segunda-feira, 27 de maio de 2013

O Contato está próximo – Estamos prontos?


Ilustração - Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Ver cenas de naves extraterrestres descendo sobre cidades do mundo todo, ainda são imagens limitadas apenas à tela do cinema ou televisão. São cenas que empolgam e enchem nossos olhos, que ficam inundados por efeitos de luz e sons fantásticos, criados pela indústria cinematográfica. Entretanto, se ao sair de sua casa, você se deparar com um imenso disco voador pousado sobre sua cidade, o que você fará? Muitos não acreditam que isso possa acontecer um dia, mas e se você ficar sabendo que poderá acontecer em breve e sem aviso, como você irá reagir? Tenho certeza que mesmo a grande maioria dos ufólogos e entusiastas desta “ciência” criticada e ridicularizada, não sabe como reagir diante de uma situação de contato imediato, agora imagine o restante da população, que nem sequer acredita ou tem conhecimento sobre o assunto óvni. Estaremos com certeza diante de uma situação delicada e que envolve uma série de fatores e variáveis, que certamente poderão criar pânico e histeria em massa.


Ilustração - Gério Ganimedes

Os avistamentos de óvnis cresceram e as testemunhas do fenômeno também, e o que no passado eram apenas elucubrações de entusiastas da área e muita teoria de almanaque, hoje, se transformou numa onda de grande proporção, invadindo todo espaço informativo sobre o assunto, desde a banca de revista mais próxima até programas especiais em canais de programação científica. Preparação ou condicionamento? Quando um filme sobre invasão extraterrestre é lançado nossa curiosidade já não é mais a mesma, pois já estamos acostumados com a idéia de que tudo não passa de algo que se tornou rotina das produções cinematográficas. Mas será que se algo deste porte acontecer em sua rotina diária, você reagirá da mesma maneira? Como um militar, médico, advogado, cientista ou um padre reagirá? Já pensou, que a partir deste evento, tudo que você conhece como vida irá mudar? Que tudo que nos foi ensinado sobre a nossa origem será colocado em xeque? Já pensou como será “The Day After” ou o dia depois? Analisando o Dia do Contato, sem o romantismo ufológico, me arrisco a dizer, com toda a certeza, que nós humanos ainda não estamos prontos para este dia, no entanto ele poderá acontecer a qualquer momento, então esteja pronto e deixe ao menos preparada uma hipótese de reação para tal momento histórico.

Fiquem bem

Edição digital - Gério Ganimedes


Dedicado a minha querida e amada esposa Rosana

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Tempestades Magnéticas Significativas

Gráfico 1


Por Gério Ganimedes


Nas últimas 24 horas, fortes tempestades eletromagnéticas atingiram a magnetosfera da Terra. Fluxos de elétrons de alta energia saltam em torno da Terra aumentando as tempestades geomagnéticas. A atividade foi medida com valores dez vezes acima do normal. A fonte desta "tempestade de elétrons" é uma corrente de vento solar de aproximadamente 600 km / s que atingem o campo magnético da Terra. Os operadores de satélite do NOAA advertem que “os sistemas de satélite podem experimentar carregamento significativo" em resposta aos elétrons acumulados no campo magnético do planeta. Apesar da alta atividade das manchas presentes no disco solar, que está de frente para nosso planeta, ainda estamos dentro do quadro de alta atividade esperado para o ciclo de “Máximo Solar” do ano de 2013.


Existem três categorias de Erupções Solares:

Erupções classe X 
São importantes e grandes erupções que podem desencadear a suspensão de diversas atividades eletromagnéticas, suspender as transmissões das estações de rádio em todo o planeta e produzir tempestades de radiação de longa duração.

Erupções classe M 
São erupções de média intensidade que afetam as regiões dos pólos e rápidos bloqueios nas emissões radiofônicas.

Erupções classe C 
São pequenas erupções e não afetam o planeta.

No gráfico acima (Gráfico 1) podemos observar as explosões de Classe M e seus índices KP, que chegaram a atingir grau 5 na escala gráfica em análise. Mesmo demonstrando um quadro mais intenso e agressivo, nossa estrela já apresentou explosões mais significativas no ano passado, em meados de maio, com manifestações de classe X bastante intensas. É esperado que o quadro se intensifique nas próximas semanas, mas mesmo assim ainda dentro do esperado para um ciclo de Máximo de nossa estrela. Neste período de grande movimentação magnética da corona solar, com deslocamentos intensos e de longa área de filamentos de plasma, é comum o aparecimento de buracos coronais no sol (áreas de baixa temperatura onde os campos magnéticos do sol permitem escapar grande quantidade de vento solar).  


