sexta-feira, 30 de março de 2018

Universo – Uma Dimensão do Espaço Tempo que Criamos para Viver

Fotos/Crédito: Clayton Mace

Por Gério Ganimedes

Às vezes me vejo caminhar num universo silencioso, como em uma rua em dia de feriado. Silenciosa em meio à brisa de um dia de descanso, sem traços, sem som, sem caos. Vejo-me como um asteroide viajando no espaço, silencioso, porém em meio a carros estacionados numa rua deserta, sem qualquer pessoa que possa desequilibrar o silêncio de minha própria existência. Os carros que cruzo são como planetas, que nem mesmo vejo ou sinto o que habita em seus interiores. Nem mesmo o som ou melodia que possa estar se dissipando em seus interiores, suas vidas, pessoas, atmosferas. O Espaço criado por mim faz com que apenas caminhe, numa trajetória, numa órbita como um corpo espacial viajando entre um universo e outro. E existirá outro universo? Como podemos deslocar nossos corpos além deste universo que vivemos e que sentimos? Assim viaja uma rocha espacial, um asteroide, um meteorito. Sem saber de onde partiu, quando nasceu e quando cairá como um mero componente da existência cósmica. Quantos são os personagens de nosso universo? Quantos são os protagonistas que nos fazem rir, chorar ou sofrer? Como num grande tabuleiro, as pedras se movem como num jogo interminável de vida, entre nascimentos e mortes, entre vilões e heróis – traçamos nossa vida como um corpo celeste que viaja entre sistemas, sofrendo forças de atração, repulsão e compartilhamento.

"O cosmos é um espaço multidimensional, um mundo expansivo de nossa consciência e existência. Viajamos no pensamento, como numa viajem intergaláctica, numa espaçonave dotada de inteligência, forma, potência e energia que só nosso pensamento pode criar. Somos os genitores de nosso próprio mundo extraterrestre, de nossas mais significativas formas de sonhar, imaginar e crescer".

Nossos óvnis são o resultado de nossa busca interminável da compressão da nossa criação. Estamos, somos, existimos, no entanto por mais ignorantes ou inteligentes que sejamos, perguntamos por que uma estrela brilha sob o céu que nos protege. Um brilho ou um furo na manta mágica de nossa criação ou construção holográfica de nosso mundo?

Da criação para a realidade

"A vida que corre interminavelmente em nosso próprio cosmos pulsa da maneira que nosso motor de vida permite. Às vezes voamos, às vezes mergulhamos profundamente no oceano de nossas almas, vasculhando o que pode ser o ponto de partida de nossa semente".

Lapidei a rocha para chegar ao brilho extremo de meu objetivo em pensamento. A ufologia é mais que um estudo de fatos e eventos inexplicáveis que não conseguimos discernir entre o real e o imaginário.  Estudar os eventos e objetos não identificados que se destacam em nosso mundo ou mundos compartilhados é uma arte e uma química neural. Viajar e elucubrar entre pensamentos e definições exige flutuar entre mundos, ciências, filosofia e psicologia. Às vezes nos ridicularizam em nossas conclusões e análises, mas as conclusões estão gravadas na óptica de quem registra e de quem no passado de louco foi chamado por chamar um astro no céu de estrela, planeta ou lua.

Fiquem bem

Postagem dedicada ao meu querido amigo e irmão Clayton Mace

Texto: Gério Ganimedes - Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago
Foto/crédito: Clayton Mace


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 25 de março de 2018

OVNIS – Falhas Visuais de um Mundo Virtual?




