domingo, 5 de outubro de 2014

Registros de Civilizações Antigas Comprovam – Os Répteis Inteligentes Estiveram e Ainda Estão Entre Nós



Por Gério Ganimedes


Em uma região central e árida do México, mais precisamente entre as cidades Pinos e Ojuelos de Jalisco, foram encontrados artefatos com imagens, que sem sombra de dúvida, têm forte conexão com seres extraterrestres de características Reptilóides. Estes objetos têm sido investigados por mais de dez anos por pesquisadores da Fundação Nahui Ollin, termo asteca para mundo contemporâneo ou Quinto Mundo. Os cientistas desta fundação tentam convencer o governo mexicano, da importância de seus achados, mas infelizmente, os setores governamentais responsáveis não expressaram nenhum interesse sobre suas descobertas.


As obras de arte encontradas referem-se a calendários astecas, mas também mostram imagens de astronautas, cometas e seres extraterrestres. Dentre as peças achadas muitos ÓVNIS podem ser vistos, mas uma em especial por ter uma riqueza de detalhes me chamou atenção. Na foto acima dá para ver nitidamente, um ser com características de réptil no comando do veículo. Há figuras com cabeças pontudas, com cabeças longas, olhos grandes e oblíquos entre outras características que com certeza não tem relação alguma com nós humanos. O Quetzalcóatl da civilização Asteca ou o Kukulcan, para os Maias, que em ambos os casos significam "Serpente Emplumada" ou serpente de belas plumas, nos dá um primeiro indício dos répteis como ícones. Também na cultura egípcia encontramos com um Deus réptil, ou melhor, conhecido como o Deus crocodilo “Sobek” a quem é atribuído à graça da fertilidade, a vegetação e a vida humana. No Oriente Médio, existem alguns seres reptilianos que vão desde alguns “djinn” ou "demônios" a dragões, passando por homens répteis. Esta tradição data de imemoráveis anos. Num dos livros apócrifos, supostamente o elo perdido de “Jasher” ou “yashar” é descrito como uma “raça humana da serpente”. 

Artefatos Maia
Estreita relação com seres extraterrestres

Para mim, não existem mais dúvidas, de que num passado distante, reinaram sobre a Terra, não só carnívoros gigantes como os terríveis Tiranossauros, mas também seus próprios “criadores”, quem sabe, uma Casta extremamente evoluída, inteligente e soberana, conhecida hoje, por muitos no meio ufológico, como “reptilianos”.  


Quetzalcoatl - conhecida como a serpente emplumada, era um 
dos principais deuses da mitologia asteca. 
Templo de Quetzalcoatl, em Teotihuacán, no México

Sigamos os registros e as definições dos paleontólogos que dizem que os Velociraptors, gênero de dinossauro terópode (três dedos que tocam o chão e um suspenso) que viveram há aproximadamente 75 milhões de anos atrás, durante a última parte do período Cretáceo, atuavam para caçar em grupo e com táticas muito inteligentes para derrotarem suas vítimas bem maiores que eles. Penso que esta raça mais evoluída dentre os répteis, parte de uma espécie extraterrestre extremamente inteligente que aqui chegou, compartilhou o espaço terrestre com os nativos dos diversos continentes (os sumérios também descreveram, através de seu artesanato, esta raça reptiliana como a da foto abaixo), cruzou com a espécie humana, criando uma nova "casta" e deixando seu legado em nosso DNA.

Estatuetas Sumérias (5500 AC)
Seres com cabeça de serpente 



O químico americano Ronald Breslow sugeriu em seu novo estudo, que as formas de vida baseadas em aminoácidos e açúcares podem assumir formas diferentes da nossa e adotar grandes dimensões como ferozes dinossauros, porém evoluídos e com tecnologia altamente avançada.

“Seria melhor não conhecê-los”, disse Breslow, que afirma que foi um golpe de sorte nosso, um asteróide ter dizimado os dinossauros na Terra, deixando o campo livre para os mamíferos, como humanos se desenvolverem, no entanto em outros mundos, os dinossauros podem ter evoluído em enormes e inteligentes guerreiros armados, com armas tecnológicamente avançadas, mas sem perderem sua fome por carne fresca.

Uma das implicações deste estudo, é que em outras partes do universo poderiam existir formas de vida baseada em D-aminoácidos e L-açúcares. “Essas formas de vida poderiam muito bem, ser versões avançadas de dinossauros – então seria melhor não encontrá-los”.


