quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Paralisia do Sono ou Abdução?



Por Gério Ganimedes


Um tema que já foi discutido em inúmeros fóruns e congressos de ufologia por todo o mundo, e que já foi matéria apresentada em postagens aqui no Projeto Quartzo Azul, está de volta agora sob uma nova perspectiva analítica, baseada em relatos e testemunhos de pessoas que viveram o trauma dos sintomas e experiências ruins durante o sono, desde sua infância. Estas experiências são narradas com emoção por seus protagonistas e envolvidos, e chegam a se confundir em alguns casos, com visões de terríveis pesadelos, onde o medo e a repulsa mostram-se sentimentos vivos e reais.  Outros descrevem cenas de total paz e tranqüilidade, luz e até sons harmônicos. O que fica caracterizado durante a conversa ou hipnose consentida (realizada e monitorada por especialistas) é que estas pessoas parecem ter vivido experiências muito reais logo após entrarem num estado de sono profundo e no momento de despertar têm uma dificuldade muito grande para acordar, sendo descrita como uma espécie de “paralisia de todos os membros do corpo”. Através da pesquisa, em inúmeras ramificações da ufologia, puderam-se reunir fatos mais palpáveis para argumentar que nesta estatística, as pessoas que perceberam que aparentemente algum tipo de “corpo estranho” surgiu em alguma parte de seu corpo, curiosamente passaram por algum tipo de experiência anômala, que a ciência atual insiste em dizer que são características da Paralisia do Sono. Queremos aqui levantar a hipótese de que os sintomas causados por estes “possíveis agentes invasores de origem desconhecida” se apresentam de maneira diferente dos sintomas da paralisia do sono explicados por especialistas do sono e neurologistas.

 A paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer. Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM (em inglês Rapid Eye Movement ou "movimento rápido dos olhos") que é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.

Embora já explicado cientificamente, vamos apresentar agora fatos pela ótica ufológica.

Por uma questão compreensível os protagonistas pediram para manter suas identidades no anonimato. 
Este caso em particular chamou minha atenção por acontecer com quase todos os membros da família.

Localização: São Paulo / Brasil.
Caso: Suposto Implante e Abdução

Os três protagonistas afirmam que “o fenômeno salta de uma pessoa para a outra”.

A – Tem 46 anos - sexo feminino.
B – Tem 70 anos - sexo feminino.
C – Tem 18 anos - sexo masculino.

Eles descrevem suas experiências como sendo repletas de sensações e sintomas desagradáveis. [A] afirma e mostra na região, logo atrás das orelhas (junto ao lóbulo), estranhas saliências, como se fossem pequenos caroços (tamanho de um feijão), que se manifestam, às vezes atrás da orelha esquerda, às vezes na direita, e às vezes nas duas, coçando e aumentando de tamanho, mas também desaparecem. Quando estes “caroçinhos” se manifestam, parece coincidir com os sintomas. Paralisia dos membros, tremor interno, arrepios, “uma sensação muito ruim” conta [A], experimentados tanto a noite como durante o dia no caso de um cochilo. Os “sonhos” lembrados parcialmente por [A] quase sempre tem conexão com “naves extraterrestres e seus tripulantes”. [B] e [C] têm os mesmos sintomas, embora não lembrem de viver experiências com extraterrestres em seus sonhos. Seria este um caso de “abdução” em grupo?  Seriam os sintomas, causados pelos “implantes”, como uma reação neurológica para desligar as “vítimas”? Porque três pessoas diferentes, porém dividindo o mesmo espaço, teriam uma mesma condição de Paralisia do Sono?


Ovnis nos sonhos
Interpretação artística - Gério Ganimedes
Abduzidos relatam escutarem zumbidos estranhos, terem sensação de tempo perdido, de terem sonhos com seres de olhos grandes e negros, salas cheias de luz, naves, discos voadores e curiosamente se sentirem presos ao próprio corpo. Se em tantos casos, de envolvidos em supostas abduções, os sintomas são parecidos e como no caso da família do relato acima, acontecem com mais de um membro da família, surge uma pergunta que não quer calar: Será herança genética esta condição especial? Ou o DNA de alguns tem um “algo a mais” que chama a atenção destes “seres” que observam, monitoram e visitam a Terra, assim como os cientistas ou biólogos humanos, que aplicam sensores em membros de famílias de golfinhos para estudá-las, mesmo a grandes distâncias oceânicas?