Por Gério Ganimedes


Testemunhado por um número pequeno de pessoas - as que se arriscam a contar sem medo de serem ridicularizadas porque acreditam no que viveram, mas com grande importância estatística para a ufologia, os fenômenos eletromagnéticos que parecem fazer parte da atividade óvni apresentam-se numa espécie de padrão e com duração de poucos minutos, entretanto muitas vezes estes fenômenos que são relacionados com as aparições, são mais sonoros do que visuais e dependem do local em que as testemunhas estão no momento do exato do evento. Em geral a característica marcante antes da aparição de naves não identificadas quase sempre de grandes dimensões é um forte zumbido que é escutado como se uma “chaleira gritasse no fogão”. Logo após, ocorre uma forte oscilação na rede elétrica fazendo com que as lâmpadas pisquem intermitentemente e em seguida a energia elétrica é interrompida apagando toda rede local. Durante este estágio foram relatados, em alguns casos, um cheiro estranho no ar. O odor reclamado pelas testemunhas posteriormente foi identificado como sendo do gás ozônio O3 (mais conhecido como "cheiro de chuva no asfalto") formado pelas descargas elétricas nas nuvens, gerado no momento do aparecimento do arco-voltaico, causado por variação brusca da corrente elétrica na rede pública (isolantes dos postes) e pela umidade do ar. Acredito que este fenômeno seja causado pela tecnologia antigravidade utilizada pelo óvni durante seu deslocamento.


Já foram descritas cenas noturnas em regiões rurais (Nova Santa Rita no Rio Grande do Sul e Sombrio em Santa Catarina), onde, durante aparecimento do objeto voador não identificado, apareceram raios elétricos, como relâmpagos no entorno da nave, fazendo com que sua estrutura, antes invisível aparecesse. São poucos, mas significativos os casos de testemunhas de avistamentos de óvnis, que viram através da janela de suas residências, em regiões mais afastadas do núcleo das grandes cidades, cenas segundo eles, assustadoras e que foram vividas totalmente às escuras. Nestes casos a energia elétrica demorou a ser restabelecida (entre 5 a 10 minutos). Num dos avistamentos, após o forte e estridente zumbido e a falta de energia elétrica, nem mesmo o motor de arranque do carro, que foi acionado na tentativa de “fugir” do lugar, funcionou. Estes fenômenos misteriosos, nem sempre são levados a sério ou relacionados com naves não identificadas, porque simplesmente os óvnis não são vistos, apenas seus efeitos colaterais são percebidos (as testemunhas estavam dentro de apartamentos, mas acharam muito estranhos e chegaram a dizer que "a atmosfera ficou sinistra").  Em muitos relatos armazenados na base de dados do MUFON óvnis foram vistos bem acima de redes de alta voltagem, em estradas, no campo e até mesmo acima de subestações de energia elétrica em zonas urbanas.

Seria a avançada tecnologia antigravitacional dos óvnis que ao passar pelas redes elétricas modificam os campos e neutralizam a corrente elétrica? Ou estes veículos de outros mundos absorvem toda a energia dos cabos de força? Qual tecnologia ou fator causador, nós ainda não sabemos, entretanto os efeitos colaterais, quem testemunhou um evento deste porte, já sabem quais são.

E se nossos sentidos estiverem nos enganando e toda existência é apenas uma ilusão?  E se os ÓVNIS avistados "acidentalmente" são meras ferramentas de manutenção desta virtualidade ou falsa realidade? Nossos sentidos podem facilmente ser enganados e nem sempre o que vemos é real. Nosso cérebro muitas vezes é traído por sinais mal interpretados por nossa visão. Partindo desta premissa cientistas que cruzaram a óptica deles com a minha, apresentaram uma nova concepção de “realidade” lançando a pergunta: A visão que temos do universo é real? 

Matrix – 1999 
Créditos: Warner Bros.
Aproveitando-me desta plataforma de pensamento e observando o universo deste ângulo, uma questão surgiu no horizonte hipotético: 

Seriam os óvnis equipamentos de manutenção de um mundo ilusório em que estaríamos apenas sentindo e não vivendo fisicamente?

Nesta versão de existência, como uma espécie de realidade holográfica, poderiam estes veículos, serem administradores de uma ilusão que nos mantém presos aos nossos próprios sentidos? Esta óptica de mundo virtual já chegou até nós através do cinema, com um filme que envolve uma raça alienígena que mantém homens como baterias que alimentam seu mundo real, enquanto seres humanos são aprisionados num mundo ilusório. Matrix apresenta apenas uma pequena biosfera do que poderia ocorrer em todo universo. O que vemos através de nossa limitada visão pode ser muito diferente do que vislumbramos. No filme “O Show de Truman” de 1998, o personagem vivido por Jim Carrey (Truman), condicionado a viver dentro de um cenário para um programa de TV, em determinados momentos de sua vida, percebeu a presença de estranhos e câmeras controlando suas atividades, mas ele não sabia explicar o que eram e nem o que queriam, assim como nós diante dos óvnis. 