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado a minha reptiliana do coração, Rosana.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 4 de outubro de 2014

Contato Alienígena – Efeito Colateral

Edição de imagem - Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Centenas, senão milhares de pessoas que acreditam que somos visitados por seres de outros mundos, anseiam e pensam não saber como reagir no caso de um contato direto com extraterrestres ou até mesmo simplesmente visualizando a distância um veículo alienígena. Cada um de nós reage de forma diferente, quando confrontado com o desconhecido, então mesmo aqueles que acreditam que existam raças originárias de outros planetas, temem de como reagiriam num contato imediato de terceiro grau (contato com seres oriundos de outros planetas).

Vivemos numa realidade constitucionalizada, com leis, regras e padrões sociais que não permitem abrir esta “lacuna além da imaginação”, no entanto este momento pode estar para acontecer com qualquer ser vivente neste planeta que, segundo cientistas, não é o único no universo, a ter sido premiado com vida. Muitas vezes por estarmos sendo diariamente “minados” por notícias e vídeos falsos de “discos voadores” e outros Objetos Voadores Não Identificados, começamos a andar para trás, no que se refere à credibilidade desta que ainda é uma pseudociência – Ufologia. A cada passo para trás, inevitavelmente, nasce um novo cético ou se não nasce, reforça os argumentos daqueles que não acreditam em vida além da Terra. Esta espera interminável tornou-se para muitos uma espécie de catalisador da descrença e um regresso à idade média da ufologia. Assim como no mundo tecnológico, estamos atravessando um período de estagnação, sem qualquer avanço na área de descobertas ou relatos significativos de aparições de ÓVNIS  Se corrermos através dos meios que desenvolvem o assunto, como blogs, sites e revistas, perceberão que nada de novo ou de real significado tem sido mostrado. Os temas abordados convergem sempre para pequenos pontos luminosos no céu, luzinhas que piscam em montanhas, reflexos entre nuvens e isso sem falar dos falsos vídeos e fotos manipuladas digitalmente. Resumindo - nada de concreto está acontecendo. O resultado disso é um desânimo generalizado daqueles que correm ávidos atrás de um acontecimento, mas que acaba por ficar apenas na imaginação. Muitos já decepcionados com este “hiato” regressam ao seu mundo normal e até esquecem que algum dia, ficou esperando ansioso por uma nova matéria sobre aparições de luzes e ÓVNIS que pudessem significar a visita de seres extraterrestres ao nosso mundo.  Mas o que está acontecendo com a ufologia?

O que acontece com aquilo que não pode ser provado? É arquivado. Processo encerrado. Por isso, muitas nações que tinham divisões especiais para tratar do assunto ÓVNI, encerraram os projetos e divisões especializadas. Pela mesma razão. Efetivamente, nada de novo aconteceu que pudesse significar perigo a uma nação, logo, não existe a necessidade de preocupar-se. Não pense que estamos sendo afetados pelo mesmo “desânimo”, muito pelo contrário, mas vocês concordarão comigo que as matérias apresentadas atualmente sobre ufologia estão repetitivas e cansativas, sem sair do lugar ou avançar em qualquer direção. Penso que devemos mudar a proposta, mudar a pesquisa, mudar a forma de avaliar os eventos. Devemos ser mais exigentes no que tange aos fatos, porque senão, inevitavelmente cairemos na repetição, gerando uma sensação de frustração do tipo: “se nada de novo acontece é porque nunca deve ter existido ou existirá. Tudo não passa de imaginação humana com o objetivo de alimentar uma carência - a de não estarmos sós, ou para não nos sentirmos solitários na imensidão do universo”.  Penso que devemos reinventar a ufologia, criar novas regras, diretrizes e uma ótica de análise mais prudente, estudar eventos que deixaram registros significativos e analisar profundamente os materiais que circulam na mídia informal, para que antes de contribuir com a disseminação de “virais” sejamos os administradores da informação, baseada exclusivamente em fatos comprovadamente reais. Se nós, divulgadores e pesquisadores da matéria não fizermos isso o efeito colateral será unicamente o descrédito total.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©© 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A Temporada de Caça aos Óvnis Começou


Por Gério Ganimedes
  
A caçada começou! Primavera, noites mais estreladas, horizontes límpidos e máquina fotográfica e celular na mão! Vamos iniciar uma nova temporada de caça aos óvnis e fenômenos astronômicos. 
Quem estiver interessado em participar, pode enviar fotos onde tenha sido registrado algum fenômeno atmosférico anômalo, fenômeno astronômico ou ÓVNI (Objeto Voador Não Identificado). Se possível, com informações sobre a localização, data e hora, e se possível o equipamento fotográfico utilizado. Serão respeitados os créditos e também o anonimato, caso seja a vontade do participante e colaborador. 
O sinal foi dado! Contamos com a colaboração dos leitores. Agradecimentos antecipados a todos que quiserem fazer sua contribuição, para que juntos possamos analisar e discutir as fotos enviadas. 