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes – Pesquisa de campo

Agradecimentos especiais à família paulista que nos recebeu e compartilhou suas experiências

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 24 de agosto de 2014

Os Extraterrestres e as Montanhas Sagradas

Monte Olimpo - Interpretação artística 
Gério Ganimedes

Parte I

Por Gério Ganimedes


Através dos povos antigos, e pelo que se sabe hoje da história contemporânea, as montanhas são consideradas como a “casa sagrada dos deuses”, entretanto, por que tantas culturas dividem esta crença de que elas teriam uma conexão com seres extraterrestres? Os gregos acreditavam que seus deuses travaram no monte Olimpo uma guerra épica pelo controle do universo, por outro lado, ruínas de um observatório de 4000 anos, que foi descoberto em uma montanha na Macedônia, revelam que os movimentos dos astros eram monitorados com notável precisão. Nas terras místicas peruanas na América do Sul, descendentes dos Incas mantêm uma antiga tradição, para contatar os espíritos da montanha conhecidos como “APU” (palavra da religião e mitologia do Peru, Equador e Bolívia), e que aparece nos textos do livro de J. Benítez – OVNIS SOS a Humanidade. Seriam esses deuses seres extraterrestres? Será que usavam montanhas inacessíveis e grandiosas para interagir com o homem primitivo? Isto talvez explique por que nós humanos temos tanta atração pelas montanhas há milhares de anos? Penso que o homem não percebe quando está desafiando uma montanha durante uma escalada esportiva, no entanto no âmago de seu espírito está uma espécie de “herança de instinto”, sendo na verdade seu maior objetivo chegar o mais próximo possível de seu criador ou “deuses”, desejo registrado através do tempo na memória de seu DNA. Nos textos bíblicos são inúmeras as passagens que fazem referência importante a montanhas, sendo elas o elo ou “rádio de comunicação” entre homem e Deus.


Apu Inti
O senhor das histórias,
mitos e lendas do Péru

A Cordilheira dos Andes, o Himalaia, os montes Urais e tantas outras montanhas que temos conhecimento, já foram e continuam sendo palco da aparição de óvnis. Será que é tão difícil de acreditar que exista uma outra forma de vida mais evoluída que divida conosco o espaço de nosso planeta através dos anos? Tribos de índios de todos os continentes sem qualquer conexão entre si falam dos mesmos "seres vindos do céu" e que aqui estiveram como “professores” para ensinar o homem sobre a vida, as estrelas e a evolução do universo. Então, perguntam os céticos: “Onde eles estão que ainda não fizeram contato?” Para tudo tem um tempo na escala evolutiva e talvez o homem de hoje, seja muito mais selvagem que os nossos ancestrais incas, astecas e maias. Vivemos em um mundo onde o homem não observa mais o céu à noite para ver as estrelas, porque a sua própria luz não permite vê-las. E se não vê nem mesmo as estrelas do firmamento quem dirá se permitir acreditar que exista vida muito além do que sua visão permite.

Machu Picchu - Peru
Lugar de muitos avistamentos de óvnis

Entretanto, os casos de óvnis avistados em regiões de montanhas e vulcões continuam a crescer e o número de pessoas que tiveram um “contato” direto com os tripulantes destes veículos durante as aparições também.  O que me vem à mente, é que estes “seres” continuam utilizando-se dos mesmos locais ancestrais para contatar talvez de forma harmônica os seres mais “preparados” para tal contato. Talvez, o medo de confrontar-se com forças além da capacidade deles, seja o agente limitador. Fragilidade talvez seja o sentimento de “medo” que os faça se resguardar do mundo hostil que vivemos. São reais, constatados e testemunhados em grupo os casos de pessoas que se deslocam em vigílias para a base de montanhas “sagradas” e que vivem experiências fantásticas de contato com naves e seres de outros mundos.  Talvez, o contato a nível global nunca aconteça, e talvez apenas alguns tenham a oportunidade de conhecê-los.  Abrir a mente para a existência destes “seres” talvez seja o começo, talvez se nos tornarmos crentes na existência de divindades superiores e permitirmos abrir em nosso espírito um canal de comunicação com as forças do universo, ficaremos iguais aos nossos antepassados índios e então poderemos receber a rara oportunidade de um “Contato Extraterrestre”.

Antes de ir para a base da montanha para comprovar tais aparições, perceba seu tamanho diante da grandeza dela e depois abra sua mente para as estrelas demonstrando sua crença na existência de seres divinos e superiores, tenho certeza de que você verá aquilo que seus olhos antes não enxergavam.  

No próximo post apresentaremos alguns lugares que foram considerados sagrados por grupos e movimentos ufológicos onde aconteceram aparições de óvnis e até “contatos de terceiro grau”. 


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 23 de agosto de 2014

Índia – Berço da Herança Extraterrestre

 Deus indiano Ganesha - o removedor de obstáculos

Parte I

Por Gério Ganimedes


A Índia parece ter de alguma maneira inserida em sua cultura a presença de “Deuses Extraterrestres”. Estas entidades veneradas pela cultura indiana parecem não pertencer ao nosso planeta. Os deuses da cultura hinduísta apresentam características que parece se refletir em casos curiosos de mutações da anatomia humana indiana contemporânea.

