sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Fora do Ar Por Tempo Indeterminado


Sem colaboradores, não temos condições de manter o serviço de Internet!

Pedimos desculpas aos nossos leitores, mas estamos atravessando uma fase de dificuldades e não temos condições financeiras de manter nosso serviço de Internet, por esta razão, estamos suspendendo as atividades do Projeto Quartzo Azul por tempo indeterminado. 

Fiquem bem 

Administradores: Gério Ganimedes e Rosana Ganimedes


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Sorria, você está sendo filmado! Tornamos-nos Alvo de Investigação Quando Publicamos Matérias Que Ameaçam os Governos ou Chegam Próximas da Verdade?


VLADLINK na cidade russa de Vladivostok


Por Gério Ganimedes

Leitores e amigos, não é teoria da conspiração, é fato com registro e endereço físico. Deixo aqui um alerta para todos meus parceiros amigos e colegas de ufologia e astronomia, que têm blog, grupo no Facebook ou sites sobre o assunto. Estão nos investigando. Em duas semanas tive meu e-mail pessoal invadido e com a senha alterada, sem falar do meu blog, que inúmeras vezes, sofremos invasão dos EUA. Agora é um invasor russo, que fica hospedado no serviço VLADLINK na cidade russa de Vladivostok, que passou a acessar meus dados pessoais. Esta guerra fria da informação que acontece entre Coréia do Norte, China, EUA e Rússia fizeram despertar os antigos métodos de espionagem, investigando todos aqueles que colocam o dedo na ferida aberta.  No entanto a tecnologia da informação também nos fornece ferramentas para detectar e identificar as ameaças. Após a utilização de ferramentas de localização de IP (identificação de um dispositivo em rede local ou pública) da mais simples até a mais sofisticada, a localização do nosso invasor foi identificada.  

Detalhes da invasão bem sucedida fornecida pelo
Hotmail da Microsoft

Detalhes da localização do invasor

Rota de rastreamento

Servidor de origem da invasão
Vladivostok / Rússia 
Sei que ao publicar a análise de um evento ÓVNI ou temas astronômicos importantes que a mídia convencional não divulga, mas que percebo ser verdadeiro, de alguma maneira serei vigiado, monitorado e até ameaçado (como já fui, através de e-mail de alerta ou invasão da minha conta pessoal e do blog) no entanto, não estou nem um pouco preocupado com isso, e continuarei a divulgar, apresentar fotos, vídeos e provas de que nosso mundo está sendo visitado por vida inteligente de outros mundos, ou mesmo sobre algum evento astronômico que esteja sendo escondido da população menos informada. Espero que meus colegas mesmo diante destas “pedras” que estão sendo colocadas em nosso caminho, não desistam. Uma coisa é certa - quando estamos sob observação, é porque estamos no caminho certo. Estando estes invasores, ou “hackers”, apenas se divertindo ou trabalhando para governos ou organizações secretas, estamos perdendo nossos direitos de cidadãos e nossa privacidade.

Fiquem bem atentos!

Texto: Gério Ganimedes
Pesquisa, imagens e colaboração: Rosana Ganimedes


AVISO AOS LEITORES


Na existência de direitos reservados sobre algum material eventualmente utilizado neste Blog, solicito nesta oportunidade aos seus autores, proprietários ou possuidores, o devido consentimento para sua utilização e manutenção neste espaço, no qual, comprometo-me fazer constar às anotações que os titulares do(s) direito(s) julgarem prudente que se faça inserir, mediante comunicação. A formal determinação de exclusão, por outro lado, será imediatamente cumprida.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 25 de outubro de 2015

Chuva de Cometas Pode Atingir a Terra a Qualquer Momento - Advertem os Cientistas

Extinção através de uma chuva de cometas
Ilustração: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes

"O sistema solar é como uma espaçonave que viaja através da Via Láctea. Podemos nos defrontar com todo tipo de ameaça cósmica, por isso penso, que seria muita arrogância, pensar que somos invencíveis e inatingíveis, pois estamos num ambiente instável, inóspito e desconhecido" 

