sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sonhos – Nossa Existência em Universos Paralelos

Sonhos - Akira Kurosawa


Por Gério Ganimedes


Quando as imagens que se fundem em nossos sonhos nos transferem para atmosferas sombrias ou cheias de cores e luzes, para mundos diferentes, diante de entidades e pessoas desconhecidas. Esta experiência me faz pensar que de alguma maneira conseguimos transpor a barreira do tempo e do espaço, rasgando membranas temporais, atravessando dimensões e universos, experimentando um mundo paralelo, onde nossa existência é um paradoxo temporal. Como gêmeos de nossa própria existência, vivemos em um mundo reflexo real, porém distante do que sentimos neste paralelo. Os sonhos são as aventuras reais de nossos pensamentos, as barreiras que queremos, no mais íntimo de nossos desejos, atravessar. Nos sonhos ou pesadelos, queremos vencer as muralhas que nos aprisionam, os medos que nos limitam.


Uma conexão mágica surge entre os universos que nos permitem habitar. Quantas vezes acordamos com fadiga extrema? Isto ocorre por transpormos as membranas que limitam os universos. Esta energia mágica drenada de nosso corpo é o reator temporal que nos lança e permite viver por poucos momentos em mundos e universos paralelos.


Somos vários, em universos diferentes. Podemos sofrer aqui, enquanto sorrimos em outra dimensão em um mundo que nos parece sonho. O que temos que aprender é saber transpor nossa energia em um só ser, em uma só existência, para que possamos ver nossos outros “Eus”. Onde está nossa realidade? Qual universo nos permite evoluir? Nossos sonhos nos mostram os ambientes sombrios de nossa existência.  Nesta divisa, entre estas barreiras que dividem os  universos que nos cercam temos que compreender as mensagens e as variáveis que os sustentam. Endossando as teorias de que existimos em múltiplos universos, pego em mãos a ideia de que nossos corpos físicos ás vezes enfraquecidos em nossa realidade atual, é porque podemos estar sendo atingidos e drenados em outros universos paralelos. Nossos corpos físicos são íntegros e interligados diretamente à energia que se transmuta por outros mundos dimensionais. Às vezes uma dor, um mal estar no ambiente real que estamos vivendo, pode ser um ferimento grave em outro universo compartilhado. Pergunto: Qual é o universo que nos aceita, nos compreende e nos mantém? Já percebi que nossos sonhos nos mostram os ambientes mais sombrios e também os mais iluminados de nossa vida paralela. Quando acordamos de um sonho bom ou um pesadelo nos perguntamos: “Onde estou”? Em quase um sobressalto suspiroso, falamos entre o silêncio de  nossos lábios, dominados por nossos pensamentos: “Foi tão real ... Senti dor, aromas, amor, luz e escuridão".  Por onde caminhei, que mundo e qual tempo vivi? Acredito que minhas "cópias" distribuídas  entre os múltiplos universos saibam se cuidar ... Pois assim, em meus sonhos, terei o prazer de viver minhas outras vidas paralelas eternamente.

Gêmeos - Óleo sobre tela por 
Gério Ganimedes

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu amigo e ídolo das colunas científicas Michio Kaku 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Substância Fundamental – A Matéria Prima Que Deus Utilizou para Semear a Vida no Universo

 
 Universos Paralelos


Por Gério Ganimedes


“Às vezes me vejo a elucubrar com as estrelas, tentando entender porque tão difícil torna-se para um homem conseguir um espaço próprio no mundo terreno, mesmo diante do empenho, do estudo e do compartilhamento salutar dos pensamentos e pesquisas? Num universo infinito, até onde sabemos repleto de estrelas e planetas, sistemas complexos de corpos celestes, porque alguns não têm a oportunidade de expandir e crescer com seu trabalho? Mesmo me projetando além da barreira do desconhecido, lutando para se enquadrar no “gabarito” social terrestre, tentando encontrar um espaço, muitas vezes me vejo a cair como meteoro na atmosfera da Terra queimando e destruindo o que resta de minha essência”.


 Universo/Crédito: NASA 

O que posso ver diante da incomensurável grandeza do espaço que nos cerca, é que muitos de nós estamos esperando, inexplicavelmente, por um momento mágico, talvez os nasceres de um contato com nossos “irmãos” das estrelas. Estamos aflitos angustiados, esperando por mudanças sociais e políticas e talvez estas variáveis direcionais tenham que ser alteradas abruptamente por um evento “ímpar”, a chamada “força bruta”, que faça com que toda humanidade mude frente ao desconhecido, e se una para compartilhar dos mesmos sentimentos, emoções e das mesmas oportunidades. Um círculo de alegrias, felicidades, alimentos, de ter e poder em todos os sentidos. Ninguém tem o direito de ser menos ou de ter menos. Todos foram feitos para experimentar o paraíso.