Por que se vê tantas notícias do nascimento de aberrações genéticas na Índia? Crianças com quatro membros superiores, pés de elefante, mãos com dedos enormes, crianças com rabo, crianças com as extremidades dos membros alongadas? Estes casos me parecem curiosos e fazem uma conexão com o passado cultural e religioso da Índia. Parece haver uma estreita ligação com seus “deuses” também representados por figuras de anatomia bizarra. Seria isto herança extraterrestre de genética manipulada, ou o resultado de experiências atuais com DNA humano fruto de abduções realizadas por estes aliens que vagam a milhares de anos livremente por nosso planeta? Uma menina com quatro braços e quatro pernas é operada por 30 médicos em 06 de novembro de 2007. A menina nasceu em um pequeno vilarejo no Estado de Bihar. Alguns dos moradores locais acreditavam  se tratar da reencarnação da deusa indiana da riqueza, Lakshmi, cuja imagem é conhecida pelos múltiplos braços e pernas.





As provas parecem estar inseridas na própria cultura mística indiana e nos livros sagrados e manuscritos. Segundo esta literatura, estes “deuses” que aqui estiveram “guerrearam nos céus em seus veículos voadores chamados de Vimanas”. Teriam estes seres celestiais ou deuses, deixado na Índia até os dias atuais, sua herança genética ou o resultado de suas experiências genéticas na tentativa da criação de híbridos entre humanos e extraterrestres? Parece que novas provas surgem e que vêm a colaborar com os estudos sobre óvnis e extraterrestres.
Deusa indiana Lakshmi




China e Índia - países que parecem ter conhecimento sobre a existência extraterrestre aqui na Terra, tanto no passado como no presente. Para a Índia e China parece não haver mais segredo da presença de bases subterrâneas de OVNIS na área da fronteira do Himalaia. 

Vimana - Diagrama de funcionamento encontrado em manuscritos >

A região de Ladakh/Kongka no Himalaia, zona muito disputada entre Índia e China é uma região de pouco acesso, pouco patrulhada pelo exército, mas de acordo com muitos turistas, monges budistas e povo local de Ladakh o exército indiano e o chinês procuram manter uma linha de controle na região, no entanto parece estar acontecendo algo muito mais grave do que o um simples conflito territorial entre dois países. 

Monte Kailash - Tibete

De acordo com o que dizem os moradores locais, tanto do lado indiano como chinês, este é um lugar onde objetos voadores não identificados são vistos saindo das montanhas e principalmente debaixo da crosta terrestre na base das montanhas. Segundo pessoas destes vilarejos, estas aberturas ou fendas na base das montanhas são “bases subterrâneas de discos voadores” e que tanto o governo indiano como chinês sabem muito bem de sua existência. Mais recentemente, alguns peregrinos hindus em sua jornada para o Monte Kailash na passagem ocidental se depararam com estranhas luzes no céu.  Contam os guias locais do lado chinês que esses fenômenos não são novidades na área da fronteira de Kongka - região tensa entre a Índia e a China. Naves com forma triangular iluminadas e silenciosas saem do subsolo e se movem quase verticalmente para cima. Alguns peregrinos e aventureiros que quiseram chegar até o local para observar o fenômeno foram impedidos pelos soldados dos postos de guarda da fronteira, tanto do lado chinês, como do indiano. Segundo a guarda de segurança fronteiriça eles são ordenados para não permitir a aproximação de civis na região de aparição dos objetos iluminados. Nesta região é possível apenas a aproximação das forças especiais das agências de inteligência da Índia.  Entre todos estes testemunhos, o que mais me chamou atenção foi para o fato de que numa escola local crianças da região participaram de um concurso de desenho e mais da metade dos trabalhos feitos pelos alunos tinham a ver com “objetos estranhos no céu” e alguns saindo das montanhas.  Segundo o povo da região surgiu o pensamento de que as crianças locais estariam sendo preparadas ou educadas para entrarem em contato com estas naves e seus tripulantes.


Seriam estas deformidades ou anomalias morfológicas resultado de experiências de manipulação do DNA humano em experimentos extraterrestres? Mesmo os céticos argumentando se tratarem de casos de mutações genéticas naturais, para a medicina muitos casos são um verdadeiro mistério. Porque a Índia se tornou palco de tantos casos de aberrações humanas? Existiria uma relação antepassada com seres de outros mundos? Deuses ou Aliens?

Continua...

Texto: Gério Ganimedes
Pesquisa: Gério e Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul ©©

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Perigo vem do Espaço



Por Gério Ganimedes


Localizada numa região privilegiada do sistema solar, da galáxia e até mesmo do universo, a Terra parece estar numa zona de conforto que deixa os menos informados na total despreocupação dos perigos espaciais que nos cercam, no entanto esta íris azul do sistema solar, já foi e continua sendo alvo de verdadeiros projéteis cósmicos que nos atingem diariamente, mas que na grande parte chegam ao solo terrestre em fragmentos tão pequenos que não podem ser catalogados ou nem mesmo percebidos. Outros por outro lado podem, se nos atingirem, devastarem em segundos toda vida do planeta.