Buracos Coronais 
Crédito: spaceweather.com



Fonte: NOAA, spaceweather.com
Texto e análise: Gério Ganimedes


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
  

sábado, 18 de maio de 2013

Atividade Vulcânica e os Óvnis

 Edição do frame do vídeo - Gério Ganimedes
Óvni adentrando o vulcão


Por Gério Ganimedes


Estudos sobre atividade vulcânica, explicam que durante uma erupção vulcânica é produzida uma enorme quantidade de cargas elétricas, mas ainda não se tem certeza, se ela provém do vulcão ou se é gerada na atmosfera terrestre. Alguns pesquisadores sugerem que a formação, destas cargas elétricas é similar às formadas em uma tempestade comum, ou seja, surgidas através da colisão de todo aqueles detritos que estão sendo expelidos pelo vulcão. Analisando vídeos, fotos e relatórios de vulcanólogos e fazendo um paralelo com as centenas de aparições de óvnis nos arredores dos vulcões ativos do planeta, veremos que não importa o vulcão, objetos voadores não identificados são sempre registrados. 


Contornos de plasma, formados por arcos de eletricidade,
dão forma ao que poderiam ser naves gigantescas

Diante desta estatística de aparições, de quase 100%, vou levantar a hipótese de que algo acontece de extraordinário nas entranhas de nosso planeta e com certeza tem ligação com vida inteligente intraterrena ou extraterrestre. Formas e contornos com emanações elétricas capturadas e registradas por diversos fotógrafos e cinegrafistas no mundo todo, são provas incontestáveis da presença de vida além do nosso conhecimento. Sejam estas atividades geológicas, fontes de energia propulsora de tecnologia alienígena, ou resultado da perfuração do nosso solo para mineração de metais raros por espécies não humanas, penso que estas aberturas na crosta terrestre envolvem muito mais elementos, do que apenas simples válvulas de pressão do magma de nosso subsolo.  

Claudio Santana / AFP / Getty Images
Observe o objeto, a direita da foto, circulado em destaque

Estariam os extraterrestres “resgatando operários” que cuidam de algum processo de mineração intraterreno. Estariam “eles” atrás de ouro, nióbio, ou outro metal ainda desconhecido de nós? Que tecnologia fantástica permite ir e vir atravessando barreiras térmicas intransponíveis para o homem? Seria a mesma tecnologia que permite a estes veículos alienígenas, aproximarem-se do nosso sol para absorver energia conforme já observados em imagens de sondas que analisam nossa estrela? 

Pense a respeito, enquanto você assiste ao vídeo abaixo:





Fonte do vídeo: Tercer Milenio via Youtube
Edição de imagem: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana



Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ganimedianos – A Anatomia dos Seres de Ganimedes

Ganimediano - Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Muito se escuta e se lê, sobre as mais variadas raças de seres extraterrestres, mas pouco ou quase nada é falado sobre uma raça que deixou vestígios em ruínas subaquáticas e espécies que ainda habitam os oceanos de nosso planeta. Estudiosos desta ciência pouco convencional, que se une a ufologia, falam de Greys, Pleidianos, Draconianos, Reptilianos e muitas outras raças, no entanto muito pouco se fala dos seres originários da misteriosa e gelada lua de Júpiter, Ganimedes. Questionado por muitos, sobre as dezenas de contatos e experiências que tive com seres originários deste satélite natural, do gigante do sistema solar, tomei a decisão de expor segundo minhas experiências, sejam elas, vibracionais, dimensionais, vividas apenas na mente ou até mesmo com suposto deslocamento de corpo físico, apresentar o que ficou registrado em minhas memórias, para que se um dia, acontecer o contato com esta espécie, aqueles que aqui compartilham nossas idéias, pensamentos e experiências, saibam um pouco sobre esta raça enigmática e que muito já visitou e continua visitando nosso planeta.

Parentes distantes, mas de uma ramificação da linhagem de Ganimedes, os golfinhos podem ser a ligação mais próxima e nos mostrar o quanto pacífica, sensível e inteligente é esta raça ancestral de seres que habitam nosso sistema solar. A mítica cidade de Atlântida, que segundo as lendas e hoje, até mesmo estudos, que tentam provar a existência deste legado, talvez sejam o grande elo com os seres de olhos azuis que vivem sob o gelo de Ganimedes.  No âmbito astronômico, é apenas mais uma lua no sistema planetário ligada ao planeta Júpiter, no entanto no cenário cósmico, o atual lar ou o refúgio de uma raça que há muito, abandonou nosso planeta.  Uma esfera gelada em sua estrutura externa, mas rica em oceanos de água salgada sob a camada de gelo, Ganimedes abriga uma raça de seres que pouco é falado, entretanto muito já contataram humanos, deixando suas mensagens e mostrando intencionalmente sua iluminada anatomia. Um exemplo desta presença está descrito no Livro de Yosip Ibrahim – Eu Visitei Ganimedes, onde o autor descreve a experiência, de sua viagem ao satélite gelado de Júpiter, após contato com seres avançados que lá habitam.  Pode parecer mentes de grande imaginação, mas vocês leitores vão concordar comigo que, apontar uma história fictícia para um lugar de pouco significado, no contexto astronômico, seria muita coincidência. Prefiro acreditar que de alguma maneira estes seres estão tentando transmitir seu conhecimento e caminhos evolutivos para que finalmente estejamos prontos para o tão esperado dia do contato.