Favor enviar as fotos para meu e-mai pessoal: gerio.ganimedes@gmail.com.

Gério Ganimedes e Rosana Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Triangulo das Bermudas – Portal dos “Antigos Astronautas”

Artefatos Inca Pré-colombianos


Por Gério Ganimedes


Sabemos atualmente que nem toda tecnologia desconhecida que voa sobre nossas cabeças, pode ser qualificada de extraterrestre (óvni), pois projetos tecnológicos secretos existem e muitos só ficamos sabendo anos depois de inventados. Partindo desta ótica de análise, iniciei um estudo cauteloso de um tema que há tempos já vem sendo apresentado por canais científicos (History, Discovery, etc) e também por livros como o famoso “Eram os Deuses Astronautas” de Erich Von Dänniken.

Triangulo das Bermudas

Durante a década de 50, estudiosos estadunidenses tomaram conhecimento de um achado arqueológico, após receberem um lote de peças enviadas pelo governo colombiano, contendo artefatos de ouro datados com idade aproximada de mil  anos (os artefatos foram atribuídos à cultura TOLIMA (pré-colombiana) que habitava as terras altas da Colômbia em cerca de 200 e 1000 DC). Estas peças eram pequenas aeronaves de ouro, miniaturas semelhantes aos aviões atuais. 


O achado foi enviado pelas autoridades colombinas, com o propósito de fazer uma análise mais aprofundada das peças, por especialistas nos Estados Unidos. A conclusão dos arqueólogos mais convencionais, foi de que os artefatos, nada mais eram do que "pássaros cerimoniais estilizados" (foto acima). Mais adiante, contudo, nos anos 70, talvez influenciados pela teoria dos "Antigos Astronautas", de Erich Von Dänniken, o cientista Ivan T. Sanderson fez uma nova análise de tais objetos e concluiu que eles eram modelos de uma “aeronave de alta velocidade” ou um jato de pelo menos mil anos de idade. Ele foi apoiado pelo Dr. Arthur Poyslee, do Instituto de Aeronáutica de Nova York, que declarou que os objetos representados não podiam ter nenhuma relação com pássaros por possuirem características aerodinâmicas e formas que não são encontradas nas aves. De qualquer forma eles não conseguiram a devida atenção, e assim, o assunto caiu no esquecimento até o final dos anos 90, quando dois engenheiros aeronáuticos alemães Algund Eenboom e Peter Belting, trouxeram novamente à tona os curiosos artefatos Incas. Eles construíram uma réplica em escala maior, equipada com hélice.  O artefato recriado realizou um teste de voo em 1997 durante a Conferência Mundial da Sociedade do Antigo Astronauta em Orlando, Florida. Eles não fizeram nenhuma modificação em sua réplica, mantendo todas as características aerodinâmicas, exatamente iguais a dos objetos encontrados. O teste de voo foi um total sucesso.

Agora vamos à parte que realmente interessa, pois já apresentei parte do conteúdo “base” para eu poder chegar onde quero, abrindo uma nova teoria para os “Antigos Astronautas”, que eu passei a chamar de “Portal dos Antigos Astronautas”.



A maior parte das histórias de desaparecimentos ocorreu durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. Alguns se tornaram tão famosos que continuam sendo um mistério até hoje. Dentre essas histórias, temos o desaparecimento de cinco caças Grumman TBF Avenger iguais ao da foto acima.

Em minha opinião, o fenômeno Triângulo das Bermudas está classificado como “portal temporal ou fenda temporal”. Um lugar no espaço terrestre onde existe uma espécie de “Túnel do Tempo”. Penso que este túnel é instável, hora se abre, hora se fecha, variando também sua localização num plano tridimensional, porém limitado matematicamente por forças eletromagnéticas incomensuráveis, o que faz com que o túnel abra-se a qualquer momento. Quanto às coordenadas ou localização exata, esta por sua vez, pode variar o que torna, quase impossível, saber onde a “passagem” se abrirá para dragar sua próxima vítima.  Não penso que seja algum tipo de tecnologia extraterrestre que faça isso, mas uma condição geográfica especial do lugar, forças eletromagnéticas desconhecidas que podem ser geradas até mesmo por energias naturais vindas de fora ou de dentro da Terra, convergindo naquele ponto do globo terrestre.