A substância fundamental é a matéria prima que cria todas as coisas que existem no universo e se Deus a utilizou, somos também formados por ela, parte dela interconectada com todos os seres, rochas, metais, água, plantas, terra e poeira de estrelas. Nosso corpo é um universo em expansão conectado a tudo e a todos os seres. Compartilhamos da mesma energia que nos mantém vivos e em expansão. Este compartilhamento e conexão com a substância fundamental é o que nos transmite no âmago de nosso coração que não estamos sozinhos e que muito em breve faremos o contato. Este evento será o agente catalisador da aproximação da humanidade. O contato com o criador e a substância fundamental de que todos nós somos feitos.

  
Muitos teóricos da conspiração falam de um ataque alienígena de “falsa bandeira”, projetado pelos governantes das grandes potências mundiais com o objetivo de instaurar uma política mundial denominada Nova Ordem Mundial. Na minha óptica, não existirão hologramas nos céus, falsas naves extraterrestres invadindo a Terra. O que acontecerá a nível celestial pegará a todos de surpresa, sem anúncio, sem data, sem aviso. Se a Substância Fundamental que é o elemento formador da vida, está semeado em todo universo, então mesmo diante das condições mais inóspitas a vida proliferou-se pelo cosmos e em breve vamos ser revisitados por nossos irmãos ou criadores. Hoje estamos sendo observados, nossos céus estão servindo de “plasma” para o deslocamento, de talvez, dezenas de espécies extraterrestres. O que está sendo regido no firmamento é um preparativo para que nossos irmãos das estrelas apresentem-se para nós. Enquanto isso, sob o céu que nos protege, a vida continua graças a Deus, contudo não da melhor maneira. Às vezes para uma nação mudar, ela deve ser colocada diante do abismo desconhecido da criação.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado à meus amados filhos Caroline, George, Manoela e Pedro

Agradecimentos especiais ao meu querido amigo Jeferson Durand pela excelente literatura que compartilhou comigo

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Estação Espacial Internacional – Rota de Óvnis

Objetos misteriosos cruzam diante da câmera da ISS


Por Gério Ganimedes


Um laboratório espacial orbitando a Terra, com o que há de mais avançado em tecnologia eletrônica, biologia, biônica, mecatrônica e de processamento digital, equipado com câmeras de alta resolução no estado da arte mais sofisticado que a ciência pode criar, registram diariamente tudo que acontece nos arredores do complexo científico internacional e abaixo dele sob a tutela da NASA. O resultado desta compilação de imagens não seria diferente - óvnis aparecem seguidamente, mesmo diante da censura da união de agências espaciais americana (NASA), canadense (CSA), russa (Roscosmos), japonesa (JAXA) e ESA (Agência Espacial Europeia).

Imagem capturada pela ISS

No dia 21 de janeiro de 2011, mais precisamente às 17h20m, eu capturei um “video stream” (faixa de vídeo), este salvo em arquivo, diretamente do Live Space Station Vídeo (NASA), onde as imagens mostravam nitidamente uma frota de “objetos voadores não identificados”. As imagens estavam pouco definidas porque a ISS estava saindo da região de sombra da Terra. Durante o “contato estabelecido” o sinal de radio da Estação Espacial Internacional sofreu muita interferência e quase não dava para escutar os astronautas da ISS comunicando-se com Houston. No momento do evento a estação, segundo o site Heavens Above”, estava sobre o Pacífico, próxima ao Japão.

Assista o vídeo postado na época por um colaborador AQUI

A NASA estaria escondendo os alienígenas que cruzam os domínios de nosso planeta?  Penso que isso já é um padrão ou rota. Recentemente, seis óvnis passaram diante das câmeras de observação da ISS, momento em que a transmissão da agência espacial norte americana, abruptamente foi interrompida. A matéria foi publicada pelo Daily Mail UK. No entanto, os “monitores” ou “caçadores” incansáveis (faço parte deste grupo) das imagens transmitidas pela NASA online pela internet, registraram 6 objetos misteriosos (Sondas?) cruzando o espaço restrito da ISS. As seis esferas brilhantes emergem da escuridão e cruzam horizontalmente a frente da câmera, atravessando toda extensão da Estação Espacial Internacional. Este evento “Levantou a lebre” para que caçadores de Óvnis afirmassem que a Nasa cortou deliberadamente a transmissão das imagens quando os óvnis cruzaram a objetiva da câmera. Assista o vídeo postado na matéria do Daily Mail AQUI

Crédito: NASA
Panorâmica da Terra ISS - A direita as 2 naves Soyuz (Rússia)

