sexta-feira, 24 de março de 2017

A Dança Cósmica das Galáxias - A Poesia do Universo




Por Gério Ganimedes


Como bailarinas especiais eleitas por Deus, como mães de sistemas do universo as galáxias mais se parecem como fogos de artifício espalhando cores e brilho no firmamento. Quando observadas por potentes conjuntos ópticos de grandes telescópios transformam-se em magníficas espirais cintilantes dotadas de múltiplos pontos de luz e cores. Diante da visão de quem já teve o prazer de observar numa noite límpida sem poluição luminosa, a via Láctea aparece como uma curva francesa expressa em 3D, com profundidade luminância e cores que invejam qualquer arco-íris. Ao centro de cada núcleo de uma galáxia concentra-se um ponto de extremo brilho. Este ponto singular é dotado de uma espécie de "ralo" ou buraco negro. Um lugar onde as estrelas e planetas são espremidos, transformados em energia que se fundem e um âmago de vida e morte.

Neste cenário cósmico de transformação energética, mundos nascem e morrem num piscar de olhos. Cada espiral galáctica é o reino de planetas, estrelas, cometas e asteroides. Um cinturão de astros que viajam em estradas cíclicas interagindo com milhões de elementos celestes criadores e destruidores de vida. Um paradoxo infinito de conexões e rupturas estruturais. Vistas de longe, na ocular de um telescópio, aparecem apenas como asas elípticas de luz e cor, ampulhetas, borboletas, as mais variadas curvas de Bézier, no entanto esconde em seu interior um verdadeiro "Balé Astronômico", que destrói, transforma e cria novos sistemas, novas estrelas e novos mundos com todos agentes coadjuvantes integrantes do universo.


Ao mesmo tempo em que estrelas e mundos velhos vão sendo dragados pela energia destruidora do centro das galáxias, novas energias vão alimentando com força geoespacial incalculável e incomensurável a formação de novos sistemas estelares, novos mundos, que apenas aguardam como um campo de plantação a inseminação extraterrestre, semente de Deuses para um novo mundo repleto de vida.

 Nebulosa Borboleta

"O universo de meu pai têm muitas moradas... Enquanto algumas morrem, outras nascem... E a vida evolui na direção da luz, da inteligência, da sabedoria de Deus ... Nosso mundo viaja nos braços da Via Láctea sempre em direção ao destino de todos os astros... O Centro ou núcleo da galáxia. Início ou Fim?"

Fiquem bem

Criação e texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 23 de março de 2017

O Mega Gerador de Defesa Planetária – Terra um Planeta com Tecnologia Extraterrestre Ancestral?




Por Gério Ganimedes


Esta é apenas uma história hipotética com o objetivo de apresentar argumentos que talvez possam explicar a tamanha diferença de nosso mundo com relação a outros de nosso sistema solar, da galáxia e quem sabe de todo universo.


Tecnologia Extraterrestre Controlada por Seres Intraterrenos?


Extraterrestres teriam instalado, logo após a criação do planeta, tecnologia avançada de nível planetário para proteção da Terra?


Dínamos criados em laboratório tentam gerar (simular) campos magnéticos da mesma maneira que os planetas e as estrelas fazem.

Existem outros planetas do sistema solar dotados de escudo magnético (magnetosfera), porém não são eficazes como o de nosso mundo.

Quando nosso sistema planetário foi criado pela agregação rica de componentes galácticos, Deuses vieram para presenciar a obra prima de sua criação. A Terra ficou conhecida, como o paraíso dos Deuses. Uma preciosa criação, com uma combinação perfeita de elementos, que não poderia ficar sem nome e sem proteção das intempéries do espaço que a rodeava e ainda rodeia. Os Deuses chamaram este oásis planetário de Íris Azul da galáxia. 

Mas eles não poderiam estar sempre por perto, para cuidar e reger  seu paraíso azul, então foi criado um conselho, uma cúpula formada por Deuses intergalácticos, para eleger um guardião, um administrador e uma legião de operários, que mantivessem em funcionamento a tecnologia cósmica que seria instalada aqui, para manter o planeta seguro. Esta segurança, a que me refiro, é proteção de invasores, impacto de corpos celestes e forças cósmicas e estelares que poderiam em épocas remotas e também hoje podem destruir a joia preciosa lapidada pela força do universo e pelo poder do criador.


