quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Filipinas na Mira dos OVNIS?

"Frame" ou fotograma do vídeo em Análise
Edição e análise: Gério Ganimedes

Por Gério Ganimedes

As Filipinas já tem um histórico razoável de incidentes com OVNIS. Em 2004 tem-se o registro de mais de dez objetos voadores não identificados que foram avistados em Las Piñas no dia 28 de agosto. Em 2011 houve relatos de OVNIS de coloração vermelha em Bulcan e Cavite. Em abril de 2015 luzes imóveis foram relatadas em formação “V” em Lubao-Pampanga.

De acordo com um grupo de “caçadores de aliens”, (adoro este tipo de autodenominação) publicado no portal Daily Mail UK - Science, um suposto OVNI deslocando-se entre as nuvens teria sido capturado em vídeo nos céus das Filipinas. O objeto parece deslocar-se paralelamente ao veículo em movimento. As nuvens e as árvores obscurecem o suposto OVNI, no entanto dá para perceber sua forma no decorrer do registro após um aumento de contraste (edição) da gravação original. O vídeo foi feito a partir de um veículo em movimento e apesar do curto tempo de gravação é possível ver que não se trata de nenhum tipo de aeronave terrestre. Contudo, este objeto é real ou foi inserido no vídeo?  

Clique no ícone acima
para ver o vídeo 
No vídeo de aproximadamente 20 segundos de duração que foi carregado no canal do Youtube pelo usuário SecureTeam10, conforme informações contidas na publicação do Daily Mail UK, o objeto pode ser visto ultrapassando as nuvens mais a frente paralelamente as árvores.  Como curiosos, pesquisadores e entusiastas da ufologia é nossa obrigação fazer uma análise apurada e detalhada do registro para descartar o que pode ser apenas mais um vídeo falso com propósito de ganhos em cliques publicitários.



Imagem congelada para Análise

Neste vídeo em análise (A), temos um sinal claro e esdrúxulo de manipulação digital das imagens, tornando-se quase que grosseiro o resultado final. Primeiro: (B) Vídeo em movimento, imagem sem foco e borrada; Segundo: (C) Aliasing (em inglês) ou “serrilhado” ao redor do “OVNI” (caraterística de inserção digital de imagem). Observe no círculo (C); Acredito que qualquer observador, por mais cético que fosse, em uma situação semelhante, faria de tudo para estacionar o veículo e registrar claramente o objeto, e não gravar apenas 20 segundos de vídeo com tão baixa qualidade diante dos recursos tecnológicos que temos atualmente.


Para dar credibilidade para um registro (foto ou vídeo) a testemunha ocular, no mínimo, deve fornecer os dados do local da gravação. Tipo: Ano, dia, hora, localização e um ponto de referência do observador. Muitos registros divulgados na internet nem sequer tem a data do registro. Às vezes temos publicações de vídeos no Youtube onde o mesmo registro (vídeo) foi gravado em vários locais e em datas diferentes. Tendo isso com óptica de análise, às vezes não precisamos nem ir muito além à investigação, pois já conseguimos detectar a fraude no início. Este tipo de publicação só vem a perturbar e corroborar negativamente a Ufologia. Por isso, resolvi usá-lo como exemplo “cobaia” e ilustrativo do tipo de “engodo” que nós ufólogos temos que engolir, ou Não.


Fiquem Bem


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte: Daily Mail UK – Science

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 22 de agosto de 2017

As Agências Nacionais de Segurança e os Extraterrestres – Os Sócios do Silêncio

Óvni entre as Nuvens - Canoas / RS 2011
Foto/crédito: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Parece-me muito claro, depois de tantos anos estudando incidentes ufológicos, que um acordo foi assinado entre certa elite ou grupo de humanos e os extraterrestres que nos visitam há milhares de anos. Seguindo a perturbadora trilha das falsas provas espalhadas propositalmente para desacreditar os fatos inquestionáveis, tropeçamos em pequenas pedras deixadas para trás por agências governamentais. Depois de nos depararmos com a grande muralha da desinformação e presenciarmos incidentes envolvendo a aparição de óvnis, tornou-se visível a principal cláusula do contrato fechado entre humanos e raças extraterrestres que manipulam nossa espécie como ratos de laboratórios. Incontáveis casos de abdução humana sem solução, ataques misteriosos a rebanhos de gado, galinhas e animais selvagens sem qualquer preocupação das agências de segurança é quase que óbvio que quem fez parte deste acordo não vai fazer nada com relação a estes experimentos a qual as vítimas são submetidas.

