domingo, 20 de maio de 2012

Motor de Ganimedes - Sonho ou Realidade?

Visão parte superior do Segundo Estágio


Por Gério Ganimedes



Para melhor compreensão deste post leia antes AQUI


O dispositivo já havia aparecido em minhas visões, mas seu funcionamento era um mistério e por mais que me esforçava, não conseguia compreender seu funcionamento até que durante mensagem, uma espécie de diagrama de funcionamento foi transferido para minha mente e seu funcionamento começou a tornar-se claro e compreensivo para traduzir cada etapa funcional.


Acelerador de Partículas Estelares


O sistema funciona basicamente aproveitando as partículas, extremamente carregadas, aceleradas pelo vento estelar, pelas explosões e fluxo normal de sistemas estelares simples, binários ou multi-estelares. Estas partículas carregadas e com massa, são absorvidas por um anel de captação (como a entrada de uma turbina de avião faz com o ar), que contem metal no estado líquido, dentro de sua estrutura onde este é acelerado, utilizando diferença de potencial térmico, obtido entre o frio externo e o aquecimento pelo “esfregar” das partículas nos coletores do anel de captação de partículas (algo parecido como ocorre nas auroras quando as partículas atingem a magnetosfera terrestre). Um sistema transformando energia do atrito, em calor potencial. Quando o metal líquido acelera seu fluxo dentro dos condutores de alta velocidade, gera um campo magnético-gravitacional no centro do anel, criando uma espécie de vórtice com uma abertura no centro, semelhante a um “buraco negro”. As partículas ao mesmo tempo em que geram a energia operacional de aceleração do metal líquido são orientadas por projetores de partículas organizadas (quatro no total), que fluem num fluxo espiral concentrando sua força no centro do buraco gravitacional. As partículas agora altamente aceleradas mergulham com força de empuxo suficiente para dentro do campo gravitacional saindo do outro lado numa quantidade de energia comparada a de uma “estrela” sendo espremida por um “buraco negro”, transformando-se num vórtice de energia pura, em força e quantidade suficiente como um reator ou núcleo de uma pequena estrela. Esta energia é transferida para um reator de fluxo, que movimenta um núcleo de um motor de campo gravitacional, gerando uma bolha em torno do VTE (veículo de transporte extraterrestre).

 Jato quebrando a barreira do som

Esta “bolha” ou casulo - elimina o espaço, criando uma brecha à sua frente, abrindo um canal, onde a luz flui. Neste momento ocorre um salto, um “pipocar” e o VTE pula a barreira (vários registros de óvnis os mostram saltando rapidamente). O veículo se utiliza de canais ou linhas de luz que interligam pontos do espaço. Ao criar esta “bolha” em torno do veículo, ocorre uma situação, chamada “barreira da luz”, a mesma que acontece, quando um avião supersônico ultrapassa a “barreira do som”. Abre-se um canal, uma via onde vários feixes, que interligam pontos de luz do espaço, aparecem como uma infinidade de espaço-vias, múltiplos canais que cruzam áreas chamadas, de setores seguros de deslocamento interestelar.


video
Animação simulando a aceleração das partículas
no vórtice - crédito: Gério Ganimedes

Neste ponto o veículo flui sem atrito algum, sem força gravitacional alguma para atrapalhar seu deslocamento. Viaja como um fóton orientado, alinhado, numa espaço-via de luz. O sistema do VTE (veículo de transporte extraterrestre) calcula as vias de luz, seguras, sem interrupção, pois uma interrupção no canal de luz indica que a via foi interceptada por algum detrito ou corpo espacial, e imediatamente faz com que o VTE salte, mude seu nível de energia e passe a utilizar outra via segura. Para suportar as variações bruscas de temperatura o VTE possui na sua camada externa uma espécie de casulo orgânico, como uma membrana celular, que se forma no momento em que, a “bolha” que envolve o transportador é criada. Uma espécie de “gel” ou plasma com características orgânicas se forma e ao mesmo tempo serve para proteger e absorver as variações bruscas dos saltos entre as espaço-vias.

