domingo, 25 de março de 2018

OVNIS – Falhas Visuais de um Mundo Virtual?




Por Gério Ganimedes


Testemunhado por um número pequeno de pessoas - as que se arriscam a contar sem medo de serem ridicularizadas porque acreditam no que viveram, mas com grande importância estatística para a ufologia, os fenômenos eletromagnéticos que parecem fazer parte da atividade óvni apresentam-se numa espécie de padrão e com duração de poucos minutos, entretanto muitas vezes estes fenômenos que são relacionados com as aparições, são mais sonoros do que visuais e dependem do local em que as testemunhas estão no momento do exato do evento. Em geral a característica marcante antes da aparição de naves não identificadas quase sempre de grandes dimensões é um forte zumbido que é escutado como se uma “chaleira gritasse no fogão”. Logo após, ocorre uma forte oscilação na rede elétrica fazendo com que as lâmpadas pisquem intermitentemente e em seguida a energia elétrica é interrompida apagando toda rede local. Durante este estágio foram relatados, em alguns casos, um cheiro estranho no ar. O odor reclamado pelas testemunhas posteriormente foi identificado como sendo do gás ozônio O3 (mais conhecido como "cheiro de chuva no asfalto") formado pelas descargas elétricas nas nuvens, gerado no momento do aparecimento do arco-voltaico, causado por variação brusca da corrente elétrica na rede pública (isolantes dos postes) e pela umidade do ar. Acredito que este fenômeno seja causado pela tecnologia antigravidade utilizada pelo óvni durante seu deslocamento.


Já foram descritas cenas noturnas em regiões rurais (Nova Santa Rita no Rio Grande do Sul e Sombrio em Santa Catarina), onde, durante aparecimento do objeto voador não identificado, apareceram raios elétricos, como relâmpagos no entorno da nave, fazendo com que sua estrutura, antes invisível aparecesse. São poucos, mas significativos os casos de testemunhas de avistamentos de óvnis, que viram através da janela de suas residências, em regiões mais afastadas do núcleo das grandes cidades, cenas segundo eles, assustadoras e que foram vividas totalmente às escuras. Nestes casos a energia elétrica demorou a ser restabelecida (entre 5 a 10 minutos). Num dos avistamentos, após o forte e estridente zumbido e a falta de energia elétrica, nem mesmo o motor de arranque do carro, que foi acionado na tentativa de “fugir” do lugar, funcionou. Estes fenômenos misteriosos, nem sempre são levados a sério ou relacionados com naves não identificadas, porque simplesmente os óvnis não são vistos, apenas seus efeitos colaterais são percebidos (as testemunhas estavam dentro de apartamentos, mas acharam muito estranhos e chegaram a dizer que "a atmosfera ficou sinistra").  Em muitos relatos armazenados na base de dados do MUFON óvnis foram vistos bem acima de redes de alta voltagem, em estradas, no campo e até mesmo acima de subestações de energia elétrica em zonas urbanas.

Seria a avançada tecnologia antigravitacional dos óvnis que ao passar pelas redes elétricas modificam os campos e neutralizam a corrente elétrica? Ou estes veículos de outros mundos absorvem toda a energia dos cabos de força? Qual tecnologia ou fator causador, nós ainda não sabemos, entretanto os efeitos colaterais, quem testemunhou um evento deste porte, já sabem quais são.

E se nossos sentidos estiverem nos enganando e toda existência é apenas uma ilusão?  E se os ÓVNIS avistados "acidentalmente" são meras ferramentas de manutenção desta virtualidade ou falsa realidade? Nossos sentidos podem facilmente ser enganados e nem sempre o que vemos é real. Nosso cérebro muitas vezes é traído por sinais mal interpretados por nossa visão. Partindo desta premissa cientistas que cruzaram a óptica deles com a minha, apresentaram uma nova concepção de “realidade” lançando a pergunta: A visão que temos do universo é real? 