   
Depois de um ano e meio da queda do meteorito de Chelyabinsk na Rússia (conforme já postado aqui no Projeto Quartzo Azul - link 1, link 2), a comunidade internacional avançou significativamente na luta contra a ameaça que vem do céu – Os Asteróides. O Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço (COPUOS) alertou e recomendou que fosse desenvolvida uma rede internacional de avisos de asteróides (International Asteroid Warning Network, IAWN), além disso, dando continuação ao tema em uma recente reunião do Comitê em Viena, a delegação russa propôs criar sob a tutela da ONU um centro informativo único de monitoramento do espaço. A idéia de criar uma rede distribuída de telescópios é de não deixar escapar do controle dos astrônomos e das organizações científicas rochas com tamanho significativo e que podem colocar a civilização em risco. Isso já ficou constatado com o incidente de Chelyabinsk quando a explosão de uma rocha espacial sobre a cidade russa, causou destruição e feridos numa grande área.  O acontecimento deixou em alerta a comunidade científica quando todos foram pegos com as calças nas mãos.

Meteoro de  Chelyabinsk
Rússia, 15 de fevereiro de 2013
A cada dia um novo corpo celeste ameaçador vem sendo descoberto, alguns com risco de nos atingir daqui a centenas de anos como a recente descoberta feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Que de acordo com os cientistas o asteroide 1950 DA, um gigante com um quilômetro de diâmetro e que viaja pelo espaço a uma velocidade de 60 mil km/h tem uma chance em trezentos de atingir a Terra. Pode parecer pouco, mas essa é a probabilidade mais próxima já registrada disso acontecer. Se uma rocha de tamanha proporção atingir nosso planeta, as consequências serão devastadoras para a Humanidade. O impacto calculado teria uma força de cerca de 44.800 megatoneladas de TNT, provocando uma explosão e diversas tsunamis. A poeira levantada seria o suficiente para mudar o clima do planeta, eliminando a vida sobre a Terra.  Outros corpos celestes “andarilhos” passam a milhões de quilômetros da Terra sem sequer colocar em risco o nosso satélite natural – a Lua. O trabalho de “varrer” o espaço em busca de pedras perigosas, é difícil de ser executado e para que tenhamos resultados significativos, deve ser feito em conjunto, caso contrário, cegos e desavisados podemos ser atingidos repentinamente e de surpresa como aconteceu na Rússia. Estar alerta para estes corpos rochosos extraterrestres, não nos livra do perigo, no entanto, ao menos saberemos quando eles vão nos atingir, pois já estão sendo projetadas tecnologias para mudança de curso e até mesmo para destruição total ou fragmentação deste tipo de ameaça cósmica.

Diante desta nova “janela” de observação do espaço, sejam através de potentes telescópios, satélites altamente sofisticados ou simples telescópios de astrônomos amadores, já surgem novas modalidades de observações, visões, curiosidades e teorias sobre vida extraterrestre. No entanto, devemos a cada nova modalidade de observação e análise de imagens, devemos ter cautela, tanto nas relações de distâncias astronômicas, datas, probabilidade real de impacto, como também nas conclusões sobre as imagens apresentadas (qualidade e resolução).  

É o caso do asteróide 1999RQ36 já exposto em diversos portais que falam sobre astronomia, ufologia e também os sensacionalistas. Algumas das imagens do corpo celeste, "ditas" como captadas pelo satélite de observação canadense NEOSSAT (Near Earth Object Surveillance Satellite), causaram um alvoroço no meio ufológico, quando mostraram o que parece uma “estranha formação geométrica piramidal” sobre a superfície do asteroide, conforme pode ser observada nas fotos abaixo. Mas estas fotos são reais? Conduzindo esta divulgação, que analisada a fundo, mostra ser uma farsa, então vamos dar um "gostinho" de que acreditamos e vamos conduzir pelo lado "fantasioso" de quem as criou. Mesmo que fosse verdadeira, esta formação anômala poderia ser, simplesmente, uma estrutura cristalina natural do asteroide, por outro lado levanta também outras possibilidades que tornam-se intrigantes para os mais assustados e apressados, e que ultrapassam as colunas da ciência acadêmica e também vão muito "além da imaginação".  

Detalhes tão reais que tornam-se falsos!
Apesar deste material já ter sido apresentado por um grande número de sites, durante o tempo em que estive afastado do Projeto Quartzo Azul, quero aproveitar a oportunidade para deixar aqui minha opinião, análise e algumas hipóteses sobre o que "poderia ser" se fosse verdade, a estranha formação ou anomalia estrutural “visível nas imagens fornecidas”, que não cruzam com as captadas e apresentadas pelo site da NASA e da missão de observação. 


Agora, se tudo isso fosse verdade!