Comparados aos personagens do filme Avatar de James Cameron, os ganimedianos também são seres altos e fortes, dotados de uma grande energia e sensibilidade, sua pele é semelhante a dos golfinhos. Os que comigo, supostamente fizeram contato, têm uma aparência serena, mas com traços fortes e marcantes. Seus olhos são de tonalidade azul, que vão do azul céu até o azul marinho. Desprovidos de pelo e com a pele quase branca, tornam-se verdadeiros Deuses de uma esfera superior. Alguns deles chegam a atingir 2,80 metros de altura.

Brancos, com pele quase transparente, dá para ver suas veias e artérias através de uma pele quase translúcida, além da energia azulada cintilante emanando de todo corpo. Sei que detalhes descritivos como estes causam desconfiança e questionamentos, no entanto estou apenas deixando aqui os detalhes de uma visão, de uma experiência vivida por mim e que diante de tantos detalhes acredito ter sido real.

Leia também: Viajando na luz - Parte 1 e Parte 2

Postagem dedicada a minha amada esposa Rosana

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 30 de abril de 2013

O Mistério do Lago Chebarkul na Rússia – Meteorito ou Nave Extraterrestre?

Mistério do Lago Chebarkul - Rússia
Ecos da história de 1969 em 2013?
Imagem editada meramente ilustrativa - Gério Ganimedes


Por Abreu



"PARA QUEM SABE LER, UM PINGO É LETRA".
(Ditado dos antigos, muito citado por meu saudoso pai).


Às vezes, certas expressões inseridas "despretensiosamente" em noticias nos enviam uma mensagem subliminar tão óbvia, que custo a acreditar que seja, apenas, uma liberdade literária. O informe é do Portal Voz da Rússia, do dia 29 de abril.

Meteorito de Chelyabinsk ameaça nova catástrofe – Leia AQUI

O tema do artigo é a "remoção" da parte maior do meteorito, pensando meia tonelada, que está incrustado no fundo de um lago, a 10 dez metros de profundidade.

Veja duas das frases usadas pelo redator da matéria:

O sensor é necessário para calcular com precisão o peso e o tamanho do “alienígena” espacial. O cientista tcheco tem certeza de que o meteorito pôde ter trazido organismos do espaço para a Terra. Você deve se lembrar que, logo após a queda do "meteorito", houve muita especulação na rede sobre aquilo se tratar de uma nave espacial. Outro fato intrigante, e correlacionado, foi também informado pelo mesmo Portal Voz da Rússia, no dia 07 de março de 2.013:

"Petrus Jenniskens (*), o mundialmente conhecido “caçador de meteoritos”, funcionário do Instituto de Problemas de Inteligência Extraterrestre, adjunto ao Centro de Pesquisas da NASA, e perito em meteoritos e conseqüências de sua queda, vai estudar a queda do meteorito de Chebarku".

(*)Petrus Matheus Marie (Peter) Jenniskens (nascido em 2 de agosto de 1962, Meterik) é umholandês e EUA astrônomo, cientista, e pesquisador sênior do Centro Carl Sagan do Instituto SETIe da NASA, no Ames Research Center. [(Fonte Wikipédia)].


“Caçador de meteoritos” visita Chelyabinsk – Leia AQUI
  
Naquela época eu achei a visita muito estranha, por conta do Petrus lidar, também, com Pesquisa de Inteligência Extraterrestre. Porém, agora, após a inserção no artigo da expressão "alienigena", entre aspas, eu começo a intuir que existe algum mistério envolvendo toda a história. Fiquemos alertas e vigilantes e vamos aguardar o desenrolar do resgate (se é que iremos algum dia saber da verdadeira história).


Rússia 1969 ...



Falso ou Verdadeiro? Estaríamos diante de um caso semelhante, porém 
escondido nas águas gélidas do lago Chebarkul perto de Chelyabinsk (Urais) Rússia?



Texto: Abreu
Edição, adaptação e imagem: Gério Ganimedes
Fonte do vídeo: Youtube - Dennis834

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


domingo, 28 de abril de 2013

Nave Mãe Extraterrestre ou Defeito Digital? As Falhas na Fotografia Digital e a Ufologia


 Foto/crédito: NASA


Por Gério Ganimedes


Quando a fotografia saiu de uma época nostálgica, unicamente analógica e adentrou as fronteiras da tecnologia digital, muitas facilidades e recursos foram somados a arte da Poesia da Imobilidade.  A fotografia passou a ser uma tarefa simples sem qualquer complicação. Com o avanço de novas tecnologias digitais, novos equipamentos fotográficos foram sendo oferecidos aos fotógrafos ávidos por novos recursos e então nasceu uma nova etapa da fotografia ligada à ufologia. Eu chamo de Ufologia Digital. Assim como os novos recursos digitais nasceram, também novos tipos de “aberrações digitais” ou “aberrações óptico-digitais” surgiram. Quando falamos em aberrações fotográficas estamos nos referindo às distorções ópticas, modificações cromáticas, fragmentos ou pixelização fotográfica