De acordo com alerta dado por cientistas, a Terra está em grave perigo, podendo ser atingida por uma chuva catastrófica de cometas desencadeada pelo sol a qualquer momento. O estudo constatou que estávamos errados com nossa “zona de segurança”. Os pesquisadores descobriram uma correlação entre os eventos de extinção na Terra com o caminho que nosso sistema solar faz através de áreas populosas da Via Láctea. O disco galáctico da Via Láctea contém grupos densos de matéria escura e os investigadores reivindicam que a matéria escura pode jogar cometas em nossa direção. A Terra pode estar em grande perigo, disseram os pesquisadores, em consequência do caminho que nosso sol faz através da galáxia, enviando cometas em direção a nosso planeta. Os pesquisadores identificaram um ciclo de 26 milhões de anos, ligado ao impacto de meteoros, que coincidem com o momento da extinção em massa ao longo dos últimos 260 milhões de anos. 

Nuvem de Oort - Região do sistema solar com trânsito intenso
de asteroides, cometas e meteoroides / Imagem ilustrativa

Os eventos do fim do mundo estão ligadas ao movimento do sol e sua família de planetas através da densa região do plano da Via Láctea. A perturbação gravitacional da Nuvem de Oort - um anel de objetos gelados que se situam sobre a borda exterior do sistema solar, acredita-se criar chuvas periódicas de cometas,  derramando grande quantidade de corpos celestes através da região interna do nosso sistema área antes considerada “segura”. O último desses eventos ocorreu há cerca de 11 milhões de anos atrás, mais ou menos o mesmo tempo em que ocorreu uma extinção em massa na Terra - Mioceno Médio (Mioceno – é a quarta época da era geológica). De acordo com o geólogo e professor Michael Rampino da universidade de Nova York, pode ser errado pensarmos em uma era planetária completamente segura.  Michael Rampino e seu colega, o professor Ken Caldeira da Instituição Camegie, realizaram estudos onde descobriram que seis extinções em massa coincidiram com períodos de elevados números de crateras criadas pelo impacto de corpos celestes com nosso planeta. O resultado das pesquisas forneceu estimativas mais precisas de ciclos de ataque de meteoros. A pesquisa foi publicada na revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society.  

Seriam estes corpos celestes registrados
pela Lasco C3 / SOHO / NASA - prova científica do que está por nos atingir?

Com base na pesquisa e o alerta divulgado pelos cientistas, me permito fazer uma conexão com um evento recente registrado pela Lasco C3 da SOHO (Observatório Solar e Heliosférico da NASA). Na madrugada de 23 de setembro de 2015 mais precisamente as 04h54m as lentes sensíveis do Observatório Solar e Heliosférico da NASA capturaram uma verdadeira “chuva” de corpos celestes cruzando o disco solar, mas o que chama atenção na imagem é o rastro de um provável comenta (parte superior da imagem). O rastro deixou uma curva formada por uma esteira de gases. Resta saber, para qual direção, estes corpos celestes estão viajando. Vinte e quatro minutos depois as 05h06m uma nova imagem foi capturada pela Lasco C3, no entanto, nesta, a chuva de asteroides, ou seja, qual sejam os corpos celestes, eles já não estavam mais lá, o que sugere que estão a grande velocidade e mais próximos do ponto de observação (das lentes da SOHO) do que do sol. Diante deste alerta científico, alicerçado pelas colunas acadêmicas, revemos nossos cálculos sobre este evento anômalo no disco da Lasco C3 e agora talvez possamos compreender os registros e o lado astronômico da análise das imagens. O que concluímos, é que nada mais passa despercebido diante tantos sensores, sondas, pesquisadores e entusiastas pela astronomia, e pela quantidade de corpos celestes a grandes velocidades astronômicas, somando-se um astro em especial com características de cometa, parece que algo realmente grande a nível astronômico está para acontecer. Frente ao número cada vez mais crescente de bólidos incandescentes registrados, e que estão atingindo a Terra nos últimos meses, analisando as imagens da SOHO - Lasco C3 e culminando com o alerta dos cientistas, eu pergunto: Estaríamos diante de um evento celeste iminente e de grandes proporções? Lembro-me sempre, do meu grande amigo Abreu e a "Silenciosa e Implacável Linguagem dos Fatos".

Análise Digital da imagem: Gério Ganimedes

Fiquem Bem!

