sexta-feira, 20 de março de 2015

Ovnis em Guerra - Uma batalha Secreta no Espaço Terrestre


 
Avistamento de óvni - litoral norte do Rio Grande do Sul
Foto: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Pode parecer um cenário de ficção, no entanto nossa atmosfera tornou-se palco de uma guerra extraterrestre. Não existe mais “pano” para encobrir a batalha mais real e perigosa de todos os séculos. Quem ganha e quem perde? É só observar o firmamento noturno por poucos segundos, que qualquer um vai ver, sem a ajuda de qualquer instrumento óptico avançado, o que as agências espaciais, não conseguem mais esconder.



Trazendo a tona o conteúdo da penúltima postagem, alertamos a todos que acompanham nosso trabalho, que está acontecendo uma guerra, entre tecnologia extraterrestre e terrestre bem acima de nossas cabeças, em nossa atmosfera e que em breve começara a causar efeitos colaterais.


Com base em avistamentos recentes que não deixam mais dúvidas sobre a verdadeira origem destes objetos voadores não identificados, e somando-se a relatos autênticos de astronautas aposentados da agência espacial norte-americana (NASA), me arrisco a por minha mão no fogo, para afirmar que estamos vivendo tempos mágicos para a ufologia. Na postagem anterior, narrada fielmente ao que vivenciamos, declaro que estamos numa pré-estréia de queda de bólidos dos céus noturnos e diurnos. Serão centenas senão milhares deles caindo dos céus. Serão os “anjos caídos” que algumas comunidades tiveram premonições?



Conforme e-mail de nosso amigo e sempre colaborador Abreu, existe uma série de acontecimentos que comprovam que algo de maior está acontecendo nos limites de nossa atmosfera. As chamadas “fireballs” ou bolas de fogo, que traçaram um histórico progressivo nos últimos três anos, criando um gráfico aumentado de eventos em diversos países, assim como os últimos acontecimentos na Índia (queda de bolas de fogo do céu), demonstram que estamos recebendo uma carga vinda do espaço, que parece se intensificar. Lixo espacial? Destroços de aeronaves extraterrestres abatidas por sistemas de proteção “Guerra nas Estrelas”

Está acontecendo uma guerra secreta no espaço? 

Estamos cansados de engolir tantas mentiras e acobertamentos, do que podem ser realmente estes riscos brilhantes e iluminados que registram suas trajetórias no céu noturno e diurno, captados e gravados por câmeras de monitoramento (segurança), espalhadas por diversas cidades do mundo. Estamos diante, talvez, de uma nova era do conhecimento ou da descoberta do que realmente importam na criação, desenvolvimento e evolução da raça humana. Quem sabe estamos diante da revelação incontestável da nossa verdadeira origem? A história da Terra esta marcada por guerras que definiram todo o caminhar da humanidade e assim parece também que o universo compartilha as mesmas regras de evolução – tencionando o látex da evolução, em guerras interplanetárias que conduziram nosso destino como habitantes, não de um mundo, mas de um intrincado sistema universal. Estrelas, nebulosas, planetas e luas, infinitos pontos brilhantes que podem ser vistos, bastando uma atmosfera sem poluição luminosa ou atmosférica. Observe, dedique um tempo para olhar o que está acima de nós. Somos meros observadores da vida que evolui num todo, não apenas num ambiente restrito e humano. Existe vida além da nossa pseudo-inteligência, e isto é incontestável e indiscutível, então, vivamos o cosmos que nos cerca, observemos a via Láctea, que abrange apenas um percentual muito pequeno da vida que nos cerca. Diante de uma grandeza maior, somos apenas bactérias numa cepa de desenvolvimento cósmico, somos poeira de estrelas, vida que apenas avança rumo ao conhecimento universal e a um Deus que tudo criou.

Fiquem bem

Texto e ilustração: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes e Abreu

Postagem dedicada a minha amada e querida filha Manoela que sempre me apoiou na minha caminhada

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 18 de março de 2015

OVNIS em Fuga

Imagem ilustrativa

Por Gério Ganimedes


Quem acompanha minhas pesquisas e meu longo trabalho tanto no âmbito astronômico como ufológico sabe que não preciso me expor ao ridículo relatando avistamentos que não tenham uma base sólida ou mesmo uma análise mais aprofundada. Então, peço aos leitores que, em conjunto com o material aqui apresentado, tentem ligar o que aconteceu diante de nós (Gério e Rosana Ganimedes) e que é conteúdo “chave” desta postagem, com outras “Aparições OVNIS” no mesmo dia e na mesma hora que aqui apresentados.

Sexta-feira, 13 de março de 2015 – 19h30min.

Vigília a céu aberto iniciada as 19h00min (Litoral Norte do Rio Grande do Sul).