Foi então que o conselho todo poderoso se reuniu e determinou funções aos líderes evoluídos que participaram do processo da criação. Na hierarquia divina destes Deuses alados, os seus conhecidos anjos ou alados, eram os seres mais próximos dos Deuses, a regalia era recebida, por estas entidades divinas e aladas, por não terem sexo definido, eram criações puras. Isto deixava estes seres imunes a desejos movidos pela atração dos opostos. O conselho então escolheu, entre todos os anjos, o mais fiel, o mais forte, no que se refere aos poderes incomensuráveis e obediência, e a ele foi entregue a chave da Íris Azul da galáxia.


Ele seria o grande guardião, o imediato direto sob o grande administrador e líder da força operária que iria operar o “equipamento ou a máquina do núcleo”. O equipamento motriz, o gerador de sustentação da Íris Azul. Entretanto, o cargo concedido pelo conselho supremo, não agradou um dos seres alados. Este foi tomado pela ira, pelo ciúme, inveja e por uma qualidade completamente banida da cúpula dos Deuses, o mal. Numa tentativa frustrada para matar o guardião, o não eleito guardião foi interrompido pelos Deuses que descobriram seu plano e sua tentativa. Organizaram então uma reunião para julgar e punir o malfeitor.

Magnetosfera da Terra - em azul as linhas magnéticas

Ele foi julgado e condenado pelos Deuses a executar a pior tarefa, a mais inferior participação no processo de proteção do planeta e que, ainda assim, se falhasse seria totalmente destruído e destituído de matéria, recebida em sua concepção, transformando-se em matéria escura. Seu castigo seria controlar o rebanho de seres escuros inferiores, para que estes movessem o reator artificial do núcleo da Íris. A máquina para mover o magma interno do planeta para que a energia fosse gerada e irrigada para a camada mais externa do planeta, formando um escudo protetor e resguardando a superfície da Íris Azul, mantendo-a livre de forças destruidoras externas.


Esta mecânica gravitacional e toda a energia térmica produzida, pelas legiões sob o controle do anjo caído, seria a força dinâmica para manter o oásis da galáxia vivo belo e seguro, para que os Deuses aqui viessem para desfrutar e descansar de suas viagens pelo universo. 

Segundo os Deuses não foi uma simples punição, foi o enterro vivo de um ser alado, a dor e a tormenta da alma – poderia ser sentida e escutada como sons do ringir de placas metálicas, como gemidos dos céus.

Ele seria o responsável pelos domínios intraterrenos, ele teria que controlar as legiões de seres, que assim como ele escolheram deixar seu âmago divino e benevolente, e serem tomados pelo mal. Eram milhões sob seu comando que juntamente com ele foram arremessados para as entranhas da Terra. Seus corpos sucumbiram às chamas e foram confinados numa missão punitiva, mas elementar para manter a Íris Azul de Deus, viva, bela, estável e segura. Seu corpo ainda material, constituído da semente dos deuses, sofreu com a dura tarefa de viver nas profundezas da terra, mas sua missão tinha um propósito e ele se sentia, ainda que rebaixado do poder divino, supremo em seu mundo.


Controlava um mundo subterrâneo e o fundamental gerador artificial de proteção da “beldade” de Deus – o que hoje é chamada de Terra.

Sua jornada foi interminável naquele período e o medo de perder a sua forma ainda humana de concepção divina, fazia dele ainda assim um servo temente aos Deuses. Jamais deixou, por eras, de fazer seu trabalho sob pena de transformar-se em um ser escuro. Uma alma negra do fogo e das profundezas, assim como aqueles sob seu comando e que penavam com sofrimento e submissão, impulsionando o magma do núcleo do planeta e mantendo o gerador, fazendo mover a máquina extraterrestre magnética para proteção planetária. 