Texto, tradução, adaptação e análise: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

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Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma Rocha Espacial Potencialmente Perigosa se Aproxima da Terra

Imagem meramente ilustrativa
Crédito: Gério Ganimedes

Por Gério Ganimedes

Um asteroide do tamanho de um estádio de futebol passará próximo a Terra no final deste mês. Em 31 de outubro uma rocha espacial potencialmente perigosa estará em uma aproximação muito estreita em escalas astronômicas. O enorme asteroide 2015 TB145 passará a uma distância de 500 mil quilômetros cerca de 1,3 vezes a distância da Terra à Lua (LD - Lunar Distance). A rocha espacial  foi descoberta há apenas três semanas de acordo com os cientistas da NASA e segundo análise dos “especialistas” que acompanham a trajetória do asteroide, não existe nenhum risco de impacto com a Terra.  O grande bloco de rocha espacial (2015 TB145) tem um diâmetro estimado pelos astrônomos que fica entre 290 e 650 metros.




Comentário do Autor

Em escalas astronômicas esta distância é relativamente pequena por isso penso que estes “especialistas” que sempre dizem que está tudo normal e que “nada de ruim vai acontecer (assim como o que atingiu Chelyabinski na Rússia em 15 de fevereiro de 2013) deveriam reavaliar seus cálculos e considerar a hipótese de que, qualquer mínima alteração na trajetória deste asteroide, seja causada por força gravitacional ou choque com outro meteoroide, poderá colocá-lo em rota de colisão com a Terra ou, com uma probabilidade muito maior, com a Lua. Quando as medidas astronômicas tangem valores relativamente pequenos, penso que todo cuidado é pouco, para descartar o risco. Penso que "O espaço é como uma mesa de bilhar, qualquer obstáculo pode mudar a direção das bolas". Observe atentamente a animação LINK AQUI com a órbita e a trajetória do asteroide.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte: Space.com

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Gério Ganimedes
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Preparar, Apontar, SETI – Antenas Ajustadas Para a Suposta Mega Estrutura Alienígena

Rádios Telescópios do SETI

Por Gério Ganimedes


O potente sistema de Rádios Telescópios do SETI, o ATA - The Allen Telescope Array ou Estaleiro de Telescópios Allen (localizado a 470 km de São Francisco na Califórnia) iniciou a “escuta” da misteriosa estrela KIC 8462852 onde cientistas, sugerem ter encontrado uma mega estrutura alienígena. Os pesquisadores acreditam terem esbarrado a óptica de suas pesquisas numa mega estrutura construída por uma civilização alienígena avançada e compararam o modelo ao da Esfera de Dyson. Durante a análise dos pulsos luminosos da estrela, foram incluídas inúmeras variáveis que poderiam explicar o comportamento anômalo dos pulsos de luz. Distorções de leitura, dados defeituosos, no entanto os cientistas continuam sem explicação conclusiva. Segue agora a segunda fase da pesquisa. Tentar “escutar” a estrela para detectar através de padrões de leitura infravermelho na tentativa de identificar o que está causando o comportamento anômalo da estrela.

Esfera de Dyson - Tecnologia de nível estelar / planetário
Mega estrutura hipotética para extrair energia das estrelas

Conta a lenda...Que quando cientistas fazem uma descoberta e seus estudos são imediatamente publicados em revistas científicas oficiais e colocados em destaque pela mídia convencional, e mais ainda, os envolvidos acionam imediatamente um “plano b” anunciado publicamente suas descobertas, é porque as “coisas” estão bem mais além do que imaginamos, porém nós cidadãos comuns, só podemos vislumbrar a ponta deste "mega iceberg".

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte de pesquisa: Daily Mail - Science

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Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 18 de outubro de 2015