Durante os primeiros trinta minutos de observação, tínhamos apenas diante de nossos olhos um céu estrelado e límpido, tendo a nosso favor uma noite sem vento, de temperatura agradável e sem nenhum tipo de poluição luminosa ou atmosférica (nuvens, neblina, etc.), mas não demorou muito para que ficássemos perplexos diante de uma verdadeira “farra de óvnis”.  Não tinha como não ficar abasbacado frente ao que estes “objetos especiais” desenharam sobre nossas cabeças com manobras impossíveis de serem realizadas por qualquer tipo de tecnologia terrestre. Mais aproximadamente às 19h30min um óvni vindo na direção norte-sul avançou em alta velocidade fazendo uma curva acentuada, guinando para a direção oeste. O objeto voador não identificado deslocava-se a altíssima velocidade e tinha formato esférico com coloração levemente âmbar. Seguimos observando o objeto que logo a seguir desapareceu em direção ao horizonte. Infelizmente, o único equipamento que tínhamos a nosso dispor no momento da tentativa de registro, era uma câmera acoplada de um celular Motorola de 3MP, que não conseguiu registrar o evento por falta de sensibilidade luminosa e também por deficiência no quesito resolução (definição), no entanto, mesmo assim, ficamos exaltados com a aparição. Logo a seguir, mais dois óvnis seguiram para o norte, como se estivessem em fuga, um mais a frente em altíssima velocidade e outro mais atrás. Em determinado ponto, numa manobra que mais parecia de fuga um dos objetos luminosos virou ligeiramente à esquerda, tomando a direção noroeste enquanto o outro se dirigiu para direção nordeste como se abrindo num “Y” (Óvni 1 e 2 da ilustração). Até então, tínhamos no céu noturno apenas a visão de dois objetos voadores não identificados fazendo uma manobra que mais se assemelhava a uma FUGA. Mas fuga de que ou de quem? Nos momentos a seguir percebemos o som de algum tipo de avião a jato, determinado pelo som característico da propulsão de uma turbina. O curioso é que as luzes de identificação, convencionais deste tipo de aeronave militar estavam desligadas, no entanto a aeronave que mais se parecia com um caça F-5 da aeronáutica, foi visualizado, apenas porque cruzou uma região do céu iluminada por Júpiter deixando sua silhueta no firmamento. Durante as manobras de “perseguição”, sem resultado positivo por parte do avião, um dos óvnis (identificado na ilustração por Óvni 3) que fugia para nordeste, retornou em direção sul em baixa velocidade como se tivesse enganado seu “caçador”.

Tudo isto aconteceu em apenas trinta minutos, não mais do que isso. Eventos como estes nos mostram que basta olhar para o céu por pouco tempo, para perceber que “eles” estão aqui e que os governos mundiais já sabem.

Fiquem bem

Texto e ilustração: Gério Ganimedes
Participação em vigília: Rosana e Gério Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 3 de março de 2015

Os Óvnis e as Nuvens


Foto: Rosana Ganimedes – Litoral Norte do Rio Grande do Sul
Praia de Imbé - Óvnis disfarçados nas nuvens


Por Gério Ganimedes


Pode parecer fruto da imaginação, da mente de um ufólogo, tentando de alguma forma, ter provas mais conclusivas, da existência de naves extraterrestres visitando nosso mundo, no entanto, algumas aparições em nossos céus podem transformar nossa busca, numa comprovação real da existência “deles”. São situações que resgatem teorias, de que tais veículos ou naves extraterrestres se utilizam do material mais sutil existente em nossa atmosfera – as nuvens, para ocultarem-se durante suas viagens em nossa atmosfera.  Na foto acima exposta, podemos observar o deslocamento massivo de um “pedaço” da nuvem que mais se parece com um formato discoide característico das naves extraterrestre já tão relatadas e difundidas no meio ufológico.

No cotidiano agitado dos dias atuais as pessoas não costumam observar os céus então deixam de perceber o que acontece explicitamente sobre suas cabeças. Quando passamos a dar o mínimo de atenção para a atmosfera que nos envolve, percebemos que o que se parece com um evento natural e discreto, na verdade são aparições legítimas de seres que visitam e compartilham a estrutura biológica de nosso planeta.


A, B, C, D – formas discoides
 (E – Gério Ganimedes)
Clique na foto para ampliar

Os objetos capturados na foto acima agiam de forma anômala a de uma nuvem no céu. Deslocavam-se mantendo sua forma, como se por trás dos belos flocos brancos, um veículo extraterrestre escondido, estivesse por de trás. Observe as formas discoides da foto, título desta postagem e compare com a principal forma, a maior, que como mágica destacou-se, deixando um buraco na nuvem. A título de exemplo, sobre o que deixamos de perceber, daquilo que acontece acima de nós, um casal que observava o mar, não dá a mínima atenção para um evento extraordinário que acontecia sobre suas cabeças.  Para que possamos acreditar que nem tudo o que vemos é comum e natural, devemos ver com olhos de “ver” para concluirmos que nem tudo que está neste mundo, pertence a este mundo. Estamos sendo diariamente observados por uma inteligência maior que simplesmente espera ansiosa que despertemos de nosso sono, para que então “eles”, possam descer num mundo evoluído, com uma consciência aberta que vê muito além do insignificante horizonte terrestre.

Fiquem Bem

Texto e edição: Gério Ganimedes
Foto: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

DeJà Vu – Uma Viagem no Tempo

 Foto: Rosana Ganimedes
Edição em CG: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Um fenômeno que é visto por estudiosos do cérebro humano, como uma falha ou engano na região da memória, pode ser na verdade uma capacidade ou herança extraterrestre fixada no DNA humano que permite que híbridos (humano-extraterrestre) viajem através do tempo, guiados pelas leis das possibilidades temporais, para o futuro. Uma casta secreta de membros da maçonaria chama estes seres “bem dotados” de “Saltadores do Tempo” ou em inglês “Jumpers”.

