Imagem meramente ilustrativa
Criatura da Noite - Imagem 3DSMax 2010 by Anderson Mace
Criatura da Noite - Imagem 3DSMax 2010 by Anderson Mace
Por Gério Ganimedes
Partindo-se das linhas dos mais
antigos registros literários, que já foram encontrados catalogados e traduzidos,
encontramos narrativas de criaturas ou seres bizarros que assombravam aldeias, florestas,
dizimaram exércitos e que até mesmo destruíram impérios inteiros. Estas
criaturas mitológicas e seres lendários aparecem até mesmo nos dias atuais,
através da sétima arte, tornando-os seres imortais. Mas, porque estas criaturas
lendárias foram criadas? Quanta criatividade fluiu e derivou, através do tempo,
da mente destes escritores que apresentam de forma tão detalhada estes seres
fantásticos? Para colocar um ponto de apoio na alavanca que moverá minha
teoria, irei classificar alguns destes personagens mitológicos em dois grupos bem
distintos. Grupo I - Os híbridos,
ou criaturas resultantes de experiências genéticas extraterrestres entre
humanos e animais. Grupo II
- Os Reais Extraterrestres que nos visitam a milhares de anos, descritos por suas
testemunhas oculares através de uma visão cultural regional que modifica as
características destes seres, de acordo com a região, continente e cultura que foram
avistadas.
Grupo I - Híbridos


Grupo II – Os Reais Extraterrestres
Os seres extraídos do folclore regional
brasileiro como o Curupira (Citado pelo Padre José de Anchieta, Século XVI) e o
Boitatá fazem parte desta minha visão hipotética. O Curupira conhecido como o
ser protetor das florestas foi descrito no Brasil dos bandeirantes e jesuítas
como uma criatura de cabelos vermelhos que corriam ao longo da coluna, de pele
esverdeada e viscosa, com os pés virados para trás e que como um demônio da
floresta enlouquecia homens fazendo-os se perderem na mata e sequestrava (ou
será que Abduzia?) crianças por até sete anos e após isso os devolvia para seus
pais. Pelos traços das lendas regionais o Curupira aparece de sul a norte do
Brasil, mudando muito pouco suas características e hábitos nas florestas.
Estaríamos diante de uma criatura semelhante ao extraterrestre do caso Varginha/MG - Brasil?
Et de Varginha/MG - Brasil
O Boitatá é outra criatura folclórica curiosa que aparece em diversas regiões do
Brasil com poucas alterações nas características descritas pelas testemunhas
que o encontraram. A enorme serpente de olhos de fogo vista rastejando pelos
campos, criando feixes luminosos e que segundo a lenda poderia enlouquecer quem
a olhasse direto nos olhos, foi extraída das analises e registros (cartas, informações e fragmentos históricos
do Padre José de Anchieta – Rio de Janeiro 1933) como um protetor dos campos
e animais.
O Padre Anchieta tentava entender, através de seu contato com os índios, o que eles realmente encontravam na mata. Entretanto, houve relatos de aparições do Boitatá em áreas da região sul do Brasil, onde animais foram encontrados mutilados, como nos eventos de um animal conhecido no meio ufológico como “Chupa cabras”.

Estaria por trás dos mitos, lendas e folclore, a verdade sobre os extraterrestres? E se desde os sumérios, egípcios, atravessando a Grécia antiga, Roma e todo o período de descobrimento do Brasil, todas estas criaturas chamadas de lendárias, mitológicas ou folclóricas sejam a mais elementar prova da existência extraterrestre em nosso planeta? Elucubrar é a semente germinante de nossa evolução ... Pense sobre isso!
Fiquem bem
Texto: Anderson Mace - Gério Ganimedes
Pesquisas: Rosana Santiago
“Atrás
de todo grande homem existe uma grande mulher”
Dedicado a minha querida e amada esposa Rosana por seu incansável
apoio ás minhas pesquisas
Gério
Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
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