Bem, mas se me derem corda, eu vou em frente e podem aparecer até Babuínos na história (só os fortes entenderão). Uma das hipóteses que pensei logo que vi as imagens, analisando-as digitalmente e ampliadas, é que esta estrutura ou sólido espacial, podia tratar-se de uma espécie de sonda alienígena colocada ali com propósito de estudar a estrutura da rocha em sua viajem através do cosmos, uma espécie de equipamento de localização (tipo um GPS ou cinta de localização) assim como os cientistas e biólogos colocam em espécies animais para saber sua localização e deslocamento.  A segunda hipótese é de que pudesse ser uma estrutura remanescente da arquitetura de alguma civilização extraterrestre, restos de um planeta destruído pelo impacto com um gigantesco asteroide, o que causou a ruptura e a fragmentação do planeta, deixando vestígios de uma civilização avançada sobre a superfície. A terceira pensava ser uma espécie de sonda extraterrestre que se utilizando de um corpo espacial “nada suspeito” poderia viajar despercebida, vasculhando o universo atrás de vida inteligente. Por último seguindo um padrão mais cético, pensei ser uma grande formação de estrutura cristalina, que se assemelha a um gigantesco cristal de rocha incrustado no corpo do asteroide. São inúmeras as teorias que podem ser desenvolvidas quando temos um material para análise de origem duvidosa, no entanto, mesmo assim ficamos sempre nas suposições, pois não temos maior nível de detalhamento na observação, nem certeza da fonte das imagens. Outra, as imagens sofrem distorção e aberrações ópticas que nos conduzem a erros para uma análise mais conclusiva. Fora isso, mesmo eu sabendo que é mais uma farsa comparando com as imagens de sites confiáveis de observação do asteroide, eu ainda assim se fosse verdade, não acredito que pudesse ser como alguns afirmaram uma espécie de “projétil alienígena controlado” com objetivo de destruição da Terra, pois se uma raça inteligente e hostil tivesse em mãos tal tecnologia, não mandariam um pedaço de rocha até nós como se estivesse brincando com um estilingue gigante, viriam pessoalmente nos destruir. 

Vejam as notícias com olhos de ver, antes de acreditarem que já existem "asteroides movidos a controle remoto alienígena"! 

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração especial: Rosana Ganimedes

Postagem dedicada a minha esposa e eterno amor... Rosana




Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 29 de junho de 2014

Vimana ou Torre de Babel ?

 A Torre de Babel


Por Gério Ganimedes


 A Torre de Babel, segundo a narrativa bíblica através do Gênesis, foi uma torre construída pelos descendentes de Noé, após o dilúvio. No capítulo 11 do livro sagrado, é narrada a história de um grupo de pessoas, que antes do surgimento das diversas línguas, foram morar no oriente, na planície de Sinear, uma terminologia usada na Bíblia Hebraica para se referir provavelmente à região da mesopotâmia. A passagem explica o método construtivo dos babilônicos, com tijolos e betume, ao invés da técnica palestina de construir com pedra e cal. A estrutura é normalmente associada aos antigos templos babilônicos, muito embora o texto não faça qualquer associação religiosa à torre. Segundo a narrativa, Iavé, o Deus hebraico, então, desce "para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam" e vendo o que faziam, decidiu confundir-lhes as línguas para impedir que prosseguissem com sua edificação, dizendo "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que não entendam a linguagem um do outro".

Apesar do contexto babilônico da história, não se conhecem relatos paralelos na mitologia babilônica. Existe, no entanto, uma história parecida à da Torre de Babel na Mitologia suméria chamada Enmerkar e o Senhor de Aratta, na qual Enmerkar de Uruk constrói uma massiva edificação em Eridu e os dois deuses rivais, Enki e Enlil que acabam por confundir as línguas de toda a humanidade, como efeito colateral da sua discussão. Esta história teria sido usada para explicar a existência de muitas línguas e etnias diferentes, entretanto podemos “virtualizar” uma teoria sobre a chegada de diferentes raças aqui na Terra. 


A estrutura da lendária torre, que pretendia chegar mais perto de Deus, contém uma grande semelhança com as naves chamadas de “vimanas” inseridas na cultura indiana. A “Vimana” é um veículo voador mitológico, descrito na literatura antiga da Índia e faz referências a veículos voadores possivelmente extraterrestres. Estes veículos são comuns nos textos antigos hindus descrevendo inclusive, seu uso na arte da guerra.


Independentemente de serem capazes de voar na atmosfera terrestre, consta que as vimanas também viajam pelo espaço e sob a água. Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente, falam de “vimanas” de várias formas e tamanhos, mas curiosamente, fazendo um paralelo com a Torre de Babel, podemos levantar a hipótese de que na verdade a torre que se tornou o símbolo para explicar as divisões das raças pode muito bem ser um veículo vindo do espaço trazendo para a Terra um grupo de exilados extraterrestres, o que poderia explicar a grande diferença cultural de todas as raças que habitam nosso planeta. Alguns ufólogos da atualidade atribuem às vimanas, evidências de civilizações tecnologicamente avançadas do passado – Teoria dos astronautas antigos. Se tantos textos fazem referencia a estes veículos alienígenas em forma de torre, não teríamos aqui, neste caso em especial, um erro de interpretação de quem transcreveu o livro sagrado?  No livro de Edgard Armond – Os Exilados de Capela o autor pressupõe a existência de uma civilização muito desenvolvida, moral e intelectualmente, que habita o quarto planeta em órbita de Capella, estrela da constelação do “Cocheiro”. De acordo com o escritor um grupo de habitantes de Capella não teria seguido as regras da evolução moral dessa civilização e seus “espíritos” teriam sido banidos para o planeta Terra há cerca de 5.000 anos, dando início à jornada de toda a raça humana por meio de sucessivas “encarnações”. Assim, devido ao alto grau de conhecimento que possuíam, se destacaram na matemática, astronomia, arquitetura, agricultura e navegação, deixando obras como as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia e as edificações maias e astecas assim como outros destaques arquitetônicos espalhados pelo  planeta. Na literatura e nos registros históricos, parece que as idéias se cruzam gerando ângulos convergentes, que apontam e até mesmo explicam, que nossa origem vem diretamente das estrelas.