Não tem mais como ocultar ou excluir a casuística óvni. A NASA se tornou uma agência espacial desacreditada, mesmo diante de todos os trabalhos e avanços tecnológicos que segundo eles são em benefício da humanidade. Pergunto: Qual o benefício? A humanidade cansou de escutar mentiras e de ser excluída dos planos da evolução científica. Lamentavelmente o ESA, a NASA e qualquer coluna acadêmica espacial, que prefira encobrir o que muitos astrônomos amadores já estão enxergando e registrando, perderam a credibilidade científica. Estas instituições científicas internacionais estão falidas diante das pesquisas autodidatas e autônomas. Os excluídos são tratados como imbecis, entretanto, os astrônomos amadores, agora irão mostrar o que as instituições cientificas governamentais escondem. Uma imagem é tudo para mostrar o que cálculos, fórmulas e desculpas de “especialistas” não conseguem contestar ou provar o contrário. Com a tecnologia óptica e digital oferecida hoje quem tem acesso financeiro pode ver o que eles tentam esconder, mas não conseguem. Tudo acontece no tempo certo e me parece que a data limite chegou.

Fiquem bem.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao nosso amigo Chico Penteado por ser um incansável vigilante do céu ...

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

De Olho no Céu – Registros de Óvnis e Meteoros Crescem em Progressão Geométrica




Por Gério Ganimedes


“Assim como no passado, entre a ilusão de Harry Houdine e a realidade de Nikola Tesla existe uma linha tênue chamada fato. O tempo mostrará o que é ilusão e o que é real”.    Gério Ganimedes

Um aumento significativo na estatística de registros de aparição de óvnis e meteoros que penetram nossa atmosfera por todo o globo vem abarrotando as redes sociais de fotos e vídeos. Estaríamos atravessando uma região do espaço carregada de rochas errantes e ou sendo visitados constantemente por tecnologia extraterrestre que nos observa? Ou o que aumentou foi o número de observadores interessados e equipados com tecnologia digital de última geração? Excluindo-se os “virais” e “fakes” (falsos vídeos), não há mais como negar que existe uma massiva quantidade de registros astronômicos e ufológicos. Fato é, que o interesse pelo tema tem agregado adeptos e seguidores, mas um percentual significativo está relacionado as aparições e eventos astronômicos reais que ocorre acima de nossas cabeças.

Equipamentos digitais de última geração
possibilitam ver onde antes nenhum homem
podia ver

Nos dias de hoje desde uma criança até mesmo o vovô, possui em seu poder um aparelho celular com tecnologia digital avançada que incorpora uma câmera de alta definição de imagem, e quando algo anormal acontece o observador de qualquer idade ou gênero registra e logo a seguir compartilha nas redes sociais. E quase tudo isto, acontece na velocidade da luz. Tão rápido como os próprios agentes ou alvos dos registros que se deslocam no céu. O que tornou estes observadores do céu, fotógrafos incansáveis e dedicados? Os fatos. Nada mais pode ser escondido, ou passa por despercebido dos olhos rápidos e atentos dos observadores, somados a suas visões digitais. A verdade está lá fora? Não. Está na memória SD de sua câmera digital ou Smartphone, telescópio, etc.

Dizer que tudo que é registrado é falso, é o mesmo que dizer que ninguém olha para o céu. Mesmo diante do avanço da vida e do escoar das areias do tempo (The Sands of Time), cresce o numeral dos que dedicam um tempo de suas vidas para observar e alimentar sua curiosidade aos corpos alienígenas que nos cercam. Seja um meteoro caindo, uma luz estranha que se desloca no firmamento noturno, ninguém mais, excluindo-se poucos, deixa passar sem registro fotográfico ou em vídeo, um fenômeno ou evento celeste extraordinário sem explicação. Hoje o que brilha como inexplicável no céu torna-se dados digitais em um chip de memória e material para compartilhamento, como se fosse um “Graal” do observador que o capturou.


Surge neste ponto a pergunta: “Nos tornamos um Peter Parker ”? Acredito que não nos deixamos mais enganar pelo somatório de evidências, pela implacável linguagem visual dos fatos. Tornamos-nos analisadores críticos, registradores, e uma nova categoria surgiu. Os observadores dos eventos “explicáveis” pelos “especialistas” de plantão. No entanto, narrados, comprovados e contestados por quem os viu legitimamente e os gravou para não deixar nenhuma sombra de dúvida, indiferente a tecnologia digital utilizada. Nada mais é impossível frente à eletrônica que nos é oferecida pelo avanço tecnológico. O fato é, que estes fenômenos existem, contudo, muitos preferem ver um ônibus queimando, uma vítima de uma facção criminal, do que ver um meteoro em chamas entrando em nossa atmosfera ou uma pincelada divina no céu que mostra que existe vida em outros mundos. A vida aqui na Terra resume-se a tragédias, crimes, distúrbios sociais, enquanto a vida lá fora expande-se, recria-se, melhora, e nas pinceladas de Deus recriam novos paraísos, novos mundos, repletos de vida e esperança.