Em uma época, a ira deste anjo caído superou seu desejo de manter-se a imagem e semelhança de Deus e sob seu comando legiões de operários dos subterrâneos suspenderam as atividades no núcleo e o gerador parou. Milhares abandonaram seus postos e subiram a superfície, terminando com a harmonia e o equilíbrio do paraíso. Parar o reator significava causar um desequilíbrio do escudo de proteção. Alterações magnéticas e elétricas desestabilizaram a harmonia do escudo (magnetosfera), ocorreu então uma redução na velocidade de giro do planeta e uma catástrofe inimaginável iniciou-se. Corpos celestes foram atraídos pela variação na gravidade do planeta, maremotos, terremotos e derretimento do gelo dos pólos tornaram a Terra um caos. Feridas geológicas brotaram na superfície da terra e como chagas rochas e lava vulcânica foram pulverizadas na atmosfera. A Íris Azul se tornou fogo e na galáxia era vista como uma brasa crispando. O Anjo caído viu o que tinha causado e então sob seu comando, sua legião de almas escuras, criaturas terríveis voltaram a trabalhar no núcleo, tentando reverter o motor do planeta, contudo era tarde demais. O guardião que vivia na superfície e comandava terras, mares e montanhas do planeta, chamou todas as forças sob seu controle para tentar reverter à situação que perdurou por seis séculos até a chegada dos Deuses. O guardião cumpriu sua missão e reverteu à instabilidade planetária. A atmosfera limpou, as florestas foram recuperadas, o gelo voltou a se formar e logo tudo sobre o planeta estava vivo belo e seguro novamente.

Os Deuses chegaram e a punição prometida, ao anjo caído, foi executada, sem perdão. Seu corpo foi destituído de matéria, se tornando uma massa densa e pesada, uma alma negra e aprisionada nas entranhas da terra, limitada ao seu mundo e trancafiada nas profundezas pelo poder supremo do guardião de Deus, aquele que é a luz da comunicação com Deus os anjos a seu serviço. O anjo guerreiro o manteve lá, mas agora o guerreiro do submundo parece que adquiriu novos poderes sobre sua legião de escravos submissos e ele pode estar preparando uma nova rebelião. O gigante negro do cosmos, o que rasga a escuridão do universo vem em silêncio e nas sombras, sem ser visto, chamado pelo poder daquele que habita as sombras de nosso planeta. Um ser que já foi divino a altura de Deus, agora detém os poderes, com o cajado da escuridão, está chamando forças negativas da galáxia, planetas escuros, criadores de catástrofes que podem dizimar milhões de vidas. Estes seres estão trabalhando nas fendas profundas da Terra para se comunicar com forças escuras do universo.  Os sons que soam em todos os céus do planeta o ringir do ferro pode ser o grito de revolta de uma entidade que já foi benévola, mas sucumbiu a maldade e ao prazer da destruição.

Como disse no início, esta é apenas uma história hipotética, criada pelo autor do blog para apresentar novas teorias sobre a existência e criação da Terra e todo seu mecanismo perfeito de funcionamento.

Fiquem Bem

Links para pesquisa científica:



Criação e Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Homem e Sua Estreita Relação com as Estrelas

 
Estrela Azul Kachina – Profecia Hopi


Por Gério Ganimedes


“Devemos respeitar os ensinamentos e crenças de nossos ancestrais mais distantes, ou estaremos negando nossa própria existência”.  Gério Ganimedes

Segundo a interpretação e visão dos Índios Hopi (nação indígena dos Estados Unidos da América, que vivem principalmente na Reserva Hopi, no nordeste do estado de Arizona, com 1,5 milhões de acres (6.000 km²), e que está rodeada pela Reserva Navajo. Alguns hopis vivem na reserva indígena do rio Colorado, no oeste do Arizona), cada evento estelar no firmamento noturno anuncia o início ou o fim de uma era ou um período terrestre. Frente ao que está acontecendo na constelação de Órion, descoberto recentemente pelos cientistas, uma verdadeira guerra estelar na nebulosa da mesma constelação (Veja a notícia em inglês AQUI), podemos dizer que cada um de nós está de alguma maneira, conectado com uma estrela que é guia e energia representando cada um de nós no cosmos.

