto muitos foram crucificados, silenciados através do tinir da lâmina da guilhotina, ou de forma horrível e dolorosa, queimados em fogueiras. Fomos criados dentro de um padrão de normas, herança dos antigos guardiões da verdadeira história do homem, que nos transformou em verdadeiros ratos de laboratório num labirinto hermético onde aqueles que tentam ejetar-se dos corredores da “ditadura humana” (mascarada de democracia), para revelar qualquer dos segredos de nossa origem ou de como deveríamos viver de acordo com as verdadeiras leis do criador, são arrebatados e pulverizados pelas tábuas das convenções humanas que dizem o que é o certo e o que é errado, o que é digno e o que é punitivo até mesmo com a morte. Nosso Deus se tornou um carrasco, alguém que a tudo e a todos castiga e distribui punições severas. Tudo é pecado, diante dele, assim diz o homem e suas traduções históricas. 

Desde quando o rádio de comunicação de Deus está funcionando, para que seus “representantes” aqui na Terra, digam com convicção que isto ou aquilo é errado e será punido pela poderosa mão do criador? Onde está a procuração de Deus? Quem se intitula o procurador e porque a razão de ser o beneficiário deste poder? 
  
Estudiosos e pesquisadores nos mostram, que ao longo da história da humanidade apareceram símbolos, artefatos e lugares que permitiam aos “eleitos”, pessoas escolhidas de Deus, se comunicar com ele (Gostaria de saber qual o critério desta escolha). Nesta categoria de transmissores e receptores aparecem a Arca da Aliança, as Tábuas das Leis e um estranho artefato (parecido com um rádio com antenas) retratado num afresco que se encontra na igreja de San Lorenzo em San Pietro. A obra foi finalizada em 1600 e chama-se “Glorificação da Eucaristia” obra de Bonaventura Salimbeni. 

Observe na fotografia da parte superior da postagem o objeto esférico situado entre Deus (à direita) e Jesus Cristo (à esquerda), e comparem com a imagem abaixo, que foi retirada de um vídeo divulgado durante a coletiva do Vaticano, que mostra uma urna que irá receber os votos do conclave, a reunião sempre cercada de mistérios, e que irá escolher o próximo Papa.  Atualmente, em Roma, encontram-se reunidos 142 dos 208 cardeais, que durante alguns dias irão resumir os resultados do pontificado de oito anos de Bento XVI, discutir as mais importantes questões da vida religiosa contemporânea e até compor um "retrato descritivo" do pontífice desejado. No quadro destes encontros, será marcada a data do conclave.

 Urna que irá receber os votos do conclave para eleição do novo Papa



O objeto retratado, dito por alguns estudiosos e ufólogos como sendo um satélite, curiosamente tem a mesma forma e aspecto da urna apresentada pela primeira vez pelo Vaticano. Liberação gradual de informações ou apenas
coincidências? Seria a representação ou réplica do rádio para falar com Deus?

Com o andar das pesquisas, percebe-se mais a cada dia, o quanto somos manipulados, através das ameaças e imposições arbitrárias criadas por uma sociedade política e religiosa totalmente falida, mas que a milhares de anos perdura. Os fatos demonstram isso dia após dia com escândalos tanto de ordem política, econômica e religiosa. Estamos de volta aos tempos medievais, dos castelos, reis, rainhas e um povo sendo massacrado pela mentira e pela fome. Penso que assim como muitos de nós estamos aqui tentando puxar o manto escuro que cobre a verdade de nossas origens, os artistas da Renascença dentro de seu universo, nos deixaram informações claras de suas idéias, reflexões e quem sabe a revelação de seus grandes segredos. Leitores e amigos, vocês podem estar certos de uma coisa: "Quem detém o poder jamais quer perdê-lo".


Fiquem bem


Gério Ganimedes
Postagem programada 
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


segunda-feira, 4 de março de 2013

O Escudo de Abracurcix


Conexão PQA



"A famosa música de Jerry Lee Lewis, Great Balls of Fire (Grandes Bolas de Fogo) poderia servir muito bem de trilha sonora para os últimos eventos celestes e com certeza, iria deixar os cientistas da NASA com o extintor de incêndio na mão para apagar o fogo de suas cabeças, que já andam apresentando combustão espontânea" - Gério Ganimedes

              
  



Por Abreu

“Abracurcix” é o chefe da tribo. Majestoso, corajoso, colérico, o velho guerreiro é respeitado pelos súditos e temido pelos inimigos. Só tem medo de uma coisa: que o céu caia em sua cabeça, mas como ele próprio afirma: "Quem morre de véspera é peru." (Abracurcix é uma das personagens das histórias em quadrinhos criadas em 1959 na França por Albert Uderzo e René Goscinny, cuja revista leva o nome de Asterix. Fonte: asterix.radar-rs.com.br.