Dentro deste domo de criação hipotética pense que poderíamos ver estes fantásticos veículos extraterrestres e luzes misteriosas apenas em momentos onde ocorre uma falha da ilusão criada para nós e nos coloca frente ao universo real. Esta massa de ideias cria muita confusão em nossos pensamentos, no entanto, pensar que uma pequena esfera azul com vida, como a Terra - suspensa por forças cósmicas ainda desconhecidas, vaga através de uma malha com fronteiras infinitas é algo tão vago e incalculável que colabora com esta nova janela teórica dos cientistas. Assim, se todos estes veículos (ÓVNIS) e raças alienígenas que são relatados por testemunhas, e até mesmo vistos por nós, são parte de um plano de manutenção do universo criado para nos fazer acreditar em nossa existência, podemos até entender porque ainda não fizemos CONTATO. É porque não devemos, e não podemos ver os reais produtores que trabalham para manter a biosfera ilusória chamada Terra.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 22 de março de 2018

O Gigante Adormecido Pode Estar Acordando



Por Gério Ganimedes

Erupções Vulcânicas geram alterações em nossa atmosfera e por isso fazem parte do conteúdo deste projeto que monitora também fenômenos e alterações atmosféricas. O Yellowstone está apresentando sinais de que pode entrar em erupção. O Parque Nacional de Yellowstone é um parque nacional norte-americano localizado nos estados de Wyoming, Montana e Idaho. 


Análises geológicas recentes na região do Parque Yellowstone levaram cientistas à descoberta de uma fonte subaquática de magma em atividade logo abaixo do supervulcão do parque, gerando temores de que o gigante pode despertar a qualquer momento.  Especialistas encontraram uma coluna de cinzas vulcânicas superaquecidas debaixo do Parque Nacional de Yellowstone.  Esta “pluma” de magma em atividade térmica extremamente alta poderia fornecer calor suficiente para impulsionar a atividade na superfície do parque. O supervulcão de Yellowstone viveu na semana passada uma série de pequenos abalos sísmicos e somado à recente descoberta desta atividade vulcânica incomum no parque, o grau de temores foi elevado, chegando a apontar para uma iminente erupção. Uma “pluma” de magma é uma característica geológica incomum que fica na fronteira entre o núcleo da Terra e o manto, subindo pelo manto até a crosta terrestre.  Embora ainda seja apenas uma teoria, com base nessa atividade anômala, esta corrente vertical de magma abaixo do Parque Nacional de Yellowstone está em alta atividade e desenha alterações geológicas significativas apresentando sintomas de que algo maior está para acontecer.



O gráfico abaixo traçado pela USGS (Serviço Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos) mostra como uma “supererupção” da lava derretida sob o Parque Nacional de Yellowstone espalharia cinzas através do território americano. Os pesquisadores calcularam que esta região anômala está mais quente do que qualquer outra nos arredores, atingindo temperaturas de cerca de (600°C a 800°C) o que poderia agir como uma “faísca de ignição” para detonar uma erupção mortal do gigante adormecido.




Fiquem bem



Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Fonte de pesquisa: USGS e Nature Geoscience
Divulgação: Rosana Santiago


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 20 de março de 2018

O Palácio Celestial Chinês Está Fora de Controle e Vai Cair na Terra

Imagem extraída (Fotograma) do Filme Gravidade
Créditos: Warner Bros.  Edição: Gério Ganimedes - Anderson Mace


Por Gério Ganimedes

Um amontoado de ligas metálicas, plástico, resinas e “tecnologia descartável”, transportando produtos químicos altamente tóxicos poderão colidir com o solo terrestre nas próximas semanas e Nova York e partes da Europa estão entre os alvos mais prováveis. 

A Estação Espacial chinesa Tiangong-1 ("Palácio Celestial") está fora de controle desde setembro de 2016, entretanto agências espaciais em todo mundo têm monitorado a descida do “lixão espacial”.  Construída inicialmente com o peso de 8,5 toneladas o entulho orbital poderá também atingir o Brasil.


