quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A Temporada de Caça aos Óvnis Começou


Por Gério Ganimedes
  
A caçada começou! Primavera, noites mais estreladas, horizontes límpidos e máquina fotográfica e celular na mão! Vamos iniciar uma nova temporada de caça aos óvnis e fenômenos astronômicos. 
Quem estiver interessado em participar, pode enviar fotos onde tenha sido registrado algum fenômeno atmosférico anômalo, fenômeno astronômico ou ÓVNI (Objeto Voador Não Identificado). Se possível, com informações sobre a localização, data e hora, e se possível o equipamento fotográfico utilizado. Serão respeitados os créditos e também o anonimato, caso seja a vontade do participante e colaborador. 
O sinal foi dado! Contamos com a colaboração dos leitores. Agradecimentos antecipados a todos que quiserem fazer sua contribuição, para que juntos possamos analisar e discutir as fotos enviadas. 

Favor enviar as fotos para meu e-mai pessoal: gerio.ganimedes@gmail.com.

Gério Ganimedes e Rosana Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Triangulo das Bermudas – Portal dos “Antigos Astronautas”

Artefatos Inca Pré-colombianos


Por Gério Ganimedes


Sabemos atualmente que nem toda tecnologia desconhecida que voa sobre nossas cabeças, pode ser qualificada de extraterrestre (óvni), pois projetos tecnológicos secretos existem e muitos só ficamos sabendo anos depois de inventados. Partindo desta ótica de análise, iniciei um estudo cauteloso de um tema que há tempos já vem sendo apresentado por canais científicos (History, Discovery, etc) e também por livros como o famoso “Eram os Deuses Astronautas” de Erich Von Dänniken.

Triangulo das Bermudas

Durante a década de 50, estudiosos estadunidenses tomaram conhecimento de um achado arqueológico, após receberem um lote de peças enviadas pelo governo colombiano, contendo artefatos de ouro datados com idade aproximada de mil  anos (os artefatos foram atribuídos à cultura TOLIMA (pré-colombiana) que habitava as terras altas da Colômbia em cerca de 200 e 1000 DC). Estas peças eram pequenas aeronaves de ouro, miniaturas semelhantes aos aviões atuais. 


O achado foi enviado pelas autoridades colombinas, com o propósito de fazer uma análise mais aprofundada das peças, por especialistas nos Estados Unidos. A conclusão dos arqueólogos mais convencionais, foi de que os artefatos, nada mais eram do que "pássaros cerimoniais estilizados" (foto acima). Mais adiante, contudo, nos anos 70, talvez influenciados pela teoria dos "Antigos Astronautas", de Erich Von Dänniken, o cientista Ivan T. Sanderson fez uma nova análise de tais objetos e concluiu que eles eram modelos de uma “aeronave de alta velocidade” ou um jato de pelo menos mil anos de idade. Ele foi apoiado pelo Dr. Arthur Poyslee, do Instituto de Aeronáutica de Nova York, que declarou que os objetos representados não podiam ter nenhuma relação com pássaros por possuirem características aerodinâmicas e formas que não são encontradas nas aves. De qualquer forma eles não conseguiram a devida atenção, e assim, o assunto caiu no esquecimento até o final dos anos 90, quando dois engenheiros aeronáuticos alemães Algund Eenboom e Peter Belting, trouxeram novamente à tona os curiosos artefatos Incas. Eles construíram uma réplica em escala maior, equipada com hélice.  O artefato recriado realizou um teste de voo em 1997 durante a Conferência Mundial da Sociedade do Antigo Astronauta em Orlando, Florida. Eles não fizeram nenhuma modificação em sua réplica, mantendo todas as características aerodinâmicas, exatamente iguais a dos objetos encontrados. O teste de voo foi um total sucesso.

Agora vamos à parte que realmente interessa, pois já apresentei parte do conteúdo “base” para eu poder chegar onde quero, abrindo uma nova teoria para os “Antigos Astronautas”, que eu passei a chamar de “Portal dos Antigos Astronautas”.



A maior parte das histórias de desaparecimentos ocorreu durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. Alguns se tornaram tão famosos que continuam sendo um mistério até hoje. Dentre essas histórias, temos o desaparecimento de cinco caças Grumman TBF Avenger iguais ao da foto acima.

Em minha opinião, o fenômeno Triângulo das Bermudas está classificado como “portal temporal ou fenda temporal”. Um lugar no espaço terrestre onde existe uma espécie de “Túnel do Tempo”. Penso que este túnel é instável, hora se abre, hora se fecha, variando também sua localização num plano tridimensional, porém limitado matematicamente por forças eletromagnéticas incomensuráveis, o que faz com que o túnel abra-se a qualquer momento. Quanto às coordenadas ou localização exata, esta por sua vez, pode variar o que torna, quase impossível, saber onde a “passagem” se abrirá para dragar sua próxima vítima.  Não penso que seja algum tipo de tecnologia extraterrestre que faça isso, mas uma condição geográfica especial do lugar, forças eletromagnéticas desconhecidas que podem ser geradas até mesmo por energias naturais vindas de fora ou de dentro da Terra, convergindo naquele ponto do globo terrestre.