Por Gério Ganimedes 
A pixelização fotográfica normalmente é causada por programas instalados no hardware do sistema óptico, sejam instalados em sondas, satélites de observação ou câmeras fotográficas digitais, e que através de algoritmos compactam a imagem capturada pelas lentes e pelo sensor de imagem, antes dela ser armazenada no dispositivo de memória da câmera (cartão de memória). Durante o processo de compactação, com a finalidade de tornar o arquivo de imagem com tamanho menor, para ocupar menos espaço no cartão de memória ou ser transferido mais rapidamente no caso de uma transmissão via internet ou via satélite, podem ocorrer falhas de codificação e decodificação, resultando em algum tipo de defeito digital que inevitavelmente aparecerá na fotografia. Normalmente quando estes compactadores de imagem geram erros, aparece uma barra ou segmentos de uma barra completamente pixelizada na parte superior ou inferior da fotografia, podendo comprometer o restante da foto, com segmentos e pequenas “escadas de pixels” gerando fotos com ALIASING (ou serrilhado) elevado. 


Imagem com Defeito Digital 

Com o desenvolvimento avançado de tecnologias digitais e a nova era da fotografia, a ufologia ganhou uma forte aliada em suas pesquisas, entretanto juntamente com este avanço ganhou também um inimigo oculto – As anomalias digitais. Estas anomalias ou defeitos, e até mesmo processos digitais de segurança, inseridos para proteger os sensores do equipamento fotográfico do excesso de luz artificial ou solar, acabaram por se tornar os vilões dos ufólogos, tornando a tarefa de análise e conclusão muito mais difícil, pois em se tratando de registros fotográficos digitais, são quase que inevitáveis as “distorções, aberrações ou anomalias”. Este reflexo tecnológico atrapalha mais do que colabora com a ufologia, então para descartarmos as fotos que trazem em seu conteúdo estas “aparições” ou objetos não identificados da era digital, devemos conhecer os defeitos mais comuns, anomalias ou sistemas de proteção incorporados ao equipamento, para sabermos diferenciar o que é real, do que é apenas um defeito.

Fonte/crédito: CUB

Um sistema de proteção, embutido nas câmeras fotográficas digitais, com o propósito de proteger os sensores das objetivas, desativa os pixels nas regiões de maior brilho para evitar danos aos sensores (CMOS ou CCD), criando um ponto preto circular, variável em tamanho bem no centro da fonte luminosa (foto acima).

CCD - Charge Coupled Device
Dispositivo de Carga Acoplado


CMOS - Dispositivo de captura de imagem
de baixo custo


Aproveitando a recente postagem de nosso parceiro OVNIHOJE, sobre uma imagem obtida pela NASA, onde supostamente teria sido registrado um óvni gigante ou “Nave Mãe” sobre a Terra, faço referência ao assunto, tema desta postagem. 

Na imagem abaixo, em detalhe, temos um caso “clássico” de falha durante a compactação da imagem. Este defeito normalmente é gerado pelos algoritmos de conversão e compactação de imagem, e fica caracterizado por uma barra verde na borda, apresentando logo depois, de cima para baixo, uma barra segmentada ou serrilhada de pixels, podendo resultar em agrupamentos de pixels perdidos na fotografia. Foi isto que ocorreu na fotografia em questão, o que nos faz descartar totalmente a hipótese de uma “Nave Gigante sobre a Terra”.

Edição de imagem: Gério Ganimedes
Observe o agrupamento de Pixels deslocado mais abaixo da barra horizontal



Um Pixel ou Píxel, plural pixels é o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo, um monitor, sensor de câmera fotográfica, etc.), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels forma a imagem inteira.


Análise digital, pesquisa e texto: Gério Ganimedes
Fontes: ovnihoje.com, CUB e NASA

Postagem dedicada ao meu anjo de olhos azuis ... Rosana

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Intraterrenos e as Bases Alienígenas na Lua – Diplomacia Extraterrestre

 Tratado Extraterrestre - crédito: Gério Ganimedes
"Afastem-se da Lua" 