Acumulando uma série de casos misteriosos, sobre o desaparecimento de aeronaves e embarcações o Triângulo das Bermudas não aparece sozinho na lista de locais misteriosos espalhados pelo planeta. Temos também o Triângulo do Dragão (próximo ao Japão) e o Golfo de Aden (reentrância situada ao norte do Oceano Índico, à entrada do Mar Vermelho, entre a costa norte da Somália e a costa sul da península arábica), onde misteriosos redemoinhos ou vórtices surgem no oceano modificando as correntes oceânicas. Diante do que quero expor para dar uma nova visão sobre a teoria dos “Antigos Astronautas”, resolvi fazer uma CONEXÃO entre estes locais e os eventos.


Para que haja um entendimento sobre minha teoria, é preciso relacionar algumas das características que associei ao meu “Túnel do Tempo”. Primeiro – Nenhum ser vivo sobrevive à passagem (os organismos vivos são simplesmente desintegrados ao cruzar o túnel). Segundo – Não é um túnel com calendário alvo certo, ou seja, ao entrar nele, o objeto pode ser deslocado no tempo para frente ou para trás. Terceiro – a saída do túnel é exatamente nas mesmas coordenadas da entrada, porém, em um tempo diferente, podendo ser passado ou futuro. Com base nestas características estabeleço a conexão.


Lightning F.3 - 1964

Um avião como o da foto acima entra pelo “Túnel do Tempo” localizado no Triângulo das Bermudas. Imediatamente o piloto da aeronave é desintegrado, logo a seguir seu avião atravessa a barreira do tempo, sendo arremessado mil anos no passado. Observem que o Triângulo das Bermudas fica localizado relativamente próximo da Colômbia (figura abaixo), que fica a noroeste da América do Sul. Para o povo Inca localizado na Colômbia é apenas um dia normal em suas vidas, mas isso até um avião descontrolado rasgar os céus e aterrissar no meio da selva colombiana, isso há mil anos atrás. Assombrados pelo tamanho do “pássaro de metal” caído do céu, os Incas cercam o local e admiram o que para eles simbolizou uma nova divindade ou um sinal dos deuses por eles respeitados. Daquele momento em diante, usando suas ferramentas e técnicas da época o povo Inca faz em ouro, o primeiro modelo em miniatura para representar o “ser divino que caiu do céu”.  Para nós seria apenas um avião em queda livre, mas que misteriosamente cruzou o tempo e o espaço, deixando a prova incontestável de sua presença num passado distante. Penso que nenhum homem sobreviveu a esta passagem pelo túnel ou viagem no tempo, caso contrário faria de tudo para deixar registros escritos numa língua universal, para que no futuro nós encontrássemos provas de sua viagem ao passado, no entanto suas aeronaves cruzaram esta fronteira.

Cartucho do Templo de Abydos – Egito
Observe um helicóptero Apache (EUA), indiscutivelmente retratado

Além dos aviões de ouro dos Incas, também existem outras provas indiscutíveis que de que as viagens através de “fendas temporais” ou “túneis do tempo” são possíveis. Registros de aeronaves (helicópteros) encontrados em cartuchos egípcios poderiam muito bem explicar as teorias dos vórtices energéticos e fendas temporais (Túnel do Tempo) na região do Golfo de Aden, por razão de sua proximidade com o Egito.


Acredito que estas peças descobertas pela arqueologia são a prova concreta da possibilidade de viagens através do tempo. Particularmente, não estamos diante de “Antigos Astronautas Extraterrestres”, mas sim, diante de remanescentes artísticos de povos que tentaram retratar fielmente o que para eles era desconhecido e divino. Tecnologia humana contemporânea que viajou acidentalmente através do tempo para um passado muito além da nossa compreensão.
  
Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alta Atividade Solar Desencadeia Fortes Tempestades Geomagnéticas na Terra

Magnetômetros em ALTA


Por Gério Ganimedes


Nosso Sol parece ter acordado de seu sono de beleza, e têm demonstrado nos últimos três dias que acordou de mau humor. De acordo com as últimas informações da SOHO/NASA (Observatório Solar e Heliosférico da Agência Espacial Norte Americana) os níveis das explosões solares aumentaram, assim como a velocidade do vento solar.