Acumulando uma série de casos misteriosos, sobre o desaparecimento de aeronaves e embarcações o Triângulo das Bermudas não aparece sozinho na lista de locais misteriosos espalhados pelo planeta. Temos também o Triângulo do Dragão (próximo ao Japão) e o Golfo de Aden (reentrância situada ao norte do Oceano Índico, à entrada do Mar Vermelho, entre a costa norte da Somália e a costa sul da península arábica), onde misteriosos redemoinhos ou vórtices surgem no oceano modificando as correntes oceânicas. Diante do que quero expor para dar uma nova visão sobre a teoria dos “Antigos Astronautas”, resolvi fazer uma CONEXÃO entre estes locais e os eventos.


Para que haja um entendimento sobre minha teoria, é preciso relacionar algumas das características que associei ao meu “Túnel do Tempo”. Primeiro – Nenhum ser vivo sobrevive à passagem (os organismos vivos são simplesmente desintegrados ao cruzar o túnel). Segundo – Não é um túnel com calendário alvo certo, ou seja, ao entrar nele, o objeto pode ser deslocado no tempo para frente ou para trás. Terceiro – a saída do túnel é exatamente nas mesmas coordenadas da entrada, porém, em um tempo diferente, podendo ser passado ou futuro. Com base nestas características estabeleço a conexão.


Lightning F.3 - 1964

Um avião como o da foto acima entra pelo “Túnel do Tempo” localizado no Triângulo das Bermudas. Imediatamente o piloto da aeronave é desintegrado, logo a seguir seu avião atravessa a barreira do tempo, sendo arremessado mil anos no passado. Observem que o Triângulo das Bermudas fica localizado relativamente próximo da Colômbia (figura abaixo), que fica a noroeste da América do Sul. Para o povo Inca localizado na Colômbia é apenas um dia normal em suas vidas, mas isso até um avião descontrolado rasgar os céus e aterrissar no meio da selva colombiana, isso há mil anos atrás. Assombrados pelo tamanho do “pássaro de metal” caído do céu, os Incas cercam o local e admiram o que para eles simbolizou uma nova divindade ou um sinal dos deuses por eles respeitados. Daquele momento em diante, usando suas ferramentas e técnicas da época o povo Inca faz em ouro, o primeiro modelo em miniatura para representar o “ser divino que caiu do céu”.  Para nós seria apenas um avião em queda livre, mas que misteriosamente cruzou o tempo e o espaço, deixando a prova incontestável de sua presença num passado distante. Penso que nenhum homem sobreviveu a esta passagem pelo túnel ou viagem no tempo, caso contrário faria de tudo para deixar registros escritos numa língua universal, para que no futuro nós encontrássemos provas de sua viagem ao passado, no entanto suas aeronaves cruzaram esta fronteira.

Cartucho do Templo de Abydos – Egito
Observe um helicóptero Apache (EUA), indiscutivelmente retratado

Além dos aviões de ouro dos Incas, também existem outras provas indiscutíveis que de que as viagens através de “fendas temporais” ou “túneis do tempo” são possíveis. Registros de aeronaves (helicópteros) encontrados em cartuchos egípcios poderiam muito bem explicar as teorias dos vórtices energéticos e fendas temporais (Túnel do Tempo) na região do Golfo de Aden, por razão de sua proximidade com o Egito.


Acredito que estas peças descobertas pela arqueologia são a prova concreta da possibilidade de viagens através do tempo. Particularmente, não estamos diante de “Antigos Astronautas Extraterrestres”, mas sim, diante de remanescentes artísticos de povos que tentaram retratar fielmente o que para eles era desconhecido e divino. Tecnologia humana contemporânea que viajou acidentalmente através do tempo para um passado muito além da nossa compreensão.
  
Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alta Atividade Solar Desencadeia Fortes Tempestades Geomagnéticas na Terra

Magnetômetros em ALTA


Por Gério Ganimedes


Nosso Sol parece ter acordado de seu sono de beleza, e têm demonstrado nos últimos três dias que acordou de mau humor. De acordo com as últimas informações da SOHO/NASA (Observatório Solar e Heliosférico da Agência Espacial Norte Americana) os níveis das explosões solares aumentaram, assim como a velocidade do vento solar.