 
Utopia - Contato Extraterrestre
por Gério Ganimedes
O marco inicial deste tratado, talvez assinado entre os anos de 1947 e 1952 foi coroado com um projeto criado por militares norte-americanos e conhecido como Projeto Livro Azul (Project Blue Book). Este “estudo” conduzido pela Força Aérea Norte-americana USAF entre os anos de 1952-1970 tinha segundo os militares o objetivo de investigar casos de óvnis em território americano, no entanto por trás disso foi desenvolvida uma metodologia psicológica para calar as testemunhas e cobrir os fatos reais, mantendo as "cláusulas" do contrato resguardadas. O grande objetivo do Livro Azul foi silenciar os testemunhos e as vítimas atordoando-as com pressão psicológica frente à sociedade da época. Não muito diferente dos investigadores do Blue Book”, hoje mais do que nunca é utilizada a mesma técnica difundida através dos meios de comunicação como uma espécie de “praga de piolhos” para ridicularizar e amedrontar as pessoas que acreditam na possibilidade da visita extraterrestre nociva a nosso mundo. Assim, muitos, desorientados pela enxurrada de depoimentos e vídeos falsos, acabam por mudar suas ideias e opiniões sobre o evento óvni, restando à pergunta: “Em que ou em quem acreditar?”.


Penso ser um “tratado de cavalheiros” cercado por uma redoma de silêncio mortal proposital de ambas as partes. Tipo: “Nós fazemos as experiências com seus ratos, vocês não veem nada, não sabem de nada, mas caso sejamos vistos por alguém, vocês é que deverão negar e ocultar nossa presença aqui. Em troca lhes forneceremos fontes para novas tecnologias”. A grande expectativa de nós ufólogos é que um dia façamos contato com alguma espécie extraterrestre inteligente e pacífica, mas sempre existirá um novo projeto para transformar nosso desejo e esperanças numa utopia. A verdade não está lá fora, ela está aqui dentro...”.

Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Eventos Astronômicos Raros e as Conexões com Óvnis e Seres Extraterrestres

Eclipse Solar 


Por Gério Ganimedes


Visitantes de outros mundos estariam preocupados com a raça humana ou com a ordem cósmica? Sonhos estranhos relacionados com visitantes extraterrestres, visões de entidades cercadas de luz, movimentação celeste de objetos voadores não identificados e por fim vórtices de energia abrindo-se no céu em direção a Terra. O que estaria causando esta “movimentação” incomum de energias em nosso planeta e próximo de nossa atmosfera?


Estar tranquilo em um ambiente, como em seu próprio quarto, lendo ou assistindo a um filme e ter a sensação de que alguém além de você esta presente tentando se comunicar poderia ser uma bela cena de um filme de suspense ou terror, mas acredite recentemente este tipo de evento tem se manifestado ao redor do mundo, ocorrendo até mesmo diante dos olhos mais céticos. Nossa visão antes limitada estaria se tornando apurada e sensível ou chegou o grande momento de nos conscientizarmos de que somos apenas mais uma parte importante da vida no universo equilibrado do criador? Muitos questionam e zombam daqueles que firmemente alimentam a crença na vida em outros mundos – sejam eles dimensionais ou do mesmo plano planetário, porém até quem não acreditava, passou a alimentar a dúvida da possibilidade de vida alienígena inteligente. Uma experiência vivida e que não tenha uma explicação, pode mudar a forma de pensar do cético que se apoia apenas na ciência. Já está mais do que comprovado de que entusiastas pesquisadores e cientistas da ufologia defendem a possibilidade de vida inteligente além de nossa realidade por terem vivido algum tipo de experiência incomum e inexplicável em suas vidas, sejam elas vividas durante suas infâncias ou depois de adultos. Eu passei a chamar este salto comportamental da abertura da visão ufológica de “Gatilho Ufológico”. Quando este mecanismo articulado é acionado pela consciência humana um novo universo é vislumbrado pela mente do protagonista expectador dos eventos. Curiosamente, quem foi atingido por este gatilho passa a ter uma forte atração pelo assunto. Muitos se tornam um imã que passa a atrair outros que também compartilharam de visões e ou interações – contatos com entidades que vibram em níveis diferentes das partículas de nossa realidade.


Indiscutivelmente a ufologia necessita da astronomia para poder caminhar através do plano comparativo e analítico dos fenômenos, mas também a utiliza como ferramenta para compreender e estudar cientificamente a possibilidade real de vida inteligente em outros planetas. Existem certas regras da astronomia que devem servir de base para que a ufologia tenha argumentos científicos que sustentem suas teorias de que raças alienígenas mantém uma comunicação há milhares de anos com nosso planeta. Então quem quiser fazer ufologia tem que ter uma pequena bagagem de conhecimento astronômico para discernir eventos meramente naturais (astronômicos) daqueles que são genuinamente incidentes ufológicos.