 Nebulosa de Órion
O telescópio Hubble da NASA revelou uma verdadeira 
batalha espacial estelar
Crédito: NASA/ESA/K.Luhman/M.Robberto

Já pensou que existe algo lá em cima que atrai você de maneira mágica sem explicação? Que um brilho chama sua atenção como se o chamasse você para observá-lo? Esta é a conexão estelar que liga você ao universo. Somos coadjuvantes de uma "rede Wi-Fi cósmica", temos um "endereço IP" conectado diretamente a nossa fonte de energia e servidor extraterrestre. Uma malha infinita repleta de estrelas, energia incomensurável emanada de astros que nos transformam em terminais vivos, conectando cada um de nós a sua estrela mãe. Assim se originam do universo as mensagens para o futuro de cada ser humano deste planeta, de toda existência humana. Os índios Hopi  e toda sua herança estão certos. Os avisos de cada nova era de um novo ciclo são transmitidos em forma de luz e energia originária das estrelas. Quando nasce uma estrela no universo, uma nova vida é refletida na Terra, espelha-se e brilha, mas contrariamente uma vida também parte, morre para constituir a energia cósmica, para dar espaço a evolução.
  


Estrelas são fontes de energia, de vida e luz. A conexão humana com elas é como um cordão umbilical invisível, mas presente e incontestável. Somos filhos das estrelas. Temos material estelar correndo em nossas artérias. Culturas antigas como a do povo Hopi acreditam em ciclos (Assim como o povo Maia). Talvez estejamos presenciando o fim de um ciclo, porque as estrelas morrem e nascem num piscar de olhos, em um tempo que escorre numa ampulheta temporal diferente da nossa. O povo Hopi prevê a chegada de uma estrela azul em nosso sistema solar que marcará o início de uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens. Eventos associados a uma guerra que será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Nesta guerra tão somente os HOPIs ou os pacíficos (de todos os povos), serão poupados restando muito poucos sobreviventes, às sementes estelares que este misterioso povo indígena chama de Quinto Mundo ou o próximo.

Fiquem bem ... Queridos amigos e leitores

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado a minha amada filha Caroline Mace ...

Gério Ganimedes
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sábado, 18 de março de 2017

Atividade Elétrica Atmosférica – O Poder da Natureza Fora do Controle do Homem

São Bernardo do Campo / SP - 2017
Foto/Crédito: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Uma energia incomensurável, concentrada num único raio ou arco de luz e força, com unidade de potência medida em gigawatts, que se dissipa e ramifica-se no ar, na terra e na água. Os três elementos coadjuvantes do fogo, criado pelo gerador natural mais poderoso do planeta. Luz, energia e som assustador, que assombra o homem desde os primórdios da existência humana no planeta. Os raios vitimaram milhares de vidas, desde que começaram a ser monitorados por pesquisadores que mensuram o clima e o tempo por todo o planeta. Atualmente o clima mudou bruscamente e o tempo tem mostrado uma atividade anômala de relâmpagos nunca antes vista. Uma pesquisa recente do INPE e da NASA apresentaram as regiões do mundo com maior incidência de raios, entretanto o Brasil é o campeão da atividade elétrica atmosférica e registrou 50 milhões de descargas elétricas por ano. Segundo o INPE, raios mataram 1.790 pessoas entre 2000 e 2014 e estes números estão aumentando em progressão geométrica, resultado da brusca mudança na magnetosfera (campo magnético que protege nosso planeta da radiação nociva das partículas carregadas emitidas pelo sol) e ionosfera da Terra. Estamos diante de uma atividade anômala e agressiva causada por fatores especiais.

Porto Alegre / RS - 2011

Os raios mais parecem, na minha óptica, um ser vivente assim como o fogo. Ele parece respirar e se alimentar das cargas elétricas excessivas naturais e que a tecnologia humana descontrolada dissipa no meio ambiente e consequentemente na ionosfera terrestre. Gases da combustão de veículos, redes elétricas cada vez mais ramificadas, radiofrequência de tecnologia celular, produtos químicos combinados na atmosfera e outros fatores que criaram as mudanças climáticas num domo fechado como uma bolha propícia à atividade e condução elétrica em todo o planeta. Construímos um grande gerador de Tesla, mas diferentemente de Nikola perdemos o controle de nossa criação.