Por Gério Ganimedes


Durante várias décadas foram relatados centenas senão milhares de avistamentos de óvnis, adentrando montanhas, nas cercanias de vulcões, fendas e grotas terrestres e até mesmo em grutas de encostas marítimas. O que estes óvnis fazem exatamente nestas regiões? Muito já se ouviu falar dos chamados seres intraterrenos e suas misteriosas aparições em cavernas e nas proximidades de montanhas, túneis naturais escavados na rocha e florestas no pé de montanhas.  Poderiam apenas ser lendas e histórias para entreter adoradores de encontros sobre a luz da lua e contadores de história a beira de fogueiras que acompanham pescarias, caçadas ou encontros de acampamento, no entanto muitas destas histórias foram contadas de uma maneira bem séria e apoiadas em registros, através de vídeos ou fotos. Seres descritos como criaturas horrendas, vindas das profundezas da terra, dotadas de olhos vermelhos, pele marrom molhada, três chifres na cabeça e com um odor horrível de enxofre. No Brasil esta criatura ficou conhecida através do famoso caso do ET de Varginha (Minas Gerais – Brasil), muito divulgado até hoje pela revista UFO (A.J.Gevaerd editor da Revista UFO), assim como por programas de televisão da época, que dedicaram reportagem investigativa como o programa Comando da Madrugada apresentado pelo jornalista Goulart de Andrade (veja aqui o vídeo da reportagem Parte 1, Parte 2 e Parte 3). Na época, segundo uma testemunha, as autoridades brasileiras já sabiam antecipadamente através da NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) que um OVNI iria invadir o espaço aéreo brasileiro (nove dias antes do incidente de Varginha) e que sobrevoaria a região do sudeste de Minas Gerais. Como já sabiam? 

Assim como este, outros relatos descrevem estes seres misteriosos, como pequenas criaturas, magras, com no máximo 90 cm de altura, cabeça grande, olhos negros e oblíquos e com pele acinzentada e viscosa. Outras testemunhas já os descreveram como gárgulas, ou seres de aparência demoníaca, com asas de morcego, dentes afiados, e em algumas descrições apresentaram espinhos pontiagudos nas costas. Esta última pode-se dizer que se aproxima muito da descrição do conhecido Chupacabras. Mas de onde vêm estas criaturas? O que fazem em nosso mundo?  São seres inteligentes ou bestas selvagens das profundezas de nosso planeta?

Penso que todas estas aparições destes seres das florestas, criaturas das montanhas, vindos dos subterrâneos de nosso planeta, estão interligadas por uma única razão, num contexto muito maior e desconhecido de nós, um tratado entre espécies ou como chamamos – Tratado Extraterrestre.  

Não é de hoje que sabemos que casos importantes de quedas de Discos Voadores e subseqüentes aparições de criaturas, como o de Roswell no Novo México (EUA), Varginha (Brasil), Chupacabras (Porto Rico), Homem Lagarto de Lee County (Flórida), e até mesmo o Sasquatch ou Pé Grande (Sibéria), ficam cercados de mistérios e de investigações conturbadas e mal conduzidas. Testemunhas desaparecem, ficam doentes, se suicidam, ou mudam seus depoimentos. Autoridades, exército e aeronáutica negam toda e qualquer prova ou fato e logo a seguir o que nos é apresentado são registros incompletos, pobres em informações, histórias distorcidas e depoimentos de testemunhas que neste ponto, já mudaram o sentido de suas narrativas anteriores, restando-nos apenas o material pesquisado e divulgado por ufólogos, revistas e livros que se dedicam a ir a fundo, nos sinistros acontecimentos.  Mas o que é este tratado diplomático extraterrestre? Durante um debate com o Staff do Projeto Quartzo Azul, chegamos a uma conclusão digamos: HIPOTÉTICA. Abrindo esta porta das possibilidades, não tão distantes, podemos dizer que o Caso Roswell no Novo México – EUA em 1947 e a chegada do homem na Lua e 1969, foram para nós teoristas deste projeto, a semente que germinou a TEORIA de que humanos e extraterrestres assinaram um tratado diplomático planetário, para coabitarem uma mesma região do universo rica em matéria prima (metais nobres). 
    

O Tratado Diplomático Extraterrestre


Analisando os eventos ocorridos em 1947 em Roswell, o da Missão Apolo 11 que levou o homem a Lua em 1969, os consecutivos fracassos das missões espaciais seguintes ao nosso satélite natural e todos os outros relatos de óvnis de lá para cá, além de estranhas criaturas, abduções, mortes misteriosas de animais, desaparecimento de gado e pessoas, e agregando-se ao cancelamento das missões da NASA à Lua, pensamos que o que pode ter acontecido na verdade foi um CONTATO DE TERCEIRO GRAU entre autoridades terrestres e líderes extraterrestres, com o objetivo dos alienígenas manterem suas operações de mineração aqui na Terra, coletando metais raros como nióbio, ouro, entre outros. Os seres intraterrenos seriam apenas mineradores alienígenas trabalhando aqui, e os Óvnis que são avistados por muitos de nós, seriam meros veículos de transporte de carga garimpada em nossas jazidas e transportadas para bases de industrialização em nossa “própria” Lua.  Estas bases alienígenas localizadas em regiões do lado escuro lunar e até mesmo no lado visível abrigariam talvez, verdadeiras estações para tratamento da matéria prima extraída de nosso planeta.  Muito já circularam na web, vídeos de supostas estruturas criadas por forma de vida inteligente, em solo lunar, o que vem a contribuir e apoiar essa possibilidade.