As partes mais claras da fotografia são
as explosões solares

Para medir o nível de intensidade das tempestades solares é usado o índice KP Planetário. A cada três horas durante o dia, observatórios magnéticos ao redor do planeta medem as mudanças magnéticas de maior amplitude que os seus instrumentos registraram durante este intervalo. O valor médio dessas observações é utilizado para produzir um índice que diz aos cientistas o quanto alterado está o campo magnético da Terra numa escala de nove. Esta escala é chamada de escala KP. Quanto maior o índice, ou seja, maior do que sete mais ativo torna-se o campo magnético da Terra, devido a tempestades no Sol. Quando o índice fica no limite entre um e dois, mais tranqüilo fica o campo magnético. Algumas vezes, mudanças na atividade do Sol podem causar grandes mudanças no valor de KP, já em outras situações, valores altos de KP podem indicar reorganizações repentinas do campo magnético da Terra devido ao vento solar. Valores de KP maiores ou iguais a cinco indicam atividade geomagnética que sinaliza tempestade solar. O índice KP estimado é derivado no U.S. Air Force Space Forecast Center (Centro de Previsões Espaciais da Força Aérea Estadunidense) usando dados de magnetômetros no solo em diversas localidades: Meanook, Canadá; Sitka, Alaska; Glenlea, Canadá; Saint Johns, Canadá; Ottawa, Canadá; Newport, Washington; Fredericksburg, Virgínia; Boulder, Colorado; e Fresno, Califórnia. Estes dados foram disponibilizados através da cooperação entre o Geological Survey of Canada (GSC) e o US Geological Survey.


Velocidade do vento solar
23:31 horário de Brasília


Na escala KP números abaixo de cinco resultam em condições mais amenas de atividade da ionosfera, no entanto numerais acima deste valor já apresentam como conseqüência tempestades geomagnéticas mais intensas. Observe no gráfico da postagem que na escala KP foram atingidos valores acima de seis, neste caso a situação torna-se preocupante, pois podemos ter como resultado, fortes interferências nas comunicações, danos nos equipamentos eletrônicos e instabilidade nos serviços de fornecimento de energia elétrica.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fontes: SOHO/NASA e Spaceweather 


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tempestade Solar Gigante Atingirá a Terra


NASA

Por Gério Ganimedes


Duas fortes explosões solares ou EMC, Ejeção de Massa Coronal, produzidas respectivamente nos dias 9 e 10 de setembro, foram arremessadas por nossa estrela em direção ao nosso planeta. A tempestade se formou com uma enorme explosão eletromagnética no sol, que liberou partículas de plasma magnetizado e energizado. Neste caso, as partículas estão viajando em direção à Terra em velocidade média, cerca de 4 milhões de quilômetros por hora. Entre os meteorologistas espaciais, existe um consenso de que a magnetosfera terrestre (campo magnético de proteção do planeta) será duramente golpeada por um duplo impacto no dia 12 de setembro de 2014. 

spaceweather.com / NASA

As duas nuvens de tempestade foram impulsionadas em nossa direção por explosões nos arredores da mancha solar AR2158 em 09 e 10 de setembro de 2014, respectivamente. Fortes tempestades geomagnéticas são possíveis nos dias 12 e 13 de setembro, como resultado dos impactos consecutivos. Possíveis falhas nos sistemas de satélite tanto de comunicação como de transmissão de dados e imagem poderão acontecer, assim como falhas de transmissão nas redes elétricas “apagões”.


spaceweather.com


Segundo a Agência Espacial Americana (NASA), o surto solar foi classificado como tempestade de Classe X1.6, o que coloca a explosão (Classe X) dentro da faixa de erupções mais violentas. Já o número a seguir, fornece informações sobre a sua força. X2, por exemplo, é duas vezes mais intensa que a X1, enquanto a X3 é três vezes mais intensa que a X1 e assim por diante. Apesar deste tipo de radiação não penetrar a atmosfera da Terra (estamos protegidos pela magnetosfera) para nos afetar fisicamente a longo prazo estaremos mais propensos a desenvolver câncer de pele.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte: Spaceweather.com / NASA

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Paralisia do Sono ou Abdução?