Na velocidade da luz conduzida pelas fibras do conhecimento de nossa sociedade atual somos bombardeados por milhões, senão bilhões de fótons de informação que trafegam na rede de cabos, assim como na química de nossos neurônios. Esta “galena de rádio” de múltiplos canais e frequências fez despertar setores de nosso cérebro, aumentando nossa capacidade pensante e perceptiva – elétrons saltando a níveis antes nunca atingidos. Ao mesmo tempo nossos filtros redundantes devem agora selecionar muito mais as ideias e a informação que recebemos deste universo informativo incalculável que estamos mergulhados. Mas, ainda assim a mente humana, mesmo com todas as mudanças fisiológicas, elétricas e químicas a que foi submetida, continua como num passado remoto a trazer das sombras as concepções artísticas de um iminente FIM DO MUNDO. Esta ideia conceptiva de fim pode ter na verdade algo plantado dentro de nossa energia maior – o espírito e tem como finalidade de nos preparar para um novo estágio – a morte do antigo para o nascimento do novo, do desconhecido, entretanto essencial para nossa evolução.



Ligar fenômenos astronômicos às profecias de extinção da raça humana tornou-se através dos tempos uma espécie de centrismo de pensamentos pessimistas de extermínio da vida na Terra. Mais recentemente nasceu a ideia de que os extraterrestres que nos visitam estão preocupados com nossa espécie. Como se fossem anjos protetores da raça humana, quando na verdade, penso eu, que se preocupam com o equilíbrio cósmico de uma massa incomensurável de partículas interconectadas. Acredito que dizer, que por razão de um evento celestial como um Eclipse Solar, todo o equilíbrio será alterado ou destruído é um parecer pouco científico diante das inúmeras forças físicas que regem a vida no universo. Acredito sim, que eventos astronômicos desta espécie sejam monitorados por inteligências superiores e que "eles" até possam estar, através de sua tecnologia avançada evitando unicamente que algum tipo de evento que cause desfavorável alteração da “balança cósmica” venha ocorrer. Este monitoramento alienígena, talvez possa explicar porque durante eventos astronômicos raros, ocorre um aumento da atividade de “comunicações entre mundos” e consequentemente um crescimento dos avistamentos de óvnis. Portais ou vórtices abrem-se no céu, óvnis são avistados numa onda sem precedentes. Entretanto, quanto ao fato de teorias que relacionam-se com nossa destruição, penso como Antoine Laurent Lavoisier em sua lei da Conservação das Massas: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

Fiquem Bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu querido amigo Frederico Morsch

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Vida Alienígena - Será que em outros mundos nossa existência também é questionada?

Crédito: Gério Ganimedes

Por Gério Ganimedes

"Num mundo distante, nossa existência também questionada está inevitavelmente refletida nos olhos dos alienígenas que observam o firmamento noturno”.

Vida infinita que foi semeada nas estrelas, planetas, luas, asteroides e outros corpos celestes, numa grande diversidade de formas, cores, dimensões e composições orgânicas, mais parecendo uma poesia cósmica. De onde surgimos, para onde vamos, o que acontecerá com nossa civilização, aprendizado e conhecimento? Estamos diante de um salto importante da consciência humana, tanto a nível espiritual como mental muitos de nós estão abrindo a mente para uma hipótese que já se transformou em fato. A existência de vida extraterrestre comunicável. Sente-se numa cadeira a céu aberto, numa noite de céu límpido. Veja quanta luz, quantas são as possibilidades de estar observando um mundo como o nosso. Já pensou que é um grande desperdício de espaço? Na minha posição de astrônomo e ufólogo vejo, em cada fonte de energia e luz, uma nova probabilidade de existência de vida inteligente, e com toda certeza, muito mais inteligente que a nossa. As estrelas são pontos referenciais da Gênesis. Planetas considerados mortais, por sua atmosfera inóspita pode ser uma cepa valiosa e promissora de desenvolvimento de espécies adaptadas a estas condições agressivas, contudo, mortais apenas para nós humanos. Paralelas, em nosso próprio mundo existem formas de vida que sobrevive a grandes pressões e altíssimas temperaturas oceânicas (regiões vulcânicas da plataforma abissal oceânica). Então, como podemos duvidar ou questionar a presença de vida extraterrestre, só porque um mundo tem uma composição química improvável para procriação da vida? Já pensou que ao mesmo tempo em que você olha um ponto brilhante no céu, alguém lá também observa você, questionando nossa existência? Quantas serão as raças extraterrestres que observam nosso “Jardim do Éden”?