Posso estar errado, em dizer que muitos de nós, já tivemos esta experiência de ver uma cena comum do cotidiano se repetir como se já tivesse acontecido, mas penso que a expressão “Nossa! Já vi esta cena exatamente como está acontecendo!”, já foi dita por muitos leitores.  Este momento é chamado de “Dejà vu”. Após quatro anos de estudos relacionados a este evento ou fenômeno que parece acontecer com várias pessoas, tomei a decisão de expor minha visão sobre este acontecimento, que penso estar ligado a uma espécie de viagem no tempo e não uma simples falha ou engano do cérebro. Com base em experiências vividas por uma testemunha que me procurou para contar que desde seus 16 anos (hoje com 47) vive o que ela chama de “sensação ruim” e suas conseqüências e sintomas, e que segundo ela, não são nada agradáveis, me arrisco a dar um passo mais além. Um “Dejà vu” não parece ser uma simples visão de uma cena comum do cotidiano que já foi vivida, ou uma repetição de imagens, por enganos do cérebro na região da memória temporária. Existem vários fatores e sintomas que acompanham o “fenômeno ou visão”. Ela conta que sente logo após a experiência, uma espécie de fraqueza que toma todos os membros do seu corpo. Ela afirma que é absorvida por um enjôo e um arrepio que mais parece uma sensação de morte. Mas o que acontece durante esta visão repetitiva ou visão futura? Segundo membro maçônico que pediu total discrição e anonimato, este “evento” está relacionado com a possibilidade de alguns viajarem através do tempo e não um acidente nos neurônios causando um engano da memória temporária como os especialistas tentam explicar ou justificar.

Nasce uma situação em que não consigo calar, pois este é o objetivo deste espaço, expor teorias e idéias para fazer ascender uma luz nos leitores, abrindo portas para novas possibilidades que nos são desconhecidas ou ocultadas propositalmente para frear a evolução humana nos mantendo suspensos numa falsa liberdade social, espiritual e científica. Vamos desenvolver a possibilidade.

Segundo as teorias da possibilidade de viajar no tempo, teríamos que acumular muita energia para ser utilizada, para que um candidato a viajante, saltasse para o futuro. Portanto, se isto for uma regra nos procedimentos científicos temporais, então os sintomas sentidos por nossa testemunha, como fraqueza e um grande desgaste, com sensação de quase morte, poderiam compor elementos suficientes para um grande desgaste energético ou consumo de energia corporal para efetuar um “pulo ou salto” para o futuro.  A sensação neste caso em particular, demonstra que o indivíduo tem um desgaste ao retornar da viagem que demonstra durar poucos segundos.

Nem todo “jumper” ou viajante do tempo (protagonista do “Dejà vu”) percebe que se deslocou no tempo, para o futuro, e nem mesmo tem controle sobre sua capacidade, talvez por não dominar a técnica de “deslocamento temporal” restando apenas sintetizar o evento numa única e induzida expressão popular: “Dejà vu”. Quem sabe os grandes inventos do visionário Leonardo da Vinci não foram desenhados e projetados por visões de um “Jumper”? O ícone visionário da história da humanidade, Nostradamus - teria sido um dominador da técnica de viajem no tempo? Teríamos herdado esta capacidade de nossos irmãos das estrelas? Híbridos seriam os eleitos da técnica extraterrestre de controlar o tempo?


Ao desenvolvermos um assunto que causa interesse e que coloca uma lista de perguntas sobre esta curiosidade, em nossa mente, talvez, possamos ter uma resposta diferente daquela que os especialistas descrevem apenas como um “engano do nosso cérebro” na próxima vez em que tivermos um “Dejà vu”, ou melhor, um salto para o futuro.

Fiquem Bem!

Texto e ilustração: Gério Ganimedes
Foto da edição da postagem: Rosana Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amigo Pedro

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 21 de fevereiro de 2015

OVNIS - Um Alerta para a Humanidade

Um novo contato com ser de Ganimedes
Ilustração: Gério Ganimedes

Por Gério Ganimedes


Um novo contato estaria anunciando um evento de grandeza astronômica que poderia afetar toda humanidade?

Óvni ou nuvem?
Foto: Rosana Ganimedes

Os desastres naturais e os eventos da cronologia astronômica parecem se conectar intensamente, mostrando explicitamente através das bruscas mudanças climáticas e seus efeitos devastadores que atingem nosso planeta. Secas, vórtex polares, tempestades elétricas e chuvas intensas seguidas de inundações que assolam nossos continentes, demonstram que a saúde da Terra está sendo afetada por um agente patogênico cósmico e de origem extraterrestre, que vem gradativamente alterando o equilíbrio antes estável do sistema solar.  

América do Sul, Brasil – região sudeste, assolada por um paradoxo de chuvas e seca ao mesmo tempo em que a região sul do país apresenta a antiga climatologia da região sudeste. Se o clima apresenta uma movimentação longitudinal, então poderíamos dizer que tivemos uma inclinação do eixo de rotação terrestre? A linha do equador, referencial climático mudou de lugar? As áreas do sudeste que estão se “desertificando” apresentam um cenário melancólico do sertão nordestino como se o clima estivesse sendo arrastado em direção ao pólo sul do planeta.  Observe que o clima do Rio Grande do Sul parece ter se tornado herdeiro da climatologia do sudeste com calor úmido causando chuvas regulares no final da tarde e intensas tempestades eletromagnéticas.  