As partes mais claras da fotografia são
as explosões solares

Para medir o nível de intensidade das tempestades solares é usado o índice KP Planetário. A cada três horas durante o dia, observatórios magnéticos ao redor do planeta medem as mudanças magnéticas de maior amplitude que os seus instrumentos registraram durante este intervalo. O valor médio dessas observações é utilizado para produzir um índice que diz aos cientistas o quanto alterado está o campo magnético da Terra numa escala de nove. Esta escala é chamada de escala KP. Quanto maior o índice, ou seja, maior do que sete mais ativo torna-se o campo magnético da Terra, devido a tempestades no Sol. Quando o índice fica no limite entre um e dois, mais tranqüilo fica o campo magnético. Algumas vezes, mudanças na atividade do Sol podem causar grandes mudanças no valor de KP, já em outras situações, valores altos de KP podem indicar reorganizações repentinas do campo magnético da Terra devido ao vento solar. Valores de KP maiores ou iguais a cinco indicam atividade geomagnética que sinaliza tempestade solar. O índice KP estimado é derivado no U.S. Air Force Space Forecast Center (Centro de Previsões Espaciais da Força Aérea Estadunidense) usando dados de magnetômetros no solo em diversas localidades: Meanook, Canadá; Sitka, Alaska; Glenlea, Canadá; Saint Johns, Canadá; Ottawa, Canadá; Newport, Washington; Fredericksburg, Virgínia; Boulder, Colorado; e Fresno, Califórnia. Estes dados foram disponibilizados através da cooperação entre o Geological Survey of Canada (GSC) e o US Geological Survey.


Velocidade do vento solar
23:31 horário de Brasília


Na escala KP números abaixo de cinco resultam em condições mais amenas de atividade da ionosfera, no entanto numerais acima deste valor já apresentam como conseqüência tempestades geomagnéticas mais intensas. Observe no gráfico da postagem que na escala KP foram atingidos valores acima de seis, neste caso a situação torna-se preocupante, pois podemos ter como resultado, fortes interferências nas comunicações, danos nos equipamentos eletrônicos e instabilidade nos serviços de fornecimento de energia elétrica.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fontes: SOHO/NASA e Spaceweather 


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tempestade Solar Gigante Atingirá a Terra


NASA

Por Gério Ganimedes


Duas fortes explosões solares ou EMC, Ejeção de Massa Coronal, produzidas respectivamente nos dias 9 e 10 de setembro, foram arremessadas por nossa estrela em direção ao nosso planeta. A tempestade se formou com uma enorme explosão eletromagnética no sol, que liberou partículas de plasma magnetizado e energizado. Neste caso, as partículas estão viajando em direção à Terra em velocidade média, cerca de 4 milhões de quilômetros por hora. Entre os meteorologistas espaciais, existe um consenso de que a magnetosfera terrestre (campo magnético de proteção do planeta) será duramente golpeada por um duplo impacto no dia 12 de setembro de 2014. 

spaceweather.com / NASA

As duas nuvens de tempestade foram impulsionadas em nossa direção por explosões nos arredores da mancha solar AR2158 em 09 e 10 de setembro de 2014, respectivamente. Fortes tempestades geomagnéticas são possíveis nos dias 12 e 13 de setembro, como resultado dos impactos consecutivos. Possíveis falhas nos sistemas de satélite tanto de comunicação como de transmissão de dados e imagem poderão acontecer, assim como falhas de transmissão nas redes elétricas “apagões”.


spaceweather.com


Segundo a Agência Espacial Americana (NASA), o surto solar foi classificado como tempestade de Classe X1.6, o que coloca a explosão (Classe X) dentro da faixa de erupções mais violentas. Já o número a seguir, fornece informações sobre a sua força. X2, por exemplo, é duas vezes mais intensa que a X1, enquanto a X3 é três vezes mais intensa que a X1 e assim por diante. Apesar deste tipo de radiação não penetrar a atmosfera da Terra (estamos protegidos pela magnetosfera) para nos afetar fisicamente a longo prazo estaremos mais propensos a desenvolver câncer de pele.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte: Spaceweather.com / NASA

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Paralisia do Sono ou Abdução?



Por Gério Ganimedes


Um tema que já foi discutido em inúmeros fóruns e congressos de ufologia por todo o mundo, e que já foi matéria apresentada em postagens aqui no Projeto Quartzo Azul, está de volta agora sob uma nova perspectiva analítica, baseada em relatos e testemunhos de pessoas que viveram o trauma dos sintomas e experiências ruins durante o sono, desde sua infância. Estas experiências são narradas com emoção por seus protagonistas e envolvidos, e chegam a se confundir em alguns casos, com visões de terríveis pesadelos, onde o medo e a repulsa mostram-se sentimentos vivos e reais.  Outros descrevem cenas de total paz e tranqüilidade, luz e até sons harmônicos. O que fica caracterizado durante a conversa ou hipnose consentida (realizada e monitorada por especialistas) é que estas pessoas parecem ter vivido experiências muito reais logo após entrarem num estado de sono profundo e no momento de despertar têm uma dificuldade muito grande para acordar, sendo descrita como uma espécie de “paralisia de todos os membros do corpo”. Através da pesquisa, em inúmeras ramificações da ufologia, puderam-se reunir fatos mais palpáveis para argumentar que nesta estatística, as pessoas que perceberam que aparentemente algum tipo de “corpo estranho” surgiu em alguma parte de seu corpo, curiosamente passaram por algum tipo de experiência anômala, que a ciência atual insiste em dizer que são características da Paralisia do Sono. Queremos aqui levantar a hipótese de que os sintomas causados por estes “possíveis agentes invasores de origem desconhecida” se apresentam de maneira diferente dos sintomas da paralisia do sono explicados por especialistas do sono e neurologistas.