 Mundo alienígena - por Gério Ganimedes

Nossa percepção conceitual deve ser apurada para evoluirmos como espécie inteligente, senão tudo que aprendemos pesquisas que desenvolvemos eventos que experimentamos e acumulamos ao longo dos anos irão se tornar apenas matéria prima de estudos arqueológicos de futuras espécies. Uma espécie que na grande maioria, se autodestrói, que não respeita barreiras entre a vida terrestre e aquática, caminha para o abismo da extinção. Se a humanidade continuar em sua linha egoísta e egocêntrica, pensando que somos únicos neste incomensurável universo, vamos nos transformar unicamente em poeira cósmica, não deixando nada para semear para futuras gerações cósmicas. Analisando a situação contemporânea da humanidade, por uma óptica mais evoluída, isso pode ser maléfico para a raça humana. Espécies destruidoras têm um histórico quase sempre apocalíptico e acabam por serem sepultadas e apagadas, restando poucos para a geração de novas espécies melhores, mais desenvolvidas e promissoras. A grande tristeza que arrepia a alma, é que os evoluídos deste mundo pagam pelo egoísmo, ceticismo e nenhuma espiritualidade de muitos que preferem destruir a construir. Num plano imaginário extraterrestre, talvez o que mantém o romantismo daqueles que nos observam de outros mundos, graças às grandes distâncias astronômicas, é que eles não podem ver que aqui habitam salvas exceções, uma raça destruidora e implacável. 

 Cena do filme Contato - 1997 (Jodie Foster)

Fiquem bem

Dedicado a atriz Jodie Foster por ajudar financeiramente a manutenção do projeto SETI (Busca de Vida Inteligente Extraterrestre).

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Ufologia Sempre Sob Ataque - Ceticismo ou Psicologia Reversa Frente aos Eventos ÓVNIS?



Por Gério Ganimedes

Em quem acreditar? No que acreditar? Quem diz a verdade e quem tenta apenas provar que uma mentira é uma verdade ou ao contrário? Os fatos falam por si só e não tem mais como ocultar a luz das aparições de Objetos Voadores não Identificados, apenas com um manto branco, quase translúcido de desculpas e explicações dos ditos "especialistas". Certas argumentações esdrúxulas tornam-se irritantes quando conectadas a afirmações repetitivas, sem base coerente frente aos eventos narrados e testemunhados. Quem vê algo inexplicável no céu e posteriormente narra ou mostra seu registro, torna-se alvo direto do "efeito ridículo" frente aqueles que se dizem especialistas de uma pseudociência. A ufologia, esta “ciência” antes incompreendida, já saiu dá região confortável do “tudo que é registrado é falso, explicável ou contestável” para um estudo real, científico e significativo, queiram ou não queiram os senhores sustentadores das colunas acadêmico-científicas. É como meu amigo e colaborador Abreu sempre diz: "A silenciosa e implacável linguagem dos fatos".


Caminhamos na direção da verdade, aceitem ou não os especialistas da “psicologia reversa”. Os eventos inexplicáveis se somam no mundo todo, a casuística óvni cresce em progressão geométrica, agregam novas teorias de mentes jovens e corajosas, sem deixar de lado os equipamentos de ponta da tecnologia digital para registrá-los. Aparições de ÓVNIS tornaram-se parte do cotidiano dos observadores mais atentos e mesmo daqueles que não tão ligados, são pegos de surpresa por luzes inexplicáveis, sons estranhos sem fonte explicável ou de origem extraterrestre. Estamos vivendo uma era tecnológica repleta de equipamentos eletronicamente perfeitos, limpos de falhas eletrônicas e isentos de qualquer possibilidade de erro sob a óptica da engenharia eletrônica. Entretanto, mesmo frente a toda tecnologia digital avançada, os céticos "rugem seus tambores" com sua contra informação, negando provas e contestando teorias astronômicas e ufológicas, com a mesma argumentação cansativa e arcaica de sempre.

Óvni cruza as lentes da câmera da ISS
Estação Espacial Internacional

Cientistas, astrônomos e “especialistas” detentores das respostas prontas para tudo que acontece no firmamento terrestre. Nós ufólogos evoluímos muito nas pesquisas, e atualmente nos tornamos pesquisadores idôneos, classificadores de eventos celestes e terrestres. Não subestimem nossas pesquisas, registros e análises, pois hoje, não deixaríamos passar em branco, casos como o de Roswell no Estado do Novo México nos Estados Unidos da América em 1947.