Criaturas como o Chupacabras e outros seres sinistros relatados pelo mundo poderiam ser na verdade experiências genéticas alienígenas, envolvendo até mesmo acadêmicos e cientistas daqui, entretanto por outro lado, existem correntes de pensadores que chegam a alegar que tais criaturas podem ser animais de estimação dos extraterrestres, criaturas fugitivas das entranhas da terra.  





Partindo-se do ponto de que um TRATADO foi assinado entre as partes terrestres e extraterrestres, imagine no âmbito da DIPLOMACIA EXTRATERRESTRE, apenas parte do conteúdo, com as seguintes condições pensadas:

Primeiramente foi acordada uma Política de Acobertamento Mundial, ou seja, talvez a pedido dos próprios extraterrestres ou dos governantes, a população não deve saber nem do tal TRATADO, e nem dos alienígenas, para não atrapalhar nas negociações, extração dos minérios, modificação de doutrinas e religiões, ou pior, despertar a raça humana para um novo mundo onde perceberíamos o controle total governamental ou de uma “matriz” como alguns gostam de chamar, sob a tutela extraterrestre. Segue abaixo algumas das condições do hipotético tratado:

  • Permissão irrestrita de entrada e saída em nossa atmosfera para os alienígenas; (Fica claro aqui o porquê de tanto entra e sai de óvnis em nossa atmosfera, sem qualquer medida de intervenção militar, exceto talvez, na quebra de alguma condição anteriormente formalizada entre eles. Aqui teríamos quem sabe os casos de óvnis abatidos);
  • Permissão irrestrita de mineração no solo do planeta (ouro, nióbio, etc.);
  • Permissão de captura de espécimes terrestres (animais e seres humanos – as abduções ou sequestros alienígenas);
  • Limitação das Fronteiras Lunares (Fica incluído nesta condição o cancelamento total de missões tripuladas para a Lua ou de sondas de superfície. Por isso resolveram enviar sondas para outros planetas. Não seria melhor e muito mais fácil enviar uma sonda de solo, para andar pelo lado escuro da Lua ao invés de enviar sondas orbitais? Porque para planetas longínquos como Marte?);
  • Controle terrestre das armas nucleares; (É só começar uma ameaça de guerra nuclear, que os avistamentos de óvnis crescem em progressão geométrica. Parece haver, por parte dos extraterrestres, uma preocupação de quebra de tratado, colocando em risco a espécie que aqui habita nas profundezas, ou contaminação radioativa que viria a impossibilitar a permanência aqui);
  • Agenda de reuniões diplomáticas entre líderes da Terra e líderes extraterrestres (As misteriosas reuniões da ONU e outras reuniões cobertas de siglas, que não vou citar aqui para não me comprometer mais do que já estou “chutando esta lebre para cima”);

Todas as condições do tratado parecem beneficiar apenas aos alienígenas, mas no âmbito humano têm um objetivo ainda maior e mais importante para os governantes: A Concessão de Tecnologia Extraterrestre Avançada, porém ainda assim, limitada por “ELES”, para que o homem não utilize o que aprende de forma bélica e destrutiva, contra seus próprios tutores cósmicos.

Observação: Toda esta situação é hipotética, no entanto, pense a respeito e nos diga se não poderíamos estar no caminho certo?

“... Na hierarquia suprema universal, todos os seres estão sempre sob o comando de uma chefia superior, não seríamos os premiados com o privilégio da liberdade irrestrita”.  Gério Ganimedes


Criação, pesquisa e texto: Gério Ganimedes e Rosana S.
Ilustrações: Gério Ganimedes
Fonte da reportagem: nelsonpinta - Youtube

Agradecimentos especiais a minha querida e amada esposa Rosana,

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 19 de abril de 2013

O Enigma do Horizonte – Nibiru

 Foto/crédito: Rosana S.



Por Gério Ganimedes


Diante de tantas imagens e teorias conspiratórias sobre o acobertamento feito pela comunidade científica, do mítico planeta vermelho, Nibiru, ou outro nome que tenha recebido, devemos desenvolver procedimentos científicos para tornar, o que antes ficava apenas no campo da imaginação e talvez no universo do realismo fantástico em matéria palpável para podermos analisar mais profundamente o que circula pelas artérias da WEB. O destino às vezes nos coloca diante de fatos e situações que parecem querer nos mostrar o que realmente está acontecendo a nossa volta e que podem interferir com nossa vida, pois, foi isso que aconteceu no dia 3 de abril de 2013 as 7h21m da manhã na estrada que liga a cidade de Garça  à cidade de Bauru no interior paulista.