Sistema Para Previsão de Terremotos com Base em Ejeções de Massa Coronal

EARTH MIRROR SYSTEM©©

Por Gério Ganimedes

Em 10 de abril de 2011 desenvolvi um sistema de previsão de terremotos chamado de EMS ou Earth Mirror System©©. A ideia para construção deste sistema partiu da análise das imagens das explosões solares fornecidas pelas sondas SOHO (Observatório Solar e Heliosférico) e SDO (Observatório Dinâmico Solar) da NASA e a posterior reação deles na Terra num período de até 72 horas. EMCs (Ejeções de Massa Coronal) que ocorrem no Sol, horas depois atingem a magnetosfera da Terra causando tempestades geomagnéticas significativas e auroras nos pólos, mas não apenas isso. Como conseqüência destas explosões, ocorre um "amassamento" da magnetosfera e os filamentos magnéticos da Terra, neste instante, interagem com o ataque solar e a expansão das linhas magnéticas do Sol. Esta "pressão" empurra a crosta terrestre atingindo até mesmo o núcleo do planeta. A Terra por outro lado reage, seguindo uma das leis mais básicas da física - Ação e Reação. A malha de defesa do planeta suporta o choque dos bombardeamentos de partículas de nossa estrela, entretanto, mesmo este “super escudo” sofre uma pressão externa que é transferida imediatamente para a superfície do planeta. O que acontece é uma deformação da estrutura da malha geoespacial da Terra.  Para entenderem o E.M.S. ele funciona assim: Uma explosão acontece no Sol, então, com base nas imagens da Lasco C2 da SOHO e o disco de análise da SDO, marca-se a coordenada no disco solar e alimentamos o sistema com a coordenada desta explosão. Esta coordenada é mapeada pelo sistema e transformada por um algoritmo, que seleciona no modelo tridimensional da Terra, através do modelo de rotação da Terra, um setor chamado de “quadrado espelho” que será o ponto de reflexão do evento sísmico ou ponto de reação. Neste ponto a crosta responderá com uma força contrária e de mesmo valor da força que nasceu na superfície solar e atingiu a magnetosfera (deformidade da malha geomagnética) de nosso planeta. E quanto à precisão do sistema? Revendo algumas projeções e modelos de simulação, temos atualmente um grau de acerto entre 65% e 75%, mas vamos melhorar esta margem de erro. 

Fiquem bem

Pesquisa e desenvolvimento: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

UFOS ou OVNIS nos Arredores da Estação Espacial Internacional? Cuidado, Nem Tudo que Reluz é Ouro

Imagem/crédito: NASA

Por Gério Ganimedes


Como vorazes caçadores de óvnis, muitas vezes, na ansiedade de registrar e divulgar aparições de objetos voadores não identificados comete-se erros básicos de observação e análise. Quando ao assistir imagens transmitidas pela Estação Espacial Internacional (ISS) nos deparamos com o aparecimento de luzes se deslocando, sombras ou objetos com formas diferentes das espaçonaves convencionais, muitas vezes deixamos o emocional e o entusiasmo agir, sobre o racional e o lógico e podemos divulgar conclusões e análises errôneas, envolvendo fotos ou vídeos apresentados.

Tecnologia Espacial ISS
Imagem/crédito: NASA

Aberração óptica, anomalia espacial ou óvni? 
Imagem/crédito: NASA
Ref. a postagem anterior - PQA 

O objetivo desta publicação é apenas incentivar os parceiros e entusiastas da ufologia, a um novo procedimento de observação e análise, muito mais apurada e lógica, antes de divulgar e compartilhar vídeos ou fotogramas de imagens capturadas, que não revelam o que realmente estava acontecendo no momento do registro. A câmera instalada na Estação Espacial Internacional fica afixada dentro de um “domo transparente”, que em determinados momentos, de acordo com posição do sol, cria reflexos de partes e componentes tanto internos como externos da ISS. Na foto abaixo, num momento raro, consegui capturar o que chamei de “Selfie da Câmera da ISS”. A imagem permite ver até as inscrições do fabricante do dispositivo óptico. Observe quantos elementos estão sendo refletidos neste registro. Quero dizer que em cada grau de visão da objetiva da câmera, podemos ter um cenário complexo de inúmeros elementos, onde até mesmo um LED (diodo emissor de luz) de um painel interno da estação espacial pode se tornar um ÓVNI. Por isso, onde se vê uma luz, nem sempre significa que temos um objeto sólido por trás, seja ele corpo celeste, óvni ou tecnologia terrestre perdida no espaço (lixo espacial). Todo cuidado é pouco em se tratando de análises fotográficas ou vídeos, ainda mais no meio ufológico, por isso, devemos primeiro conhecer o local onde a câmera está instalada, e a estrutura tecnológica que cerca o dispositivo óptico, sendo este analógico ou digital. Um cenário mal compreendido resulta em análises corrompidas e conclusões fantasiosas. 