Quando um astrônomo atravessa os domínios do céu, utilizando-se da ocular de seu telescópio e observa um evento celeste captado por sua objetiva, é tão qual um biólogo observando a ocular de seu microscópio que vê, distingue, compara e analisa toda a região de amostragem sob seu poder. Um ufólogo não é nada diferente disso. As imagens que chegam até nós ufólogos também são analisadas, estudadas, comparadas antes de chegarmos a qualquer conclusão. A ufologia mudou, avançou e caminha a passos largos, agregando novos adeptos e pesquisadores especializados no fenômeno que intriga e ao mesmo tempo apaixona. Colegas e amigos ufólogos, não permitam que a contra informação desoriente suas bússolas, sigamos orientados por nossos estudos e pesquisas.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sexta-feira, 24 de março de 2017

A Dança Cósmica das Galáxias - A Poesia do Universo




Por Gério Ganimedes


Como bailarinas especiais eleitas por Deus, como mães de sistemas do universo as galáxias mais se parecem como fogos de artifício espalhando cores e brilho no firmamento. Quando observadas por potentes conjuntos ópticos de grandes telescópios transformam-se em magníficas espirais cintilantes dotadas de múltiplos pontos de luz e cores. Diante da visão de quem já teve o prazer de observar numa noite límpida sem poluição luminosa, a via Láctea aparece como uma curva francesa expressa em 3D, com profundidade luminância e cores que invejam qualquer arco-íris. Ao centro de cada núcleo de uma galáxia concentra-se um ponto de extremo brilho. Este ponto singular é dotado de uma espécie de "ralo" ou buraco negro. Um lugar onde as estrelas e planetas são espremidos, transformados em energia que se fundem e um âmago de vida e morte.

Neste cenário cósmico de transformação energética, mundos nascem e morrem num piscar de olhos. Cada espiral galáctica é o reino de planetas, estrelas, cometas e asteroides. Um cinturão de astros que viajam em estradas cíclicas interagindo com milhões de elementos celestes criadores e destruidores de vida. Um paradoxo infinito de conexões e rupturas estruturais. Vistas de longe, na ocular de um telescópio, aparecem apenas como asas elípticas de luz e cor, ampulhetas, borboletas, as mais variadas curvas de Bézier, no entanto esconde em seu interior um verdadeiro "Balé Astronômico", que destrói, transforma e cria novos sistemas, novas estrelas e novos mundos com todos agentes coadjuvantes integrantes do universo.


Ao mesmo tempo em que estrelas e mundos velhos vão sendo dragados pela energia destruidora do centro das galáxias, novas energias vão alimentando com força geoespacial incalculável e incomensurável a formação de novos sistemas estelares, novos mundos, que apenas aguardam como um campo de plantação a inseminação extraterrestre, semente de Deuses para um novo mundo repleto de vida.

 Nebulosa Borboleta

"O universo de meu pai têm muitas moradas... Enquanto algumas morrem, outras nascem... E a vida evolui na direção da luz, da inteligência, da sabedoria de Deus ... Nosso mundo viaja nos braços da Via Láctea sempre em direção ao destino de todos os astros... O Centro ou núcleo da galáxia. Início ou Fim?"

Fiquem bem

Criação e texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 23 de março de 2017

O Mega Gerador de Defesa Planetária – Terra um Planeta com Tecnologia Extraterrestre Ancestral?




Por Gério Ganimedes


Esta é apenas uma história hipotética com o objetivo de apresentar argumentos que talvez possam explicar a tamanha diferença de nosso mundo com relação a outros de nosso sistema solar, da galáxia e quem sabe de todo universo.


Tecnologia Extraterrestre Controlada por Seres Intraterrenos?


Extraterrestres teriam instalado, logo após a criação do planeta, tecnologia avançada de nível planetário para proteção da Terra?


Dínamos criados em laboratório tentam gerar (simular) campos magnéticos da mesma maneira que os planetas e as estrelas fazem.

Existem outros planetas do sistema solar dotados de escudo magnético (magnetosfera), porém não são eficazes como o de nosso mundo.

Quando nosso sistema planetário foi criado pela agregação rica de componentes galácticos, Deuses vieram para presenciar a obra prima de sua criação. A Terra ficou conhecida, como o paraíso dos Deuses. Uma preciosa criação, com uma combinação perfeita de elementos, que não poderia ficar sem nome e sem proteção das intempéries do espaço que a rodeava e ainda rodeia. Os Deuses chamaram este oásis planetário de Íris Azul da galáxia. 

Mas eles não poderiam estar sempre por perto, para cuidar e reger  seu paraíso azul, então foi criado um conselho, uma cúpula formada por Deuses intergalácticos, para eleger um guardião, um administrador e uma legião de operários, que mantivessem em funcionamento a tecnologia cósmica que seria instalada aqui, para manter o planeta seguro. Esta segurança, a que me refiro, é proteção de invasores, impacto de corpos celestes e forças cósmicas e estelares que poderiam em épocas remotas e também hoje podem destruir a joia preciosa lapidada pela força do universo e pelo poder do criador.