Créditos: Albert Uderzo e René Goscinny

“POR TOUTATIS!” A invocação ao deus celta, adorado pelos gauleses, certamente seria a maneira do herói Asterix interpelar os cientistas modernos, num hipotético encontro entre eles. Só mesmo apelando aos céus para demonstrar a desconfiança e o descrédito que estão a rondar os defensores do cientificismo. De senhores absolutos do conhecimento e da verdade, os cientistas encontram-se agora completamente desnorteados diante da inexorabilidade das forças do universo e de seus mistérios. E eles, assim como os governos mundiais a quem se subordinam, receberam, e continuam recebendo, diversos avisos e indicativos de que algo ameaçador paira sobre nosso minúsculo mundo azul.

O primeiro episódio foi no Reino Unido. Uma residência foi completamente destruída, ceifando a vida de uma família de indianos. E o fato intrigante é que, segundo noticiado pela imprensa britânica, o Corpo de Bombeiros chegou ao local da tragédia 5 minutos após a ocorrência do fato, como se a provável ocorrência daquele evento estivesse sendo monitorada. E a versão oficial: a tragédia fora causada pela explosão de botijões de gás.

O segundo episódio foi na Argentina. Um restaurante também foi destruído, com a morte de uma pessoa e deixando outras 8 feridas. E várias testemunhas afirmaram ao Jornal El Clarín que, momentos antes da explosão, viram “uma bola de fogo caindo do céu”. As autoridades descartaram a hipótese. No entanto, as imagens da investigação dos destroços pela Polícia Científica provam que algo diferente ocorrera por ali: os cientistas argentinos que examinavam os escombros usavam roupas à prova de radiação nuclear, sendo que um deles portava em sua mão direita um aparelho similar a um Contador Geiger. E de novo repetia-se a versão oficial: a tragédia fora provocada pela explosão de uma tubulação de gás.



O terceiro episódio foi no Brasil. Em São Bernardo do Campo um edifício de 8 andares foi sacudido por uma explosão. Foi aberto um buraco circular nas lajes de todos os andares, da cobertura até ao subsolo, como se um petardo vindo do alto tivesse atingido o prédio. A primeira versão dava conta de que seria uma caixa d’água que despencara do teto, mas não havia vestígios de água nos escombros. Se não havia vestígios de água é porque a caixa estava vazia; e se a caixa estava vazia, não provocaria o desastre. Em entrevista a uma emissora de televisão o representante do Corpo de Bombeiros descartou tal hipótese e foi enfático e objetivo: “Não sabemos, ainda, o que provocou tal explosão e o conseqüente estrago”. E o mistério permaneceu inexplicado e continua insolúvel...

Investigação em São Bernardo do Campo - Gério Ganimedes



Porém, nada fica eternamente oculto. No dia 15 de fevereiro ocorreu a queda de um meteorito (?) na Rússia, no denominado “Evento Chelyabinsk”, causando ferimentos em centenas de pessoas, prejuízos materiais, além de apreensão em todos os moradores da região dos Urais, quiçá de todo o mundo. E pelos relatos e evidências que surgiram de várias partes do globo foram diversos os eventos similares ocorridos naqueles dias em todo o nosso planeta (inclusive aqui no Brasil onde o Portal Metsul capturou imagens dos satélites indicando que “algo luminoso” cruzou o nosso espaço aéreo entre os estados de Mato Grosso e Tocantins). E independente da má vontade, ou dissimulação, dos cientistas e dos governos em não assumir a crueza dos fatos, o certo é que a Terra sofreu uma espécie de “bombardeio espacial” naqueles dias.

Na semana passada surgiu à notícia da eventual probabilidade de que um meteoro, descoberto em janeiro último, poderá entrar em rota de colisão com o Planeta Marte em outubro de 2014. Apesar dos desmentidos de praxe, uma sonda já está sendo preparada para ser lançada ao espaço, a fim de monitorar a aproximação de tal meteoro e confirmar, ou não, a pertinência de tal hipótese. E se não bastassem todos os eventos citados acima, o Portal OVNIHOJE acabou de divulgar uma notícia vinda da Tasmânia onde “a polícia e os bombeiros não conseguiram explicar a fonte de um raio de luz que caiu do céu e formou um círculo de fogo em um subúrbio de Hobart; sábado pela manhã (2), a polícia e os bombeiros receberam chamadas de moradores da Rua Carnegie, em Claremont, que relataram ter visto uma luz muito brilhante ateando fogo em um campo nas proximidades”. Como ensina José Flávio Abelha: “... É A SILENCIOSA E IMPLACÁVEL LINGUAGEM DOS FATOS”.





À vista de tantas ocorrências ameaçadoras entendemos que a população não pode permanecer tão desinformada sobre aquilo que já se prenuncia há muito tempo. Mais que um dever e obrigação do Estado, todos os cidadãos do mundo tem o direito de estar minimamente informados sobre os eventuais riscos aos quais estamos expostos. Por certo que não existem meios de defesa ou de proteção contra “uma bola de fogo que cai do céu”, de vez que se trata de uma verdadeira, desculpe-me o trocadilho, “roleta russa”. No entanto, a população tem que estar preparada e treinada para dar uma pronta resposta na ocorrência desta fatalidade. Por temer que o céu desabasse sobre si próprio, o prevenido chefe gaulês usava seu escudo não sobre o peito, como os demais guerreiros, mas sim ao alto, sobre sua cabeça, como se fora um chapéu de aço. Caso os cientistas e as autoridades responsáveis permaneçam em seu silêncio sepulcral ou com suas respostas evasivas, o que restará a cada um de nós é rogar proteção aos céus e pedir emprestado O ESCUDO DE ABRACURCIX.