Aproveitando-se de um momento de observação da natureza, durante viagem de regresso a cidade de São Bernardo do Campo (Entre Garça e Bauru / SP), minha colaboradora direta Rosana, em momento dedicado a pesquisa de campo, registrou algo que já se tornou para muitos fotógrafos, o centro das atenções nas proximidades de nosso sol. Fenômenos que antes ficavam apenas registrados em fotografias tiradas por fontes estrangeiras as quais não temos acesso, agora se somam as fotos registradas anteriormente pelo Projeto Quartzo Azul. É o caso desta foto impressionante, de um nítido corpo celeste, próximo de nossa estrela.  Observe na ilustração abaixo, que aparece em vários sites que tratam do assunto Nibiru, e que dizem se tratar da anatomia deste mítico planeta, a assustadora semelhança de detalhes com o objeto da foto tirada por Rosana, mostrada em ampliação detalhada.


Foto/crédito: Rosana S.
Edição de imagens: Gério Ganimedes


Imagem ampliada em detalhe da foto anterior com
círculo de destaque


Ilustração comparativa


A câmera utilizada, esta acoplada no celular e possui (sensor CMOS SGH-T459) de 2MP. Considerando, que o dispositivo fotográfico não possui flash ativo, nem sensor de foco infravermelho, descartamos a hipótese de flare, além do que, a observação foi constatada visualmente durante a exposição fotográfica. Algo cerca nosso sol e parece estar se mostrando o suficiente para ser registrado em vários continentes. Fiquem atentos no nascer do sol e colaborem fazendo seu registro e enviando para nós. 


Estaríamos próximos de conhecer o enigma do horizonte?


Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana S. (Staff – PQA).
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Agradecimentos especiais para meu eterno amor, por estar sempre presente em minha vida e em meus sonhos. Obrigado minha Estrela Azul por seu apoio, carinho e amor incondicional.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Conferência de Defesa Planetária - A Liga da Justiça


Créditos: DC Comics


Por Gério Ganimedes


Parece mais um encontro da Liga da Justiça, extraído dos desenhos animados da década de 70, mas na verdade um grupo real de cientistas preocupados com a sobrevivência de nosso planeta, irá se reunir esta semana (15 a 19 de abril) no deserto do Arizona para a Conferência de Defesa Planetária. O objetivo da reunião é encontrar meios para proteger a humanidade de uma das forças mais destrutivas do universo: o impacto de um asteroide.
  
Ilustração: Gério Ganimedes

Os dirigentes da Fundação B612 vão reunir-se em Flagstaff, Arizona / EUA para debater sobre o que pode ser uma das maiores ameaças planetárias que a civilização enfrenta hoje. Num depoimento apresentado semana passada antes da Casa de Ciência, e do Comitê de Espaço e Tecnologia, o ex-astronauta Edward Lu formado pela NASA, e que voou por três missões espaciais, explicou que este não é um perigo de histórias em quadrinhos, é um perigo real. "Nós simplesmente não sabemos quando o impacto de um asteroide próximo será catastrófico, porque nós ainda não rastreamos a grande maioria dos asteroides".



"Não é preciso ser um objeto muito grande. Um objeto com dimensão de 10 metros já libera a mesma energia que uma bomba nuclear", disse Andrew Cheng, da Johns Hopkins - Laboratório de Física Aplicada.

O chefe do comitê especial, Lamar Smith disse em um comunicado que a grande maioria dos asteroides ainda tem de ser detectada. Segundo o chefe do comitê, o mais preocupante é o fato de existirem 20.000 asteroides que poderiam ser rotulados como "destruidores de cidades", no entanto, identificamos apenas 10 por cento deles e é muito improvável que tenhamos os meios para detectar 90 por cento até 2030.

Astronauta Edward Lu

Lu disse a comissão do Congresso de Smith, que existem planos de empresas do Vale do Silício, sem fins lucrativos, para construir, lançar e operar um Telescópio Espacial Sentinela em 2018, para encontrar e rastrear os asteroides ameaçadores e, finalmente, destruí-los para salvar a Terra. De acordo com o ex-astronauta, "Nós temos a tecnologia para desviar asteroides para evitar um impacto na Terra, mas esta tecnologia é inútil até que encontramos os asteroides primeiro”. Estas rochas espaciais não são apenas pequenos, mas muitas vezes, escuros como carvão e difíceis de serem detectados pelos telescópios instalados em terra. Para um trabalho mais eficiente são necessários telescópios equipados com visão infravermelha.

Fonte: Foxnews.com
Tradução: Gério Ganimedes
Texto adaptado: Gério Ganimedes



Comentário do Autor

Enquanto isso, na Sala da Justiça ... Não esqueçam de chamar o Super-homem, Mulher Maravilha, Batman e toda força da Liga da Justiça, penso que vamos precisar, pois em se tratando de detecção de asteroides, ainda estamos perdidos e como “cegos numa orgia, teremos que apalpar”.


* Postagem programada


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Atividade Solar em Destaque

Crédito: JPL/NASA

Por Gério Ganimedes


Espaço a fronteira final... Mas até onde estão demarcadas as fronteiras da vida e da morte no universo que nos cerca? Como as energias liberadas pelos corpos celestes que habitam o espaço podem colocar em risco nosso planeta e consequentemente a vida que aqui prospera?