 A paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer. Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM (em inglês Rapid Eye Movement ou "movimento rápido dos olhos") que é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.

Embora já explicado cientificamente, vamos apresentar agora fatos pela ótica ufológica.

Por uma questão compreensível os protagonistas pediram para manter suas identidades no anonimato. 
Este caso em particular chamou minha atenção por acontecer com quase todos os membros da família.

Localização: São Paulo / Brasil.
Caso: Suposto Implante e Abdução

Os três protagonistas afirmam que “o fenômeno salta de uma pessoa para a outra”.

A – Tem 46 anos - sexo feminino.
B – Tem 70 anos - sexo feminino.
C – Tem 18 anos - sexo masculino.

Eles descrevem suas experiências como sendo repletas de sensações e sintomas desagradáveis. [A] afirma e mostra na região, logo atrás das orelhas (junto ao lóbulo), estranhas saliências, como se fossem pequenos caroços (tamanho de um feijão), que se manifestam, às vezes atrás da orelha esquerda, às vezes na direita, e às vezes nas duas, coçando e aumentando de tamanho, mas também desaparecem. Quando estes “caroçinhos” se manifestam, parece coincidir com os sintomas. Paralisia dos membros, tremor interno, arrepios, “uma sensação muito ruim” conta [A], experimentados tanto a noite como durante o dia no caso de um cochilo. Os “sonhos” lembrados parcialmente por [A] quase sempre tem conexão com “naves extraterrestres e seus tripulantes”. [B] e [C] têm os mesmos sintomas, embora não lembrem de viver experiências com extraterrestres em seus sonhos. Seria este um caso de “abdução” em grupo?  Seriam os sintomas, causados pelos “implantes”, como uma reação neurológica para desligar as “vítimas”? Porque três pessoas diferentes, porém dividindo o mesmo espaço, teriam uma mesma condição de Paralisia do Sono?


Ovnis nos sonhos
Interpretação artística - Gério Ganimedes
Abduzidos relatam escutarem zumbidos estranhos, terem sensação de tempo perdido, de terem sonhos com seres de olhos grandes e negros, salas cheias de luz, naves, discos voadores e curiosamente se sentirem presos ao próprio corpo. Se em tantos casos, de envolvidos em supostas abduções, os sintomas são parecidos e como no caso da família do relato acima, acontecem com mais de um membro da família, surge uma pergunta que não quer calar: Será herança genética esta condição especial? Ou o DNA de alguns tem um “algo a mais” que chama a atenção destes “seres” que observam, monitoram e visitam a Terra, assim como os cientistas ou biólogos humanos, que aplicam sensores em membros de famílias de golfinhos para estudá-las, mesmo a grandes distâncias oceânicas?

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes – Pesquisa de campo

Agradecimentos especiais à família paulista que nos recebeu e compartilhou suas experiências

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 24 de agosto de 2014

Os Extraterrestres e as Montanhas Sagradas

Monte Olimpo - Interpretação artística 
Gério Ganimedes

Parte I

Por Gério Ganimedes


Através dos povos antigos, e pelo que se sabe hoje da história contemporânea, as montanhas são consideradas como a “casa sagrada dos deuses”, entretanto, por que tantas culturas dividem esta crença de que elas teriam uma conexão com seres extraterrestres? Os gregos acreditavam que seus deuses travaram no monte Olimpo uma guerra épica pelo controle do universo, por outro lado, ruínas de um observatório de 4000 anos, que foi descoberto em uma montanha na Macedônia, revelam que os movimentos dos astros eram monitorados com notável precisão. Nas terras místicas peruanas na América do Sul, descendentes dos Incas mantêm uma antiga tradição, para contatar os espíritos da montanha conhecidos como “APU” (palavra da religião e mitologia do Peru, Equador e Bolívia), e que aparece nos textos do livro de J. Benítez – OVNIS SOS a Humanidade. Seriam esses deuses seres extraterrestres? Será que usavam montanhas inacessíveis e grandiosas para interagir com o homem primitivo? Isto talvez explique por que nós humanos temos tanta atração pelas montanhas há milhares de anos? Penso que o homem não percebe quando está desafiando uma montanha durante uma escalada esportiva, no entanto no âmago de seu espírito está uma espécie de “herança de instinto”, sendo na verdade seu maior objetivo chegar o mais próximo possível de seu criador ou “deuses”, desejo registrado através do tempo na memória de seu DNA. Nos textos bíblicos são inúmeras as passagens que fazem referência importante a montanhas, sendo elas o elo ou “rádio de comunicação” entre homem e Deus.