O continente sul e norte americano estão enfrentando mutuamente eventos climáticos rigorosos e atípicos que já foram retratados em filmes como em “O Dia Depois de Amanhã” muito criticado por apresentar fenômenos climáticos taxados pelos críticos como fictícios e exagerados. Mas o que foi apresentado pela sétima arte está tão longe do que está acontecendo? Esta semana, um evento, chamado de “Vórtex Polar” foi registrado por meteorologistas americanos, exatamente, como apresentado pela ficção.  Uma espécie de ciclone com núcleo gelado ligando a troposfera ao ambiente onde vivemos. Neste núcleo as temperaturas atingem algumas dezenas na escala negativa de temperatura congelando tudo por onde passa.



Nosso mundo está reagindo às forças de um evento astronômico que se aproxima e juntamente a esta reação em cadeia de mudanças nossos “irmãos” das estrelas parecem estar preocupados com os eventos vindouros.  Aparições de óvnis parecem se intensificarem pelo mundo, contatados parecem receber mensagens e alertas de que algo muito intenso e que mudará a história da humanidade está por vir.

Seja visão subconsciente, conexão extraterrestre ou mensagem de uma civilização que parece preocupar-se com nós humanos, um novo “ser” dotado de uma energia fascinante e intensa, apareceu diante de mim. Após avistamento em vigília noturna no litoral norte do Rio Grande do Sul - Brasil, uma nova forma em corpo energético se materializou para alertar que nossa civilização em breve, estará passando por grandes dificuldades, decorrentes de mudanças cósmicas que colocarão em desequilíbrio nosso sistema solar. Coincidentemente a aparição se manifestou, durante uma conjunção astronômica em 20/02/2015, e um firmamento límpido onde o céu noturno mais parecia um tapete de veludo negro salpicado de pequenos brilhantes. Retratada fielmente na figura da postagem esta nova “mensageira” que disse estar vindo de Ganimedes – lua de Júpiter demonstrou no teor de suas palavras, preocupação e temor com os eventos que todos nós terrenos iremos testemunhar até seu ápice em 2019.  Fazendo, sem qualquer propósito religioso, uma rápida conexão com as mensagens do representante imortal da comunidade espírita, Chico Xavier, que nos conecta com a possibilidade da existência e a relação de nós humanos com seres de outros planetas, pergunto: Estamos diante de um novo tempo? Estes seres, que se materializam, para se comunicar e alertar sobre o caminhar da humanidade são as mesmas entidades, que aqui já estiveram num passado remoto? Qual a importância de Ganimedes e Júpiter na existência da Terra?

Continua ...

Dedicado ao meu amigo Rubens que sempre esteve ao nosso lado durante toda a caminhada do Projeto Quartzo Azul

Texto e ilustração: Gério Ganimedes
Colaboração e Foto: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 15 de novembro de 2014

Decifrando os Sinais da Sonda Rosetta

Sonda Rosetta e robô Philae - ESA


Por Gério Ganimedes

Tão impactante quanto à notícia de que a missão da Sonda Rosetta, projetada pela Agência Espacial Européia (ESA), conseguiu finalmente atingir pela primeira vez a superfície de um cometa, foi o anúncio de que um misterioso SINAL em forma de “melodia” teria sido capturado pela sonda em seu voo de aproximação com o cometa durante a aterrissagem do robô Philae.  Enquanto a sonda robô Philae realizava seu último trajeto em direção à superfície do cometa 67P (Churiómov-Guerasimenko) um misterioso sinal (som) foi captado. Som que provavelmente se originou, de acordo com os pesquisadores, no corpo celeste. Segundo o principal pesquisador do projeto, Karl-Heinz Glassmeier, o som emitido, que se situa entre as frequências de 40 e 50 mil hz (o ouvido humano consegue captar apenas os sons entre 20 e 20 mil hertz), está sendo estudado para que se entenda a física que o gerou e que esta sendo considerado como uma “melodia”. Teria este sinal de freqüência fora da faixa ouvida por nós humanos sido gerado pelo cometa em sua viagem através do espaço por seu próprio campo magnético agindo sobre os sensíveis sensores da sonda Rosetta? Ou seriam transmissões oriundas de algum tipo de tecnologia extraterrestre?  



Clique na figura para
 baixar o arquivo de áudio

Depois de divulgada a notícia da missão inédita e do misterioso sinal captado, através de fontes científicas confiáveis, imediatamente começaram a circular pela internet uma centena de teorias que invadem os domínios da possibilidade de vida extraterrestre. Mas porque um sinal vindo de tão longe e que está sendo relacionado apenas com a missão Rosetta, nos leva a pensar que estes sons poderiam ser de uma civilização extraterrestre inteligente? Há anos o homem busca esta resposta nas estrelas, apontando seus poderosos telescópios e radiotelescópios para o firmamento, tentando através das mais avançadas tecnologias, sintonizar um sinal padrão, mesmo que inteligível ou enigmático, para que tenhamos certeza de que não estamos sozinhos neste imenso universo. Alguns sinais “padrões” já foram detectados por radiotelescópios importantes como o de Arecibo localizado em Porto Rico e já retratado inclusive em filme. 