Acompanhamos durante muito tempo aqui no Projeto Quartzo Azul a atividade solar, através de postagens informativas, aonde muitas destas chegaram até a causar preocupação em nossos leitores, entretanto foram apenas eventos isolados em nossa estrela e que tiveram um final feliz sem conseqüências ao menos aparentes. Algumas das explosões solares anteriores, mais recentes, com EMCs (Ejeções de Massa Coronal) chegaram a atingir níveis críticos e mesmo assim não causaram, ao menos aparentemente, danos ao planeta, a vida e a infra-estrutura atual de desenvolvimento tecnológico. Porém num ângulo de observação quase que inédito, deu para perceber certo grau de preocupação dos meios científicos diante do atual ciclo instável de Máximo Solar, o que fez com que a mídia convencional voltasse sua atenção para o tema através da publicação de notícias sobre causa e conseqüência das explosões solares, com alerta, até diria, preocupante.  Quanto ao evento solar do dia 11 de abril de 2013 (que se destacou por uma explosão solar que ocorreu próxima à região da mancha solar 1719 e classificada como um flare de magnitude Classe M6.5 no espectro de raios-x), quem estuda o sol, sabe que não é de uma classe preocupante, no entanto, foram veiculadas notícias sobre “Uma tempestade solar incomum” e que a Terra poderia sofrer sérias conseqüências devido à força e os efeitos decorrentes da explosão em nossa estrela. O quadro foi apresentado incluindo detalhes como a direção da explosão, as dimensões da nuvem de partículas carregadas e alta velocidade do vento solar que atingiu 1.000 Km/s. Também foi informado o horário aproximado de impacto da “onda de choque” solar.


Fonte/crédito: Wikipédia 

Explosões Solares geram ondas de partículas carregadas, projetadas em diversas direções, mas que quando se dirigem para a Terra e atingem nosso escudo natural magnético (Magnetosfera) além de criarem um lindo espetáculo de cores e luzes nos pólos (Auroras Boreais no norte e Auroras Austrais no sul), podem destruir circuitos eletrônicos dos satélites de comunicação, espaçonaves em órbita do planeta, sistemas de navegação por posicionamento global (GPS), interferir nos sinais de rádio e também uma das conseqüências, talvez mais nocivas, neutralizarem campos magnéticos de geradores e linhas de transmissão, o que resultaria na neutralização parcial ou até total da eletricidade que alimenta toda nossa infra-estrutura atual.

Se olharmos para este quadro apresentado pelos noticiários, num ângulo mais fechado e detalhado, perceberemos que os meios de comunicações convencionais, começaram aos poucos a liberar informações de conteúdo mais científico para a população. Por quê? Devemos prestar atenção quando as informações científicas transbordam das agências governamentais e ultrapassam um grau de segurança mais elevado.  Quando informações deste tipo saem dos meios científicos e acadêmicos, tornando-se foco de notícias é porque o estudo e a pesquisa levantaram pontos de preocupação.  O atual período, conhecido como de Máximo Solar, está apresentando características anormais, comparadas aos períodos ou ciclos já apresentadas em épocas passadas, o que sugere que mesmo a ciência querendo fazer uma tabela de padrões, o sol parece mostrar que reage de forma diferente com o passar dos anos cósmicos.  Esta quebra de tabela foge do domínio da ciência e a partir daí torna-se uma incógnita, diante disso é melhor avisar para depois não ficarem com o peso da responsabilidade nos ombros. Penso que muitos se perguntaram: Porque quando antes, diante de eventos de explosões solares mais intensas e com EMCs (Ejeções de Massa Coronal) de classes mais elevadas o assunto não veio a público? Porque antes, as coisas estavam dentro de um padrão, entretanto atualmente este gabarito de referência, já não parece ser o mesmo. Quando a ciência adentra num universo desconhecido, é melhor alertar para que surpresas não causem cobranças por parte da população. Um Máximo Solar atípico pode significar mudança nos “padrões” de nossa estrela e também consequentemente previsões científicas incertas ou equivocadas, assim como no comando de um automóvel, “na dúvida, não ultrapasse”, na ciência, “quando algo está além do controle, é melhor avisar para que depois não sejam apontados os responsáveis pela falta de aviso”.  

Sabemos que mesmo que sejam emitidos avisos pelos meios científicos, num caso de uma mega explosão solar, nada poderá ser feito, entretanto é melhor sabermos com antecipação, quando ficaremos no escuro. Neste caso velas e lampiões serão artigos de luxo e primeira necessidade, assim como celulares, rádios e computadores meros coadjuvantes do passado tecnológico da humanidade.

Graças a Deus o universo e as forças cósmicas parecem estar conspirando a nosso favor, nos dando mais uma chance, para nos mantermos conectados, trabalhando, produzindo, comunicando-se, vivendo e amando, através dos recursos digitais de comunicação dos quais já nos tornamos totalmente dependentes.

Postagem dedicada a minha amada Rosana.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

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