 Capela na Constelação do Cocheiro

Penso que, os registros arqueológicos e as inscrições sagradas antigas, de diversos povos, só vêm a provar que fomos visitados por seres extraterrestres, então, quem sabe, estes “exilados” vistos e interpretados por outras crenças religiosas e doutrinas, como “espíritos”, tenham sido na verdade seres alienígenas de raças e línguas diferentes, deixadas aqui na Terra para se purificarem e evoluírem, para um dia regressarem para sua origem, como um “prêmio” por sua evolução. Se for assim, diante do quadro social e evolutivo que vivemos, estamos muito longe deste dia, pois em matéria de evolução o ser humano parece estar caminhando no sentido contrário, muito longe de ser digno de receber como prêmio uma passagem de volta para casa.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amor... Rosana

Gério Ganimedes
Direitos reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 20 de maio de 2014

Maldição da Múmia ou Contaminação Extraterrestre?

Máscara de Tutankhamon
Ouro maciço para proteger os servos
das emanações energéticas mortais
mesmo após a morte do faraó



Por Gério Ganimedes


A cada dia, surgem novas teorias baseadas em estudos recentes sobre a história “humana” sobre a Terra e muitas apresentam uma ideia não tão nova de que nossos ancestrais são extraterrestres e somos o resultado de manipulação genética dos “Deuses”, mas isso não é novidade para ninguém. O que me atento a observar é como a igreja vem batendo repetidas vezes na mesma tecla sobre a aceitação da ideia de visitantes alienígenas em nosso planeta. Segundo alguns estudos mais radicais, todas as gerações das épocas bíblicas, incluindo o povo egípcio são repletas de lacunas e cercadas de mistérios inexplicados, com histórias e narrativas que na maior parte das passagens ficam sem uma explicação crível caindo quase sempre na argumentação de que é assim porque foi escrito numa linguagem "sagrada" ou "simbólica".

Aproveitando-me do momento em que o tema volta a superfície reapresento aqui para nossos leitores uma matéria que publiquei em 04 de fevereiro de 2012 com o título:



Maldição ou Contaminação Extraterrestre?



O Segredo Escondido por Trás da Mumificação dos Faraós


Conta à história que segundo a tradição egípcia a maldição da Múmia ou do Faraó é a crença de que qualquer pessoa que perturbe a múmia de um faraó do Egito antigo cai por uma maldição pela qual a vítima morrerá em breve. A Maldição do Faraó é uma lenda contemporânea que surgiu no início do século XX, ninguém sabe exatamente quem é o iniciador, mas a mídia, ao mesmo tempo tornou uma lenda de renome internacional, tornando-se uma caixa de material para criação de livros e filmes do gênero.

No passado houve uma crença de que as tumbas dos faraós tinham maldições escritas sobre elas ou nos seus arredores, uma advertência para aqueles que sabiam ler, não entrassem. Há casos ocasionais de maldições que aparecem no interior ou na fachada de uma tumba, como no caso do mastaba de Khentika Ikhekhi da 6ª dinastia em Saqqara. Estas parecem ser mais dirigidas aos sacerdotes para proteger cuidadosamente a tumba e preservar a pureza ritual, em vez de uma advertência aos ladrões em potencial. Embora tivesse havido histórias de maldições que remontam ao século XIX, elas se multiplicaram na sequência da descoberta de Howard Carter - do túmulo de Tutankhamon.  A maldição associada com a descoberta da tumba do faraó Tutancâmon da XVIII Dinastia, é a mais famosa na cultura ocidental. Ela afirma que alguns membros da equipe de arqueólogos que desenterraram a múmia do faraó Tutancâmon morreram de causas sobrenaturais na sequência de uma maldição do governante falecido. De fato, vários membros da equipe morreram alguns anos depois da descoberta, incluindo o ilustre Lorde Carnarvon, promotor das escavações. Muitos autores e estudiosos da área negam que houvesse escrito uma maldição, mas outros dizem que Howard Carter encontrou na antecâmara um óstraco de argila com uma inscrição dizendo: "A morte vai atacar com seu tridente aqueles que perturbarem o repouso do faraó". Com certeza de acordo com fatos parece uma história de filme de horror, mas aconteceu mesmo na primeira metade do século passado, quando segundo narrativas e dados verídicos, mesmo morto há mais de 3 mil anos, o faraó egípcio Tutankhamon teria conseguido eliminar os invasores que entraram em sua tumba, perturbando o seu sono milenar, contudo não se trata de uma história de múmias, e sim de uma cadeia de eventos sinistros que muita gente taxou de maldição. Tenho uma teoria bem interessante a respeito disso e quero compartilhar com vocês, mas farei mais abaixo.