Segundo a previsão de cientistas aeroespaciais, a “velha chaleira espacial chinesa” agora com peso reduzido pelo consumo do combustível inicial, poderá cair em ​​Pequim, Roma ou Toronto. Especialistas do ESA - Agência Espacial Européia, com sede em Paris, estão entre os que acompanham a Tiangong-1 e estão prevendo que o impacto com a Terra acontecerá entre os dias trinta de março e seis de abril de 2018. O entulho esperado para sobreviver a reentrada está numa faixa de 10 a 40% do total de toda a sucata espacial que queimará na reentrada em nossa atmosfera. Levantamentos e cálculos de possíveis trajetórias colocam na mira dos destroços partes dos EUA, Europa, Austrália e Nova Zelândia. As cidades de maior risco incluem Barcelona, ​​Pequim, Chicago, Istambul, Roma e Toronto. Outras estimativas apresentadas colocam o dia D da queda entre  os dias 27 de março e 8 de abril de 2018.

Mapa das “possíveis” trajetórias
Créditos: The Aerospace Corporation

Como se não bastasse o perigo da queda de um corpo de grande massa, ainda teremos o risco de contaminação com base no tipo de compostos químicos que poderão atingir a região de impacto. Um composto químico altamente tóxico e corrosivo poderá cobrir a região da queda quando parte da “lixeira química chinesa” colidir com o nosso planeta. A substância química chamada de hidrazina que é usada como combustível de foguete pode provocar câncer num período de longa exposição.  Os sintomas da exposição em curto prazo a níveis elevados de hidrazina incluem irritação dos olhos, nariz e garganta, tontura, dor de cabeça, náusea, edema pulmonar, convulsões e coma, de acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). A exposição em longo prazo também pode causar danos ao fígado, rins e sistema nervoso central em humanos. O líquido é corrosivo e pode produzir dermatite de contato com a pele em humanos e animais. A Aerospace Corp uma corporação sem fins lucrativos com sede em El Segundo, na Califórnia / EUA, advertiu sobre os riscos da exposição humana a este produto químico. A hidrazina é um líquido incolor, oleoso e às vezes branco cristalino com uma base altamente reativa. 

“Tudo que sobe um dia desce”... E está descendo, em Quantidade de Movimento bem elevado (A quantidade de movimento relaciona a massa de um corpo com sua velocidade). Nossos pesadelos espaciais não são feitos apenas de pedras do espaço, mas também de ferro da pesada mão humana, arremessado para fora da Terra.

Fiquem bem, atentos no céu e protejam suas cabeças. 

Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 19 de março de 2018

Substratos da Tecnologia Extraterrestre que Visita a Terra

OVNI durante tempestade elétrica (dentro do círculo branco)
Porto Alegre - RS 2012
Foto/Crédito: Gério Ganimedes - Anderson Mace


Por Gério Ganimedes

“Desconhecemos a tecnologia biológico-sintética que permite cruzar o tempo e o espaço, entretanto grandes cientistas como Einstein formularam as possibilidades em suas teorias das viagens através do tempo”.

Há algum tempo estamos acompanhando de perto fenômenos que vão muito além das explicações científicas acadêmicas.  São centenas de testemunhas que vão de leigos a profissionais conhecedores de tecnologias como pilotos de aeronaves comerciais que afirmam que a engenharia agente do fenômeno óvni não é construída na Terra. Devemos mudar nossos conceitos de evolução tecnológica para poder compreender estes “dispositivos” transmutadores dimensionais. Sua estrutura interna é totalmente sintetizada possuindo elementos vivos com funções motoras, respiratórias, criadoras de atmosfera e suprimentos alimentícios. Possuem um controle inteligente manipulado por informações químicas e elétricas, daqueles que interagem e compartilham com esta tecnologia que ultrapassa a barreira do orgânico, associando características sintéticas, inclusive a combinação e reação química com compostos avançados como ligas metálicas assim como o titânio, encontrado nas amostras analisadas. Esta tecnologia – para muitos pode parecer ficção, mas os fatos estão provando que nosso mundo, tem rastros desta tecnologia, ainda impossível de ser copiada dentro de espectro muito limitado da visão humana, por isso, escondida e desacreditada pela ciência convencional.