Foi então que o conselho todo poderoso se reuniu e determinou funções aos líderes evoluídos que participaram do processo da criação. Na hierarquia divina destes Deuses alados, os seus conhecidos anjos ou alados, eram os seres mais próximos dos Deuses, a regalia era recebida, por estas entidades divinas e aladas, por não terem sexo definido, eram criações puras. Isto deixava estes seres imunes a desejos movidos pela atração dos opostos. O conselho então escolheu, entre todos os anjos, o mais fiel, o mais forte, no que se refere aos poderes incomensuráveis e obediência, e a ele foi entregue a chave da Íris Azul da galáxia.


Ele seria o grande guardião, o imediato direto sob o grande administrador e líder da força operária que iria operar o “equipamento ou a máquina do núcleo”. O equipamento motriz, o gerador de sustentação da Íris Azul. Entretanto, o cargo concedido pelo conselho supremo, não agradou um dos seres alados. Este foi tomado pela ira, pelo ciúme, inveja e por uma qualidade completamente banida da cúpula dos Deuses, o mal. Numa tentativa frustrada para matar o guardião, o não eleito guardião foi interrompido pelos Deuses que descobriram seu plano e sua tentativa. Organizaram então uma reunião para julgar e punir o malfeitor.

Magnetosfera da Terra - em azul as linhas magnéticas

Ele foi julgado e condenado pelos Deuses a executar a pior tarefa, a mais inferior participação no processo de proteção do planeta e que, ainda assim, se falhasse seria totalmente destruído e destituído de matéria, recebida em sua concepção, transformando-se em matéria escura. Seu castigo seria controlar o rebanho de seres escuros inferiores, para que estes movessem o reator artificial do núcleo da Íris. A máquina para mover o magma interno do planeta para que a energia fosse gerada e irrigada para a camada mais externa do planeta, formando um escudo protetor e resguardando a superfície da Íris Azul, mantendo-a livre de forças destruidoras externas.


Esta mecânica gravitacional e toda a energia térmica produzida, pelas legiões sob o controle do anjo caído, seria a força dinâmica para manter o oásis da galáxia vivo belo e seguro, para que os Deuses aqui viessem para desfrutar e descansar de suas viagens pelo universo. 

Segundo os Deuses não foi uma simples punição, foi o enterro vivo de um ser alado, a dor e a tormenta da alma – poderia ser sentida e escutada como sons do ringir de placas metálicas, como gemidos dos céus.

Ele seria o responsável pelos domínios intraterrenos, ele teria que controlar as legiões de seres, que assim como ele escolheram deixar seu âmago divino e benevolente, e serem tomados pelo mal. Eram milhões sob seu comando que juntamente com ele foram arremessados para as entranhas da Terra. Seus corpos sucumbiram às chamas e foram confinados numa missão punitiva, mas elementar para manter a Íris Azul de Deus, viva, bela, estável e segura. Seu corpo ainda material, constituído da semente dos deuses, sofreu com a dura tarefa de viver nas profundezas da terra, mas sua missão tinha um propósito e ele se sentia, ainda que rebaixado do poder divino, supremo em seu mundo.


Controlava um mundo subterrâneo e o fundamental gerador artificial de proteção da “beldade” de Deus – o que hoje é chamada de Terra.

Sua jornada foi interminável naquele período e o medo de perder a sua forma ainda humana de concepção divina, fazia dele ainda assim um servo temente aos Deuses. Jamais deixou, por eras, de fazer seu trabalho sob pena de transformar-se em um ser escuro. Uma alma negra do fogo e das profundezas, assim como aqueles sob seu comando e que penavam com sofrimento e submissão, impulsionando o magma do núcleo do planeta e mantendo o gerador, fazendo mover a máquina extraterrestre magnética para proteção planetária. 

