(Foto 1) Crédito: NASA, via Daily Mail UK - Science
Por Gério Ganimedes
Sinais de fadiga da comunidade
científica
Penso
que não devo contar vitória antes do tempo, mas os primeiros sinais de fadiga da comunidade científica estão fornecendo-me forças, para que eu continue avançando nas pesquisas e reforçando as teorias rígidas sobre a
repentina mudança no clima espacial, pois parece haver alguma agência muito
interessada no assunto, e quando ela percebe que certos pesquisadores insistentes (nós) começam a bater na mesma tecla, resolvem
tomar medidas imediatas para tornar os alertas científicos antes restritos, públicos
e injetados na mídia convencional, curiosamente, quase que imediatamente, após
as postagens publicadas alcançarem um público assíduo e global. Como
administrador do Projeto Quartzo Azul, começo a considerar esta reação como um
avanço e ao mesmo tempo uma vitória no trabalho de informação, pois mesmo com nossa insignificante magnitude, começamos a ganhar força através do número de
leitores. Não foi a primeira vez que percebi este movimento colateral, mas pensei ser o
momento para expor minhas observações, desconfianças e considerações.
Agora observe a data e a notícia divulgada no
Daily Mail – Science
PUBLICADO: 16h54min GMT, 08 de março de 2013 |
Atualizado: 17h34min GMT, 08 março de 2013.
A calma antes
da tempestade solar?
Nasa adverte “algo inesperado
está acontecendo com o Sol”.
Este ano era para ser o ano do
"Máximo Solar", o auge do ciclo das manchas solares de 11 anos, mas a
o que a imagem mostra, é que a atividade solar está relativamente baixa.
“Número de manchas solares
estão bem abaixo dos valores de 2011, e as fortes explosões solares, foram
pouco freqüentes”, diz a agência espacial.
A imagem acima (foto 1) mostra a superfície
do sol voltada para a Terra em 28 de fevereiro de 2013, como foi observado pelo
Helioseismic and Magnetic Imager (HMI) no Observatório Dinâmico Solar da NASA.
Foram
observadas apenas algumas pequenas manchas solares em uma face praticamente
limpa, e que normalmente, durante o pico de máxima atividade solar, é repleta
de manchas. Especialistas estão frustrados pela aparente falta de atividade,
com muitos se perguntando se a NASA simplesmente não entendeu errado. No
entanto, o físico solar Dean Pesnell do Goddard Space Flight Center da NASA acredita
que ele tem uma explicação diferente:
“Este é um máximo solar”, diz ele. “Mas parece diferente do que esperávamos, pois é de duplo pico”. “Os
dois últimos de máximo solar, por volta de 1989 e 2001, tiveram não um, mas
dois picos”. “A atividade solar subiu,
desceu, depois subiu novamente, realizando um mini-ciclo que durou cerca de
dois anos”, disse ele. A mesma coisa poderia estar acontecendo agora,
enquanto a contagem das manchas solares saltou em 2011 e caiu em 2012 ele acredita.
Pesnell espera que elas se recuperem em 2013: “Estou confortável em dizer que vai acontecer outro pico em 2013 e, possivelmente,
um último em 2014” .
Ele viu uma semelhança entre o ciclo solar 24 e o ciclo Solar 14, que teve
um duplo-pico durante a primeira década do século 20. “Se os dois ciclos são gêmeos, significaria que teríamos um pico no
final de 2013 e outro em 2015” .
Fonte:
Daily Mail – UK (Science)
Leia
a matéria publicada AQUI
Tradução
e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Texto
da introdução: Gério Ganimedes
Spaceweather.com dia 08.03.2013
Mas afinal, são poucas ou muitas manchas?
Comentário do Autor
Entenderam a explicação deles? Não? Confusa? Se dedicarem um tempo, compreenderão, mas é para ser assim mesmo. A ideia principal é
esta, confundir mais do que explicar. Contudo,
o que é mais interessante, não é a forma como são respondidas nossas perguntas,
mas sim o fato de que nossas perguntas estão sendo lidas e respondidas, quase
que imediatamente, após serem publicadas. Isto mostra que alguém está atento no
que é apresentado, como está sendo questionado e as bases onde o questionamento
está apoiado.
Fiquem bem ... Voltaremos
Fiquem bem ... Voltaremos
Gério Ganimedes
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Gério, Vc está de parabéns, tem feito um trabalho excelente. Grato pelas informações repassadas.
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