Viajar através da barreira tempo-espaço, através de fendas reticulares temporais, de membranas entre universos, através de galáxias, buracos negros, e sistemas planetários, envolve bem mais do que combustível energia e sistemas de segurança. Envolve conhecimento e domínio da tecnologia orgânica de sistemas básicos para manter a vida intacta e longe de sofrer alterações, causadas pelos efeitos dos deslocamentos e transmutação de espaço, desintegração e recomposição molecular. Organismos vivos conseguem manter um determinado espaço ou universo dentro de si, estável, muitas vezes, quando os fatores externos são hostis e desfavoráveis. Como exemplo: “Um bombeiro quando no meio de um incêndio, sob ação do fogo, fumaça, altas temperaturas, enfrenta um território inóspito e caótico, no entanto dentro de seu corpo suas células, agem de forma totalmente automatizada, para manter o veículo externo, em funcionamento, mas não sofrem a ação direta do cenário hostil das chamas”. Um transportador orgânico é assim. Uma cápsula autônoma que protege seus tripulantes e sistemas vitais. Segundo especialistas da atividade paranormal, em toda transmutação de estágio energético, mudança de dimensão e materialização ou desmaterialização, uma substância semelhante, para quem já a conhece, se faz presente e é fácil de encontrá-la logo após o evento ou aparição - "ectoplasma". 


Um dos casos mais intrigantes desta substância aconteceu na Filadélfia – EUA, em 1950, quando testemunhas relataram terem visto um óvni desintegrando-se perto do solo. Testemunhas afirmam que ao chegaram ao local da queda, todo o lugar estava tomado por esta substância gelatinosa.

A “gosma” ou substância é descrita como uma gelatina, chamada também de "geleia de estrelas", aglomerada, meio translúcida e que se dissolve momentos depois de ter algum contato com ela. Mas, o que é este subproduto ou substrato de uma modificação estrutural e energética? Parece ser o resultado de uma transformação de estágio da matéria, assim como temos, sólido, líquido, gasoso e plasma, talvez, quem sabe tenhamos também um substrato da mudança dimensional. 

Artérias Orgânico-sintéticas
Atualmente desenvolvidas com tecnologia humana
 para cirurgias de reconstrução do coração

Acredito que no processo da ultrapassagem de uma dimensão para outra, ou de um universo para outro, na comunicação entre portais, seja necessário utilizar uma espécie de cápsula, casulo de dimensões variadas conforme a massa de quem ou o que está sendo transportado. Esta cápsula talvez seja constituída de material orgânico-sintético, algum tipo de material que proteja o viajante programado para a viagem. Neste caso ao romper a barreira entre as dimensões ou ultrapassar o espaço-tempo, este viajante ou grupo de viajantes, numa espécie de quebra de barreira, podem ter seu veículo transportador, ou casulo de proteção rompido, neste momento a desintegração ocorre e como efeito colateral uma explosão de energia estrutural do “casulo”. Explosões de luz, distorções ópticas entre nuvens e até mesmo rastros de luz como as deixadas por objetos que adentram nossa atmosfera podem ser reflexões destas ingressões em nosso mundo. Estas “placentas sintetizadas”, que transportam seres multidimensionais ou de múltiplos universos, estão deixando marcas na nossa atmosfera. O que fazem aqui? Onde se escondem? São sobreviventes ou mensageiros, querendo transmitir algo ou descobrir algo?  Será por isso que são dotados de sistemas de camuflagem tão eficientes? Nuvens lenticulares ou óvnis? 


Os misteriosos eventos ao longo de anos no Triângulo das Bermudas, no Triângulo do Dragão, no Golfo de Aden e as energias já registradas em fotos na pirâmide de Kukulcán, demonstram que estamos presos por correntes temporais e “elos perdidos” ligados a mundos extraterrestres. Estamos conectados por "cabos de energia ancestrais" numa espécie de um intrincado e complexo sistema de transporte interestelar conectando cada planeta, cada astro, a qualquer parte do universo. Como numa rede de computadores recebemos um número de identificação um "endereço eletrônico", assim acontece ao longo de séculos por toda a rede planetária e galáctica. Quem tiver nosso "endereço eletrônico" terá como chegar até nós a qualquer momento, e quando descobrirmos como decifrar e interpretar o endereço de nossos irmãos das estrelas, será possível visitá-los usando uma tecnologia que aqui foi deixada e está muito próximo de ser reconstruída.

Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 14 de março de 2018

À Espera de um Sinal

Rádio-telescópio do PQA

Por Gério Ganimedes
Desde os primórdios da humanidade o homem tem buscado formas de se comunicar com as estrelas, com os animais e até mesmo com as plantas.  O maior medo do homem é o silêncio a solitude. Não fomos criados para viver no afastamento e ao menor sinal de que podemos ficar desconectados ou ermitos nós buscamos desesperadamente nos comunicar, fazer amizades e nos deslocar, por mais longe que esteja nosso possível contato, seja da própria espécie ou com outras inimagináveis. Queremos de alguma maneira respostas dos animais, das plantas, do céu e das estrelas para que, de alguma maneira, possamos preencher qualquer espaço vazio dentro de nós, por menor que seja, criado pela perda de contato com o universo ou com o mundo que nos cerca.

Antenas do SETI ( Search for Extraterrestrial Intelligence)
A vida por si só busca o compartilhamento, a reciprocidade, a aproximação, o contato e um "sinal único" de que não estamos, e jamais estaremos sozinhos neste infinito universo. A existência tem uma regra básica, traduzida melancolicamente pela palavra amor. A busca da plenitude, da troca, da felicidade de não estar sozinho. É a troca de conhecimento, dos sentimentos e da continuidade interminável da vida. Por isso, buscamos na Terra e fora dela à possibilidade de compartilhar este sentimento que no guia desde nossa criação. Assim, esperamos ansiosamente a resposta positiva de nosso maior desejo – "não estarmos sós neste imenso e incompreendido pedaço do infinito".


Rádio-telescópio Parkes / Austrália

Os estranhos "sinais alienígenas", conhecidos como pulsos rápidos de rádio intrigam os astrônomos por quase uma década.  Desde que foram detectados pela primeira vez em 2007 até hoje os cientistas não conseguiram determinar a origem das emissões de rádio provenientes do espaço e que duram apenas alguns milissegundos. Alguns afirmam que podem ser uma mensagem alienígena, enquanto outros sugerem que foram gerados por uma estrela de nêutrons envolta por um campo magnético muito forte.



Agora, o mais significativo desses sinais foi gravado por pesquisadores da Austrália através do Rádio-telescópio de Parkes que pode finalmente, ajudar a identificar a fonte dessas transmissões misteriosas captadas anteriormente. Os astrônomos descobriram um forte sinal de rádio, o mais intenso já registrado, e reforçam que este pulso ajudará a identificar a fonte dos estranhos sinais "alienígenas" registrados. Os pulsos de transmissão extraterrestre foram detectados numa sequência durante três dias. O segundo e o terceiro foram identificados por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne em Melbourne na Austrália, entre os dias 9 e 11 de março de 2018.  Resta agora aguardar o que está sendo decifrado. 

Estamos próximos de tocar virtualmente nossos irmãos das estrelas ou estamos apenas recebendo "ecos de uma civilização já extinta"?

Texto: Gério Ganimedes - Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 13 de março de 2018

O Visitante - Contact in The Desert / Indian Wells - EUA




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Gério Ganimedes
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quinta-feira, 1 de março de 2018

Sob Ataque Alienígena - E se Uma Invasão Extraterrestre for Iminente e Real?




Por Gério Ganimedes


Num primeiro momento diante do ataque iminente de uma forma de vida desconhecida nosso instinto de sobrevivência nos contamina com medo e o pânico, mas logo a seguir se segue os princípios da lógica humana para se defender das forças alienígenas, desconhecidas e mortais. Mesmo diante de uma tecnologia avançada e destruidora qualquer espécie viva desenvolve de alguma maneira a contra medida certa para se defender e sobreviver não importando a quantidade de agentes agressores, origem, tecnologia, força ou proporção desta força ainda assim que seja aniquiladora.  A química da estrutura corporal que nos protege é gerada neste momento pela maior força elétrica e neuromotora contida em todos os seres vivos – o instinto de sobrevivência.  Mas, até que esta bioquímica seja estabilizada no âmago da espécie atacada, milhares, senão milhões sucumbirão diante de uma força tecnologicamente mais avançada, destruidora e por hora desconhecida.  Congelados diante da chegada, o fator surpresa é o agente catalisador e aniquilador, ainda mais quando, mais de 80% da população terrestre não acredita na possibilidade de uma invasão extraterrestre. Diante deste quadro de despreparados, os alienígenas já partem na frente em uma batalha que antes mesmo de iniciar, já têm vantagem incalculável.