Apu Inti
O senhor das histórias,
mitos e lendas do Péru

A Cordilheira dos Andes, o Himalaia, os montes Urais e tantas outras montanhas que temos conhecimento, já foram e continuam sendo palco da aparição de óvnis. Será que é tão difícil de acreditar que exista uma outra forma de vida mais evoluída que divida conosco o espaço de nosso planeta através dos anos? Tribos de índios de todos os continentes sem qualquer conexão entre si falam dos mesmos "seres vindos do céu" e que aqui estiveram como “professores” para ensinar o homem sobre a vida, as estrelas e a evolução do universo. Então, perguntam os céticos: “Onde eles estão que ainda não fizeram contato?” Para tudo tem um tempo na escala evolutiva e talvez o homem de hoje, seja muito mais selvagem que os nossos ancestrais incas, astecas e maias. Vivemos em um mundo onde o homem não observa mais o céu à noite para ver as estrelas, porque a sua própria luz não permite vê-las. E se não vê nem mesmo as estrelas do firmamento quem dirá se permitir acreditar que exista vida muito além do que sua visão permite.

Machu Picchu - Peru
Lugar de muitos avistamentos de óvnis

Entretanto, os casos de óvnis avistados em regiões de montanhas e vulcões continuam a crescer e o número de pessoas que tiveram um “contato” direto com os tripulantes destes veículos durante as aparições também.  O que me vem à mente, é que estes “seres” continuam utilizando-se dos mesmos locais ancestrais para contatar talvez de forma harmônica os seres mais “preparados” para tal contato. Talvez, o medo de confrontar-se com forças além da capacidade deles, seja o agente limitador. Fragilidade talvez seja o sentimento de “medo” que os faça se resguardar do mundo hostil que vivemos. São reais, constatados e testemunhados em grupo os casos de pessoas que se deslocam em vigílias para a base de montanhas “sagradas” e que vivem experiências fantásticas de contato com naves e seres de outros mundos.  Talvez, o contato a nível global nunca aconteça, e talvez apenas alguns tenham a oportunidade de conhecê-los.  Abrir a mente para a existência destes “seres” talvez seja o começo, talvez se nos tornarmos crentes na existência de divindades superiores e permitirmos abrir em nosso espírito um canal de comunicação com as forças do universo, ficaremos iguais aos nossos antepassados índios e então poderemos receber a rara oportunidade de um “Contato Extraterrestre”.

Antes de ir para a base da montanha para comprovar tais aparições, perceba seu tamanho diante da grandeza dela e depois abra sua mente para as estrelas demonstrando sua crença na existência de seres divinos e superiores, tenho certeza de que você verá aquilo que seus olhos antes não enxergavam.  

No próximo post apresentaremos alguns lugares que foram considerados sagrados por grupos e movimentos ufológicos onde aconteceram aparições de óvnis e até “contatos de terceiro grau”. 


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 23 de agosto de 2014

Índia – Berço da Herança Extraterrestre

 Deus indiano Ganesha - o removedor de obstáculos

Parte I

Por Gério Ganimedes


A Índia parece ter de alguma maneira inserida em sua cultura a presença de “Deuses Extraterrestres”. Estas entidades veneradas pela cultura indiana parecem não pertencer ao nosso planeta. Os deuses da cultura hinduísta apresentam características que parece se refletir em casos curiosos de mutações da anatomia humana indiana contemporânea.

Por que se vê tantas notícias do nascimento de aberrações genéticas na Índia? Crianças com quatro membros superiores, pés de elefante, mãos com dedos enormes, crianças com rabo, crianças com as extremidades dos membros alongadas? Estes casos me parecem curiosos e fazem uma conexão com o passado cultural e religioso da Índia. Parece haver uma estreita ligação com seus “deuses” também representados por figuras de anatomia bizarra. Seria isto herança extraterrestre de genética manipulada, ou o resultado de experiências atuais com DNA humano fruto de abduções realizadas por estes aliens que vagam a milhares de anos livremente por nosso planeta? Uma menina com quatro braços e quatro pernas é operada por 30 médicos em 06 de novembro de 2007. A menina nasceu em um pequeno vilarejo no Estado de Bihar. Alguns dos moradores locais acreditavam  se tratar da reencarnação da deusa indiana da riqueza, Lakshmi, cuja imagem é conhecida pelos múltiplos braços e pernas.





As provas parecem estar inseridas na própria cultura mística indiana e nos livros sagrados e manuscritos. Segundo esta literatura, estes “deuses” que aqui estiveram “guerrearam nos céus em seus veículos voadores chamados de Vimanas”. Teriam estes seres celestiais ou deuses, deixado na Índia até os dias atuais, sua herança genética ou o resultado de suas experiências genéticas na tentativa da criação de híbridos entre humanos e extraterrestres? Parece que novas provas surgem e que vêm a colaborar com os estudos sobre óvnis e extraterrestres.
Deusa indiana Lakshmi




China e Índia - países que parecem ter conhecimento sobre a existência extraterrestre aqui na Terra, tanto no passado como no presente. Para a Índia e China parece não haver mais segredo da presença de bases subterrâneas de OVNIS na área da fronteira do Himalaia. 