Fiquem bem...

Dedicado ao nosso irmão de coração ... Rubens e a toda sua família.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A Chegada – E se os Extraterrestres Chegarem, Qual Será a Linguagem Utilizada para Comunicação?

Imagem meramente ilustrativa
Crédito: Gério Ganimedes

Por Gério Ganimedes


A sétima arte apresentou uma hipótese através do filme - A Chegada de 2016, de que uma nova simbologia ou linguagem ideográfica alienígena deve ser interpretada pela protagonista do filme, a linguista Dra. Louise Banks para que a humanidade compreenda o real motivo da visita dos extraterrestres. Link do IMDB. E se uma raça alienígena nos visitar realmente, qual será o código ou ideogramas que utilizaremos para nos comunicar com “eles”? Vivemos num universo separados por uma “Babel” de códigos fonéticos e símbolos. Este fator nos coloca diante de um “Enigma” (codificador alemão da segunda guerra mundial).

 Enigma - 1930

Que tipo de dispositivo interpretador, metodologia, simbologia ou construção sonora e ou fonética, deverá se usar, para que a comunicação com a primeira raça de seres que provavelmente podem nos visitar tenha sucesso para compartilhamento de conhecimento? Linguagem Aramaica, suméria, maia, asteca, egípcia? E se houver este contato, poderiam estes visitantes ser alguma espécie que já tenha visitado a Terra num passado distante?

O salto quântico da comunicação humana me parece que ainda não aconteceu e talvez por esta razão os “mais evoluídos” ainda não se apresentaram. De que adianta contatar se não houver compreensão? Meios errados de comunicação podem gerar interpretações erradas, conflitos e até o caos. Penso que diante da falta de conhecimento e evolução na linguagem universal, melhor não falar e sequer tentar fazer contato. Mas, ai você leitor vai me perguntar: “E aqueles que se dizem contatados e que se comunicam com raças extraterrestres”? Nada foi provado ou confirmado cientificamente e esta variável da fórmula universal de comunicação ainda é uma incógnita. Como esta comunicação acontece ainda é um grande mistério cercado de muito ceticismo e críticas.

De acordo com algumas colunas acadêmico-científicas (prefiro não citar nomes), não seria nada interessante para nós humanos encontrarmos outras espécies que foram semeadas em outros mundos. Então, baseado nesta premissa, “Diante da dúvida do desconhecido a melhor linguagem é o silêncio”.

Fiquem bem ...

Dedicado ao nosso querido amigo Célio Siqueira

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Lua em Rota de Colisão - E se a Lua se Tornar Alvo de um Grande Asteroide?





Por Gério Ganimedes


Constantemente surgem textos científicos e matérias sensacionalistas, com conteúdo apocalíptico de que a Terra pode, há qualquer momento, ser alvo de uma rocha espacial de grandes dimensões, mas não só nosso planeta pode ser atingido por um grande asteroide. E se nosso satélite natural, a lua for impactada por um corpo espacial de grandes proporções? O que pode acontecer à humanidade como conseqüências deste impacto profundo? Muito pouco se fala desta hipótese, quase sempre se trata deste tipo de catástrofe, com alvo principal, nosso planeta, entretanto se um asteroide, como o que atingiu a Terra e levou a extinção os dinossauros, impactar com nosso satélite natural, podemos sofrer por reflexo, um evento catastrófico global.

Nuvem de Oort - Fonte de Rochas Espaciais
 e Detritos / Restos de Corpos Celestes
que Assombram nosso Sistema Solar

A Lua é um corpo celeste que equilibra as forças que sustentam nosso planeta. Tem influência gravitacional sobre as marés dos oceanos, afeta o crescimento das plantas (crescimento e também reprodução) e até mesmo tem influência direta sobre nossas vidas. Caso aconteça um evento astronômico, como o impacto de um grande asteroide em nosso satélite natural, ele poderá sofrer um colapso estrutural tão grande, que o faria quebrar em pedaços. Estes efeitos colaterais catastróficos seriam sentidos na Terra, quase que imediatamente após o colapso de nossa Lua.


Elevação do nível dos oceanos, inundações, modificações no tempo, alterações climáticas, tempestades elétricas nunca antes registradas, sem falar da queda em nossa atmosfera e impacto na superfície de nosso planeta dos destroços do colapso lunar. Os fragmentos desta destruição seriam imediatamente atraídos pela gravidade da Terra causando uma destruição de níveis inimagináveis. Por isso penso, que um evento astronômico deste tipo, com certeza seria tão perigoso quanto um impacto direto de um asteroide na Terra. Nosso sistema solar é regido basicamente por uma premissa maior chamada de "equilíbrio". Qualquer alteração na "substância fundamental" que forma toda matéria existente universo, a vida entra em colapso e o caos é desencadeado numa reação devastadora.