A história toda tem seu início em novembro de 1922, quando os arqueólogos Howard Carter e Lord Carnarvon entraram pela primeira vez na tumba do faraó egípcio, então morto há pelo menos 3.300 anos. O conteúdo do sepulcro era de valor incalculável, com um caixão de ouro e a múmia envolta em muitas jóias, sem falar da encantadora, misteriosa, valiosa e protetora máscara de ouro do faraó. Porém, tão logo os arqueólogos saíram do túmulo, iniciou-se uma forte tempestade de areia, o que seria uma espécie de prenúncio dos acontecimentos misteriosos que viriam a seguir, como se o faraó morto estivesse vingando-se dos “violadores de túmulos”.

 
Cinco meses depois da expedição, Lord Carnarvon, que estava com 57 anos, foi picado no rosto por um mosquito. Não deu atenção para o ferimento e resultou numa infecção. O quadro evoluiu para septicemia (infeção generalizada) e Carnarvon ainda contraiu uma pneumonia grave. Morreu num hotel do Cairo e, na mesma hora, um blecaute apagou todas as luzes da cidade. Nos meses seguintes ao achado, já no ano de 1923, outras pessoas que integravam a expedição e que entraram no túmulo de Tutankhamon também morreram em circunstâncias misteriosas, como Aubrey Herbert, meio-irmão de Carnavon. George Jay Gould, um dos investidores da expedição, morreu de pneumonia, que contraiu ao visitar o túmulo; já Richard Berthell, que ajudou Carter a catalogar os tesouros encontrados na tumba, suicidou-se aos 49 anos. Em 1930, Lord Westbury, que tinha em seu quarto um vaso encontrado no túmulo do faraó, morreu ao atirar-se pela janela de um prédio londrino.

Pelo período de até 1939, quando Howard Carter teve morte natural, mais de uma dúzia de pessoas relacionadas à descoberta da tumba morreram – de doenças “misteriosas” ou acidentes. Pelo menos nos casos de mortes por doenças, pesquisadores acreditam que as vítimas foram contaminadas por algum misterioso fungo existente no interior da tumba. Outros dizem que os egípcios contaminaram a tumba do faraó com venenos que só eles conheciam, antes de lacrá-la.

Enfim a última vítima da suposta maldição de Tutankhamon foi Mohammed Ibraham, diretor de antigüidades de um museu do Cairo. Em 1966, ele participou de uma reunião onde autorizou que peças encontradas no túmulo do faraó fossem enviadas a uma exposição em Paris. Ao final de tal reunião, Mohammed foi atropelado e morreu no hospital, contudo, talvez, esta tenha sido a maneira que as autoridades encontraram para informar as mortes em circunstâncias talvez bem diferentes do que realmente aconteceram. Li muito a respeito e pesquisei por meses os relatos das mortes dos integrantes da expedição e pude concluir que todas estão cercadas de fatos misteriosos e narrativas incoerentes. Tenho uma teoria que talvez deixe muitos pensando que eu sou um "teórico das conspirações impossíveis", mesmo assim vou me arriscar.

"Os Híbridos ou Semideuses Eram Embalados ou Mumificados Para Proteger os Escravos da Morte Através de Energias Desconhecidas e por Contaminação Bacteriológica e Viral" - Gério Ganimedes

Egito, “Vale dos Reis”, extraterrestres com características biológicas mortais que aqui chegaram, com objetivo de deixarem seu império biológico manipulado na Terra, escolhem jovens virgens e iniciam um processo de reprodução. Na verdade a geração de uma raça híbrida, semelhante aos humanos, porém com poderes suficientes para controlar, com o poder de um faraó, legiões de escravos para que um império alienígena deixasse aqui seu registro. Neste caso “um Deus” descido do céu em sua carruagem de fogo, saia do âmago de sua carruagem dourada e exigia que fosse lhe entregue uma virgem para que esta fosse “abençoada” com o nascimento de um semideus ou um faraó que iria governar todo um império e uma dinastia, sob o controle de uma força divina e extraterrestre.

E foi assim, que provavelmente aconteceu com Tutankamon. Segundo registros históricos ele era filho e genro de Akhenaton, o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol e filho de Kiya, uma esposa secundária de seu pai. Casou-se aos 10 anos, provavelmente com sua meia-irmã, Ankhesenamon, assumiu o trono quando tinha cerca de doze anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero, principalmente o do deus Amon de Tebas. Morreu em 1324 AC, aos dezenove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono. Este ponto, mais especificamente, foi o que levaram especialistas a especularem sobre a hipótese de, “doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia”, segundo o Dr. Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, mais conhecido de vocês como “O Caçador de Múmias” do History Channel.