“Em todo o espaço há energia... é (só) uma questão de tempo até que os homens tenham êxito em associar seus mecanismos ao aproveitamento desta energia.”  Nikola Tesla


Fazendo uma simulação hipotética e aplicando um modelo de mudanças climáticas agressivas, somada a uma desorganização dos componentes químicos básicos da atmosfera terrestre, pode-se fazer uma suposição que num futuro muito distante nosso planeta poderá  ter condições atmosféricas muito semelhantes às de Júpiter. A atmosfera jupiteriana possui vários tipos de fenômenos ativos intensos, incluindo instabilidades das bandas (nuvens carregadas), vórtices (ciclones e anticiclones), tempestades elétricas com milhões de descargas elétricas. Um ambiente inóspito onde tempestades já duram por mais de cem anos.

A Grande Mancha de tempestade em  Júpiter

Analisando o quadro climático atual, me permito concluir, que a atividade elétrica atmosférica de nosso mundo tende a aumentar, a níveis nunca antes registrados, com conseqüências cada vez mais danosas e esta força o homem não tem controle. Diante do modelo clima/tempo de hoje que avança por todos os continentes da Terra (derretimento da plataforma de gelo da Antártica, aumento da água doce nos oceanos com conseqüência do aumento de temperatura dos mares) me arrisco a afirmar que o quadro caminha bem ao estilo “O Dia Depois de Amanhã”.

Canoas / RS - 2012

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


Gério Ganimedes

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quarta-feira, 15 de março de 2017

Radiotelescópios Podem Ter Capturado Sinais de Rádio de Uma Estrutura ou Nave Alienígena

 
Ilustração de uma vela solar alimentada por feixe de
 rádio (vermelho)  gerado na superfície de um planeta 
(M. Weiss / CfA/Reprodução)


Por Gério Ganimedes


Mesmo diante de notícias oficiais, divulgadas por fontes confiáveis e conectadas a membros de sociedades científicas, devemos, controlar a euforia e pesquisar muito, para não cair no caminho errado e apresentar conclusões irreais e fantasiosas. Em 2015 cientistas disseram que detectaram sinais de uma provável mega-estrutura alienígena que estaria extraindo sua energia de uma estrela (Esfera de Dyson - Leia postagem do PQA - AQUI). Curiosamente, tempo depois, esta hipótese foi rechaçada por outros astrônomos que supostamente vieram para derrubar a teoria da Esfera de Dyson e trataram a pesquisa como um equívoco teórico. Agora temos esta notícia recente sobre sinais de rádio provenientes de uma estrutura gigantesca e suposta tecnologia extraterrestre, que foi divulgada pelo portal veja.abril.com.br  ao qual tenho grande respeito e o vejo como fonte de total credibilidade.  O artigo foi publicado no The Astrophysical Journal Letters. Segue a notícia no link abaixo.

 Clique na imagem para ler a notícia
Por questões de direitos autorais preservei a notícia original sem cópia no blog 


Comentário do autor do blog



Diante do estudo, respeitando às colunas acadêmico-científicas que apresentaram o conteúdo de suas pesquisas, posso chegar a uma conclusão rápida de que a "silenciosa e implacável linguagem dos fatos" caminha mais rápida do que nós astrônomos e ufólogos esperávamos. 


Motor de Ganimedes
Leia mais AQUI

O anúncio pode ser um preparativo, ou um alerta à humanidade para um iminente contato com seres extraterrestres, mas ainda assim devemos manter a seriedade e mensurar a dimensão e a argumentação apresentada pela pesquisa publicada, pois as variáveis físicas e inevitáveis centenas, senão milhares de variáveis matemáticas envolvidas, podem resultar em mais um erro de interpretação científico e ou astronômico. Podemos estar diante de um evento histórico, mas mesmo com todos os recursos tecnológicos, ainda me resguardo e contenho minhas idéias que vão muito além do horizonte terrestre.

Fiquem bem... E prepare-se para o dia do contato, seja em nosso mundo, nesta ou numa galáxia muito distante.

Texto: Gério Ganimedes
Fonte: veja.abril.com.br
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu amigo e parceiro Ricardo Roehe - UFOS ONLINE

Gério Ganimedes
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domingo, 5 de março de 2017

O Decálogo Foi Quebrado - A Data Limite Pode Estar Próxima



Por Gério Ganimedes


"As dez leis do conselho extraterrestre e universal, visando à plenitude e evolução da vida não foram respeitadas desde o início da humanidade, agora me parece que o prazo ou data limite esgotou-se."
  