Vimana - Diagrama de funcionamento encontrado em manuscritos >

A região de Ladakh/Kongka no Himalaia, zona muito disputada entre Índia e China é uma região de pouco acesso, pouco patrulhada pelo exército, mas de acordo com muitos turistas, monges budistas e povo local de Ladakh o exército indiano e o chinês procuram manter uma linha de controle na região, no entanto parece estar acontecendo algo muito mais grave do que o um simples conflito territorial entre dois países. 

Monte Kailash - Tibete

De acordo com o que dizem os moradores locais, tanto do lado indiano como chinês, este é um lugar onde objetos voadores não identificados são vistos saindo das montanhas e principalmente debaixo da crosta terrestre na base das montanhas. Segundo pessoas destes vilarejos, estas aberturas ou fendas na base das montanhas são “bases subterrâneas de discos voadores” e que tanto o governo indiano como chinês sabem muito bem de sua existência. Mais recentemente, alguns peregrinos hindus em sua jornada para o Monte Kailash na passagem ocidental se depararam com estranhas luzes no céu.  Contam os guias locais do lado chinês que esses fenômenos não são novidades na área da fronteira de Kongka - região tensa entre a Índia e a China. Naves com forma triangular iluminadas e silenciosas saem do subsolo e se movem quase verticalmente para cima. Alguns peregrinos e aventureiros que quiseram chegar até o local para observar o fenômeno foram impedidos pelos soldados dos postos de guarda da fronteira, tanto do lado chinês, como do indiano. Segundo a guarda de segurança fronteiriça eles são ordenados para não permitir a aproximação de civis na região de aparição dos objetos iluminados. Nesta região é possível apenas a aproximação das forças especiais das agências de inteligência da Índia.  Entre todos estes testemunhos, o que mais me chamou atenção foi para o fato de que numa escola local crianças da região participaram de um concurso de desenho e mais da metade dos trabalhos feitos pelos alunos tinham a ver com “objetos estranhos no céu” e alguns saindo das montanhas.  Segundo o povo da região surgiu o pensamento de que as crianças locais estariam sendo preparadas ou educadas para entrarem em contato com estas naves e seus tripulantes.


Seriam estas deformidades ou anomalias morfológicas resultado de experiências de manipulação do DNA humano em experimentos extraterrestres? Mesmo os céticos argumentando se tratarem de casos de mutações genéticas naturais, para a medicina muitos casos são um verdadeiro mistério. Porque a Índia se tornou palco de tantos casos de aberrações humanas? Existiria uma relação antepassada com seres de outros mundos? Deuses ou Aliens?

Continua...

Texto: Gério Ganimedes
Pesquisa: Gério e Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul ©©

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Perigo vem do Espaço



Por Gério Ganimedes


Localizada numa região privilegiada do sistema solar, da galáxia e até mesmo do universo, a Terra parece estar numa zona de conforto que deixa os menos informados na total despreocupação dos perigos espaciais que nos cercam, no entanto esta íris azul do sistema solar, já foi e continua sendo alvo de verdadeiros projéteis cósmicos que nos atingem diariamente, mas que na grande parte chegam ao solo terrestre em fragmentos tão pequenos que não podem ser catalogados ou nem mesmo percebidos. Outros por outro lado podem, se nos atingirem, devastarem em segundos toda vida do planeta.

   
Depois de um ano e meio da queda do meteorito de Chelyabinsk na Rússia (conforme já postado aqui no Projeto Quartzo Azul - link 1, link 2), a comunidade internacional avançou significativamente na luta contra a ameaça que vem do céu – Os Asteróides. O Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço (COPUOS) alertou e recomendou que fosse desenvolvida uma rede internacional de avisos de asteróides (International Asteroid Warning Network, IAWN), além disso, dando continuação ao tema em uma recente reunião do Comitê em Viena, a delegação russa propôs criar sob a tutela da ONU um centro informativo único de monitoramento do espaço. A idéia de criar uma rede distribuída de telescópios é de não deixar escapar do controle dos astrônomos e das organizações científicas rochas com tamanho significativo e que podem colocar a civilização em risco. Isso já ficou constatado com o incidente de Chelyabinsk quando a explosão de uma rocha espacial sobre a cidade russa, causou destruição e feridos numa grande área.  O acontecimento deixou em alerta a comunidade científica quando todos foram pegos com as calças nas mãos.