Selfie da Câmera da ISS  
Imagem/crédito: NASA

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

AVISO AOS LEITORES

 

Na existência de direitos reservados sobre algum material eventualmente utilizado neste Blog, solicito nesta oportunidade aos seus autores, proprietários ou possuidores, o devido consentimento para sua utilização e manutenção neste espaço, no qual, comprometo-me fazer constar às anotações que os titulares do(s) direito(s) julgarem prudente que se faça inserir, mediante comunicação. A formal determinação de exclusão, por outro lado, será imediatamente cumprida.

Gério Ganimedes
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Cientistas Teriam Descoberto Uma Mega Estrutura Alienígena no Espaço?

Esfera de Dyson / Créditos: Jay Wong - Space Magazine


Por Gério Ganimedes

Pesquisadores afirmaram que a estrela da imagem abaixo (Figura 2) poderia estar cercada por uma Mega Estrutura Alienígena conhecida como Esfera de Dyson. A estrela identificada como KIC 8462852 que está localizada a 1.480 anos-luz de distância da Terra produziu uma série bizarra de flutuações de luz que os cientistas não puderam explicar. Uma teoria que poderia explicar este fenômeno é a existência de uma gigantesca estrutura que estaria obscurecendo a luz da estrela. Os investigadores revelaram que esta estrela "bizarra" pode estar cercada por tecnologia alienígena avançada com propósito de extrair energia da estrela. A KIC 8462852 foi monitorada pelo Telescópio Espacial Kepler por mais de quatro anos, com início em 2009 e agora os pesquisadores estão dizendo que não podem explicar as flutuações estranhas na luz que ela emite, levando alguns a sugerir que poderia ter uma “mega estrutura alienígena” sugando a energia da estrela. A Esfera Dyson em torno de uma estrela é uma projeção tecnológica futurística que poderia aproveitar a energia de uma estrela cercando-a com uma estrutura hexagonal composta por inúmeros satélites. Esta ideia particular é mais comumente conhecida como um “Enxame Dyson”.  Algumas pessoas, no entanto, têm discutido a possibilidade de que em vez de um enxame de satélites uma estrela poderia ser envolvida por uma esfera sólida desenvolvida por uma futura civilização avançada tecnologicamente.

Figura 2
O astrônomo Jason Wright disse que “Aliens devem ser sempre a última hipótese a ser considerada, mas este tipo de estrutura parece algo que poderia ser esperado ser construída por uma civilização alienígena”.


Rádio Telescópio de Green Bank

Wright e seus co-autores disseram que o padrão incomum da luz emitida por esta estrela é consistente como a ideia de um “enxame de mega estruturas”, talvez captadores da luz estelar, tecnologia projetada para capturar a energia do astro. Uma teoria para esta tecnologia construída por uma raça alienígena avançada, é que eles poderiam aproveitar o poder de uma estrela inteira, através de uma esfera Dyson. No entanto, se tal estrutura existir, a teoria sustenta, que seríamos capazes de detectar sua assinatura infravermelha, mas um estudo recente não encontrou nenhuma evidência. Wright agora está trabalhando com o Instituto SETI em Berkeley e Boyajian para desenvolver uma proposta para apontar para a estrela em questão, dois grandes rádios telescópios, o de Green Bank do NRAO em West Virginia e o do Observatório Parkes na Austrália, para tentar ouvir algum sinal desta suposta tecnologia alienígena.
  
Imagem meramente ilustrativa - Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Estaríamos diante da visionária criação de George Lucas no filme Star Wars – A Estrela da Morte? As inúmeras formas esféricas já registradas próximas de nosso sol pela sonda SOHO (Observatório Solar e Heliosférico da NASA) poderiam ter registrado mega estruturas alienígenas capturando a energia de nossa estrela? O mítico planeta Nibiru, que segundo teoristas e escritores possui uma estrutura de ouro circulando toda a atmosfera do planeta teria tecnologia semelhante a da Esfera de Dyson com tecnologia avançada construída para captar energia das estrelas?  Perdidos em meio a tantas perguntas e teorias, seguimos em nossas buscas e pesquisas para compreender o cosmos e toda a complexidade da vida nesse imenso universo.

Tecnologia alienígena hipotética
Construção de Planetas ou satélites artificiais
 Base na Esfera de Dyson
Fiquem bem

Fontes: Daily Mail – Science e Space Magazine
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


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Gério Ganimedes

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mudanças na Anatomia do Sol Sugerem Mudanças Climáticas Extremas na Terra

Somos filhos das estrelas, filhos do Sol ...
Seremos herdeiros ou sobreviventes de nosso criador?