No filme CONTATO, fazendo apenas uma analogia, temos a cientista Dra. Eleanor "Ellie" Arroway (vida real) interpretada por Jodie Foster que capta um sinal de rádio com um padrão (pulsos repetitivos de mesma amplitude), e que posteriormente, após análise de cientistas é interpretado e decifrado como um bloco de dados complexos para criação de um projeto (uma espécie de máquina de transporte intergaláctica) para enviar um viajante humano para outro lugar do universo. As pesquisas nesta área avançam e cada vez mais o ser humano tenta encontrar meios de se comunicar, mesmo não tendo a total certeza de que exista vida inteligente lá fora. Será que outras civilizações extraterrestres não estão fazendo o mesmo?

Sinais de rádio vindos do espaço que já deixaram cientistas em alvoroço, já foram matéria prima para a criação de obras de ficção, no entanto o que nasce como obra de ficção pode sair da sétima arte e levantar-se como uma hipótese real de que não estamos sozinhos no universo, e que alguém, parece nos observar. São as coincidências e os padrões destas “mensagens” que podem esconder por trás do transmissor uma raça extraterrestre avançada tecnologicamente. No sinal transmitido pela sonda Rosetta, podemos observar este “padrão”, como se fosse uma linguagem codificada, apresentando níveis altos e baixos como uma transmissão de "blocos de dados" ou até mesmo um transmissão "codificada".  

Este sinal ou som foi escutado pela primeira vez, claramente, captado pelo magnetômetro da sonda Rosetta em agosto de 2014 quando a sonda se aproximou numa distância de 100 quilômetros do cometa 67P. Os cientistas pensam que o som deve ser produzido, de alguma forma , pela atividade do cometa, uma vez que liberta partículas neutras para o espaço onde elas se tornam eletricamente carregadas devido a um processo chamado de ionização.

No filme Sinais de 2002, o diretor M. Night Shyamalan, além de incluir os misteriosos círculos nas plantações, adicionou um elemento chave ainda mais forte na história, e que com toda certeza causou arrepios em quem assistiu. São “sinais” de comunicação entre os invasores, captados pelos protagonistas através de uma babá eletrônica.


Clique no link1 e no Link2 para ouvir os sons do filme Sinais
(Estes sons são meramente ilustrativos dentro da proposta da postagem e foram extraídos de uma obra de ficção)

Coincidência ou não, os sons sintonizados pelos membros da família, atormentados por uma raça extraterrestre invasora, se parece muito com o áudio transmitido pela sonda Rosetta. Penso que se deve ser cauteloso ao adentrar em teorias que vão "muito além da imaginação", mas neste caso em particular penso existir algo significativo nestes sons captados. Acredito que para quem registrou esta transmissão, o conteúdo se tornará alvo de muito estudo e análise aprofundada para tentar decifrar seu conteúdo ou o agente gerador. Vou mais além - se até os cientistas não tem ainda certeza da fonte geradora, penso que pode haver algo de mais importante por trás do que parece ser apenas um simples ruído gerado por campos magnéticos do corpo celeste. Um cometa como já vimos em postagens anteriores é um bloco de gelo sujo (rochas e gelo) que vaga no espaço, sublimando sua massa à medida que se aproxima do sol e deixando para trás um rastro fantasmagórico de detritos e gás.  Será que estamos diante de sons criados por fenômenos naturais ainda por nós desconhecidos ou capturamos coincidentemente um sinal de uma civilização extraterrestre inteligente que estava monitorando nossa atividade na distante região do espaço?

Observação: Apesar do filme Sinais ser uma obra de ficção, entramos em contato com o diretor e produtor de Sinais (M. Night Shyamalanpara saber em que ele se baseou para selecionar e apresentar o som no filme, que ao meu ver é muito semelhante ao captado pela sonda Rosetta. Enquanto isso estamos aguardando a resposta do diretor...

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Para melhorarmos o conteúdo das postagens e aprimorarmos nossas pesquisas pedimos aos leitores que deixe marcado, no final das postagens, a sua opinião.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 2 de novembro de 2014

Escuridão de Seis Dias – Informações Distorcidas Que Criam Notícias Infundadas



Por Gério Ganimedes


Diante da onda de informações desencontradas que circulam pela internet, de que a NASA teria anunciado dar uma declaração em novembro deste ano com relação a um período de escuridão que Terra viria a sofrer durante seis dias em dezembro de 2014, achei interessante conectar a falsa noticia alarmante, com eventos que até poderiam ter um fundo de verdade. A “escuridão” nesta minha conexão, não tem relação alguma com um “suposto eclipse solar de seis dias” causado por detritos espaciais atingidos por uma mega explosão solar, e sim por um “apagão” elétrico causado por uma onde de choque de partículas carregadas do sol atingindo a Terra.  Utilizando-se de informações fragmentadas, os adeptos da desinformação e criadores de polêmica, induzem leitores famintos por notícias catastróficas, a acreditar que seus argumentos e teorias estão baseados em fatos concretos e reais, mas não precisamos ir muito longe nas entrelinhas das matérias sensacionalistas para percebermos que tudo não passa de mais uma notícia infundada e mentirosa. 

Utilizando-se de palavras certas e agências governamentais confiáveis os “agentes da desinformação” conseguem conduzir, temporariamente, leitores desinformados, e que não buscam nas fontes confiáveis de notícias, a um falso caminho.