Estar sob uma situação de ataque humano já é algo terrível em condições normais com agentes e armas conhecidas. Agora, imagine você, diante de forças extraterrestres? Forma, tamanho, força, estrutura orgânica? Contra medidas frente à ação de seres humanos podem ser facilmente aplicadas e respondidas por planos contrários previsíveis mesmo combatendo elaboradas estratégias militares, porém saber o movimento da “próxima pedra Alien, enfrentando uma espécie desconhecida e equipada com tecnologia e inteligência também nova e nunca sonhada pode ser a pintura de um quadro de morte certa ou submissão a um evento de invasão de outra espécie.  Nas primeiras horas, sob um ataque do desconhecido o pânico ultrapassa os limites da lógica e da razão humana e este é o tempo crítico onde milhares, senão milhões de baixas poderão ocorrer. Uma avalanche de mortes incontáveis por toda extensão do planeta.


As primeiras reações objetivas só nascem após nos depararmos com a realidade que nos abate como moscas. Até filtrarmos a antiga ficção, da atual situação de ataque, somos alvos fáceis num combate com o desconhecido.  São necessários momentos de reflexão, análise e avaliação dos estragos causados por quem veio até nós sem aviso, para que fria e objetivamente possamos executar qualquer plano de contra-ataque. Qual será a tecnologia terrestre que sobreviverá diante das armas e a estrutura de nossos invasores? A energia elétrica sobreviverá ao ataque? Nossas comunicações terão alguma utilidade? Seu celular ainda estará funcionando? Seu carro terá energia para dar partida? O que teremos a nossa disposição funcional para combater o invasor?


Uma invasão extraterrestre é algo sério para ser pensado e jamais deve ser descartada a ideia mesmo que hipotética, principalmente para ter em mente todas probabilidades. A escassez de elementos de combate com que contamos hoje, mas que na hora “H” podem não fazer parte de nossa contabilidade tecnológica bélica, atualmente funcional é um elemento que deve ser levado em consideração. Exércitos já sucumbiram em guerras terrestres por conta de adicionarem em suas estratégias armas, tecnologias e metodologias que não fizeram qualquer efeito frente a um inimigo inovador e com poder bélico desconhecido e destruidor. O efeito surpresa é sempre causador de impacto aniquilador e o maior causador de baixas, então talvez, seja salutar para a raça humana manter o foco numa probabilidade, mesmo que remota, para que diante de uma situação de invasão alienígena, que muito bem pode acontecer já na próxima hora, estejamos, da mais humilde forma, prontos para o pior. Não sabemos quando, nem qual lugar, mas não estamos livres de que isso venha a acontecer. O que você faria se agora, em sua TV, fosse transmitido um informe da sua rede local de televisão dizendo: “A Terra Está Sob Ataque Alienígena!”?

Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Santiago

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Lua – O Laboratório Astronômico Alienígena de Observação do Planeta Terra



Por Gério Ganimedes

“Synestia” ou tecnologia alienígena de nível planetário criada para controlar a cepa de desenvolvimento do DNA humano?