Em uma época, a ira deste anjo caído superou seu desejo de manter-se a imagem e semelhança de Deus e sob seu comando legiões de operários dos subterrâneos suspenderam as atividades no núcleo e o gerador parou. Milhares abandonaram seus postos e subiram a superfície, terminando com a harmonia e o equilíbrio do paraíso. Parar o reator significava causar um desequilíbrio do escudo de proteção. Alterações magnéticas e elétricas desestabilizaram a harmonia do escudo (magnetosfera), ocorreu então uma redução na velocidade de giro do planeta e uma catástrofe inimaginável iniciou-se. Corpos celestes foram atraídos pela variação na gravidade do planeta, maremotos, terremotos e derretimento do gelo dos pólos tornaram a Terra um caos. Feridas geológicas brotaram na superfície da terra e como chagas rochas e lava vulcânica foram pulverizadas na atmosfera. A Íris Azul se tornou fogo e na galáxia era vista como uma brasa crispando. O Anjo caído viu o que tinha causado e então sob seu comando, sua legião de almas escuras, criaturas terríveis voltaram a trabalhar no núcleo, tentando reverter o motor do planeta, contudo era tarde demais. O guardião que vivia na superfície e comandava terras, mares e montanhas do planeta, chamou todas as forças sob seu controle para tentar reverter à situação que perdurou por seis séculos até a chegada dos Deuses. O guardião cumpriu sua missão e reverteu à instabilidade planetária. A atmosfera limpou, as florestas foram recuperadas, o gelo voltou a se formar e logo tudo sobre o planeta estava vivo belo e seguro novamente.

Os Deuses chegaram e a punição prometida, ao anjo caído, foi executada, sem perdão. Seu corpo foi destituído de matéria, se tornando uma massa densa e pesada, uma alma negra e aprisionada nas entranhas da terra, limitada ao seu mundo e trancafiada nas profundezas pelo poder supremo do guardião de Deus, aquele que é a luz da comunicação com Deus os anjos a seu serviço. O anjo guerreiro o manteve lá, mas agora o guerreiro do submundo parece que adquiriu novos poderes sobre sua legião de escravos submissos e ele pode estar preparando uma nova rebelião. O gigante negro do cosmos, o que rasga a escuridão do universo vem em silêncio e nas sombras, sem ser visto, chamado pelo poder daquele que habita as sombras de nosso planeta. Um ser que já foi divino a altura de Deus, agora detém os poderes, com o cajado da escuridão, está chamando forças negativas da galáxia, planetas escuros, criadores de catástrofes que podem dizimar milhões de vidas. Estes seres estão trabalhando nas fendas profundas da Terra para se comunicar com forças escuras do universo.  Os sons que soam em todos os céus do planeta o ringir do ferro pode ser o grito de revolta de uma entidade que já foi benévola, mas sucumbiu a maldade e ao prazer da destruição.

Como disse no início, esta é apenas uma história hipotética, criada pelo autor do blog para apresentar novas teorias sobre a existência e criação da Terra e todo seu mecanismo perfeito de funcionamento.

Fiquem Bem

Links para pesquisa científica:



Criação e Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Homem e Sua Estreita Relação com as Estrelas

 
Estrela Azul Kachina – Profecia Hopi


Por Gério Ganimedes


“Devemos respeitar os ensinamentos e crenças de nossos ancestrais mais distantes, ou estaremos negando nossa própria existência”.  Gério Ganimedes

Segundo a interpretação e visão dos Índios Hopi (nação indígena dos Estados Unidos da América, que vivem principalmente na Reserva Hopi, no nordeste do estado de Arizona, com 1,5 milhões de acres (6.000 km²), e que está rodeada pela Reserva Navajo. Alguns hopis vivem na reserva indígena do rio Colorado, no oeste do Arizona), cada evento estelar no firmamento noturno anuncia o início ou o fim de uma era ou um período terrestre. Frente ao que está acontecendo na constelação de Órion, descoberto recentemente pelos cientistas, uma verdadeira guerra estelar na nebulosa da mesma constelação (Veja a notícia em inglês AQUI), podemos dizer que cada um de nós está de alguma maneira, conectado com uma estrela que é guia e energia representando cada um de nós no cosmos.

 Nebulosa de Órion
O telescópio Hubble da NASA revelou uma verdadeira 
batalha espacial estelar
Crédito: NASA/ESA/K.Luhman/M.Robberto

Já pensou que existe algo lá em cima que atrai você de maneira mágica sem explicação? Que um brilho chama sua atenção como se o chamasse você para observá-lo? Esta é a conexão estelar que liga você ao universo. Somos coadjuvantes de uma "rede Wi-Fi cósmica", temos um "endereço IP" conectado diretamente a nossa fonte de energia e servidor extraterrestre. Uma malha infinita repleta de estrelas, energia incomensurável emanada de astros que nos transformam em terminais vivos, conectando cada um de nós a sua estrela mãe. Assim se originam do universo as mensagens para o futuro de cada ser humano deste planeta, de toda existência humana. Os índios Hopi  e toda sua herança estão certos. Os avisos de cada nova era de um novo ciclo são transmitidos em forma de luz e energia originária das estrelas. Quando nasce uma estrela no universo, uma nova vida é refletida na Terra, espelha-se e brilha, mas contrariamente uma vida também parte, morre para constituir a energia cósmica, para dar espaço a evolução.
  