A palavra escuridão atravessa os séculos causando medo e pânico na humanidade, livros sagrados falam da escuridão de uma maneira assustadora deixando gerações amedrontadas, quando crianças tivemos medo da noite e do escuro, então, partindo destas premissas, ler qualquer notícia que envolva esta palavra, já cria em nós uma espécie de medo inconsciente, certamente herança de nossos antepassados. Se adicionarmos uma informação distorcida e uma agência governamental de reconhecimento internacional como a NASA, por exemplo, está pronta a falsa matéria para conduzir os leitores no mínimo a um caminho da dúvida. Verdade ou mentira?

 Explosão solar e onda de choque atingindo
a magnetosfera (escudo magnético protetor) da Terra 

No entanto, nem sempre “escuridão” significa "falta de luz", então esta palavra pode ter dois sentidos. Vivemos num mundo que se ficarmos sem eletricidade, estaremos no "escuro".  Esta escuridão então se transforma num “blackout”. Vou tentar fazer a conexão associando o tema em questão a uma matéria já apresentada aqui no Projeto Quartzo Azul, que pode contribuir com a "fabricação" de uma falsa notícia. (Veja a postagem AQUI)
  
20 de junho de 2011 - Um enorme “Flare” solar, deverá atingir a Grã-Bretanha, podendo atingir a rede elétrica nacional e deixar todo o país sem eletricidade, alertaram cientistas.

Explicando a notícia através de um acontecimento histórico - O Evento Carrington


   Efeitos de uma tempestade geomagnética consequência
de potentes explosões solares  
Quebec ficou sem eletricidade por 9 horas em 1989
Transformadores e rede elétrica foram afetados

A tempestade solar de 1859, também conhecida como Evento Carrington, foi uma poderosa tempestade solar geomagnética ocorrida em 1859 durante o auge do ciclo solar. A ejeção de massa coronal solar atingiu a magnetosfera da Terra e induziu uma das maiores tempestades geomagnéticas já registradas. O associado "alargamento luz branca" na fotosfera solar foi observado e registrado por astrônomos ingleses Richard C. Carrington e Richard Hodgson. Estudos recentes têm demonstrado que se uma tempestade solar desta magnitude acontecesse hoje provavelmente causaria uma enorme quantidade de problemas para a nossa civilização. Estima-se que existe uma probabilidade de 12% de um evento semelhante ao de 1859, ocorrer entre os anos de 2012 e 2022.

Notícias deste porte, associadas a muita criatividade e supostas fontes seguras de informação são suficientes para os "agentes da desinformação" criarem notícias distorcidas e que até parecem verdadeiras. Por isso, fique atento às entrelinhas das matérias apresentadas e corra atrás das fontes reais e seguras, assim você saberá discernir entre o falso e o verdadeiro.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Óvni deixa rastros intrigantes nos céus do litoral do Rio Grande do Sul

Durante 30 minutos um objeto voador não identificado 
desenhou nos céus do Litoral do Rio Grande do Sul - Tramandaí / RS - Brasil


Por Gério Ganimedes

Após uma misteriosa onda de morte de animais marinhos, que atingiu a praia de Tramandaí, localizada no litoral norte do Rio Grande do Sul, um Objeto Voador Não Identificado apareceu durante o dia deixando rastros espetaculares registrados a grande altitude no céu azul da costa litorânea gaúcha.  As fotos e as imagens gravadas foram registradas por mim, no dia 24 de outubro de 2014 entre 12h30min e 13h00min.  Eu e a Rosana estávamos de férias na praia de Tramandaí e acompanhamos uma série de aparições que começaram na noite do dia 23 de outubro. Antes das aparições dos ÓVNIS aconteceu um fenômeno no mínimo estranho. Uma grande variedade de espécies marinhas apareceram mortas nas areias da praia. Filhote de golfinho, lobo marinho, pingüins, peixes e aves aquáticas. Um lobo-marinho encontrado por nós, ainda com vida, apresentou sinais de desorientação e cansaço.  Analisamos os animais minuciosamente e não encontramos nenhum sinal de ferimentos causados por redes ou outro tipo de ferramentas de pesca, o que parece comprovar que estão morrendo por conseqüência das grandes variações climáticas que avançam de forma agressiva, causadas talvez pela intensa atividade solar. Níveis altos na escala Celsius demonstram que algo de muito grave está acontecendo em nosso planeta. O Sol está mostrando, através da análise de imagens fornecidas pelas sondas que estudam detalhadamente nossa estrela, que uma onda de alteração significativa alterou o comportamento do sol e consequentemente afeta a Terra.


Rosana e Gério Ganimedes
Pinguim morto sem causas aparentes / Várias espécies marinhas mortas - Tramandaí / RS - Brasil


Qual a conexão entre a aparição dos óvnis, a atividade solar e a mortandade de animais no litoral gaúcho?

Rosana Ganimedes
Golfinho morto sem causas aparentes - Tramandaí / RS - Brasil

Observação: Entramos em contato com o IBAMA para informar sobre os animais marinhos mortos e os que ainda estavam com vida, mas eles não demonstraram interesse sobre os eventos relatados. Apenas disseram para não se aproximarem dos animais ainda com vida.