Segundo recentes estudos científicos da Universidade de Harvard e da Universidade da Califórnia (UC Davis), o satélite “natural” - Lua teria sido criada através do choque de nosso planeta, há 4,5 bilhões de anos com um planeta ainda “bebê”. Acho isso tudo muito romântico, uma “poesia astronômica parnasiana” diante de tantas mentiras científicas que vieram à tona com o passar do tempo, sobre nosso “satélite natural”. A grande verdade é que fomos expulsos da Lua por se tratar de uma “guarita de observação extraterrestre” criada com o objetivo de controlar a “cepa laboratorial” que foi desenvolvida aqui na Terra exclusivamente por vida alienígena avançada e inteligente, manipulando a genética selvagem dos antigos primatas que aqui habitaram. Contudo, as colunas acadêmicas insistem em dizer que a lua foi o que restou do impacto de algum planeta com a Terra. A professora Sarah Stewart da Universidade Davis na Califórnia agregou em sua pesquisa argumentos que concluem que a composição da lua é semelhante ao nosso planeta. Segundo ela, em suas próprias palavras, "A lua é quimicamente quase a mesma coisa que a Terra, mas com algumas diferenças". De acordo com as pesquisas apresentadas, os corpos planetários se formariam através de uma synestia. Os cientistas propõem que a formação seria gerada por uma enorme massa de pedra quente e vaporizada que à medida que os objetos menores, gases e partículas se comprimem e se agrupam, agregam-se a "semente". Uma pequena quantidade de rocha líquida no meio da nuvem turbulenta de matéria quente ao redor do núcleo como uma “rosca”.  Ao longo do tempo, com o resfriamento da rocha antes vaporizada agora condensada e fria, forma-se a estrutura planetária.

No entanto, isto mais me parece especulação e pura teoria científica do que a realidade que nos orbita. E se nossa Lua for uma estrutura alienígena criada como o propósito de gerenciar a vida terrestre? Uma guarita de observação construída por uma civilização extraterrestre avançada?  Foram tantas as transmissões duvidosas das missões Apolo, interrupções de rádio entre astronautas da ISS (Estação Espacial Internacional) e a NASA, com linguagem codificada (utilizando palavras chave criadas para identificar os ÓVNIS nas comunicações), fotos dúbias dos registros das missões na Lua com reflexões múltiplas, quando o único ponto de referência luminosa é apenas nossa estrela. Um espaço com uma escuridão infinita sem estrela alguma, quando lá a atmosfera é tênue e a poluição luminosa quase não existe, excluindo-se algumas poucas fontes de luz dos próprios capacetes dos astronautas. São tantas lacunas existentes em toda a corrida lunar. Material fotográfico acidentalmente queimado para não deixar rastros e tanto mistério nas missões de regresso ao satélite, que tudo mais parece como uma exploração cercada de acidentes e sabotagens, proibições e alertas para não nos aproximarmos de quem sabe, seja a maior laboratório alienígena de observação da Terra.


Alterações gravitacionais em nosso planeta, marés modificadas por forças da ação gravitacional e uma órbita perfeita, quem sabe corrigida por tecnologia extraterrestre, mantém este grande, reflexivo e brilhante “satélite natural” que muito bem, pode ser um imenso veículo espacial criado por engenharia planetária alienígena como o maior ponto de observação terrestre. Já pensaram que a falta de interesse humano na colonização da lua foi substituída por uma sedenta tentativa de colonizar Marte? Porque ir tão longe, se poderíamos criar uma espécie de simulação de colonização em um ambiente mais próximo e menos inóspito? Pela simples razão de termos recebido um aviso de Não se Aproxime! As inúmeras imagens capturadas por telescópios de óvnis deixando a superfície lunar, as censuradas imagens gravadas de objetos não identificados pelas câmeras instaladas na Estação Espacial Internacional e também das missões dos já aposentados ônibus espaciais comprovam que de natural nossa lua não tem nada. Uma estrutura perfeita, coberta por material reflexivo e hipnótico que há séculos preenche os hiatos da criatividade e romantismo humano, tornando-se fruto subjetivo de responsabilidade por tudo que acontece aqui embaixo. Do crescimento do cabelo a melhor colheita, símbolo luminoso das crenças de mutação das maldições caninas e vampirescas, a lua esconde por trás de toda esta cortina apresentada pela ciência o maior e mais simples segredo de sua existência – um observatório extraterrestre controlado por aqueles que observam nossa evolução e existência desde a criação. Acho que nossos criadores estão bem mais próximos do que imaginamos e quem sabe na próxima vez que você olhar para a Lua tenha a sensação de estar sendo observado de perto.



Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Colaboração: Rosana Santiago
Referência de artigo científico: Daily Mail – UK


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

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