Visão Parte Inferior do Segundo Estágio

Muitos teoristas contrários ao possível deslocamento de aeronaves, na velocidade da luz, justificam seus argumentos detonadores, dizendo que se um veículo espacial se deslocasse na velocidade da luz, existiria uma grande possibilidade de ser destruído ao primeiro impacto com o menor fragmento de rocha espacial, por não ter como desviar a tal velocidade, e com isso danificaria sua estrutura externa destruindo a espaçonave. Entretanto, parece, que com um sistema de navegação como este apresentado aqui, esta possibilidade quase não existe.

Crédito: Gério Ganimedes

As “espaço-vias” são como um intrincado sistema de “capilares” ou “canudinhos” de luz, como se o espaço estivesse repleto de fios de fibra óptica, interligando sistemas planetários, galáxias e universos num emaranhado mais parecido como uma malha ou teia. Cada feixe de luz não é linear como muitos pensam, pois as distorções de espaço-tempo fazem com que a luz mude de direção e crie uma curva. Estas são as variantes enfrentadas nos deslocamentos pelo canal de luz.  

As informações ainda não estão todas interpretadas e codificadas, mas pretendo ao longo da minha jornada no Projeto Quartzo Azul, apresentar tudo que me for passado nas mensagens ou sonhos. Resta saber por que estas informações estão sendo transmitidas.


Continuação...


Através da pesquisa de nosso amigo, parceiro e colaborador Jaime Tche, encontramos um vínculo, um elo de ligação do misterioso dispositivo, que apareceu primeiramente em dois estágios, em meus sonhos e que depois de algum tempo, me foi transmitido, seja na forma de sonho ou mensagem, a complementação e a utilidade do dispositivo. 

Na pesquisa enviada por nosso parceiro, aparece uma intrigante semelhança entre um dispositivo virtual, acima exposto e um real. Vejam abaixo.

 

Um dos menores aceleradores de elétrons do mundo, em funcionamento foi apresentado numa exposição da Feira de Ciências de Trocadéro em Paris. Por Jack Jeanjean, Brunet Paulo e Nicolas Delerue. Crédito: Sciences-ACO


Das mensagens para a realidade ou apenas mera coincidência?
 
Quando as pessoas pensam em física, aceleração de partículas, átomos e França, o que vêm em mente é o maior acelerador de partículas do mundo o Large Hadron Collider, que abrange várias cidades e dois países, entretanto nesta feira de ciências de Paris é um acelerador de mesa que tem atraído visitantes curiosos.

No cenário da feira de Trocadéro, os entusiastas da ciência podem experimentar as entranhas de um dos menores aceleradores de elétrons do mundo em funcionamento.

Através de um design de vidro, é permitido aos visitantes, testemunhar o nascimento de um feixe de partículas a partir de um pedaço de metal aquecido chamado de cátodo. Átomos de hélio, excitados pelos elétrons acelerados no tubo do acelerador linear, emitem luz azul e amarela. Estas explosões de luz se fundem em um feixe verde constante, mostrando trajetórias dos elétrons linearmente ou circulando. Um conjunto de controles permite aos visitantes aprenderem sobre as forças eletromagnéticas, enquanto eles observam a viagem do feixe, verificando visualmente, como os campos magnéticos, de ambos os ímãs - do dispositivo e da Terra, impulsionam e puxam o feixe ao longo de sua trajetória circular.

A luz colorida que desliza através do acelerador de mesa ganhou o apelido de “dança do elétron”.

Este mini acelerador apresentado em outubro de 2011, é uma réplica pequena, do Anel Colisor Orsay ou “ACO”, que operava entre 1965-1988. 

Leia mais sobre este assunto na página de nosso parceiro - Jaime Tche


Agradecimentos especiais ao meu amigo, parceiro e colaborador do Projeto Quartzo Azul, Jaime.
 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
     

4 comentários:

  1. Bora, construir Gérioooo!

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  2. Geiro, se esse motor for real eu acho que ele ja existe e esta em funcionamento, e provavelmente nem é humano.

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