Por Gério Ganimedes


“Existem leis da física que em suas fórmulas e algoritmos faltam variáveis para explicar e justificar eventos astronômicos raros. Comprovaríamos nossa total ignorância evolutiva e científica se não admitíssemos, que as teorias base das colunas acadêmicas ainda estão engatinhando num mundo limitado entre a literatura e a matemática humana”.

Disco solar sem nenhuma mancha!
Preocupante "Sonolência Solar"

Nosso Sol está apresentando uma atividade nunca vista antes e está intrigando cientistas de todo mundo. Algo de muito estranho acontece com nossa estrela, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”. Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”.


Apesar de algumas explosões solares mais
significativas nosso sol parece mais "roncar" num sono profundo

Buraco Coronal de grande extensão

Além da atividade eletromagnética reduzida (deslocamento de plasma na superfície solar) e praticamente nenhuma mancha no disco solar, nossa estrela tem apresentado ciclicamente, buracos coronais (regiões onde as temperaturas são mais baixas e por onde flui grande quantidade de vento solar – na imagem acima aparece como região mais escura). Estas alterações estão sugerindo que nossa estrela está apresentando comportamento anômalo e pode estar profetizando uma nova era estelar, com atividade eletromagnética cada vez menor. Estamos diante de um fenômeno que alertam conseqüências e mudanças radicais no clima da Terra, principalmente, no hemisfério norte. Esta ausência de manchas, ou mesmo o número muito reduzido delas, com base em estudos da evolução dos ciclos solares, nos enviam ao passado, quando um evento “semelhante” ocorreu no princípio do século 20, no entanto a diferença é que a atual “faixa de análise” encontra-se logo após o ponto máximo do ciclo solar 24 e ao que está parecendo nossa estrela deverá reduzir ainda mais sua atividade nos próximos meses. Quais serão os efeitos colaterais desta nova era estelar? Estamos num sistema planetário, que qualquer mudança, em nossa zona de conforto, inevitavelmente causará efeitos espelhados na Terra. Crescimento na atividade geológica vulcânica, abalos sísmicos destruidores, tufões e ciclones , aumento das marés e inundações. Nosso mundo entrará num colapso climático e nenhum continente escapará. Os cientistas falam que as marés só afetarão as costas continentais apenas em 2030, outros em 2100, mas penso que o otimismo destes “especialistas intolerantes” é incoerente e descabido para a atual condição climática planetária. Nosso mundo está agonizando diante de vetores e variáveis cósmicas e terrestres. É o ciclo da vida de qualquer corpo mergulhado na matéria escura, que chamo de “gelatina cósmica do universo”, outros chamam de matéria escura. Devemos nos preparar para tempos difíceis, de escassez e de adaptação climática. Não tem mais como voltar, ultrapassamos a condição extrema da sobrevivência. Marte é o reflexo planetário de nosso inquestionável e iminente futuro.

Fiquem bem

Texto e pesquisa: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fontes: Science Magazine, History Channel, SOHO/SDO - NASA

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Missão – Mudança do Curso de Asteróide


Por Gério Ganimedes

Um novo experimento científico e espacial que poderia salvar a Terra do impacto de um asteroide vai ser realizado pela missão AIDA (USA-Europa). A missão conjunta EUA-Europa Aida (Asteroid Deflection & Assessment / Avaliação de Impacto e Desvio de Asteroide) irá impactar  uma sonda em um pequeno asteroide para ver se o caminho do corpo celeste pode ser alterado.  Os Pesquisadores vão fazer uma sonda se chocar com um asteroide para tentar alterar o seu curso. O alvo deste experimento é um sistema binário composto de um asteroide maior, "Didymos", de 750 metros de comprimento e outro que o orbita, "Didymoon", uma rocha espacial de formato oval com 160 metros de largura. Em outubro de (2020 e 2021) será lançada uma missão composta por duas naves espaciais. A previsão de chegada no asteroide é 2022. Uma nave irá bater na rocha e a outra irá monitorar o efeito do impacto. O anuncio foi feito por cientistas nesta quarta-feira(30) durante o Congresso Europeu de Ciência Planetária (EPSC) em Nantes na França.