A interpretação dos eventos históricos conectados à visão religiosa, narrada por personagens ícones da antiguidade dependeu de questões culturais e até mesmo da ignorância diante do desconhecido vivido por eles. Os mais importantes protagonistas que deixaram seus nomes registrados nos livros sagrados viveram épocas em que uma série de eventos celestiais esteve relacionada indiscutivelmente a visitas extraterrestres. Como estes personagens interpretaram o contato que tiveram, se eram censurados por fatores tanto culturais como religiosos e tinha uma visão limitada no âmbito tecnológico? Muitos dos eventos registrados nos livros sagrados hoje podem ser interpretados como contatos imediatos de terceiro grau.


Adão, Noé, Moisés, Aarão, Ezequiel, entre outros nomes símbolos da evolução da raça humana, foram de certa forma contatados eleitos para experimentar e compartilhar conhecimento com seres extraterrestres evoluídos mensageiros de um conselho cósmico, nomeando-os líderes de condução do código planetário e das leis que regem todo universo. No passado, para mentes doutrinadas pelo medo de um ser superior que tudo vê e a tudo aponta punição, o que vinha do céu era sagrado, era divino, era sinal de Deus e poderia significar castigo, sacrifício e destruição. No entanto, hoje observando os eventos sagrados do passado por uma óptica ufológica e científica, sabemos que nem tudo que reluz é ouro.


Pintura do americano Benjamin West (1738-1820) retratando a Arca da Aliança. Segundo as escrituras o Decálogo foi guardado dentro da Arca da Aliança, juntamente com a vara de Aarão e um vaso de ouro que continha o maná.

Parece-me que para uma sociedade viver em equilíbrio, tranqüilidade e evoluir de forma salutar esta deve seguir normas, regras e leis. Foi isso que a raça superior que nos visitou no passado transmitiu através do decálogo. “Respeitem as dez leis cósmicas que vocês viverão em harmonia”, no entanto hoje, como desde a entrega do código básico de ética da vida todas as dez instruções não foram seguidas e o que aconteceu foi o resultado que assistimos diariamente – uma sociedade falida e a beira do abismo. Quando o Decálogo foi entregue para Moisés teve o propósito de orientar uma raça para não chegarmos ao caminho da destruição.  Se tivéssemos seguido a risca as regras, o mundo não estaria no caminho da ruína.

Leia a Primeira Parte sobre a Arca da Aliança e
depois a Segunda Parte

· 1º - Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
· 2º - Não usar o Santo Nome de Deus em vão.
· 3º - Santificar os Domingos e festas de guarda.
· 4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
· 5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo)
· 6º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
· 7º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
· 8º - Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo)
· 9º - Guardar castidade nos pensamentos e desejos.
· 10º - Não cobiçar as coisas alheias.

Se estas foram às diretrizes oferecidas a nós por uma raça superior de Deuses ou Extraterrestres, me parece muito claro que foram criadas por um conselho cósmico coerente, inteligente, evoluído e sem sombra de dúvida, por serem mais sábios já experimentaram as conseqüências benéficas destes mandamentos, que prefiro chamar de “Regras para Harmonia Universal”. Diante do quadro lastimável instaurado em nosso mundo, creio que assim como já ocorreu no passado com as duas cidades (Segundo o livro sagrado judaico) Sodoma e Gomorra, chegamos à data limite para uma iminente extinção, seja ela causada por nós mesmos esgotando a saúde planetária ou pelos  Deuses Extraterrestres que perceberam que estamos comprometendo o equilíbrio do universo.