Rosana Ganimedes
Lobo marinho desorientado e exausto - Tramandaí / RS - Brasil

Os Óvnis registrados dois dias depois de encontrarmos uma grande variedade de espécies aquáticas mortas na região litorânea, teriam alguma relação com os eventos? Estariam “eles” mostrando as caras para alertar o que pode ser uma catástrofe de nível global? Analisamos as fotos e os vídeos não identificamos nas imagens nenhuma característica de aeronave terrestre.  O óvni, apesar de deixar rastros, fez manobras impossíveis até mesmo para aviões a jato das forças armadas. Observem as imagens e vocês irão constatar que o objeto que se desloca, parecendo deixar algo “escrito” no céu, está invisível. Em apenas uma das imagens conseguimos perceber que existia algo sólido à frente do rastro branco que parecia se formar por um único fluxo de propulsão. Em alguns instantes ele parecia saltar em alta velocidade. Depois de sumir entre as nuvens o céu que serviu de cenário para esta aparição ficou carregado de nuvens, aparentemente formadas pela descarga de propulsão do Óvni.



Foto editada com contraste intensificado e brilho reduzido

Foto editada com detalhe do óvni na frente do rastro

Céu no litoral logo após a aparição do óvni
Rastros se transformaram em nuvens
Chemtrail de Óvni?

Há algo de podre no ar. Temperaturas altas fora de estação, tempestades elétricas bizarras, granizo do tamanho de bolas de golf, seca no sudeste do Brasil, com reservatórios de água atingindo níveis críticos, alteração das condições climáticas nos pólos com aumento da quantidade de gelo, tanto no pólo ártico com antártico. O que está acontecendo com nosso sistema? A Terra está reagindo ou agonizando? Estariam os “seres extraterrestres”, deixando para nós mensagens de alerta do que está por vir? Estaríamos sofrendo a reação da ação de um agente cósmico que se aproxima de nosso sistema solar? Porque nossa estrela está tão “nervosa”?


SDO - Observatório Dinâmico Solar - 29/10/2014
Manchas solares explodem na superfície do Sol

Continuaremos acompanhando as mudanças e analisando as “Mensagens terrestres e extraterrestres”.

Para podermos aprimorar nossas pesquisas e a apresentação de nossos posts assinale logo abaixo, no final do post, deixando sua opinião sobre o conteúdo apresentado. Obrigado - Gério e Rosana

Texto: Gério Ganimedes
Fotografia e imagens: Rosana e Gério Ganimedes
Colaboração e participação: Rosana Ganimedes
Local dos eventos e aparições: Tramandaí – RS / Brasil

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 5 de outubro de 2014

Registros de Civilizações Antigas Comprovam – Os Répteis Inteligentes Estiveram e Ainda Estão Entre Nós



Por Gério Ganimedes


Em uma região central e árida do México, mais precisamente entre as cidades Pinos e Ojuelos de Jalisco, foram encontrados artefatos com imagens, que sem sombra de dúvida, têm forte conexão com seres extraterrestres de características Reptilóides. Estes objetos têm sido investigados por mais de dez anos por pesquisadores da Fundação Nahui Ollin, termo asteca para mundo contemporâneo ou Quinto Mundo. Os cientistas desta fundação tentam convencer o governo mexicano, da importância de seus achados, mas infelizmente, os setores governamentais responsáveis não expressaram nenhum interesse sobre suas descobertas.


As obras de arte encontradas referem-se a calendários astecas, mas também mostram imagens de astronautas, cometas e seres extraterrestres. Dentre as peças achadas muitos ÓVNIS podem ser vistos, mas uma em especial por ter uma riqueza de detalhes me chamou atenção. Na foto acima dá para ver nitidamente, um ser com características de réptil no comando do veículo. Há figuras com cabeças pontudas, com cabeças longas, olhos grandes e oblíquos entre outras características que com certeza não tem relação alguma com nós humanos. O Quetzalcóatl da civilização Asteca ou o Kukulcan, para os Maias, que em ambos os casos significam "Serpente Emplumada" ou serpente de belas plumas, nos dá um primeiro indício dos répteis como ícones. Também na cultura egípcia encontramos com um Deus réptil, ou melhor, conhecido como o Deus crocodilo “Sobek” a quem é atribuído à graça da fertilidade, a vegetação e a vida humana. No Oriente Médio, existem alguns seres reptilianos que vão desde alguns “djinn” ou "demônios" a dragões, passando por homens répteis. Esta tradição data de imemoráveis anos. Num dos livros apócrifos, supostamente o elo perdido de “Jasher” ou “yashar” é descrito como uma “raça humana da serpente”. 

Artefatos Maia
Estreita relação com seres extraterrestres

Para mim, não existem mais dúvidas, de que num passado distante, reinaram sobre a Terra, não só carnívoros gigantes como os terríveis Tiranossauros, mas também seus próprios “criadores”, quem sabe, uma Casta extremamente evoluída, inteligente e soberana, conhecida hoje, por muitos no meio ufológico, como “reptilianos”.  


Quetzalcoatl - conhecida como a serpente emplumada, era um 
dos principais deuses da mitologia asteca. 
Templo de Quetzalcoatl, em Teotihuacán, no México

Sigamos os registros e as definições dos paleontólogos que dizem que os Velociraptors, gênero de dinossauro terópode (três dedos que tocam o chão e um suspenso) que viveram há aproximadamente 75 milhões de anos atrás, durante a última parte do período Cretáceo, atuavam para caçar em grupo e com táticas muito inteligentes para derrotarem suas vítimas bem maiores que eles. Penso que esta raça mais evoluída dentre os répteis, parte de uma espécie extraterrestre extremamente inteligente que aqui chegou, compartilhou o espaço terrestre com os nativos dos diversos continentes (os sumérios também descreveram, através de seu artesanato, esta raça reptiliana como a da foto abaixo), cruzou com a espécie humana, criando uma nova "casta" e deixando seu legado em nosso DNA.