Meteoro de  Chelyabinsk
Rússia, 15 de fevereiro de 2013
A cada dia um novo corpo celeste ameaçador vem sendo descoberto, alguns com risco de nos atingir daqui a centenas de anos como a recente descoberta feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Que de acordo com os cientistas o asteroide 1950 DA, um gigante com um quilômetro de diâmetro e que viaja pelo espaço a uma velocidade de 60 mil km/h tem uma chance em trezentos de atingir a Terra. Pode parecer pouco, mas essa é a probabilidade mais próxima já registrada disso acontecer. Se uma rocha de tamanha proporção atingir nosso planeta, as consequências serão devastadoras para a Humanidade. O impacto calculado teria uma força de cerca de 44.800 megatoneladas de TNT, provocando uma explosão e diversas tsunamis. A poeira levantada seria o suficiente para mudar o clima do planeta, eliminando a vida sobre a Terra.  Outros corpos celestes “andarilhos” passam a milhões de quilômetros da Terra sem sequer colocar em risco o nosso satélite natural – a Lua. O trabalho de “varrer” o espaço em busca de pedras perigosas, é difícil de ser executado e para que tenhamos resultados significativos, deve ser feito em conjunto, caso contrário, cegos e desavisados podemos ser atingidos repentinamente e de surpresa como aconteceu na Rússia. Estar alerta para estes corpos rochosos extraterrestres, não nos livra do perigo, no entanto, ao menos saberemos quando eles vão nos atingir, pois já estão sendo projetadas tecnologias para mudança de curso e até mesmo para destruição total ou fragmentação deste tipo de ameaça cósmica.

Diante desta nova “janela” de observação do espaço, sejam através de potentes telescópios, satélites altamente sofisticados ou simples telescópios de astrônomos amadores, já surgem novas modalidades de observações, visões, curiosidades e teorias sobre vida extraterrestre. No entanto, devemos a cada nova modalidade de observação e análise de imagens, devemos ter cautela, tanto nas relações de distâncias astronômicas, datas, probabilidade real de impacto, como também nas conclusões sobre as imagens apresentadas (qualidade e resolução).  

É o caso do asteróide 1999RQ36 já exposto em diversos portais que falam sobre astronomia, ufologia e também os sensacionalistas. Algumas das imagens do corpo celeste, "ditas" como captadas pelo satélite de observação canadense NEOSSAT (Near Earth Object Surveillance Satellite), causaram um alvoroço no meio ufológico, quando mostraram o que parece uma “estranha formação geométrica piramidal” sobre a superfície do asteroide, conforme pode ser observada nas fotos abaixo. Mas estas fotos são reais? Conduzindo esta divulgação, que analisada a fundo, mostra ser uma farsa, então vamos dar um "gostinho" de que acreditamos e vamos conduzir pelo lado "fantasioso" de quem as criou. Mesmo que fosse verdadeira, esta formação anômala poderia ser, simplesmente, uma estrutura cristalina natural do asteroide, por outro lado levanta também outras possibilidades que tornam-se intrigantes para os mais assustados e apressados, e que ultrapassam as colunas da ciência acadêmica e também vão muito "além da imaginação".  

Detalhes tão reais que tornam-se falsos!
Apesar deste material já ter sido apresentado por um grande número de sites, durante o tempo em que estive afastado do Projeto Quartzo Azul, quero aproveitar a oportunidade para deixar aqui minha opinião, análise e algumas hipóteses sobre o que "poderia ser" se fosse verdade, a estranha formação ou anomalia estrutural “visível nas imagens fornecidas”, que não cruzam com as captadas e apresentadas pelo site da NASA e da missão de observação. 


Agora, se tudo isso fosse verdade!

Bem, mas se me derem corda, eu vou em frente e podem aparecer até Babuínos na história (só os fortes entenderão). Uma das hipóteses que pensei logo que vi as imagens, analisando-as digitalmente e ampliadas, é que esta estrutura ou sólido espacial, podia tratar-se de uma espécie de sonda alienígena colocada ali com propósito de estudar a estrutura da rocha em sua viajem através do cosmos, uma espécie de equipamento de localização (tipo um GPS ou cinta de localização) assim como os cientistas e biólogos colocam em espécies animais para saber sua localização e deslocamento.  A segunda hipótese é de que pudesse ser uma estrutura remanescente da arquitetura de alguma civilização extraterrestre, restos de um planeta destruído pelo impacto com um gigantesco asteroide, o que causou a ruptura e a fragmentação do planeta, deixando vestígios de uma civilização avançada sobre a superfície. A terceira pensava ser uma espécie de sonda extraterrestre que se utilizando de um corpo espacial “nada suspeito” poderia viajar despercebida, vasculhando o universo atrás de vida inteligente. Por último seguindo um padrão mais cético, pensei ser uma grande formação de estrutura cristalina, que se assemelha a um gigantesco cristal de rocha incrustado no corpo do asteroide. São inúmeras as teorias que podem ser desenvolvidas quando temos um material para análise de origem duvidosa, no entanto, mesmo assim ficamos sempre nas suposições, pois não temos maior nível de detalhamento na observação, nem certeza da fonte das imagens. Outra, as imagens sofrem distorção e aberrações ópticas que nos conduzem a erros para uma análise mais conclusiva. Fora isso, mesmo eu sabendo que é mais uma farsa comparando com as imagens de sites confiáveis de observação do asteroide, eu ainda assim se fosse verdade, não acredito que pudesse ser como alguns afirmaram uma espécie de “projétil alienígena controlado” com objetivo de destruição da Terra, pois se uma raça inteligente e hostil tivesse em mãos tal tecnologia, não mandariam um pedaço de rocha até nós como se estivesse brincando com um estilingue gigante, viriam pessoalmente nos destruir. 