Importante é, não só se preocupar com as trajetórias e distâncias astronômicas das rochas espaciais que tem risco potencial de nos atingir, mas também as distâncias que estes objetos errantes cruzam, e colocam também em risco de impacto, nosso satélite natural.

"Lembre-se de que às vezes, aquilo que menos nos preocupa, pode se tornar nosso maior problema".

Fiquem bem

Dedicado ao nosso querido amigo Jeferson Durand 

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

As Rochas Apocalípticas que nos Assombram


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Por Gério Ganimedes


Diante do questionamento de leitores, tomei em mente a decisão de pesquisar e escrever esta postagem.


Afirmações feitas uma pessoa que se diz “cientista”, de que um asteroide ou cometa sem cauda, irá atingir a Terra no décimo sexto dia do mês de fevereiro de 2017 podem se tornar matéria prima de nossos piores pesadelos. No entanto, antes de permitirmos que estas afirmações apocalípticas criem cenários de destruição em nossas mentes, devemos pesquisar e verificar as fontes destas evidências coerentes que confirmem o fato. Em astronomia a proporção numérica tem valores que podem transformar-se em distâncias muito além da nossa capacidade de medir, então antes de temer uma probabilidade e possibilidade de impacto, temos que entender a escala que mensura o corpo celeste que se aproxima.


Numa analogia grosseira, a Terra está para o sistema solar, como a bola azul de uma mesa de Snooker. Tudo tranqüilo e favorável, até a bola branca atingir a hegemonia cósmica e desequilibrar tudo.

 Observação da SOHO em 2015 de uma 
Anômala atividade de corpos celestes de grandes dimensões

Segundo informações e cálculos de Dyomin Damir Zakharovich “cientista” russo que desafiou a NASA – dizendo que a Agência Espacial Norte Americana errou em seus cálculos, e que nosso planeta vai ser alvo do Asteroide 2016 WF9 que tem 1 km de diâmetro. O corpo celeste em discussão, causou dúvidas e teorias conspiratórias de extinção em massa, podendo ser um asteroide ou cometa sem cauda. Entretanto, este corpo espacial parece não existir na tabela do NEO – Objetos Próximos da Terra.


Na página da NASA – NEO (Near Earth Object) este mensageiro do apocalípse aparece no dia 16 de fevereiro de 2017, porém com identificação diferente e com distâncias astronômicas que não ameaçam a Terra. Será que existe algo sendo ocultado?  Sendo a NASA detentora da tecnologia que monitora o espaço e alimentadora da base de dados do NEO, em quem podemos confiar?


Recentemente, instalações e manutenções foram executadas na Estação Espacial Internacional. Durante a transmissão das imagens, me pareceu, que algum tipo de dispositivo ou arma LASER de grande potência foi instalada. Seria este dispositivo algum tipo de tecnologia destrutiva para evitar a queda de um bólido espacial destruidor em nosso planeta? Estaria a NASA encobrindo uma possível catástrofe planetária?


Analisando as diretrizes técnicas e científicas dos fatos (trajetórias, órbitas e detecções de sondas telescópios potentes voltados para o espaço), avaliando as imagens da ISS (Estação Espacial Internacional), observando a constante queda de meteoros que cruzam o firmamento em várias partes do mundo, posso dizer que algo grande aproxima-se, no entanto não acredito que este corpo celeste, em particular, dito como catalisador apocalíptico de 16 de fevereiro de 2017 impacte contra a Terra.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes

Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Portais para as Estrelas – Os Ralos ou Vórtices dos Buracos de Minhoca

Foto/Crédito: 20Th Century Fox


Por Gério Ganimedes


Como na antiga série televisiva da Fox na década de 60 – O Túnel do Tempo (1966 no Brasil), onde cientistas desenvolvedores de uma tecnologia avançada que permitia que seus protagonistas viajassem através do tempo e da história, nosso planeta também possui uma tecnologia (malha ou matriz) deixada por uma inteligência extraterrestre, onde nos pontos ou nós de cruzamentos das linhas desta matriz espacial tridimensional abrem-se ralos para buracos de minhoca, usados por estes seres universais para viajar até nós, entretanto a viagem inversa também pode acontecer. O que torna nossa viagem até eles um tanto quanto difícil, mas possível, é não sabermos exatamente, onde esses estão localizados, o que pode nos tornar vítimas acidentais de armadilhas temporais. Exemplo desses fenômenos ou armadilhas são o Triângulo do Dragão, Triângulo das Bermudas e tantas outras coordenadas terrestres misteriosas e cercadas de segredos.