Pesquisa e texto: Abreu
Edição, montagem, ilustração e conexão PQA: Gério Ganimedes
Postagem: Programada

Agradecimentos do Projeto Quartzo Azul ao nosso incansável pesquisador e colaborador Abreu.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
  

domingo, 3 de março de 2013

Eclipse Técnico


SDO - NASA - via Spaceweather.com


Por Gério Ganimedes


Um aviso para os assíduos observadores das imagens fornecidas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO) ou Observatório Dinâmico Solar da NASA:  

Nestes dias, poderá aparecer nas imagens fornecidas, uma mancha escura no disco solar, no entanto não há nada de errado com nossa estrela, apenas o Observatório Dinâmico Solar  que está entrando num período ou temporada de eclipse técnico. Duas vezes por ano, na época dos equinócios, a Terra pode passar diretamente entre o Sol e o Solar Dynamics Observatory (SDO) da NASA, produzindo uma série de eclipses, mas apenas do ponto de vista da sonda espacial. A temporada de eclipse vernal do SDO começou neste final de semana, produzindo um apagão parcial do sol. Durante o eclipse, que foi centrada em torno de 0.715 UT de 3 de março de 2013, a Terra cobriu cerca de metade do sol. Como estes eclipses normalmente duram apenas alguns minutos por dia (máximos = 72 minutos) ainda sobra tempo para uma observação e monitoração ininterrupta da atividade do sol. A temporada de eclipse em curso terminará em aproximadamente três semanas.


Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Óvnis Inseridos na Arte – Parte II


"A Anunciação com São Emidius"


Por Gério Ganimedes


Carlo Crivelli foi um pintor venesiano da Renascença Italiana, durante o Quattrocento. Crivelli nasceu em 1435 em Veneza. Sua primeira obra datada é um altar na Igreja de San Silvestro em Massa, perto de Fermo. A pintura acima de Carlo Crivelli (1430-1495) é chamada de "A Anunciação com São Emidius" (1486) armazenada na National Gallery, em Londres. Nesta obra, um objeto em forma de disco entre as nuvens, está nitidamente retratado na parte superior da pintura, emitindo um feixe de luz diretamente na coroa de Maria.

Outra obra artística de grande nível de detalhamento, onde um objeto voador não identificado aparece. Por quê? Nesta obra de requinte e traços bem preservados, o misterioso objeto voador parece emitir um feixe energético que está orientado diretamente para o ornamento da cabeça de Maria. Pergunta: Qual o objetivo do pintor em apresentar uma tecnologia desconhecida para a época dentro de sua obra?

Óvni entre as nuvens emitindo 
feixe de energia

Mais um caso de linguagem subliminar, que com certeza demonstra que o autor italiano tinha um conhecimento ou idéias sobre estes veículos extraterrestres. Ninguém, por mais criativo que seja, insere em sua obra, elementos desconhecidos, que jamais tenham sido vistos ou que não tenha sido questionada a sua existência. Talvez por estarem mergulhados no talento, ou possuirem o dom da reprodução impecável,  possuiriam estes artistas uma consciência cósmica avançada adicionada por seus mensageiros das estrelas?

Leonardo da Vinci parece ser outro artista em destaque desta categoria, por ser possuidor de uma bagagem de conhecimento científico totalmente fora de sua época. Seriam estes senhores das artes, contatados com o dever de transmitir para nosso tempo atual, imagens inseridas, destes veículos estelares para reforçar a presença, importância e a interferência extraterrestre em nosso planeta?

Penso que sim. Acredito que, assim como em muitos dos livros sagrados já foram encontrados códigos e mensagens escondidas, revelando a presença extraterrestre entre nós, nas pinturas também estão escondidas estas mensagens da visita alienígena na Terra. Não precisamos ir muito além para concluirmos que a vida extraterrestre, que procuramos no universo, deixou descendentes e historiadores muito bem habilitados para narrar o passado envolto em mistério de nossa civilização.

Conectando o passado artístico destes pintores com a preocupação do Vaticano na forma de tratamento do assunto “vida extraterrestre”, assim como a repercussão que esta descoberta teria na doutrina religiosa, conduzida pela igreja, podemos perceber que o segredo que pensamos estar guardado a sete chaves, pode estar bem diante de nossos olhos num museu de arte. Ver com olhos de ver, abrir a mente de maneira a visualizar a intenção mais profunda do artista, talvez nos traga as respostas de forma nítida e colorida dos ricos artistas ufólogos do passado.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


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