Por Gério Ganimedes


Um tema que já foi discutido em inúmeros fóruns e congressos de ufologia por todo o mundo, e que já foi matéria apresentada em postagens aqui no Projeto Quartzo Azul, está de volta agora sob uma nova perspectiva analítica, baseada em relatos e testemunhos de pessoas que viveram o trauma dos sintomas e experiências ruins durante o sono, desde sua infância. Estas experiências são narradas com emoção por seus protagonistas e envolvidos, e chegam a se confundir em alguns casos, com visões de terríveis pesadelos, onde o medo e a repulsa mostram-se sentimentos vivos e reais.  Outros descrevem cenas de total paz e tranqüilidade, luz e até sons harmônicos. O que fica caracterizado durante a conversa ou hipnose consentida (realizada e monitorada por especialistas) é que estas pessoas parecem ter vivido experiências muito reais logo após entrarem num estado de sono profundo e no momento de despertar têm uma dificuldade muito grande para acordar, sendo descrita como uma espécie de “paralisia de todos os membros do corpo”. Através da pesquisa, em inúmeras ramificações da ufologia, puderam-se reunir fatos mais palpáveis para argumentar que nesta estatística, as pessoas que perceberam que aparentemente algum tipo de “corpo estranho” surgiu em alguma parte de seu corpo, curiosamente passaram por algum tipo de experiência anômala, que a ciência atual insiste em dizer que são características da Paralisia do Sono. Queremos aqui levantar a hipótese de que os sintomas causados por estes “possíveis agentes invasores de origem desconhecida” se apresentam de maneira diferente dos sintomas da paralisia do sono explicados por especialistas do sono e neurologistas.

 A paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer. Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM (em inglês Rapid Eye Movement ou "movimento rápido dos olhos") que é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.

Embora já explicado cientificamente, vamos apresentar agora fatos pela ótica ufológica.

Por uma questão compreensível os protagonistas pediram para manter suas identidades no anonimato. 
Este caso em particular chamou minha atenção por acontecer com quase todos os membros da família.

Localização: São Paulo / Brasil.
Caso: Suposto Implante e Abdução

Os três protagonistas afirmam que “o fenômeno salta de uma pessoa para a outra”.

A – Tem 46 anos - sexo feminino.
B – Tem 70 anos - sexo feminino.
C – Tem 18 anos - sexo masculino.

Eles descrevem suas experiências como sendo repletas de sensações e sintomas desagradáveis. [A] afirma e mostra na região, logo atrás das orelhas (junto ao lóbulo), estranhas saliências, como se fossem pequenos caroços (tamanho de um feijão), que se manifestam, às vezes atrás da orelha esquerda, às vezes na direita, e às vezes nas duas, coçando e aumentando de tamanho, mas também desaparecem. Quando estes “caroçinhos” se manifestam, parece coincidir com os sintomas. Paralisia dos membros, tremor interno, arrepios, “uma sensação muito ruim” conta [A], experimentados tanto a noite como durante o dia no caso de um cochilo. Os “sonhos” lembrados parcialmente por [A] quase sempre tem conexão com “naves extraterrestres e seus tripulantes”. [B] e [C] têm os mesmos sintomas, embora não lembrem de viver experiências com extraterrestres em seus sonhos. Seria este um caso de “abdução” em grupo?  Seriam os sintomas, causados pelos “implantes”, como uma reação neurológica para desligar as “vítimas”? Porque três pessoas diferentes, porém dividindo o mesmo espaço, teriam uma mesma condição de Paralisia do Sono?


Ovnis nos sonhos
Interpretação artística - Gério Ganimedes
Abduzidos relatam escutarem zumbidos estranhos, terem sensação de tempo perdido, de terem sonhos com seres de olhos grandes e negros, salas cheias de luz, naves, discos voadores e curiosamente se sentirem presos ao próprio corpo. Se em tantos casos, de envolvidos em supostas abduções, os sintomas são parecidos e como no caso da família do relato acima, acontecem com mais de um membro da família, surge uma pergunta que não quer calar: Será herança genética esta condição especial? Ou o DNA de alguns tem um “algo a mais” que chama a atenção destes “seres” que observam, monitoram e visitam a Terra, assim como os cientistas ou biólogos humanos, que aplicam sensores em membros de famílias de golfinhos para estudá-las, mesmo a grandes distâncias oceânicas?

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes – Pesquisa de campo

Agradecimentos especiais à família paulista que nos recebeu e compartilhou suas experiências