Idéias de mentes do passado, unidas as concepções da física moderna, como as de Albert Einstein, Michio Kaku e outras mentes brilhantes contemporâneas,  provam que estas viagens são possíveis e penso que com base nestas teorias, muitos dos eventos inexplicáveis ocorridos nestas regiões da Terra, envoltas em mistério, podem ser explicados. Então, como entrar num “Ralo de Buraco de Minhoca” acidental ou propositalmente? Velocidade, tempo, coordenada precisa, mas o elemento chave é a quantidade de energia envolvida, gerada em escalas altíssimas pela própria atmosfera ou tecnologia controlada. Por exemplo: Durante uma tempestade elétrica. Eventos deste tipo narrados por pilotos de aeronaves, através de rádio comunicação, fala dos momentos anteriores a seu desaparecimento, de estranhas tempestades elétricas, perda da noção de tempo e posição.


Cientistas que desenvolvem teorias ligadas a este tipo de evento, estariam já testando em laboratório ou até mesmo no local destes RALOS, experiências de viagens para as estrelas? Ou apenas os provedores extraterrestres se utilizam desta tecnologia para nos visitar constantemente?

“O tempo é uma variável cíclica e curva-se para dentro de seu próprio ciclo interminável, para frente ou para trás”.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

Profecias ou Diário de Bordo de Viajantes do Tempo?



Por Gério Ganimedes


Por trás de tantas confirmações de eventos previstos por profetas e visionários do futuro, quanta tecnologia extraterrestre pode estar envolvida? Será que Nostradamus, Parravicini e outros profetas, tinham apenas visões, imagens e vultos incompreendidos em suas experiências de um futuro vindouro? Ou na verdade, viajaram no tempo e espaço vivendo cada um o momento temporal de suas próprias profecias?

Benjamin Solari Parravicini 

Narrativas exatas do que vai acontecer no futuro às vezes, me parece um Déjà Vu. Profetas no meu ângulo de visão são viajantes do tempo. Mas porque isto acontece com estes “eleitos” da história da arte, física, matemática e ciências ocultas? Fazendo uma rápida retrospectiva sobre nomes clássicos, dos detentores do poder das profecias, pode-se perceber que o nível de detalhamento de suas visões futuras e até mesmo seus inventos baseados nas visões, isto tudo me leva a concluir que não são apenas visões em uma bola de cristal ou reflexos de uma xícara de chá. Estes profetas foram na verdade viajantes do tempo, exploradores do futuro. Escolhidos, talvez, por seu avançado conhecimento científico em sua época, prontos para entender o que veriam diante de seus olhos. Este foi o fator classificatório que os tornou aptos para estas viagens, cortesia de seres extraterrestres que dominam uma tecnologia altamente avançada.

Nostradamus

Nostradamus em suas Quadras apresenta uma forma codificada em versão de diário, segundo sua interpretação, dos eventos que legitimamente viveu em sua viagem através do tempo chegando ao futuro. Parravicini através de seus esboços e desenhos, parece ter fotografado as cenas que ele viveu num plano futuro. O que quero dizer, mesmo sem citar outros inúmeros visionários ou profetas, é que eles não viram apenas imagens do que acontecerá em reflexos, bolas de cristal, ou borra de café. Eles viveram o futuro, assistindo cada cena de cima como telespectadores em meio as catástrofes, conduzidos por tecnologia e vida extraterrestre extremamente inteligente e avançada. Duvidar destes profetas, visionários ou viajantes do tempo é negar nossa existência. Você já teve um Déjà Vu? Sabe como acontece? Simples. Você vê uma cena que lhe parece familiar, como se já tivesse vivido aquele momento, aquela fração de segundo. Especialistas e cientistas costumam dizer que é um engano de nosso cérebro, mas não é. Foi um teste para ver se você está apto para viajar para o futuro. Déjà Vus desaparecem de nossas vidas ao longo de nossa existência. Você já teve um Déjà Vu?  E seguiu tendo? Não. Com toda certeza. Para muitos este fenômeno acontece apenas num curto período da vida, mas alguns em especial continuam tendo esta experiência ao longo de toda a vida e estas experiências especiais tornam-se visões de suas viagens através da história.


O fenômeno Déjà Vu é como uma chave temporal, uma experiência, uma janela de tempo que uma inteligência superior utiliza para nos testar, para saber e entender se estamos preparados para visualizar o futuro que nos espera e descreve-lo, codificá-lo em forma de alerta para a humanidade. Resumindo, somos uma experiência temporal. Vamos mudar o conceito de profetas para oportunidades de ver o futuro para alertar de que se não mudarmos as diretrizes, cavaremos nossa própria cova.