Fiquem bem ... Queridos leitores e amigos

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amor Rosana, que além de lançar a ideia em meus pensamentos compartilha comigo o mesmo foco ufológico.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 3 de março de 2017

O Efeito Kripton – Da Ficção para a Realidade





Por Gério Ganimedes


Com base em uma história de ficção proveniente dos quadrinhos da DC Comics e do cinema - Superman, ideias foram surgindo diante de sintomas estranhos que se tornaram comuns para muitos de nós humanos. Tudo que será exposto neste post são apenas idéias e teorias, então peço que meus amigos e leitores compreendam, e que apenas viajem comigo nesta linha hipotética de pensamento. Apoiando-me na premissa da história original, de que ao ser lançado para a Terra por seus pais, Kal-El (Filho das Estrelas) passou a ter superpoderes por possuir uma densidade molecular diferente dentro e próximo da atmosfera da Terra, e por outro lado ficar enfraquecido diante da presença de um pedaço de rocha de seu planeta de origem - Kripton evoluiu a ideia e a teoria que passei a chamar de “Efeito Kripton”.


Vou tentar explicar onde quero chegar de maneira a não colocar meus leitores diante de idéias impossíveis ou absurdas, mas às vezes divagar entre a ficção e a realidade nos posiciona frente a uma luz de foco diferente, para explicar o que criadores e visionários expõem em suas histórias. Então, se fomos feitos a imagem e semelhança de nosso criador, podemos ter uma densidade molecular adaptada para habitarmos este mundo, contudo com parte do DNA primário do mundo extraterrestre de nosso criador. Fundamentado em nossa possível construção genética híbrida, com moléculas extraterrestres presentes em nossa estrutura, se nosso planeta de origem estiver se aproximando, talvez possamos sofrer, assim como Kal-El os sintomas do "Efeito Kripton".  Talvez, podemos estar sentindo em nossa modelagem molecular, as alterações e os sintomas da aproximação de nosso próprio lar de origem e agente destruidor, um paradoxo de vida e morte.


Se existe um planeta hipotético (Nibiru, Hercólubus, Planeta X), que visita nosso sistema estelar a cada 3600 anos (Com base em traduções de textos sumérios - Zecharia Sitchin), quando este mundo se aproxima, então sentimos um conjunto de sintomas que criam o "Efeito Kripton". Alterações de humor, revolta, fraqueza, tonturas, zumbidos nos ouvidos, falta de ar e alterações nos batimentos cardíacos. Viajar entre o universo ficcional e o real, pode despertar em nós um paralelismo que possibilita trazer das sombras do desconhecido e do duvidoso novas teorias e talvez, explicações para acontecimentos e eventos totalmente adversos vividos por nós. Como já disse, esta é apenas uma teoria nascida da ficção e só tem o propósito de abrir a visão para uma possibilidade real. 

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Quando as Abduções Deixam Marcas e Traumas em Suas Vítimas

Cena do Filme Intruders 1992


Por Gério Ganimedes


Quando um evento inexplicável amedronta e persegue suas vítimas durante anos causando efeitos colaterais, clínicos e psíquicos, as histórias e relatos têm que ser estudados, pesquisados, para preencher as estatísticas globais de abdução que são relatados. Hoje são milhares de casos, apontados em todos continentes. São pessoas que mesmo diante do anonimato recatam suas experiências dolorosas quando são raptados por seres que suas testemunhas dizem ser de outros mundos.


Diante de tantos casos narrados por vítimas deste tipo de evento não posso mais calar. Mesmo que os céticos e as colunas acadêmicas (médicos e psiquiatras) tentem provar o contrário, quem descreveu sua experiência joga “um balde de água fria” contundente sobre as teorias científicas. Quem escuta ou lê os relatos percebe que quem foi vítima destes raptos sofre ao resgatar suas experiências.


Marcas inexplicáveis pelo corpo, como as deixadas por faixas de imobilização, ferimentos com padrão de perfuração (consecutivos, formato triangular, circulares, etc.), pontos vermelhos como se a vítima tivesse sofrido queimaduras por LASER e perfurações por instrumentos agressivos, é apenas a ponta do iceberg. Quase sempre contam os abduzidos, que as marcas desaparecem ou cicatrizam-se rapidamente. Porque herdeiros de determinadas famílias são alvos deste tipo de sequestro e muitos sofrem em silêncio?


Em Intruders (filme de 1992) um psiquiatra de um importante hospital de Los Angeles, ao pesquisar problemas de duas de suas pacientes, acaba penetrando em um universo de estranhas ocorrências relacionadas com Óvnis, que modificarão sua própria vida. "Intruders" (Dan Curtis, 1992) resgata 600 casos que hoje compõem um vasto arquivo de histórias verídicas, vividas por muitas pessoas que passaram por experiências com seres extraterrestres e que neste filme colaboraram com renomados pesquisadores do assunto na reconstituição dos episódios. Um filme surpreendente para todos e especialmente apaixonante para os amantes do gênero, colocando o expectador em contato com vasta documentação e evidências físicas comprovadas.