Comentário do Autor 
Somente em 2020? 
Como meu amigo Abreu sempre diz:
“A silenciosa e implacável linguagem dos fatos”
Fiquem bem
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte: Daily Mail - UK

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Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 29 de setembro de 2015

A Lamentável e Prostituída Estrada da Ufologia


Por Gério Ganimedes

Enquanto as comunidades e grupos fechados das redes sociais sejam elas das plataformas do Google, Facebook, Wordpress ou qualquer outra, dedicadas à ufologia, ficam numa espécie de “competição particular”, para alimentar o “ego” de seus criadores, que querem ser os primeiros, os donos da cocada ou os donos da bola a ufologia vai continuar sendo prostituída ao último grau, e finalmente jogada na sarjeta. Neste ponto, perde-se a credibilidade, perde-se a força, e muito pior, quem realmente desenvolve o assunto de forma séria e com total responsabilidade com base em pesquisas, respostas científicas, fatos e experiência laboratorial, seus autores são chamados de “loucos” ou de “teóricos da conspiração”. Para desenvolver um trabalho a nível científico não deve existir competição. Somos todos nós membros do mesmo plano, da mesma dimensão, do mesmo projeto. Peço de forma humilde e respeitosa a todos os colegas desta pseudociência, que ao invés de ficarem tentando competir, ou se sentirem “ameaçados” pela divulgação de conhecimento e idéias de seus parceiros, vamos adicionar e não subtrair, respeitar e não excluir, pois não estamos competindo estamos compartilhando. Durante meus cinco anos de publicações no Projeto Quartzo Azul, eu ganhei amigos, adicionei seguidores, parceiros, mas este não foi o mérito maior. Evoluímos com o compartilhamento, respeitando idéias e pensamentos. A ufologia não precisa entrar no campo da competição, se temos ao nosso lado, idealistas e pessoas de caráter que sabem respeitar o trabalho independente de cada um. Ninguém é mais que ninguém, o que temos é um diferencial de visão, uma óptica diferenciada, apenas isso. Quando exponho minhas idéias ou minha visão dos eventos, fotos, vídeos ou registros dentro da área astronômica ou ufológica, eu me dou ao direito de expressar a minha visão científica ou transcendente, não estou competindo com ninguém e nem mesmo querendo roubar o foco de qualquer outro desenvolvedor de idéias sobre o assunto.

Fiquem bem!

Texto: Gério Ganimedes

 AVISO AOS LEITORES

Na existência de direitos reservados sobre algum material eventualmente utilizado neste Blog, solicito nesta oportunidade aos seus autores, proprietários ou possuidores, o devido consentimento para sua utilização e manutenção neste espaço, no qual, comprometo-me fazer constar às anotações que os titulares do(s) direito(s) julgarem prudente que se faça inserir, mediante comunicação. A formal determinação de exclusão, por outro lado, será imediatamente cumprida.

Gério Ganimedes
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sábado, 26 de setembro de 2015

As Profecias e a Conexão com as Mensagens Extraterrestres

Ilustração/crédito: Gério Ganimedes
Criação em e-on Vue 9 e 3DS Max 2010 - Clique na imagem para ampliar

Por Gério Ganimedes
  
De todas as profecias que marcaram a história, através de sua escrita prévia e codificada por seus polêmicos “intérpretes” e eventos correlatos que se comprovaram ao longo do tempo, surgem neste meio das “ciências ocultas e incompreendidas” três que têm extrema relevância, aos quais dedico tempo e total atenção para tentar decifrar o verdadeiro significado do “código” e o tempo cronológico ao qual poderiam se aplicar ou referirem-se.  A origem desta linguagem codificada que quero destacar, partiu de Benjamin Solari Parravicini, artista plástico argentino nascido em Buenos Aires no ano de 1898. O pintor ficou conhecido não só por seu trabalho artístico e condutor acadêmico de artes, mas também como um profeta.  Parravicini em suas modestas anotações e esboços, que registraram suas supostas visões futuras, sugere em três delas, temas que parecem se encaixar no quebra-cabeça de nosso relógio atual. Preste atenção no grau de detalhamento de cada uma das anotações e imagens, e depois conecte os elementos apresentados com os temas discutidos na atualidade. Eventos astronômicos, anúncios públicos de existência de vida extraterrestre inteligente e até mesmo conteúdo sobre a aproximação de um planeta mítico que ronda nosso sistema solar.
    