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 24 de agosto de 2014

Os Extraterrestres e as Montanhas Sagradas

Monte Olimpo - Interpretação artística 
Gério Ganimedes

Parte I

Por Gério Ganimedes


Através dos povos antigos, e pelo que se sabe hoje da história contemporânea, as montanhas são consideradas como a “casa sagrada dos deuses”, entretanto, por que tantas culturas dividem esta crença de que elas teriam uma conexão com seres extraterrestres? Os gregos acreditavam que seus deuses travaram no monte Olimpo uma guerra épica pelo controle do universo, por outro lado, ruínas de um observatório de 4000 anos, que foi descoberto em uma montanha na Macedônia, revelam que os movimentos dos astros eram monitorados com notável precisão. Nas terras místicas peruanas na América do Sul, descendentes dos Incas mantêm uma antiga tradição, para contatar os espíritos da montanha conhecidos como “APU” (palavra da religião e mitologia do Peru, Equador e Bolívia), e que aparece nos textos do livro de J. Benítez – OVNIS SOS a Humanidade. Seriam esses deuses seres extraterrestres? Será que usavam montanhas inacessíveis e grandiosas para interagir com o homem primitivo? Isto talvez explique por que nós humanos temos tanta atração pelas montanhas há milhares de anos? Penso que o homem não percebe quando está desafiando uma montanha durante uma escalada esportiva, no entanto no âmago de seu espírito está uma espécie de “herança de instinto”, sendo na verdade seu maior objetivo chegar o mais próximo possível de seu criador ou “deuses”, desejo registrado através do tempo na memória de seu DNA. Nos textos bíblicos são inúmeras as passagens que fazem referência importante a montanhas, sendo elas o elo ou “rádio de comunicação” entre homem e Deus.


Apu Inti
O senhor das histórias,
mitos e lendas do Péru

A Cordilheira dos Andes, o Himalaia, os montes Urais e tantas outras montanhas que temos conhecimento, já foram e continuam sendo palco da aparição de óvnis. Será que é tão difícil de acreditar que exista uma outra forma de vida mais evoluída que divida conosco o espaço de nosso planeta através dos anos? Tribos de índios de todos os continentes sem qualquer conexão entre si falam dos mesmos "seres vindos do céu" e que aqui estiveram como “professores” para ensinar o homem sobre a vida, as estrelas e a evolução do universo. Então, perguntam os céticos: “Onde eles estão que ainda não fizeram contato?” Para tudo tem um tempo na escala evolutiva e talvez o homem de hoje, seja muito mais selvagem que os nossos ancestrais incas, astecas e maias. Vivemos em um mundo onde o homem não observa mais o céu à noite para ver as estrelas, porque a sua própria luz não permite vê-las. E se não vê nem mesmo as estrelas do firmamento quem dirá se permitir acreditar que exista vida muito além do que sua visão permite.

Machu Picchu - Peru
Lugar de muitos avistamentos de óvnis

Entretanto, os casos de óvnis avistados em regiões de montanhas e vulcões continuam a crescer e o número de pessoas que tiveram um “contato” direto com os tripulantes destes veículos durante as aparições também.  O que me vem à mente, é que estes “seres” continuam utilizando-se dos mesmos locais ancestrais para contatar talvez de forma harmônica os seres mais “preparados” para tal contato. Talvez, o medo de confrontar-se com forças além da capacidade deles, seja o agente limitador. Fragilidade talvez seja o sentimento de “medo” que os faça se resguardar do mundo hostil que vivemos. São reais, constatados e testemunhados em grupo os casos de pessoas que se deslocam em vigílias para a base de montanhas “sagradas” e que vivem experiências fantásticas de contato com naves e seres de outros mundos.  Talvez, o contato a nível global nunca aconteça, e talvez apenas alguns tenham a oportunidade de conhecê-los.  Abrir a mente para a existência destes “seres” talvez seja o começo, talvez se nos tornarmos crentes na existência de divindades superiores e permitirmos abrir em nosso espírito um canal de comunicação com as forças do universo, ficaremos iguais aos nossos antepassados índios e então poderemos receber a rara oportunidade de um “Contato Extraterrestre”.

Antes de ir para a base da montanha para comprovar tais aparições, perceba seu tamanho diante da grandeza dela e depois abra sua mente para as estrelas demonstrando sua crença na existência de seres divinos e superiores, tenho certeza de que você verá aquilo que seus olhos antes não enxergavam.  

No próximo post apresentaremos alguns lugares que foram considerados sagrados por grupos e movimentos ufológicos onde aconteceram aparições de óvnis e até “contatos de terceiro grau”. 


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 23 de agosto de 2014

Índia – Berço da Herança Extraterrestre

 Deus indiano Ganesha - o removedor de obstáculos

Parte I

Por Gério Ganimedes


A Índia parece ter de alguma maneira inserida em sua cultura a presença de “Deuses Extraterrestres”. Estas entidades veneradas pela cultura indiana parecem não pertencer ao nosso planeta. Os deuses da cultura hinduísta apresentam características que parece se refletir em casos curiosos de mutações da anatomia humana indiana contemporânea.