Matrix – 1999 
Créditos: Warner Bros.
Aproveitando-me desta plataforma de pensamento e observando o universo deste ângulo, uma questão surgiu no horizonte hipotético: 

Seriam os óvnis equipamentos de manutenção de um mundo ilusório em que estaríamos apenas sentindo e não vivendo fisicamente?

Nesta versão de existência, como uma espécie de realidade holográfica, poderiam estes veículos, serem administradores de uma ilusão que nos mantém presos aos nossos próprios sentidos? Esta óptica de mundo virtual já chegou até nós através do cinema, com um filme que envolve uma raça alienígena que mantém homens como baterias que alimentam seu mundo real, enquanto seres humanos são aprisionados num mundo ilusório. Matrix apresenta apenas uma pequena biosfera do que poderia ocorrer em todo universo. O que vemos através de nossa limitada visão pode ser muito diferente do que vislumbramos. No filme “O Show de Truman” de 1998, o personagem vivido por Jim Carrey (Truman), condicionado a viver dentro de um cenário para um programa de TV, em determinados momentos de sua vida, percebeu a presença de estranhos e câmeras controlando suas atividades, mas ele não sabia explicar o que eram e nem o que queriam, assim como nós diante dos óvnis. 

Dentro deste domo de criação hipotética pense que poderíamos ver estes fantásticos veículos extraterrestres e luzes misteriosas apenas em momentos onde ocorre uma falha da ilusão criada para nós e nos coloca frente ao universo real. Esta massa de ideias cria muita confusão em nossos pensamentos, no entanto, pensar que uma pequena esfera azul com vida, como a Terra - suspensa por forças cósmicas ainda desconhecidas, vaga através de uma malha com fronteiras infinitas é algo tão vago e incalculável que colabora com esta nova janela teórica dos cientistas. Assim, se todos estes veículos (ÓVNIS) e raças alienígenas que são relatados por testemunhas, e até mesmo vistos por nós, são parte de um plano de manutenção do universo criado para nos fazer acreditar em nossa existência, podemos até entender porque ainda não fizemos CONTATO. É porque não devemos, e não podemos ver os reais produtores que trabalham para manter a biosfera ilusória chamada Terra.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes – Anderson Mace
Divulgação: Rosana Santiago


Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

Um comentário:

  1. Caro Gério, a proposição tem lógica entretanto vale observar que a própria cognição depende da concordância de todos, ou seja, só "traduzimos" o que vemos em cima de nossa base cognitiva que é naturalmente estabelecida por um "consciênte coletivo", a "criatura que é a sioma de todos nós.
    Essa criatura depende de nossa cognição dentro de certos parâmetros da mesma forma que nós "obrigamos" nossas células a se comportarem de forma adequada a nossas espectativas! O cancer nada mais é do que uma célula que não cai na "esparrela" contada pelo nosso corpo!
    Assim, matriz perde o sentido, pois em última análise TUDO é matrix, inclusive o imponderável, visto que esse só é imponderável para nós,mas factível para os participes dessa proposiçao existencial!
    O que se percebe é que o que conta é a percepção, o resto é o resto, ou a matrix se preferir!
    Nossas medidas são as medidas de nosso nível energético, se somos fracos percebemos fraco, se somos fortes percebemos fortes!
    Uma criança entende o topo da estante um mistério até o momento em que ela tem altura suficiente para descortinar o tal mistério!
    Um rádio de 10w comuma antena curta não vai "entender" frequencias fora de sua capacidade, mas se aumentar a antena terá mais capacidade de "enxergar". Só que se não ganhar mais potência, serrá limitada na comunicação, só os próximos recebem o sinal dele.
    E também vale observar que mesmo que o rádio tenha uma mega antena não conseguirá "traduzir sinais de baixa potência, só vai saber que existem, mais nada!
    E mais, se o rádio for "antolhado" com uma antena parabólica só vai "enxergar" na direção de seu olho "parabólico".
    Resumindo a bagaceira, não obstante o que coloca seja fato, esse fato só se sustenta dentro da baixa energia de transmissão e captação de nosso equipamento. Assim só nos resta o fortalecimento de forma a abrir as asas da percepção!

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