Vejam as notícias com olhos de ver, antes de acreditarem que já existem "asteroides movidos a controle remoto alienígena"! 

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração especial: Rosana Ganimedes

Postagem dedicada a minha esposa e eterno amor... Rosana




Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 29 de junho de 2014

Vimana ou Torre de Babel ?

 A Torre de Babel


Por Gério Ganimedes


 A Torre de Babel, segundo a narrativa bíblica através do Gênesis, foi uma torre construída pelos descendentes de Noé, após o dilúvio. No capítulo 11 do livro sagrado, é narrada a história de um grupo de pessoas, que antes do surgimento das diversas línguas, foram morar no oriente, na planície de Sinear, uma terminologia usada na Bíblia Hebraica para se referir provavelmente à região da mesopotâmia. A passagem explica o método construtivo dos babilônicos, com tijolos e betume, ao invés da técnica palestina de construir com pedra e cal. A estrutura é normalmente associada aos antigos templos babilônicos, muito embora o texto não faça qualquer associação religiosa à torre. Segundo a narrativa, Iavé, o Deus hebraico, então, desce "para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam" e vendo o que faziam, decidiu confundir-lhes as línguas para impedir que prosseguissem com sua edificação, dizendo "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que não entendam a linguagem um do outro".

Apesar do contexto babilônico da história, não se conhecem relatos paralelos na mitologia babilônica. Existe, no entanto, uma história parecida à da Torre de Babel na Mitologia suméria chamada Enmerkar e o Senhor de Aratta, na qual Enmerkar de Uruk constrói uma massiva edificação em Eridu e os dois deuses rivais, Enki e Enlil que acabam por confundir as línguas de toda a humanidade, como efeito colateral da sua discussão. Esta história teria sido usada para explicar a existência de muitas línguas e etnias diferentes, entretanto podemos “virtualizar” uma teoria sobre a chegada de diferentes raças aqui na Terra. 


A estrutura da lendária torre, que pretendia chegar mais perto de Deus, contém uma grande semelhança com as naves chamadas de “vimanas” inseridas na cultura indiana. A “Vimana” é um veículo voador mitológico, descrito na literatura antiga da Índia e faz referências a veículos voadores possivelmente extraterrestres. Estes veículos são comuns nos textos antigos hindus descrevendo inclusive, seu uso na arte da guerra.


Independentemente de serem capazes de voar na atmosfera terrestre, consta que as vimanas também viajam pelo espaço e sob a água. Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente, falam de “vimanas” de várias formas e tamanhos, mas curiosamente, fazendo um paralelo com a Torre de Babel, podemos levantar a hipótese de que na verdade a torre que se tornou o símbolo para explicar as divisões das raças pode muito bem ser um veículo vindo do espaço trazendo para a Terra um grupo de exilados extraterrestres, o que poderia explicar a grande diferença cultural de todas as raças que habitam nosso planeta. Alguns ufólogos da atualidade atribuem às vimanas, evidências de civilizações tecnologicamente avançadas do passado – Teoria dos astronautas antigos. Se tantos textos fazem referencia a estes veículos alienígenas em forma de torre, não teríamos aqui, neste caso em especial, um erro de interpretação de quem transcreveu o livro sagrado?  No livro de Edgard Armond – Os Exilados de Capela o autor pressupõe a existência de uma civilização muito desenvolvida, moral e intelectualmente, que habita o quarto planeta em órbita de Capella, estrela da constelação do “Cocheiro”. De acordo com o escritor um grupo de habitantes de Capella não teria seguido as regras da evolução moral dessa civilização e seus “espíritos” teriam sido banidos para o planeta Terra há cerca de 5.000 anos, dando início à jornada de toda a raça humana por meio de sucessivas “encarnações”. Assim, devido ao alto grau de conhecimento que possuíam, se destacaram na matemática, astronomia, arquitetura, agricultura e navegação, deixando obras como as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia e as edificações maias e astecas assim como outros destaques arquitetônicos espalhados pelo  planeta. Na literatura e nos registros históricos, parece que as idéias se cruzam gerando ângulos convergentes, que apontam e até mesmo explicam, que nossa origem vem diretamente das estrelas.

 Capela na Constelação do Cocheiro

Penso que, os registros arqueológicos e as inscrições sagradas antigas, de diversos povos, só vêm a provar que fomos visitados por seres extraterrestres, então, quem sabe, estes “exilados” vistos e interpretados por outras crenças religiosas e doutrinas, como “espíritos”, tenham sido na verdade seres alienígenas de raças e línguas diferentes, deixadas aqui na Terra para se purificarem e evoluírem, para um dia regressarem para sua origem, como um “prêmio” por sua evolução. Se for assim, diante do quadro social e evolutivo que vivemos, estamos muito longe deste dia, pois em matéria de evolução o ser humano parece estar caminhando no sentido contrário, muito longe de ser digno de receber como prêmio uma passagem de volta para casa.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amor... Rosana

Gério Ganimedes
Direitos reservados – Projeto Quartzo Azul©©

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