Estatuetas Sumérias (5500 AC)
Seres com cabeça de serpente 



O químico americano Ronald Breslow sugeriu em seu novo estudo, que as formas de vida baseadas em aminoácidos e açúcares podem assumir formas diferentes da nossa e adotar grandes dimensões como ferozes dinossauros, porém evoluídos e com tecnologia altamente avançada.

“Seria melhor não conhecê-los”, disse Breslow, que afirma que foi um golpe de sorte nosso, um asteróide ter dizimado os dinossauros na Terra, deixando o campo livre para os mamíferos, como humanos se desenvolverem, no entanto em outros mundos, os dinossauros podem ter evoluído em enormes e inteligentes guerreiros armados, com armas tecnológicamente avançadas, mas sem perderem sua fome por carne fresca.

Uma das implicações deste estudo, é que em outras partes do universo poderiam existir formas de vida baseada em D-aminoácidos e L-açúcares. “Essas formas de vida poderiam muito bem, ser versões avançadas de dinossauros – então seria melhor não encontrá-los”.


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado a minha reptiliana do coração, Rosana.

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 4 de outubro de 2014

Contato Alienígena – Efeito Colateral

Edição de imagem - Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Centenas, senão milhares de pessoas que acreditam que somos visitados por seres de outros mundos, anseiam e pensam não saber como reagir no caso de um contato direto com extraterrestres ou até mesmo simplesmente visualizando a distância um veículo alienígena. Cada um de nós reage de forma diferente, quando confrontado com o desconhecido, então mesmo aqueles que acreditam que existam raças originárias de outros planetas, temem de como reagiriam num contato imediato de terceiro grau (contato com seres oriundos de outros planetas).

Vivemos numa realidade constitucionalizada, com leis, regras e padrões sociais que não permitem abrir esta “lacuna além da imaginação”, no entanto este momento pode estar para acontecer com qualquer ser vivente neste planeta que, segundo cientistas, não é o único no universo, a ter sido premiado com vida. Muitas vezes por estarmos sendo diariamente “minados” por notícias e vídeos falsos de “discos voadores” e outros Objetos Voadores Não Identificados, começamos a andar para trás, no que se refere à credibilidade desta que ainda é uma pseudociência – Ufologia. A cada passo para trás, inevitavelmente, nasce um novo cético ou se não nasce, reforça os argumentos daqueles que não acreditam em vida além da Terra. Esta espera interminável tornou-se para muitos uma espécie de catalisador da descrença e um regresso à idade média da ufologia. Assim como no mundo tecnológico, estamos atravessando um período de estagnação, sem qualquer avanço na área de descobertas ou relatos significativos de aparições de ÓVNIS  Se corrermos através dos meios que desenvolvem o assunto, como blogs, sites e revistas, perceberão que nada de novo ou de real significado tem sido mostrado. Os temas abordados convergem sempre para pequenos pontos luminosos no céu, luzinhas que piscam em montanhas, reflexos entre nuvens e isso sem falar dos falsos vídeos e fotos manipuladas digitalmente. Resumindo - nada de concreto está acontecendo. O resultado disso é um desânimo generalizado daqueles que correm ávidos atrás de um acontecimento, mas que acaba por ficar apenas na imaginação. Muitos já decepcionados com este “hiato” regressam ao seu mundo normal e até esquecem que algum dia, ficou esperando ansioso por uma nova matéria sobre aparições de luzes e ÓVNIS que pudessem significar a visita de seres extraterrestres ao nosso mundo.  Mas o que está acontecendo com a ufologia?

O que acontece com aquilo que não pode ser provado? É arquivado. Processo encerrado. Por isso, muitas nações que tinham divisões especiais para tratar do assunto ÓVNI, encerraram os projetos e divisões especializadas. Pela mesma razão. Efetivamente, nada de novo aconteceu que pudesse significar perigo a uma nação, logo, não existe a necessidade de preocupar-se. Não pense que estamos sendo afetados pelo mesmo “desânimo”, muito pelo contrário, mas vocês concordarão comigo que as matérias apresentadas atualmente sobre ufologia estão repetitivas e cansativas, sem sair do lugar ou avançar em qualquer direção. Penso que devemos mudar a proposta, mudar a pesquisa, mudar a forma de avaliar os eventos. Devemos ser mais exigentes no que tange aos fatos, porque senão, inevitavelmente cairemos na repetição, gerando uma sensação de frustração do tipo: “se nada de novo acontece é porque nunca deve ter existido ou existirá. Tudo não passa de imaginação humana com o objetivo de alimentar uma carência - a de não estarmos sós, ou para não nos sentirmos solitários na imensidão do universo”.  Penso que devemos reinventar a ufologia, criar novas regras, diretrizes e uma ótica de análise mais prudente, estudar eventos que deixaram registros significativos e analisar profundamente os materiais que circulam na mídia informal, para que antes de contribuir com a disseminação de “virais” sejamos os administradores da informação, baseada exclusivamente em fatos comprovadamente reais. Se nós, divulgadores e pesquisadores da matéria não fizermos isso o efeito colateral será unicamente o descrédito total.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©© 

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