Por que se vê tantas notícias do nascimento de aberrações genéticas na Índia? Crianças com quatro membros superiores, pés de elefante, mãos com dedos enormes, crianças com rabo, crianças com as extremidades dos membros alongadas? Estes casos me parecem curiosos e fazem uma conexão com o passado cultural e religioso da Índia. Parece haver uma estreita ligação com seus “deuses” também representados por figuras de anatomia bizarra. Seria isto herança extraterrestre de genética manipulada, ou o resultado de experiências atuais com DNA humano fruto de abduções realizadas por estes aliens que vagam a milhares de anos livremente por nosso planeta? Uma menina com quatro braços e quatro pernas é operada por 30 médicos em 06 de novembro de 2007. A menina nasceu em um pequeno vilarejo no Estado de Bihar. Alguns dos moradores locais acreditavam  se tratar da reencarnação da deusa indiana da riqueza, Lakshmi, cuja imagem é conhecida pelos múltiplos braços e pernas.





As provas parecem estar inseridas na própria cultura mística indiana e nos livros sagrados e manuscritos. Segundo esta literatura, estes “deuses” que aqui estiveram “guerrearam nos céus em seus veículos voadores chamados de Vimanas”. Teriam estes seres celestiais ou deuses, deixado na Índia até os dias atuais, sua herança genética ou o resultado de suas experiências genéticas na tentativa da criação de híbridos entre humanos e extraterrestres? Parece que novas provas surgem e que vêm a colaborar com os estudos sobre óvnis e extraterrestres.
Deusa indiana Lakshmi




China e Índia - países que parecem ter conhecimento sobre a existência extraterrestre aqui na Terra, tanto no passado como no presente. Para a Índia e China parece não haver mais segredo da presença de bases subterrâneas de OVNIS na área da fronteira do Himalaia. 

Vimana - Diagrama de funcionamento encontrado em manuscritos >

A região de Ladakh/Kongka no Himalaia, zona muito disputada entre Índia e China é uma região de pouco acesso, pouco patrulhada pelo exército, mas de acordo com muitos turistas, monges budistas e povo local de Ladakh o exército indiano e o chinês procuram manter uma linha de controle na região, no entanto parece estar acontecendo algo muito mais grave do que o um simples conflito territorial entre dois países. 

Monte Kailash - Tibete

De acordo com o que dizem os moradores locais, tanto do lado indiano como chinês, este é um lugar onde objetos voadores não identificados são vistos saindo das montanhas e principalmente debaixo da crosta terrestre na base das montanhas. Segundo pessoas destes vilarejos, estas aberturas ou fendas na base das montanhas são “bases subterrâneas de discos voadores” e que tanto o governo indiano como chinês sabem muito bem de sua existência. Mais recentemente, alguns peregrinos hindus em sua jornada para o Monte Kailash na passagem ocidental se depararam com estranhas luzes no céu.  Contam os guias locais do lado chinês que esses fenômenos não são novidades na área da fronteira de Kongka - região tensa entre a Índia e a China. Naves com forma triangular iluminadas e silenciosas saem do subsolo e se movem quase verticalmente para cima. Alguns peregrinos e aventureiros que quiseram chegar até o local para observar o fenômeno foram impedidos pelos soldados dos postos de guarda da fronteira, tanto do lado chinês, como do indiano. Segundo a guarda de segurança fronteiriça eles são ordenados para não permitir a aproximação de civis na região de aparição dos objetos iluminados. Nesta região é possível apenas a aproximação das forças especiais das agências de inteligência da Índia.  Entre todos estes testemunhos, o que mais me chamou atenção foi para o fato de que numa escola local crianças da região participaram de um concurso de desenho e mais da metade dos trabalhos feitos pelos alunos tinham a ver com “objetos estranhos no céu” e alguns saindo das montanhas.  Segundo o povo da região surgiu o pensamento de que as crianças locais estariam sendo preparadas ou educadas para entrarem em contato com estas naves e seus tripulantes.


Seriam estas deformidades ou anomalias morfológicas resultado de experiências de manipulação do DNA humano em experimentos extraterrestres? Mesmo os céticos argumentando se tratarem de casos de mutações genéticas naturais, para a medicina muitos casos são um verdadeiro mistério. Porque a Índia se tornou palco de tantos casos de aberrações humanas? Existiria uma relação antepassada com seres de outros mundos? Deuses ou Aliens?

Continua...

Texto: Gério Ganimedes
Pesquisa: Gério e Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
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