“Um planeta será ferido por um planeta apagado que roda os espaços. Esse planeta será a terra. A ferida do choque será na parte sul do hemisfério Norte e arrancará grande parte. Então o mundo terra vai tremer como um vulcão, igual a quando foi arrancado o pedaço da "América do Sul" hoje chamado no alto de "Suna". De novo o dilúvio de novo a escuridão, de novo o eixo em seu lugar, de novo o rodar e um novo mar no fosso deixado, e de novo outra lua que brilhará mais. A 'Amnis”. (1938).
  
"Cai sobre a terra no dia 5 do 5 de cincos o golpe de fogo estelar. Cairá nas regiões de Gibraltar e nas ilhas Baleares. Três dias lá, dois na América do Norte e, finalmente, um dia de cinco horas nas Antilhas. O fogo purificará! (1938)


"Aparecerão voando nas alturas, círculos de luzes, trazendo seres estranhos de outros planetas. Sim, serão aqueles que vieram para povoar a terra, se dirá e se dirá bem, Sim! Chamaram-lhes anjos no Antigo Testamento, ou a voz de Jeová e de novo poderão ser vistos e serão escutados” (1938).

Quando sonhamos ou mesmo acordados temos vislumbres de lugares e pessoas que conhecemos, temos matéria prima suficiente para construir com nossa memória e subconsciente, respectivamente, nossas lembranças e nossos sonhos ou pesadelos. No entanto, diferente disso, uma profecia ou visão é algo inexplicável, pois não temos base para explicar o que vimos. Não temos elementos nem matéria prima para compreender o que está diante de nós. Esta é a reação de um visionário ou “profeta” que vê algo que acontece muito a frente de seu tempo. É difícil identificar dentro desta experiência temporal o cenário, as pessoas e os elementos envolvidos, mas principalmente a tecnologia, por isso muitas vezes a linguagem utilizada nestes trechos, tornam-se codificadas e sua interpretação deve ser cautelosa.

Na madrugada de 18 de janeiro de 2012 tive uma espécie de “sonho do amanhecer”, aquele sonho que temos entre o despertar e o dormir novamente.  Foi algo muito real, nítido, colorido, com uma riqueza de detalhes que ao acordar interpretei como uma espécie de mensagem e não apenas como um simples sonho. Na época acreditava tratar-se de uma mensagem ou aviso para aquele ano, hoje mais comedido e analítico penso ser uma visão atemporal. A única certeza que tenho, é que tem alguma relação com o dia “6 de outubro”. De qual ano? Sinceramente, eu não sei dizer. Penso que todos nós de alguma maneira recebemos avisos e mensagens que não sabemos interpretar e por isso caímos no erro de prever eventos relacionados que talvez jamais aconteçam. No entanto, porque não divulgar a mensagem ou evento? Deixo aqui o que vi e já relatei anteriormente, mas que nem mesmo eu, ainda hoje, compreendo por total o código inserido na "mensagem".

Imagem criada a partir do sonho - Gério Ganimedes (2012)

“Em 06 de outubro eles chegarão e suas naves serão vistas durante todo o dia por todo o mundo. Haverá um tempo de silêncio, momento que deve ser aproveitado para que as pessoas se recolham com seus familiares em seus lares. As naves pousarão na Terra, mas eles não se mostrarão. Eles não querem o nosso mal, eles não são maus, entretanto eles fazem mal. É algo químico, físico, que causa mal ao ser humano. Eles permanecerão na Terra por 75 dias e durante esse período os homens devem permanecer em suas casas, sem olhar para fora. Eles vêem para buscar “coisas” que não podemos saber, para realizar “coisas” que também não devemos saber. Temos que acreditar e nos preparar para os 75 dias que virão. Será necessário ter comida e água disponível para todos os membros da família para o período de reclusão. Eles podem parecer pessoas normais, usarão roupas comuns para nós humanos, mas com “capuz” e jamais poderemos olhar para seus rostos. Aquele que tentar olhar para seus olhos morrerá. Passados os 75 dias será possível sair às ruas e a vida voltará, um novo mundo começará” - Gério Ganimedes (2012).

Fiquem bem

Texto e imagems em 3D: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

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Gério Ganimedes
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