Estrelas são fontes de energia, de vida e luz. A conexão humana com elas é como um cordão umbilical invisível, mas presente e incontestável. Somos filhos das estrelas. Temos material estelar correndo em nossas artérias. Culturas antigas como a do povo Hopi acreditam em ciclos (Assim como o povo Maia). Talvez estejamos presenciando o fim de um ciclo, porque as estrelas morrem e nascem num piscar de olhos, em um tempo que escorre numa ampulheta temporal diferente da nossa. O povo Hopi prevê a chegada de uma estrela azul em nosso sistema solar que marcará o início de uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens. Eventos associados a uma guerra que será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Nesta guerra tão somente os HOPIs ou os pacíficos (de todos os povos), serão poupados restando muito poucos sobreviventes, às sementes estelares que este misterioso povo indígena chama de Quinto Mundo ou o próximo.

Fiquem bem ... Queridos amigos e leitores

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado a minha amada filha Caroline Mace ...

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul

sábado, 18 de março de 2017

Atividade Elétrica Atmosférica – O Poder da Natureza Fora do Controle do Homem

São Bernardo do Campo / SP - 2017
Foto/Crédito: Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes


Uma energia incomensurável, concentrada num único raio ou arco de luz e força, com unidade de potência medida em gigawatts, que se dissipa e ramifica-se no ar, na terra e na água. Os três elementos coadjuvantes do fogo, criado pelo gerador natural mais poderoso do planeta. Luz, energia e som assustador, que assombra o homem desde os primórdios da existência humana no planeta. Os raios vitimaram milhares de vidas, desde que começaram a ser monitorados por pesquisadores que mensuram o clima e o tempo por todo o planeta. Atualmente o clima mudou bruscamente e o tempo tem mostrado uma atividade anômala de relâmpagos nunca antes vista. Uma pesquisa recente do INPE e da NASA apresentaram as regiões do mundo com maior incidência de raios, entretanto o Brasil é o campeão da atividade elétrica atmosférica e registrou 50 milhões de descargas elétricas por ano. Segundo o INPE, raios mataram 1.790 pessoas entre 2000 e 2014 e estes números estão aumentando em progressão geométrica, resultado da brusca mudança na magnetosfera (campo magnético que protege nosso planeta da radiação nociva das partículas carregadas emitidas pelo sol) e ionosfera da Terra. Estamos diante de uma atividade anômala e agressiva causada por fatores especiais.

Porto Alegre / RS - 2011

Os raios mais parecem, na minha óptica, um ser vivente assim como o fogo. Ele parece respirar e se alimentar das cargas elétricas excessivas naturais e que a tecnologia humana descontrolada dissipa no meio ambiente e consequentemente na ionosfera terrestre. Gases da combustão de veículos, redes elétricas cada vez mais ramificadas, radiofrequência de tecnologia celular, produtos químicos combinados na atmosfera e outros fatores que criaram as mudanças climáticas num domo fechado como uma bolha propícia à atividade e condução elétrica em todo o planeta. Construímos um grande gerador de Tesla, mas diferentemente de Nikola perdemos o controle de nossa criação.


“Em todo o espaço há energia... é (só) uma questão de tempo até que os homens tenham êxito em associar seus mecanismos ao aproveitamento desta energia.”  Nikola Tesla


Fazendo uma simulação hipotética e aplicando um modelo de mudanças climáticas agressivas, somada a uma desorganização dos componentes químicos básicos da atmosfera terrestre, pode-se fazer uma suposição que num futuro muito distante nosso planeta poderá  ter condições atmosféricas muito semelhantes às de Júpiter. A atmosfera jupiteriana possui vários tipos de fenômenos ativos intensos, incluindo instabilidades das bandas (nuvens carregadas), vórtices (ciclones e anticiclones), tempestades elétricas com milhões de descargas elétricas. Um ambiente inóspito onde tempestades já duram por mais de cem anos.

A Grande Mancha de tempestade em  Júpiter

Analisando o quadro climático atual, me permito concluir, que a atividade elétrica atmosférica de nosso mundo tende a aumentar, a níveis nunca antes registrados, com conseqüências cada vez mais danosas e esta força o homem não tem controle. Diante do modelo clima/tempo de hoje que avança por todos os continentes da Terra (derretimento da plataforma de gelo da Antártica, aumento da água doce nos oceanos com conseqüência do aumento de temperatura dos mares) me arrisco a afirmar que o quadro caminha bem ao estilo “O Dia Depois de Amanhã”.

Canoas / RS - 2012

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes


Gério Ganimedes

Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

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