Acredito que ao longo dos tempos, a energia de determinadas mentes através dos chamados “elétrons pensantes” (O Espírito Este Desconhecido - Jean E. Charon) cristalizam energia gerando um sinal de rádio freqüência na glândula pineal cristalizada como um antigo rádio de cristal galena, abrindo um canal ou vórtice temporal, permitindo ao “visionário”, “profeta” ou “viajante do tempo” deslocar-se no tempo usufruindo de canais de transmutação usados e deixados de herança desde os tempos mais remotos por inteligência extraterrestre. Estes ícones das profecias nunca foram profetas e sim viajantes do tempo.

“Quando não compreendemos as leis que regem do tempo, pensamos que o que não pode ser provado não pode acontecer”.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

In memoriam ... Osvaldo Santiago que mesmo não estando mais entre nós fisicamente nos traz seu conhecimento pela lembrança e presença espiritual.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O Dia Em Que a Terra Mudou



Por Gério Ganimedes
  
Não há mais como ocultar as anormalidades planetárias que a Terra vem apresentando. Mesmo que os cientistas e governantes, detentores das informações mais secretas venham a negar ou conduzir os fatos para outras direções que nos fazem ficar andando em círculos, a silenciosa e implacável linguagem dos fatos os desmente e condena. Geleiras dos pólos norte e sul rompendo-se, nível dos oceanos subindo, neve com altura de mais de dois metros em praias da Itália, temperaturas negativas atingindo valores incomuns, altas temperaturas na América do Sul ocasionando seca e desertificação. Neste somatório de eventos climáticos sem precedentes me parece que existe uma agente catalisador.
  
 Neve em Salento Janeiro de 2017
Reprodução/Twitter (crédito: Carlo Toma)

Mesmo mostrando um quadro de ação e reação muito rápida, e até mesmo exagerada, o cinema já nos apresentou situações semelhantes no filme “O Dia Depois de Amanhã” e “Presságio”. Partindo-se do ponto, em que escritores e diretores de cinema pesquisam para desenvolver a Sétima Arte, pode-se concluir, que as idéias apresentadas na tela do cinema têm um agente causador verdadeiro embutido, seja de forma subliminar ou explícita, o que me leva a acreditar que nada é exposto sem um propósito maior. A ideia parece ser - Dar o recado na forma de uma alerta, mas ao mesmo tempo levar muitos a acreditarem que o que é mostrado é apenas ficção. Entenderam? Não? É simples. É o que está sendo feito pela mídia convencional há muito tempo, as mudanças dão “sinais” em tempo mais longo, entretanto os “sinais”, iguais aos dos filmes estão ai para todos verem. Penso que existe algo bem maior lá fora que também está mudando e já mudou antes mesmo do homem estar sobre a Terra. "Era do fogo e do gelo" aqui já aconteceram sem qualquer interferência do homem, no entanto o que sempre esteve presente sobre o céu que nos protege, foi o sol e este sim, muda tem ciclos de calmaria e agressividade. No ano de 2013 publiquei no portal Corneta Diário (Leia AQUI), uma matéria com um estudo detalhado que fiz sobre uma "anomalia na ionosfera da Terra". Esta anomalia continuou avançando, mas nada mais foi falado. Estávamos entrando no período de Máximo Solar, ou seja, o período de pico de atividade de nossa estrela de um ciclo que oscila em torno de 11 anos. Coincidentemente esta anomalia  começou a afetar a ionosfera e por conseqüência, o clima de todo o planeta.

Raposa congelada - Janeiro 2017
Foto/crédito: AFP

Furacões, tempestades, inundações, nevascas no deserto e praias, frio de congelar no inverno europeu e norte-americano, granizo de pedras imensas, vulcões por todo planeta entrando em erupção, seca, morte de milhares de peixes, águas-vivas, baleias e golfinhos, além de terremotos em altas escalas. Estes eventos agressivos iniciaram-se exatamente no ano em que os Maias, segundo seu calendário, indicavam o fim dos tempos. Estariam os Maias nos deixado registros da mudança em seu ídolo maior - o Sol? O ano de 2017 começou de forma atípica, tanto no clima como na geografia do planeta e os sinais de lá para cá estão se intensificando. Por quê? Porque nossa estrela está mudando, e quem estuda o sol sabe disso. Mudanças na corona (dilatação da corona solar), atividade magnética intensa com grandes explosões solares, manchas e buracos coronais imensos se abrindo no sol e pólo magnético em fase de mudança, são aspectos que demonstram que nosso sol está “nervoso” e parece dar sinais de uma grande inversão polar, e os especialistas já sabem que está acontecendo um fenômeno que mudará toda a vida na Terra. O sistema solar é constituído por um conjunto de planetas onde prevalece o equilíbrio para que este sobreviva, qualquer corpo intruso pode causar desequilíbrio, mudanças orbitais e até mesmo destruição dos mundos que o compõe. Será que o errante viajante aproxima-se e estamos presenciando as conseqüências do desequilíbrio gerado por ele?