Leia mais clicando na imagem acima


As imagens e relatos aqui apresentados são da vítima que chamarei de Alfa, resguardando sua identidade. Em suas visões, e marcas deixadas por suas experiências ruins de suposto sequestro alienígena, seu esposo ficou sempre em um estado de sono profundo, não podendo evitar qualquer intervenção extraterrestre. E assim acontece em quase todos os eventos relatados por outras vítimas. As fotos apresentadas neste post têm um propósito maior.


Se algum leitor souber de algum evento relacionado com o caso apresentado, por favor, entre em contato através de comentário ou por e-mail.


gerio.ganimedes@gmail.com

Garanto que sua identidade será preservada em total anonimato, fotos serão bem-vindas.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Sonhos – Nossa Existência em Universos Paralelos

Sonhos - Akira Kurosawa


Por Gério Ganimedes


Quando as imagens que se fundem em nossos sonhos nos transferem para atmosferas sombrias ou cheias de cores e luzes, para mundos diferentes, diante de entidades e pessoas desconhecidas. Esta experiência me faz pensar que de alguma maneira conseguimos transpor a barreira do tempo e do espaço, rasgando membranas temporais, atravessando dimensões e universos, experimentando um mundo paralelo, onde nossa existência é um paradoxo temporal. Como gêmeos de nossa própria existência, vivemos em um mundo reflexo real, porém distante do que sentimos neste paralelo. Os sonhos são as aventuras reais de nossos pensamentos, as barreiras que queremos, no mais íntimo de nossos desejos, atravessar. Nos sonhos ou pesadelos, queremos vencer as muralhas que nos aprisionam, os medos que nos limitam.


Uma conexão mágica surge entre os universos que nos permitem habitar. Quantas vezes acordamos com fadiga extrema? Isto ocorre por transpormos as membranas que limitam os universos. Esta energia mágica drenada de nosso corpo é o reator temporal que nos lança e permite viver por poucos momentos em mundos e universos paralelos.


Somos vários, em universos diferentes. Podemos sofrer aqui, enquanto sorrimos em outra dimensão em um mundo que nos parece sonho. O que temos que aprender é saber transpor nossa energia em um só ser, em uma só existência, para que possamos ver nossos outros “Eus”. Onde está nossa realidade? Qual universo nos permite evoluir? Nossos sonhos nos mostram os ambientes sombrios de nossa existência.  Nesta divisa, entre estas barreiras que dividem os  universos que nos cercam temos que compreender as mensagens e as variáveis que os sustentam. Endossando as teorias de que existimos em múltiplos universos, pego em mãos a ideia de que nossos corpos físicos ás vezes enfraquecidos em nossa realidade atual, é porque podemos estar sendo atingidos e drenados em outros universos paralelos. Nossos corpos físicos são íntegros e interligados diretamente à energia que se transmuta por outros mundos dimensionais. Às vezes uma dor, um mal estar no ambiente real que estamos vivendo, pode ser um ferimento grave em outro universo compartilhado. Pergunto: Qual é o universo que nos aceita, nos compreende e nos mantém? Já percebi que nossos sonhos nos mostram os ambientes mais sombrios e também os mais iluminados de nossa vida paralela. Quando acordamos de um sonho bom ou um pesadelo nos perguntamos: “Onde estou”? Em quase um sobressalto suspiroso, falamos entre o silêncio de  nossos lábios, dominados por nossos pensamentos: “Foi tão real ... Senti dor, aromas, amor, luz e escuridão".  Por onde caminhei, que mundo e qual tempo vivi? Acredito que minhas "cópias" distribuídas  entre os múltiplos universos saibam se cuidar ... Pois assim, em meus sonhos, terei o prazer de viver minhas outras vidas paralelas eternamente.

Gêmeos - Óleo sobre tela por 
Gério Ganimedes

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu amigo e ídolo das colunas científicas Michio Kaku 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

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