 Foto/crédito: Ben Curtis/AP

O Egito viveu períodos de doenças e pragas terríveis, vinculadas quase que em sua totalidade, a vingança de “Deus”, entretanto vejo isso como o lado romântico e fantasioso da história. O que aconteceu realmente foram doenças trazidas pelos visitantes extraterrestres, que estavam gerando híbridos doentes e com bactérias e vírus mortais aos humanos, sendo eles mesmos, os híbridos, vítimas de sua própria criação.

Dizer então, que as pragas do Egito seriam a fúria de Deus, soa para mim, com um fundo de verdade se analisarmos, apenas a sua origem: “Deuses Astronautas do Passado”.

 
Entretanto estes viajantes, visitantes ou imperadores do céu, através de suas técnicas de reprodução e manipulação genética, não tinham o tempo a seu favor, seu planeta, viajante, logo estaria longe da órbita da Terra e suas naves não teriam força para alcançá-lo em seu retorno, então suas experiências químicas e biológicas foram um verdadeiro desastre científico. Dividiam o tempo em que aqui estiveram em processos arquitetônicos e de manipulação genética de introdução de uma linguagem, contudo parece que sua estadia aqui foi rápida e talvez ineficiente.

Crânios Alongados de Paracas
Paracas está localizado na província de Pisco, na Região Inca, na costa sul do Peru

Os híbridos nasciam com o crânio alongado, o que se fazia necessário ocultá-lo desde pequeno da população de escravos e servos que estavam próximos dos faraós, por isso o uso constante de turbantes e adornos para a cabeça, normalmente alongados com as mesmas características de seus progenitores. Eram sensíveis as bactérias e vírus terrestres, o que explicaria a morte prematura de muitos faraós e “herdeiros dos Deuses”. Estranhas doenças, muitas até hoje, fora de padrões e características “terrestres”, coisa que foi facilmente escriturada como “pragas”.


Bem, finalmente, cheguei onde queria chegar. Se estas criações híbridas ou semideuses, com poderes de controlar escravos, comandar legiões sob o domínio do medo ou sob a ameaça do poder divino vindo dos céus, eram especiais e parte extraterrestres, quando morressem, sua estrutura biológica poderia fazer mal para aqueles que a tocassem.

 
Então uma técnica extraterrestre foi ensinada aos chamados “embalsamadores”, para que protegessem o corpo, “não aquela historinha de manter o corpo bonitinho pra outra vida”, mas sim, para não causar a morte de centenas, senão milhares de escravos que entrariam em contato com a ameaça vinda das estrelas e que seria liberada no momento em que o corpo entrasse em decomposição. As pirâmides não foram apenas monumentos deixados aqui na Terra pelos Astronautas do Passado, mas o próprio sepulcro lacrado e protegido, um laboratório de contenção, para não alastrar uma força energética liberada pelos híbridos ou até mesmo uma praga pandêmica que poderia aniquilar toda a população da Terra.

A história como sempre é muito fantasiosa, harmônica e enfeitada para que aceitemos de forma romântica o passado das civilizações e não questionemos o que se esconde nas entrelinhas do passado. O que aconteceu na verdade, foi que ao abrir o túmulo de um faraó, que estava devidamente protegido para não disseminar algo perigoso para nós, os “cientistas profanadores de túmulos”, que se chamam de arqueólogos e escavadores da história, abriram foi uma caixa de pandora, com elementos nocivos e extraterrestres, que talvez, sejam a origem de muitas das doenças terrestres, ainda sem cura ou explicação e quem sabe, muitas destas pragas cósmicas podem ainda estar adormecidas esperando apenas uma picareta, pá ou um simples martelo para libertá-las.

“Tornar um perigo real em maldição é muito conveniente para a ciência, pois o medo cumpre o papel da mordaça que silencia a dúvida e a curiosidade”.

Gério Ganimedes

Para mim Tutankhamon não foi apenas um jovem faraó, mas um híbrido com poderes recebidos em sua concepção “divina”. Entretanto como era uma entidade parte homem e parte Alien foi destruído por sua própria fraqueza, as contaminações terrestres, deixando guardado dentro de seu próprio corpo mumificado uma herança de bactérias e vírus extraterrestres que um dia, seriam expostos pela cápsula do tempo e pela curiosidade e ganância do homem.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes



Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

Fontes de Pesquisa: History Channel, Wikipédia, National Geographic

domingo, 18 de maio de 2014

Óvnis Próximos do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre?



Por Gério Ganimedes

Quatro luzes estranhas foram captadas pela câmera de um colaborador anônimo do Projeto Quartzo Azul. Esta foto foi obtida no dia 04 de março de 2014 por volta das 10 horas e 30 minutos no Aeroporto Salgado Filho Internacional de Porto Alegre – Rio Grande do Sul e enviada para nós para análise. Os “óvnis” que aparecem na foto parecem estar em formação irregular sobre a região mais alta da cidade. Da para observar no detalhe ampliado da fotografia que os mesmos possuem dois pontos de emissão de luz envolvidos por um halo brilhante de grande intensidade. Mesmo após analise através de ampliação digital fico na dúvida para concluir se são óvnis ou reflexo nas lentes da câmera, mas a primeira vista a fotografia impressiona.



Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

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