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Cortina de Fumaça – Rastros Químicos ou Chemtrails Estariam Sendo Usados para Refratar e Ocultar o Astro que se Aproxima?

 Foto/Crédito: Gério Ganimedes
Nebulosidade Artificial


Por Gério Ganimedes


A idéia de que algo de anormal e intencional acontece em nossa atmosfera causa uma resposta cética imediata – teoria da conspiração. Entretanto, quem só observa o que está diante de seus olhos tecnologicamente falando (Smartphones, tablets, etc) e abaixo de seus pés (tem gente que sequer olha para o céu), sempre terá uma visão egoísta, egocêntrica e cética. Quando o inimigo ou detentores do poder, não querem que você veja o que está acontecendo do outro lado da trincheira, criam uma cortina de fumaça artificial, para impossibilitar a visão do que de real está ocorrendo. Assim está, o setor científico ligado ao governo fazendo e agindo atrás do palco dos palhaços, pulverizando algum tipo de substância em nossos céus que causam um tipo de nebulosidade artificial que dificulta a observação dos olhos mais atentos, de algo que se aproxima de nosso planeta e que não deve ser percebido pelo grande rebanho de gado.  

As vezes até mesmo a cortina de fumaça, não consegue
ocultar o errante viajante ... 

Pulverizadores Químicos?

Foto/Crédito: Gério Ganimedes

O que estão pulverizando em nossa atmosfera com toda certeza tem um objetivo especifico. Refratar ou perturbar determinadas frequências de luz e com isso, ocultar o que se aproxima de nós, mantendo-o invisível diante de olhos despreparados. Esta “manta” ou “névoa”, criada artificialmente, serve na verdade, como uma “cortina de fumaça” para que não possamos mais ver o que, diariamente, está visível em nosso horizonte. Qual o motivo das regiões litorâneas serem as mais atingidas pelos CHEMTRAILS ou Rastros Químicos? Porque os CHEMTRAILS com “nódulos densos” (volume de vapor composto de elementos químicos pesados e nocivos) se concentram sobre as regiões mais populosas? Seriam estes “traçados químicos”, cooperados por empresas aéreas comerciais coniventes aos planos dos governos, ou as aeronaves que os produzem são dedicadas para este trabalho e fazem parte de operações secretas governamentais? De acordo com alguns estudiosos do “segundo sol” o astro errante que se aproxima aparece escancaradamente em dois períodos do dia de acordo com a longitude e latitude do observador, no pôr-do-sol e no nascer do sol bem próximo da linha do horizonte.

  Análise do Rastro Químico

 Antes ...

 Depois ...

Acredito que toda esta “malha de fumaça química infernal” dispersada mundialmente sobre nossas cabeças tenha um único propósito: Manter-nos adormecidos e calmos, sem reação qualquer ao que acontece acima de nós. Um novo mundo que já existe, mas está sendo encoberto por uma “Cortina de Fumaça”, que torna invisível o que se aproxima de nós e que tem como efeito colateral nos tornar doentes, com sintomas característicos como: Enjôo matinal, zumbidos nos ouvidos, falta de ar, estado de fadiga e finalmente o desenvolvimento de câncer na Glândula Tireóide e problemas na Glândula Pineal. O que estamos respirando, produto desta “cortina de fumaça” produzida e dissipada no ar que nos alimenta? As explicações científicas de especialistas estão baseadas restritamente a umidade do ar (52%~54%) e a altitude (entre 10 e 12 mil metros de altitude) altura normalmente utilizada pelos vôos comerciais. Os cientistas apontam para a afirmação de que, a propulsão quente das turbinas das aeronaves, combinadas à altura, temperatura e umidade, gera tal fenômeno, sejam elas comerciais ou militares. 


Mas porque outras aeronaves, também equipadas com turbinas, aparentemente nas mesmas altitudes, não liberam tais rastros densos e formadores de nebulosidade? Estamos em tempos estranhos onde não sabemos mais, de que ou de quem somos alvo. Resta-nos pesquisar, observar, questionar e correr atrás para aprender como nos defender do que os governos de todo mundo preparam para nós ou escondem de nós atrás deste escudo de nebulosidade. Já existem ONGs direcionadas a monitorar este fenômeno crescente como a Geoengineering Watch e a Skyderalert. Então, por que em todas as partes do mundo esta ação está sendo intensificada e negada pelas agências governamentais? As pesquisas mais recentes, de organizações independentes convergem para um aumento do nível de alumínio na água e grande acidificação do solo nas regiões onde os “rastros” se intensificaram, além de causarem um aumento considerável de doenças respiratórias, problemas de tireóide e câncer de medula.

Estamos estudando e observando...

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

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